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Categoria · 28 guias

Guias de IPv6 e CGNAT: artigos escritos por Especialistas

Os guias de IPv6 e CGNAT explicam como entregar IPv6 ao assinante com SLAAC e DHCPv6-PD, como funcionam 464XLAT, DS-Lite, MAP-T e NAT64, e como montar o CGNAT com portas determinísticas e registro. Servem para quem cuida do endereçamento do provedor.

Se a rede precisa de IPv6, CGNAT ou de um concentrador novo, a Táquion Tech faz o projeto pelos serviços de IPv6 e CGNAT.

Todos os guias de iPv6 e CGNAT

Os guias começam pela entrega de IPv6 ao cliente, passam pelas técnicas de transição e terminam no CGNAT, no PPPoE e no controle de banda.

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de SLAAC: guia prático para provedores

    Configuração de SLAAC: é ajustar o anúncio de roteador para que cada equipamento monte sozinho o próprio endereço IPv6 a partir de um prefixo /64, sem servidor entregando endereço. No provedor, o SLAAC costuma cuidar da WAN do roteador do assinante, enquanto a rede da casa recebe um bloco maior por DHCPv6-PD.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de DHCPv6 com prefix delegation: guia prático para provedores

    Implantação de DHCPv6 com prefix delegation: é configurar o concentrador para entregar a cada assinante um bloco IPv6 próprio, quase sempre um /56, que o roteador da casa divide em redes /64. O bloco sai de um pool local ou do servidor de autenticação, e o provedor guarda qual bloco ficou com qual cliente.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de 464XLAT: guia prático para provedores

    Implantação de 464XLAT: é montar uma tradução dupla para oferecer acesso só em IPv6 sem quebrar aplicativos que ainda falam IPv4. O celular ou o roteador do cliente converte o IPv4 em IPv6 (CLAT), e o provedor converte de volta para IPv4 na saída para a internet (PLAT, que é um NAT64).

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de DS-Lite: guia prático para provedores

    Implantação de DS-Lite: é deixar a rede de acesso só em IPv6 e levar o IPv4 do assinante dentro de um túnel até um equipamento central do provedor, o AFTR, que faz o NAT. O roteador do cliente precisa da função B4, e todo o IPv4 compartilhado da rede passa a morar num único ponto.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de MAP-T: guia prático para provedores

    Implantação de MAP-T: é dividir endereços IPv4 entre assinantes sem guardar estado no provedor, entregando a cada roteador um IPv4 compartilhado e uma faixa fixa de portas calculados a partir do prefixo IPv6 dele. A tradução acontece no roteador do cliente, e o equipamento de borda só converte os pacotes, sem tabela de sessões.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de NAT64: guia prático para provedores

    Implantação de NAT64: é montar no provedor um tradutor que deixa o cliente só com IPv6 alcançar sites que ainda existem apenas em IPv4. O DNS64 inventa um endereço IPv6 para cada destino IPv4, e o NAT64 converte esse tráfego na saída, dividindo poucos IPv4 públicos entre muitos assinantes.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de DHCP option 82: guia prático para provedores

    Configuração de DHCP option 82: é ativar no switch ou na OLT a inserção, em cada pedido de IP, de um dado que diz onde o cliente está ligado, como equipamento, placa e porta. Com isso, o servidor identifica o assinante pelo lugar físico, e não pelo endereço MAC, que muda quando o roteador é trocado.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de filas de tráfego: guia prático para provedores

    Configuração de filas de tráfego: é definir como o concentrador segura a velocidade de cada assinante no limite do plano e o que faz com os pacotes que passam desse limite. Com o tipo certo de fila, jogo e chamada de vídeo seguem estáveis mesmo quando alguém baixa um arquivo pesado na mesma conexão.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de NAT determinístico: guia prático para provedores

    Configuração de NAT determinístico: é programar o CGNAT para que cada endereço interno use sempre o mesmo IP público e a mesma faixa de portas, calculados por uma fórmula. Com a fórmula guardada, o provedor descobre quem usava um IP e uma porta em qualquer data sem manter uma linha de registro por conexão.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de port block allocation: guia prático para provedores

    Configuração de port block allocation: é fazer o CGNAT entregar portas ao assinante em lotes, e anotar no log só o momento em que cada lote é entregue e devolvido. O volume de registro cai para uma fração do log por conexão, e quem precisa de mais portas recebe outro lote na hora.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como configurar CGNAT no MikroTik: passo a passo para provedores

    Como configurar CGNAT no MikroTik: decida antes a proporção de clientes por IP público e as portas de cada um; depois configure, nesta ordem, a faixa 100.64.0.0/10 e o perfil PPPoE, as regras de NAT geradas por script, as exceções e os tempos de conexão, o relógio e o registro das sessões. Só então migre um grupo pequeno e confira os contadores antes de levar a base inteira.

    13 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como funciona CGNAT: o caminho do pacote explicado para provedores

    Como funciona CGNAT: o equipamento do provedor troca o endereço interno de cada assinante, da faixa 100.64.0.0/10, por um IP público compartilhado e uma porta própria, e guarda essa troca numa tabela para devolver a resposta à casa certa. Assim dezenas de assinantes navegam com um único IPv4 público, e cada conexão fica separada pela porta.

    13 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    IPv6 tem CGNAT? O que muda na rede do provedor, explicado

    IPv6 tem CGNAT? Não: no IPv6 cada casa recebe um prefixo próprio, com endereços de sobra, e nenhum assinante divide endereço com outro. O CGNAT continua existindo só para o tráfego que ainda sai em IPv4, e fica tanto mais leve quanto mais tráfego o provedor consegue levar pelo IPv6.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    O que é IPv6 e para que serve: explicação para provedores

    O que é IPv6 e para que serve: é a versão 6 do protocolo da internet, com endereços de 128 bits que não acabam, e serve para o provedor dar endereço próprio a cada assinante e crescer sem depender de IPv4 novo. Numa rede dual stack, separar para que serve o que é IPv6 e o que ainda depende do IPv4 é o primeiro passo para aliviar o CGNAT.

    12 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Quanto custa um bloco IPv6: taxas do Registro.br para provedores

    Quanto custa um bloco IPv6 depende da categoria em que o provedor cai na tabela do Registro.br: em 2026, um ISP só com IPv6 até /32 paga R$ 6.600,00, e quem recebe IPv4 pequeno junto com o /32 não muda de categoria por causa dele [CONFIRMAR valor vigente]. O ASN pedido com os blocos fica isento da taxa de alocação, e o gasto maior costuma vir depois, na hora de levar o IPv6 até a casa do assinante.

    12 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Quanto custa implantação de CGNAT: as contas para provedores

    Quanto custa implantação de CGNAT é a soma de quatro contas: o serviço de projeto e migração, o equipamento com licenças, o servidor que guarda os logs e o IPv4 público que vai para o pool. Nenhuma delas tem preço de tabela, mas três dependem de números que o próprio provedor consegue calcular antes de pedir proposta.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Quanto custa IPv4: fila, transferência e aluguel para provedores

    Quanto custa IPv4 depende do caminho: pela fila do NIC.br, o provedor paga a taxa da categoria, como R$ 3.480,58 por ano na Nano em 2026, mas ninguém garante quando o bloco chega [CONFIRMAR valor vigente]. Na transferência, o Registro.br cobra R$ 5.500,00 ou R$ 8.250,00 além do preço negociado com o vendedor, e no aluguel o provedor paga uma mensalidade sem nunca ser o titular do bloco.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    CGNAT como resolver: cada problema e a correção, para provedores

    CGNAT como resolver: primeiro descubra qual problema ele está causando, porque câmera sem acesso, IP bloqueado, falta de porta e ofício sem resposta têm correções diferentes. Quase tudo se resolve no próprio provedor, com IPv6 até a casa, ajuste do equipamento de NAT, registro completo e IP público só para quem precisa receber conexões.

    13 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como configurar IPv6: passo a passo para provedores

    Como configurar IPv6 no provedor: ligue o protocolo de fora para dentro, começando pela borda BGP, depois o núcleo, os filtros, os servidores e o concentrador, e só no fim ative o assinante. Cada camada é testada antes da próxima, e o IPv4 continua funcionando o tempo todo.

    13 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como deixar CGNAT redundante: passo a passo para provedores

    Como deixar CGNAT redundante: monte dois equipamentos de NAT, cada um com o seu próprio pool de IPs públicos, ligados por roteamento dinâmico que desvia os assinantes sozinho quando um para. Os dois mandam o registro para o mesmo servidor, com relógio sincronizado, para o ofício continuar achando o assinante depois da troca.

    12 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como funciona o endereçamento IPv6: passo a passo para provedores

    Como funciona o endereçamento IPv6: cada endereço tem 128 bits divididos em prefixo de rede e identificador do aparelho, e o tamanho do prefixo, escrito depois da barra, diz de que nível da rede se está falando. No provedor, o /32 é o bloco inteiro, o /56 é a casa do assinante e o /64 é cada rede dentro dela.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como solicitar bloco IPv4 no Registro.br: passo a passo do provedor

    Como solicitar bloco IPv4 no Registro.br: com a conta do CNPJ do provedor em dia, abra no painel uma solicitação de recursos de numeração com o plano de uso dos endereços e entre na fila de quem nunca recebeu IPv4 [CONFIRMAR na norma]. O bloco tende a ser pequeno, então o pedido vem junto com o IPv6 e com um plano para o tempo de espera.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Dual stack ou CGNAT: critérios para decidir, para provedores

    Dual stack ou CGNAT não é uma escolha entre dois caminhos: o CGNAT resolve a falta de IPv4 e o dual stack leva o IPv6 até a casa sem tirar o IPv4. A decisão real é entre só CGNAT, dual stack com CGNAT, dual stack com IPv4 público ou rede só IPv6, e para a maioria dos provedores regionais vence o dual stack com CGNAT.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    IPv6: como calcular sub-redes e prefixos, explicado para provedores

    IPv6 como calcular: subtraia o tamanho do prefixo atual do tamanho que você quer e eleve 2 a esse resultado, que é o número de sub-redes. Para escrever cada uma, ache o dígito hexadecimal onde o corte cai e some de um em um nesse dígito.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    O que a Anatel exige de IPv6: explicação para provedores

    O que a Anatel exige de IPv6: que o provedor ofereça IPv6 aos assinantes, e não apenas que tenha um bloco registrado, com prazo conforme o porte da prestadora [CONFIRMAR na norma]. Pelo que o setor noticiou em agosto de 2026, o novo plano incluiu os pequenos provedores, com cerca de nove meses para cumprir [CONFIRMAR na norma].

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    O que é dual stack: explicação para provedores

    O que é dual stack: é o modo de operação em que um equipamento ou uma rede roda IPv4 e IPv6 ao mesmo tempo, com um endereço de cada protocolo. No provedor, significa entregar ao assinante o IPv4 de sempre e um prefixo IPv6 na mesma conexão, deixando o aparelho escolher qual usar em cada destino.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Qual equipamento usar para CGNAT: critérios para provedores

    Qual equipamento usar para CGNAT depende de quatro números da sua base no pico: sessões simultâneas, novas conexões por segundo, pacotes por segundo e volume de registro. Com eles em mãos, a escolha fica entre o próprio concentrador, um roteador dedicado, um appliance de CGNAT, uma placa na borda ou um servidor com software de NAT.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Quantas portas por cliente no CGNAT: a conta para provedores

    Quantas portas por cliente no CGNAT é um número que sai da medição: o consumo dos assinantes mais pesados no horário de pico, com uma folga, arredondado para o bloco que o equipamento entrega. Dividindo as portas úteis de cada IP público por esse número, você chega a quantos clientes cabem em cada endereço.

    11 min de leitura

Como escolher o guia de IPv6 e CGNAT para o desafio da sua rede?

Cada linha liga um desafio de endereçamento ao guia que explica a técnica. Quando o problema está no concentrador ou no RADIUS, a tabela aponta o serviço.

Situação e a página para começar: guia do blog, ferramenta ou serviço
SituaçãoPor onde começarTipo
Você vai começar a entregar IPv6 aos assinantesConfiguração de SLAACGuia
O roteador do cliente precisa receber um prefixo IPv6 inteiroImplantação de DHCPv6 com prefix delegationGuia
Os IPv4 acabaram e o provedor precisa compartilhar endereçosConfiguração de NAT determinísticoGuia
Os logs do CGNAT estão grandes demais para guardarConfiguração de port block allocationGuia
Você quer uma rede só IPv6 com acesso a sites IPv4Implantação de 464XLATGuia
Precisa identificar a porta da OLT em cada pedido de IPConfiguração de DHCP option 82Guia
O concentrador PPPoE está no limiteImplantação de concentrador PPPoEServiço

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Outras categorias do blog

Veja os guias das outras oito categorias.

Quem responde por esta página

Thiago Manoel

Responsável técnico da Táquion Tech · Registro profissional [PREENCHER]

A Táquion Tech é uma empresa de engenharia de redes de Balneário Camboriú (SC) que projeta, opera e dá suporte a redes de provedores de internet e de empresas.

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Perguntas sobre os guias de IPv6 e CGNAT

O que técnicos de provedor perguntam ao planejar o endereçamento da rede.

SLAAC ou DHCPv6 para entregar IPv6 ao assinante?

Os dois costumam trabalhar juntos. O SLAAC dá o endereço ao aparelho, e o DHCPv6 com prefix delegation entrega ao roteador do cliente um prefixo para a rede da casa.

Por que o CGNAT atrapalha jogos e câmeras?

Vários assinantes dividem o mesmo IPv4 público, e conexões que chegam de fora não encontram o cliente certo. Com IPv6 entregue e portas bem dimensionadas, a maior parte dessas queixas diminui.

O que é NAT determinístico?

É o CGNAT que reserva a cada assinante uma faixa fixa de portas. Assim, para saber quem usou um IP e uma porta, basta uma conta, sem guardar um log para cada conexão.

Quando trocar o concentrador PPPoE por um BNG?

Quando o concentrador chega ao limite de sessões ou de CPU nos horários de pico. Um BNG concentra sessões, CGNAT e controle de banda em um equipamento feito para isso.

Quem implanta IPv6 e CGNAT no provedor?

A Táquion Tech implanta IPv6, CGNAT com registro de portas e concentradores, pelos serviços de IPv6 e CGNAT. A equipe recebe a documentação do endereçamento ao final.

IPv6 no assinante e CGNAT com registro

Menos dependência de IPv4, portas suficientes por cliente e registro pronto para pedidos legais.

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Thiago ManoelResponsável técnico