O técnico saiu ou vai sair
Quem montou a rede está de saída, e o que ele sabe não está escrito em lugar nenhum.
NOC · Provedores
A rede do provedor registrada num só sistema, do endereço de cada VLAN ao telefone da operadora, com uma rotina que não deixa o registro envelhecer.
Documentação de rede é registrar num só lugar o que a equipe precisa para operar o provedor: o que existe, onde está, como se liga, quais endereços usa e quem chamar em cada fornecedor. É para o provedor que depende da memória de uma ou duas pessoas e só descobre isso quando uma delas sai. O resultado é uma rede que qualquer técnico consegue entender, diagnosticar e ampliar sem pedir socorro a quem a montou.
É o registro organizado de como a rede está montada hoje, mantido junto com cada alteração. Não é um livro sobre a rede, e sim um sistema de consulta rápida.
Para o NOC, a documentação é a primeira consulta de um diagnóstico: de onde vem o link que caiu, que clientes passam por aquela OLT, qual o contrato da operadora. Sem ela, cada investigação começa com perguntas no grupo da equipe.
Parte do registro sai dos próprios equipamentos. O Zabbix já conhece os hosts monitorados e ajuda a conferir o inventário, e sistemas como o NetBox guardam endereços, racks e circuitos em campos estruturados.
Os painéis do Grafana fazem mais sentido quando cada gráfico aponta para um item documentado, com o mesmo nome e a mesma função nos dois lugares. A documentação de um provedor tem seis partes:
Equipamentos com modelo, número de série, versão de sistema e local. Veja o inventário de equipamentos.
Ligações físicas e lógicas entre POPs e equipamentos, em desenho. Veja o diagrama de topologia.
Blocos IPv4 e IPv6, sub-redes, VLANs e quem usa cada uma. Evita o endereço duplicado que derruba um cliente empresarial numa sexta-feira.
Links de trânsito, transporte e IX.br com o identificador do circuito, o contato de suporte e o vencimento do contrato.
Onde ficam as credenciais, guardadas num cofre com permissão por pessoa. A documentação diz onde está a senha, nunca a senha.
Roteiros para as falhas comuns, ligados aos itens que eles citam. Veja a criação de runbooks.
Seis situações mostram que a rede está registrada só na cabeça de alguém. Uma delas já justifica o levantamento.
Quem montou a rede está de saída, e o que ele sabe não está escrito em lugar nenhum.
Parte dos equipamentos só aceita o login de uma pessoa, ou a senha mora num caderno.
Um bloco foi para dois clientes, ou uma VLAN foi reaproveitada sem ninguém saber que estava em uso.
Na queda do link, ninguém acha o número do circuito nem o telefone do suporte da operadora.
O comprador pede o retrato da rede, e ele não existe. Veja a auditoria pré-venda.
O contrato pede lista de ativos, controle de acesso e registro das alterações feitas na rede.
São cinco etapas, todas com acesso só de leitura aos equipamentos. A única alteração na operação é a troca das senhas espalhadas por um cofre.
Coleta pelos equipamentos de interfaces, vizinhos, endereços, versões e rotas, sem mudar nenhuma configuração.
Prazo: [PREENCHER]
O que o equipamento não informa, como rack, cabo e contrato, vem de visita ou de conversa com a equipe.
Prazo: [PREENCHER]
Sistema de documentação instalado, com inventário, endereçamento, circuitos e topologia cadastrados.
Prazo: [PREENCHER]
Credenciais tiradas de planilhas e cadernos e guardadas num cofre, com acesso individual e registro de uso.
Prazo: [PREENCHER]
Regra de que nenhuma alteração termina sem atualizar o registro, e a equipe treinada no sistema.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço entrega a rede registrada num sistema e a rotina para mantê-la em dia. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai na proposta.
O preço depende principalmente do número de POPs e de quanto já existe registrado com confiança. O valor exato sai por escrito, depois de uma primeira leitura da rede.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de POPs | Cada POP tem racks, ligações e circuitos próprios | Seis POPs espalhados em três cidades |
| Equipamentos com gerência | O que tem acesso remoto é coletado; o resto é conferido à mão | Switches antigos sem SNMP nos POPs pequenos |
| Ponto de partida | Registros confiáveis encurtam o trabalho; registros desencontrados alongam | Três planilhas diferentes para o mesmo bloco IP |
| Visita em campo | Rack, etiqueta e cabo só se confirmam no local | POP sem foto nem desenho das ligações |
| Sistema escolhido | Aproveitar um que a equipe conhece custa menos que montar outro | NetBox novo ou wiki já em uso |
| Manutenção | Manter o registro em dia pode ser contratado à parte | Revisão trimestral com a equipe |
Faixa de preço para um provedor com até cinco POPs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Para medir antes quanto da operação depende de uma pessoa, faça o teste de dependência técnica.
Antes de assinar, veja os erros que deixam a documentação inútil em poucos meses, a escolha do formato e os testes de qualidade. Use a lista para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Cinco falhas que fazem o provedor pagar pela documentação e continuar dependendo de uma pessoa.
A planilha no computador de um técnico vai embora com ele. O registro precisa estar num sistema que a equipe inteira abre.
Senha em planilha ou wiki vaza no primeiro compartilhamento. A documentação aponta para o cofre e para quem tem acesso.
Um levantamento enorme sem rotina de atualização envelhece em poucos meses. Pouco e certo vale mais que muito e errado.
A lembrança falha em detalhes como a porta e a VLAN. O levantamento precisa sair dos equipamentos, e as conversas só completam.
Se a documentação mora num sistema do fornecedor, trocar de empresa é perder tudo. Exija exportação completa em formato aberto.
A escolha do formato decide se o registro sobrevive ao primeiro ano. Cada opção serve a um tamanho de provedor.
| Formato | Ponto forte | Limite |
|---|---|---|
| NetBox | Endereços, racks, circuitos e cabos em campos, com API | Pede servidor e alguém que cuide |
| Wiki | Texto livre, procedimentos e fotos fáceis de editar | Não impede endereço duplicado |
| Planilha | Rápida para começar, todo mundo sabe usar | Desatualiza e se multiplica em versões |
Provedor com vários POPs, blocos IPv4 e IPv6 e uma equipe que consulta todo dia.
Cadastrar sem regra de nomes leva a mesma confusão para dentro do sistema novo.
Procedimentos, contatos e explicações que não cabem em campos de cadastro.
Usada sozinha para endereços, não avisa quando um bloco já está ocupado.
Rede pequena, como ponto de partida, com um único dono definido.
Duas cópias da mesma planilha já são duas versões diferentes da rede.
Testes simples para saber se o registro entregue serve na hora de uma queda.
Um técnico que não conhece o POP deve achar, em dez minutos, por onde chega o link e que clientes dependem dele [CONFIRMAR referência com a Táquion Tech].
Todo item mostra quando foi conferido pela última vez. Registro sem data não merece a confiança de quem está diagnosticando.
Inventário, endereços e circuitos têm responsáveis com nome. A parte sem dono é sempre a primeira a envelhecer.
Nenhuma alteração fecha sem o registro atualizado. Veja como isso entra na gestão de mudanças.
Com estes itens em mãos, o levantamento começa na primeira semana.
Usuário só de leitura nos roteadores, concentradores, OLTs e switches para a coleta.
Planilhas, desenhos e anotações, mesmo desatualizados, porque mostram por onde começar.
Identificadores, contatos e vencimentos dos links de trânsito e de transporte.
O nome de quem cuida do registro depois da entrega e quantas horas por semana terá para isso.
Porque o registro sai dos equipamentos, fica num formato aberto e não carrega nenhuma senha. Seis compromissos valem para toda documentação.
Um Especialista que conhece borda, concentrador e OLT sabe o que perguntar a cada equipamento.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes de provedor]
O registro sai da coleta real, não só da lembrança da equipe. O que diverge é apontado.
Divergências listadas na entrega
Credenciais vão para um cofre com acesso individual; a documentação só indica onde estão.
Cofre configurado em todo projeto
Exportação completa ao final. Trocar de fornecedor não leva a documentação junto.
Exportação entregue no fim do serviço
A Táquion Tech não vende equipamento nem licença. O sistema indicado é o que cabe na sua equipe.
Nenhuma ferramenta indicada por comissão
Coleta e cadastro feitos à distância; a visita entra só onde o equipamento não responde.
[PREENCHER: estados atendidos]
A documentação de rede é feita à distância para provedores de todo o Brasil. A visita fica para o litoral de Santa Catarina, quando é preciso conferir racks e cabos.
Coleta pelos equipamentos, cadastro no sistema e treinamento por videochamada, para provedores de qualquer estado.
Para conferir racks, cabos e etiquetas em POPs sem registro confiável. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que donos de provedor fazem quando percebem que a rede não está escrita em lugar nenhum. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Inventário, topologia, endereçamento, circuitos, acessos e procedimentos, num sistema que toda a equipe abre. Cada parte precisa de um responsável e de uma data de conferência.
O NetBox é muito usado por provedores e tem código aberto. Wiki e planilha servem para começar, desde que exista um lugar só e uma pessoa responsável.
Prendendo a atualização às alterações: nenhuma mudança termina sem o registro corrigido. A coleta automática ajuda no inventário, e uma revisão periódica pega o que escapou.
O preço muda com o número de POPs, os equipamentos sem gerência e o que já existe registrado. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da primeira leitura da rede.
Depende do tamanho da rede e das visitas necessárias. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu provedor vai na proposta.
Nem sempre. O que os equipamentos informam é coletado à distância; a visita entra quando é preciso confirmar rack, cabo ou etiqueta que nenhum sistema registra.
Num cofre de senhas com acesso por pessoa e registro de quem abriu cada credencial. Ainda melhor é dar a cada técnico o próprio login, como mostra o guia de implantação de TACACS+.
Faça o teste de dependência técnica do provedor. Ele aponta onde o conhecimento está concentrado e o que documentar primeiro.
Primeiro, recupere os acessos e troque as senhas; depois, faça a coleta pelos equipamentos. O guia técnico de rede saiu do provedor traz a ordem completa.
Peça um exemplo de entrega, a exportação em formato aberto e o plano de atualização depois do projeto. Na documentação de rede para provedor, confirme também se o levantamento sai dos equipamentos ou só de entrevistas.
Três serviços que completam o registro ou partem dele. Cada um resolve uma parte da operação.
O desenho físico e lógico da rede, a parte da documentação que se lê num olhar.
Ver o diagrama de topologia
Roteiros escritos para as falhas comuns, que consultam a documentação a cada passo.
Ver a criação de runbooks de rede
Avaliação completa da rede, com riscos e prioridades, quando o retrato já existe.
Ver a auditoria de redeTrês guias sobre o que acontece quando a rede não está escrita e como evitar.
O passo a passo para retomar a rede quando o técnico vai embora.
Como guardar as configurações como código, com histórico de cada alteração.
Como o registro organizado acelera a investigação da falha que se repete.
Orçamento
Conte quantos POPs a rede tem e o que já está registrado. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp