O trânsito pesa na conta
O custo por mega do trânsito cresce com a base, e boa parte do tráfego vai para redes que estão no ponto.
BGP · Provedores
Do estudo que mostra quanto tráfego sai do trânsito até a porta no ponto de troca funcionando, com filtros e preferências que fazem o IX.br ser usado de fato.
Conexão ao IX.br é levar o provedor a um ponto de troca de tráfego do NIC.br e trocar tráfego direto com as redes que estão lá, sem passar pela operadora de trânsito. É para o provedor com ASN próprio que paga caro pelo trânsito ou vê o tráfego regional dar a volta por outro estado. O resultado é parte da carga fora do link pago e caminhos mais curtos para os destinos do ponto.
É todo o caminho para o provedor passar a trocar tráfego num ponto de troca: estudo, adesão, transporte, porta e sessões. Termina com o tráfego medido saindo pelo ponto.
O IX.br é o projeto do NIC.br que mantém pontos de troca de tráfego em dezenas de cidades do Brasil [CONFIRMAR número de localidades no site do IX.br]. Em cada um, provedores, operadoras, redes de conteúdo e órgãos públicos ligam os roteadores na mesma estrutura.
A troca acontece por sessões BGP. Cada participante anuncia os blocos do seu ASN e recebe os dos outros, e o tráfego entre eles deixa de pagar trânsito.
Uma conexão ao ponto tem quatro partes, e o provedor costuma travar na que ninguém explicou:
Cada localidade tem prédios onde a porta é entregue [CONFIRMAR nomenclatura e lista no site do IX.br]. A escolha do prédio define quem consegue levar o seu transporte até lá.
O circuito entre o seu POP e o prédio do IX.br. É contratado com uma operadora que chega lá e costuma ser o maior custo da conexão.
Uma sessão traz as rotas de quase todos os participantes de uma vez. É o acordo multilateral do ponto [CONFIRMAR nome do acordo no IX.br].
Acordos diretos com redes que não anunciam tudo nos route servers ou que trocam muito tráfego com você.
Seis sinais mostram que o ponto de troca já vale o transporte. O estudo de tráfego confirma ou derruba cada um.
O custo por mega do trânsito cresce com a base, e boa parte do tráfego vai para redes que estão no ponto.
O acesso a um provedor vizinho ou ao banco da cidade passa por outro estado antes de voltar.
Jogos, bancos e governo respondem devagar porque o caminho sai pelo trânsito e não pelo ponto.
Com ASN e blocos próprios, o ponto de troca costuma ser o passo seguinte ao primeiro anúncio.
A conexão existe, mas o gráfico da porta é baixo. Falta preferência, sessão IPv6 ou bilateral.
Parte dos caches enche pelo ponto de troca, e o tráfego que eles não cobrem também pode passar por lá.
São cinco etapas, e a borda só muda depois que o transporte até o ponto está entregue e testado. O estudo vem antes de qualquer contrato.
Quanto do seu tráfego vai para redes presentes no ponto, cruzando os fluxos da borda com a lista de participantes.
Prazo: [PREENCHER]
Qual localidade atende e em qual prédio a porta fica mais fácil de alcançar com transporte.
Prazo: [PREENCHER]
Cadastro no IX.br, cotação e contratação do circuito, acompanhados até a entrega.
Prazo: depende do IX.br e da operadora de transporte
Porta dentro das regras do ponto, sessões, filtros e preferências, com roteiro de volta.
Duração da janela: [PREENCHER]
Looking glass do ponto, rotas recebidas e gráfico do que saiu do trânsito nas primeiras semanas.
Prazo: [PREENCHER]
A conexão cobre do estudo à porta funcionando, com filtros e preferências. Circuito, taxas e caches ficam fora, e o escopo final vai na proposta.
O preço do serviço depende de quantas localidades e roteadores entram e do que já existe. O transporte até o ponto é pago à parte, à operadora que chega lá.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de localidades | Cada localidade tem adesão, porta, sessões e conferência próprias | Florianópolis e São Paulo ao mesmo tempo |
| Ponto de partida | Porta que já existe pede revisão, não adesão | Conectado há anos, com pouco tráfego pelo ponto |
| Roteadores no ponto | Dois roteadores somam sessões e iBGP entre eles | Uma porta em cada roteador da borda |
| Sessões bilaterais | Cada acordo direto tem contato, filtro e teste | Bilateral com duas redes de conteúdo |
| IPv6 junto | Dobra as sessões com os route servers | Assinantes com IPv6 ativo |
Faixa de preço para uma localidade e um roteador: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O transporte costuma pesar mais que o serviço, por isso o estudo de tráfego vem antes de qualquer contrato.
Confira os erros que fazem a porta ficar vazia ou ser bloqueada, a escolha da localidade e as regras do ponto. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que aparecem nas primeiras semanas de ponto. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Mais de um endereço MAC, descoberta de vizinhos ou proxy-ARP na porta fazem o ponto isolar a conexão [CONFIRMAR nas regras técnicas do IX.br]. A porta precisa estar limpa antes de subir.
Anunciar no ponto o que veio da operadora transforma o seu link em caminho de graça para os outros. Só os seus blocos e os dos seus clientes podem sair.
Se o caminho pelo trânsito tem o mesmo tamanho, o roteador pode continuar usando o link pago. A preferência local resolve, e a porta enche.
Porta de 10 Gbps com circuito de 1 Gbps lota no pico. Dimensione o transporte pelo estudo, com folga para o crescimento do ano.
A escolha mais cara de desfazer. A localidade mais próxima tem transporte mais curto; São Paulo tem mais participantes.
| Opção | Participantes | Transporte |
|---|---|---|
| Localidade do seu estado | Menos, com foco regional | Mais curto |
| IX.br São Paulo | O maior número do país | Mais longo, quase sempre mais caro |
| As duas | Soma as duas listas | Dois circuitos |
Boa parte do seu tráfego vai para redes da região, ou o transporte até São Paulo não se paga.
Confira se as redes de conteúdo que você mais usa estão lá. Em Santa Catarina, há localidade em Florianópolis [CONFIRMAR no site do IX.br].
O estudo mostra muito tráfego para redes que só estão em São Paulo, e há transporte com custo viável.
Sem transporte redundante, uma queda do circuito leva todo esse tráfego de volta ao trânsito de uma vez.
Referências públicas que a conexão precisa respeitar. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Definem o que pode e o que não pode trafegar na porta, como um MAC por conexão e só os tipos de quadro aceitos [CONFIRMAR na norma].
Os route servers conferem os anúncios com bases de rotas e com RPKI antes de repassar [CONFIRMAR política atual no IX.br]. Veja a implantação de RPKI.
Redes de conteúdo consultam o PeeringDB antes de aceitar sessão bilateral. ASN, localidades e contato precisam estar atualizados.
Com estes dados, o estudo e a proposta saem mais rápidos.
O ponto exige ASN próprio e blocos anunciados por BGP, com ROA e cadastro em dia.
Uma interface na velocidade da porta contratada, com transceptor compatível com o do prédio.
Fluxos exportados pela borda, ou ao menos o gráfico do pico, para estimar o que sai do trânsito.
Porque a conexão começa pela conta do tráfego e termina com o gráfico do que saiu do trânsito. Seis compromissos de toda conexão.
Você sabe quanto tráfego deve sair do trânsito antes de assinar o circuito até o ponto.
Estudo de tráfego entregue por escrito
A interface é conferida contra as regras do ponto antes de subir, para não cair em isolamento.
Lista de conferência da porta entregue
Só os seus blocos saem, e as rotas que chegam passam por filtro e limite de prefixos.
Filtros descritos na configuração comentada
Gráfico da porta e do trânsito antes e depois, nas primeiras semanas de ponto.
Relatório de tráfego entregue
Se o roteador atual tem porta e memória para o ponto, ele fica. A troca só entra com a conta feita.
Nenhuma marca indicada por comissão
Quem fez a conta do tráfego é quem configura a porta e as sessões.
[PREENCHER: conexões ao IX.br feitas pela equipe]
A conexão ao IX.br é feita à distância para provedores de todo o Brasil, em qualquer localidade do ponto. No litoral de Santa Catarina, o Especialista também vai ao POP quando a obra pede.
Estudo, adesão, configuração e conferência por acesso remoto registrado, com o transporte acompanhado junto à operadora.
Para instalar transceptor ou roteador no POP e acompanhar a janela de entrada no ponto. [CONFIRMAR área de atendimento]
Dúvidas de quem está pensando em entrar no ponto de troca. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
ASN e blocos próprios, roteador com BGP e uma porta livre, transporte até um prédio do ponto e o cadastro aprovado. Se ainda falta o ASN, comece pela solicitação de ASN.
Depende de quanto tráfego vai para redes do ponto e de quanto custa o transporte. O estudo mostra o volume antes de você assinar o circuito.
Em Santa Catarina, a localidade de referência é Florianópolis [CONFIRMAR localidades ativas no site do IX.br]. Muitos provedores também levam transporte até São Paulo, o maior ponto do país.
Não. O ponto só alcança as redes conectadas a ele. O resto da internet continua chegando pelo trânsito, que fica mais folgado.
Há o serviço de engenharia, com faixa de [PREENCHER] para uma localidade, o transporte até o ponto e os custos do próprio IX.br [CONFIRMAR no site do IX.br]. O transporte costuma ser a maior parte.
O que mais pesa é a entrega do transporte e a aprovação do cadastro. Do nosso lado, estudo e configuração levam [PREENCHER].
O route server entrega as rotas de muitos participantes numa sessão só. A bilateral é um acordo direto com uma rede e serve para quem não anuncia tudo nos route servers. O guia de sessões com route servers detalha.
Nem sempre. Se a borda tem porta livre na velocidade certa e memória para as rotas do ponto, o roteador atual serve. A conta fica no dimensionamento do roteador de borda.
Sim, se as sessões com os route servers ainda não existem. Quem já fez a configuração de BGP com a sessão do ponto aproveita o que está pronto.
Sim, com transporte até o prédio do ponto, contratado de uma operadora que chega lá. É assim que provedores do interior entram em Florianópolis ou em São Paulo.
Três serviços que tiram ainda mais tráfego do trânsito ou encurtam caminhos. Costumam vir logo depois do ponto.
Caches de conteúdo dentro do provedor, para o vídeo não sair da rede.
Ver o pedido de caches de CDN
Divisão do tráfego entre ponto, caches e operadoras, com meta medida.
Ver a engenharia de tráfego BGP
Caminhos mais curtos para os destinos com mais reclamação de ping.
Ver a redução de latênciaTrês guias sobre o que muda na borda com o ponto de troca.
Como configurar as sessões com os route servers do IX.br.
O que fazer quando mais de um roteador recebe as rotas do ponto.
Como medir o tráfego que pode sair do link de trânsito.
Orçamento
Diga em que ponto está a sua conexão e qual é o tráfego no pico. Um Especialista devolve a localidade indicada, o escopo e o valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp