Diagnóstico e emergência
Ataque DDoS no provedor: causas, diagnóstico e quando chamar um Especialista
Como reconhecer um ataque e o que fazer nos primeiros minutos.
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Os guias de diagnóstico de rede para provedores mostram, passo a passo, o que verificar quando BGP, OLT, PPPoE, CGNAT ou a segurança da rede dão problema, e quais erros pioram a situação.
Quando o problema se repete, a Táquion Tech cuida da retaguarda do seu técnico pelo suporte N3 para provedores.
Os guias seguem a ordem da rede: roteamento e borda, OLT e fibra, PPPoE e CGNAT, segurança e gestão da equipe.
Diagnóstico e emergência
Como reconhecer um ataque e o que fazer nos primeiros minutos.
Diagnóstico e emergência
Causas mais comuns, o que verificar primeiro e quando chamar um Especialista.
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Portas, timeouts e NAT; por que os jogos sofrem atrás do CGNAT e como melhorar.
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Por que as ONUs caem em grupo e como confirmar a causa antes de reiniciar a OLT.
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Quando todos desconectam juntos, o problema está no concentrador, no RADIUS ou no acesso.
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A sessão fica parada em Active ou Connect? Veja o que conferir dos dois lados.
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Os motivos mais comuns da sobrecarga e como dividir a carga com segurança.
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Recebeu ameaça de ataque com pedido de pagamento? Veja como se proteger.
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Por que a chuva derruba clientes e como achar a caixa ou o trecho com problema.
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Como descobrir onde está o gargalo quando tudo fica lento à noite.
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Como descobrir qual IP foi listado, achar a origem e pedir a remoção.
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Como confirmar a saturação e redistribuir o tráfego enquanto o upgrade não chega.
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Energia, temperatura, firmware ou memória; como achar o motivo dos reinícios.
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O que o sinal fora da faixa indica e onde procurar o problema na rede óptica.
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Os primeiros passos para conter uma invasão sem apagar as provas.
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Onde procurar backups e como reconstruir a configuração com segurança.
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O que costuma levar a CPU ao limite e como aliviar sem derrubar as sessões.
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Como recuperar acessos, senhas e documentação quando quem sabia tudo vai embora.
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O que é suporte N1 N2 N3: são os três níveis do atendimento técnico, do caso mais simples ao mais difícil. No provedor, o N1 atende o assinante, o N2 é o técnico que mexe na rede de acesso e o N3 é o Especialista que resolve o que derruba muita gente de uma vez, como borda BGP, CGNAT e OLT.
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O que é suporte N3: é o nível mais alto do atendimento técnico, ocupado por um Especialista que resolve as falhas do núcleo da rede e descobre por que elas aconteceram. No provedor, ele entra quando o problema atinge muitos assinantes de uma vez ou quando o técnico da casa já testou tudo o que sabia.
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Quanto custa suporte N3 para provedor depende do modelo de contratação, do porte da rede, do horário de cobertura e do tempo de resposta exigido. Como não há tabela pública confiável para esse serviço, o caminho é entender o que pesa no valor e comparar propostas com o mesmo escopo.
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BGP caiu o que fazer: primeiro descubra se os assinantes ficaram sem internet ou se o tráfego já saiu pelo outro link, porque isso decide a urgência. Depois guarde o log e o estado da sessão antes de mexer em qualquer coisa e só então acione a operadora com o horário e a mensagem exata da queda.
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Quanto custa banco de horas de suporte depende do tamanho do pacote mensal e de quatro regras do saldo: fração mínima, validade das horas, valor do excedente e peso da hora fora do expediente. Como não há tabela pública independente, o número que vale comparar é o custo de cada hora que o provedor realmente usa.
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Quanto custa plantão de madrugada depende da janela coberta, do tempo de primeira resposta escrito e da forma de pagar, que pode ser prontidão mensal ou valor por chamado. Para saber se compensa, compare com o custo de manter uma escala própria à noite e com o prejuízo de uma queda que só é vista de manhã.
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Quanto custa suporte avulso depende da forma de cobrança, que pode ser valor fechado ou por hora, da complexidade do problema e de quanto o Especialista precisa aprender da rede antes de mexer. O avulso costuma ter a hora mais alta entre os modelos, mas sai com o menor custo total para quem chama poucas vezes no ano.
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Rede do provedor caiu o que fazer: antes de mexer em qualquer equipamento, descubra quem caiu, porque o tamanho da queda aponta a camada do problema. Depois siga de baixo para cima, de energia e transporte até a borda, e teste de um ponto de cliente para separar falta de rota de falta de DNS.
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Suporte remoto preço: o valor depende da forma de contratar, do estado do acesso à rede e do número de equipamentos que o Especialista vai atender. O remoto tira da conta o deslocamento e as horas de estrada, mas pede uma preparação única do acesso seguro, que precisa entrar na comparação.
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Como funciona banco de horas de suporte: o provedor contrata um saldo mensal de horas de engenharia, abre chamados quando precisa, e cada atendimento desconta do saldo o tempo trabalhado, lançado num extrato. No fechamento do mês, as horas que sobraram vencem ou passam adiante, conforme a cláusula de validade escrita no contrato.
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Como funciona suporte avulso: o provedor relata um problema, recebe escopo, valor e ponto de parada por escrito, aprova e libera um acesso só para aquele chamado. O Especialista diagnostica e corrige dentro do combinado, entrega um relatório e o acesso é removido no encerramento, sem mensalidade depois.
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Como funciona o suporte remoto: o Especialista entra na rede do provedor por uma VPN criada só para o suporte, chega aos equipamentos pela rede de gerência e trabalha na linha de comando com um usuário próprio, que deixa cada comando registrado. No provedor, suporte remoto significa acessar borda, OLT e concentrador de longe, e não assumir o computador de alguém.
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Diferença entre suporte N2 e N3: o N2 corrige o que afeta um assinante ou um trecho da rede de acesso, com mudanças pequenas e fáceis de desfazer, enquanto o N3 mexe no que é compartilhado por toda a base. Na dúvida, a pergunta que separa os dois é quantas pessoas caem se a correção der errado.
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Plantão técnico de rede é a combinação de uma pessoa de prontidão, um jeito de acioná-la e acesso remoto pronto para ela entrar na rede fora do horário comercial. No provedor, é o que define se uma queda às três da manhã dura minutos ou só é descoberta quando o escritório abre.
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Quem atende provedor com urgência: a própria equipe, o fabricante do equipamento, a operadora do link, a concessionária de energia ou um Especialista externo, cada um para um tipo de falha. O que decide a velocidade não é ter esses contatos, e sim ter os dados que cada um vai pedir já reunidos numa ficha.
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Suporte avulso ou contrato é uma escolha entre pagar só quando surge um problema e pagar para ter um Especialista que já conhece a sua rede antes da próxima falha. O avulso vence quando a engenharia é rara e planejável; o contrato vence quando os chamados são frequentes, urgentes ou dependem de uma pessoa só.
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Quanto custa análise de causa raiz depende menos do tamanho do provedor e mais do que a rede registrou antes da falha: logs, relógios sincronizados, gráficos e histórico de mudanças. Com esses dados guardados, a investigação lê o que já existe; sem eles, precisa recriar a prova em teste, e o preço sobe.
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Quanto custa relatório pós-incidente é definido por três perguntas: quem vai ler o documento, quantas versões são necessárias e se a causa da queda já foi provada. Um relatório para a diretoria sobre uma falha já explicada é trabalho de redação; um para vários clientes empresariais sobre uma queda sem causa inclui investigação.
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Quanto custa suporte a BGP depende principalmente do prazo de resposta exigido para cada gravidade de chamado, do número de vizinhos na borda e de quantas plataformas o Especialista precisa conhecer. É um contrato para resolver o que trava na borda que já existe, e por isso o preço não se compara com o de montar ou de administrar a borda.
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Quanto custa suporte a CGNAT depende de quantos equipamentos fazem NAT, de como as portas são distribuídas e de quantos ofícios judiciais o provedor recebe por mês. É o preço de manter funcionando um NAT que já está em produção, com portas, jogos, desempenho e consulta de log, e não o de instalar um novo.
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Quanto custa suporte a OLTs depende mais da mistura de marcas de OLT e de ONU na rede do que da quantidade de equipamentos. O contrato paga um Especialista para as falhas do dia a dia, como ONUs caindo em grupo, porta PON instável, perfis e firmware, e não para montar a OLT do zero.
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Como funciona análise de causa raiz: o provedor preserva os registros da falha, libera um acesso de leitura e conta o que aconteceu; o Especialista monta a linha do tempo, testa as explicações e entrega a causa provada com as ações. A investigação só fecha depois que as correções rodam por um período e a falha não volta.
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Como funciona relatório pós-incidente: depois que a rede volta, os horários saem do monitoramento, o impacto sai do RADIUS e do sistema de gestão, e o relato de quem atendeu fecha as lacunas. Com isso se escreve uma versão técnica, revisada pela equipe, e dela nasce a versão para clientes e diretoria, com uma lista de ações acompanhada até o fim.
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Como funciona suporte a BGP: antes de qualquer falha, o Especialista ganha acesso próprio, copia a configuração e registra como a borda se comporta saudável. Quando o técnico do provedor abre um chamado, o caso é classificado por gravidade, lido sem alterar nada, corrigido com aprovação e volta automática e conferido de fora da rede.
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Como funciona suporte a CGNAT: o Especialista mapeia pools, portas, tempos e log do NAT que já roda e mede o equipamento no horário de pico antes do primeiro chamado. Quando a equipe do provedor abre um caso, ele é medido sem alterar nada, ajustado em janela com a data registrada e só fecha depois de uma consulta de log de teste.
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Como funciona suporte a OLTs: o Especialista inventaria OLTs, placas, versões, perfis e modelos de ONU e guarda um retrato da potência de cada porta antes do primeiro chamado. Quando a equipe do provedor abre um caso, o alcance da queda define o caminho, a leitura segue da ONU até o uplink e o trabalho físico fica com o campo, orientado à distância.
Encontre na tabela o sintoma que você está vendo agora e abra o guia. Se a queda envolve a sessão BGP e os clientes já estão sem internet, chame ajuda enquanto lê.
| Situação | Por onde começar | Tipo |
|---|---|---|
| A sessão com a operadora caiu | BGP caindo | Guia |
| A sessão BGP nova fica parada em Active | Sessão BGP não sobe | Guia |
| Todos os clientes PPPoE desconectaram juntos | PPPoE caindo todos os clientes | Guia |
| As ONUs de uma porta caem em grupo | OLT derrubando ONU | Guia |
| A internet fica lenta todas as noites | Internet lenta no horário de pico | Guia |
| O link está cheio de tráfego que não é dos clientes | Ataque DDoS no provedor | Guia |
| Alguém entrou nos equipamentos sem autorização | Provedor invadido | Guia |
| O técnico que sabia as senhas foi embora | Técnico de rede saiu do provedor | Guia |
Veja os guias das outras oito categorias.
Projeto de rede óptica, splitters, potência e migração para XGS-PON.
Backbone, MPLS, switches e POPs para crescer sem gargalo.
ASN, IX.br, RPKI e configuração do roteador de borda.
Endereçamento IPv6, CGNAT, PPPoE, BNG e RADIUS.
DDoS, NetFlow, firewall, hardening e R-Ciber.
Monitoramento, Zabbix, Grafana e automação da rotina da rede.
Obrigações do provedor, SCM, registro de estação e LGPD.
Wi-Fi para hotéis e empresas, cabeamento e segmentação de rede.
O que perguntam os técnicos que estão com a rede parada ou acabaram de passar por uma queda.
Descubra o tamanho da queda antes de mexer em qualquer coisa: todos os clientes, uma região ou um serviço. Anote o horário e o que mudou na rede, porque reiniciar tudo apaga a pista da causa.
Se as ONUs de várias portas caem ao mesmo tempo, olhe a OLT, a energia e o uplink. Se o problema fica em uma porta ou um trecho, a fibra e as caixas são as suspeitas mais prováveis.
Porque dividem um IPv4 com outros assinantes e ficam com menos portas e conexões vindas de fora bloqueadas. O CGNAT bem dimensionado e o IPv6 entregue ao cliente resolvem a maior parte dos casos.
O suporte técnico N3 é o nível que resolve o que o técnico da casa não consegue, como borda BGP, CGNAT e falhas de OLT. O guia dos três níveis explica a divisão entre N1, N2 e N3.
A Táquion Tech trabalha junto com o seu técnico, pelo suporte N3, até o serviço voltar. O prazo de atendimento e o SLA são combinados no contrato [CONFIRMAR condições].
No suporte N3, um Especialista sênior acompanha a sua rede e já sabe onde olhar quando o próximo problema aparecer.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp