Auditório ou sala de treinamento
Palestra com a plateia baixando material ou votando pelo celular derruba uma rede pensada para escritório.
Wi-Fi · Empresas
Rede sem fio desenhada para a hora em que o auditório, o salão ou o refeitório está cheio, contando aparelhos e não metros quadrados.
Projeto de Wi-Fi de alta densidade é o desenho da rede sem fio para ambientes onde muita gente se conecta ao mesmo tempo, como auditórios, salas de treinamento, refeitórios, salões de eventos e escolas. É para a empresa cujo Wi-Fi funciona bem com o espaço vazio e trava quando ele enche. O resultado é uma rede dimensionada para o pico, com cada ponto atendendo o número de aparelhos que ele aguenta.
É projetar o Wi-Fi pela capacidade, ou seja, por quantos aparelhos precisam transmitir ao mesmo tempo, e não só pela área coberta. Num salão cheio, o problema quase nunca é falta de sinal.
Um ponto de acesso reparte o tempo de transmissão entre os aparelhos ligados a ele. Com dez celulares, cada um tem a sua vez rápido; com duzentos, a fila cresce e tudo parece travado, mesmo com barras cheias.
O Wi-Fi de alta densidade responde com mais pontos, cada um com potência baixa e canal próprio. Assim cada ponto cobre só um pedaço do salão e as pessoas se dividem entre eles.
Tudo começa pela medição: o site survey mostra como o sinal se espalha no ambiente real e onde os pontos podem ficar. O projeto tem seis partes:
Pessoas no pico vezes aparelhos por pessoa, que em eventos e escolas costuma passar de dois [CONFIRMAR referência adotada]. A conta separa quem só manda mensagem de quem assiste vídeo.
Potência reduzida para que cada ponto atenda só a sua área. Pontos fortes demais se escutam e passam a disputar o mesmo canal.
Canais de 20 MHz na faixa de 5 GHz rendem mais canais diferentes para distribuir. Canal largo funciona em casa, mas num salão cheio vira disputa.
Pontos no teto, nas paredes ou sob arquibancadas, às vezes com antena direcional para mirar só um setor da plateia.
Desligar as velocidades mais baixas impede que um celular distante ocupe o canal por tempo demais. O limite por usuário evita que poucos consumam a banda de todos.
Cada ponto precisa de porta com alimentação pelo cabo, e o switch precisa de folga. Wi-Fi para mil pessoas não ajuda se o link de internet não comporta esse uso.
Seis situações mostram que o problema é capacidade, não cobertura. Se uma delas acontece no seu espaço, um ponto a mais não resolve.
Palestra com a plateia baixando material ou votando pelo celular derruba uma rede pensada para escritório.
No almoço da fábrica ou no intervalo da escola, centenas de celulares se conectam na mesma meia hora.
Credenciamento, transmissão ao vivo e convidados postando juntos exigem capacidade para a lotação máxima.
Uma turma inteira abrindo a mesma plataforma no início da aula cria um pico curto que se repete a cada horário.
Quando o espaço lota e a rede trava sem perder sinal, o gargalo é a fila de transmissão de cada ponto.
Maquininhas e totens na mesma rede dos convidados param justamente no horário de maior movimento.
São cinco etapas, da contagem de aparelhos à conferência com o espaço em uso. A instalação acontece em dias sem programação.
Lotação máxima, tipo de evento ou aula, aplicativos usados e sistemas da casa que dividem a rede.
Prazo: [PREENCHER]
Site survey do espaço, com atenção a teto, treliças, palco, telões e divisórias móveis.
Prazo: [PREENCHER]
Número de pontos, posição, potência, canais, faixas e limites por usuário, com mapa de capacidade por setor.
Prazo: [PREENCHER]
Pontos montados setor por setor, com as regras de alta densidade aplicadas antes da liberação.
Prazo: [PREENCHER]
Medição num pico real, como o primeiro evento, e ajuste de potência e canais pelo que foi visto [CONFIRMAR se é oferecido].
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre a conta de capacidade, a medição e as regras da rede sem fio. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente da lotação no pico e do número de ambientes cheios. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Lotação no pico | Mais aparelhos pedem mais pontos e mais conta de canais | Auditório de 150 lugares contra centro de convenções |
| Altura e estrutura | Teto alto, treliça ou forro de difícil acesso pedem plataforma e suportes | Salão com pé-direito de oito metros |
| Ambientes cheios | Cada sala lotada é uma conta de capacidade própria | Auditório, foyer e refeitório no mesmo prédio |
| Rede existente | Switch sem folga ou sem alimentação pelo cabo entra no projeto | Switch antigo sem portas PoE |
| Faixa de 6 GHz | Ganha canais livres, mas depende dos aparelhos do público | Escola com notebooks novos |
| Conferência em uso | Medir num pico real exige equipe no horário do evento | Medição durante uma convenção |
Faixa de preço do projeto para um auditório: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Os equipamentos são orçados à parte, no distribuidor que você escolher, com a lista que o projeto entrega.
Antes de assinar, confira os erros que derrubam redes lotadas, a diferença para um projeto comum e os números que a proposta deve justificar. Serve para avaliar qualquer empresa de projeto de Wi-Fi de alta densidade.
Cinco falhas que aparecem em salões que travam no meio do evento. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Dois salões do mesmo tamanho pedem números bem diferentes de pontos se um recebe 50 pessoas e o outro 500. Peça a conta por aparelho.
Ponto forte demais atrai celulares do outro lado do salão e atrapalha os pontos ao lado. Em lugar cheio, potência baixa rende mais.
Canais de 80 MHz reduzem muito o número de canais diferentes em 5 GHz, e os pontos passam a se escutar [CONFIRMAR canais liberados pela Anatel].
Um celular conectado na velocidade mínima ocupa o canal muito mais tempo para mandar o mesmo dado, e todos esperam por ele.
O Wi-Fi aguenta, a internet não. A proposta precisa estimar o consumo por pessoa e conferir se link e switch acompanham.
Os dois usam os mesmos aparelhos, mas quase todas as decisões mudam. A tabela mostra onde.
| Item | Projeto por cobertura | Projeto de alta densidade |
|---|---|---|
| Base do cálculo | Área do espaço | Número de aparelhos ativos |
| Potência dos pontos | Alta | Baixa e controlada |
| Largura de canal | Larga | Estreita, para ter mais canais |
| Faixas | 2,4 e 5 GHz | Prioridade para 5 e 6 GHz |
| Taxas mínimas | Padrão de fábrica | Elevadas, sem as mais lentas |
Escritório com uma pessoa por mesa, depósito e corredores. O desafio é alcance, não fila de transmissão.
Muitas pessoas no mesmo ambiente, ou um pico curto em que todas se conectam juntas.
Transmissão ao vivo, votação pelo celular, prova online ou aplicativo que todos abrem na mesma hora.
Números e regras que a proposta deve citar. Onde não há norma, há referência de mercado que o projeto precisa justificar.
Projetos de alta densidade costumam planejar de 30 a 60 usuários ativos por ponto, conforme o uso [CONFIRMAR referência adotada].
Wi-Fi 6E e Wi-Fi 7 ganham canais livres em 6 GHz, só para aparelhos compatíveis e com limites de potência da Anatel [CONFIRMAR na norma].
Pontos e antenas direcionais precisam de certificado da Anatel; trocar a antena pode tirar o conjunto da homologação [CONFIRMAR na norma].
Os fabricantes publicam guias para auditórios, salas de aula e estádios. Peça que a proposta diga qual referência seguiu.
Com estes dados em mãos, a conta de capacidade sai certa já na primeira versão.
Lugares sentados, pessoas em pé e equipe no dia mais cheio do ano, não a média.
Só mensagem, vídeo, transmissão ao vivo, prova online ou aplicativo próprio do evento.
Altura do teto e posição de palco, telão, treliças e estruturas metálicas.
Velocidade contratada, modelo dos switches e quantas portas com alimentação pelo cabo estão livres.
Porque o número de pontos sai de uma conta que você pode conferir, feita por quem não vende aparelho. Seis compromissos de todo projeto de alta densidade.
A planilha de capacidade vai com o projeto, com as premissas de pessoas, aparelhos e uso.
Memória de cálculo entregue no projeto
O número de pontos vem da conta de capacidade, não de meta de venda.
A Táquion Tech não vende equipamento
Site survey do ambiente real antes do projeto, considerando estruturas, forros e palco.
Medição incluída no projeto
Os pontos são instalados em dias sem evento ou aula, um setor por vez.
Agenda de obra aprovada por você
Quem conta os aparelhos é quem configura a rede e confere o resultado.
[PREENCHER: projetos de alta densidade entregues]
Pontos, canais, potências e senhas entregues, para o próximo evento partir do mesmo desenho.
Entregue no fim de todo projeto
A conta de capacidade muda conforme quem usa o espaço e para quê. Cada segmento tem a sua página com os detalhes.
Rede montada para a lotação do dia, com credenciamento e transmissão em redes separadas.
Turmas inteiras conectando no início de cada aula, com controle de conteúdo por rede.
Salão de convenções, café da manhã e quartos dividindo a mesma estrutura sem um derrubar o outro.
Refeitório lotado na troca de turno e coletores do estoque que não podem esperar na fila.
A medição e a instalação são presenciais no litoral de Santa Catarina. A conta de capacidade e a revisão de projeto de outras unidades podem ser feitas à distância [CONFIRMAR].
Auditórios, salões, escolas e refeitórios visitados pela equipe, do levantamento à conferência em uso. Veja o Wi-Fi corporativo em Balneário Camboriú. [CONFIRMAR área de atendimento]
Para unidades em outras cidades, a revisão parte da planta, da lotação e da lista de equipamentos que você envia. [CONFIRMAR]
As perguntas que gestores de eventos, escolas e empresas mais fazem antes de pedir o projeto. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
O preço do projeto de Wi-Fi de alta densidade muda com a lotação, a altura do teto e o número de ambientes. A faixa para um auditório é [PREENCHER], e os equipamentos são orçados à parte.
Levantamento, medição e projeto levam [PREENCHER] num auditório típico. A instalação depende das datas sem programação que você liberar.
Depende do uso e dos aparelhos. Em alta densidade se planeja algo entre 30 e 60 usuários ativos por ponto [CONFIRMAR referência adotada], e o número exato sai da conta do projeto.
Não. Em lugar cheio, potência alta faz um ponto atrapalhar o outro e prende celulares em pontos distantes. O caminho é mais pontos com potência menor.
Muitas vezes, em parte. Cabos, switches e pontos atuais são avaliados, e o que aguenta a nova conta fica. A otimização de Wi-Fi cuida dos casos em que só o ajuste basta.
O Wi-Fi 6 já foi pensado para muitos aparelhos e atende a maioria dos casos. Compare a implantação de Wi-Fi 6 com a de Wi-Fi 7 antes de decidir.
O projeto para evento com estrutura provisória é tratado no Wi-Fi para eventos. Condições e prazos para montagem temporária: [CONFIRMAR].
Quase sempre por capacidade: pontos demais no mesmo canal ou aparelhos demais por ponto. Veja os sinais no guia do Wi-Fi do hotel caindo.
Se a rede trava mesmo em sites leves e o link não está no limite, o gargalo é o Wi-Fi. O guia da rede da empresa lenta mostra como separar as duas causas.
A conta de aparelhos por setor, o número de usuários por ponto adotado, o plano de canais e a medição prevista. Proposta só com quantidade de aparelhos não mostra como chegou a ela.
Três serviços que costumam acompanhar o projeto de alta densidade. Cada um cuida de uma parte da rede.
Medição do sinal no ambiente real, base para posicionar cada ponto do salão.
Ver o site survey de Wi-Fi
Padrão que atende vários aparelhos na mesma transmissão, feito para ambientes cheios.
Ver a implantação de Wi-Fi 6
Rede acompanhada todo mês, com ajuste de canais quando o uso do espaço muda.
Ver o Wi-Fi gerenciado para empresasDois guias para entender por que a rede trava quando o espaço enche.
Os sinais de uma rede sem capacidade e o que conferir antes de trocar aparelho.
Como descobrir se a lentidão vem do Wi-Fi, do switch ou do link de internet.
Orçamento
Diga que tipo de ambiente lota e quantas pessoas ele recebe no pico. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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