Vai aumentar o link de trânsito
Link maior recebe o mesmo ataque, só que mais caro. Antes de contratar banda, defina onde o ataque será contido.
Segurança e DDoS · Provedores
Um desenho que diz onde cada ataque será contido, quem aciona a contenção e quanto custa cada camada, antes de você comprar qualquer coisa.
Projeto de arquitetura anti-DDoS é o documento que define como o seu provedor detecta e contém ataques: o que fica com as operadoras, o que fica na borda e o que a equipe faz nos primeiros minutos. É para quem vai aumentar o link, trocar a borda ou já perdeu assinantes por queda com ataque. O resultado é um plano por etapas que mostra onde gastar primeiro e o que não precisa ser comprado.
É o desenho da proteção contra ataques de negação de serviço, camada por camada, feito antes de qualquer investimento. Ele parte do tamanho dos links e do tipo de cliente, não de um catálogo de produtos.
Um ataque DDoS usa milhares de máquinas para mandar mais tráfego do que o link do alvo aguenta. Em provedor regional, o alvo costuma ser um assinante que joga online, mas quem cai é a cidade inteira atrás do mesmo link de trânsito.
A arquitetura combina três frentes: contenção fora do seu link, detecção pelos fluxos e borda fechada. A detecção depende da exportação de NetFlow, sFlow ou IPFIX dos roteadores, que mostra qual IP recebe o ataque e de que tipo ele é.
O firewall entra na camada certa: protege os equipamentos e o plano de controle, mas fica depois do link e não segura ataque volumétrico. O projeto separa o que cada parte resolve:
Blackhole por community e, quando a operadora oferece, FlowSpec. O projeto lista o que cada contrato de trânsito já inclui e o que ainda falta pedir.
Um serviço recebe o tráfego do bloco atacado e devolve só o legítimo. Entra quando há cliente que não pode ser tirado do ar por blackhole.
Coletor de fluxos com limites por IP, alerta e, se você quiser, contenção automática. Define quem é avisado e quem aciona a contenção de madrugada.
Proteção da CPU do roteador, filtros de amplificação, antispoofing e distribuição dos IPs do CGNAT para que um ataque não derrube centenas de assinantes juntos.
Seis momentos pedem o desenho antes da compra. Em todos eles, decidir sem projeto costuma sair mais caro.
Link maior recebe o mesmo ataque, só que mais caro. Antes de contratar banda, defina onde o ataque será contido.
Cliente com contrato de disponibilidade não aceita ficar fora por blackhole. A arquitetura precisa prever limpeza para ele.
Quedas curtas e repetidas mostram que a contenção é feita à mão, tarde, ou nem existe.
Antes de assinar, confira se o aparelho segura ataque maior que o link. Se ele fica dentro do POP, não segura.
Cada operadora tem community de blackhole e regras próprias. A borda nova já deve nascer com elas mapeadas.
Com dezenas de clientes atrás de um IP público, um blackhole derruba todos. A distribuição dos blocos entra no desenho.
São cinco etapas, e nenhuma delas muda a sua rede. O projeto termina num plano que a Táquion Tech ou a sua equipe pode implantar.
Datas, horários, tamanho, alvo e o que foi feito em cada ataque, a partir dos gráficos e do relato da equipe.
Prazo: [PREENCHER]
Links, contratos de trânsito, roteadores, CGNAT, coleta de fluxos e portas expostas, com acesso só de leitura.
Prazo: [PREENCHER]
Duas ou três combinações de camadas, cada uma com o que contém, o que deixa passar e o custo estimado.
Prazo: [PREENCHER]
A opção escolhida em detalhe, com diagrama e requisitos para pedir às operadoras e aos fornecedores.
Prazo: [PREENCHER]
Etapas em ordem de impacto, janelas sugeridas e o procedimento de ataque escrito para a equipe.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre o desenho completo da proteção, das operadoras aos CPEs. A execução fica de fora e tem página própria.
O preço depende de quantos links, POPs e tipos de cliente o desenho precisa cobrir. É um projeto fechado, com valor escrito na proposta.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Links e operadoras | Cada contrato tem communities, limites e contatos para conferir | Três operadoras de trânsito e porta no IX.br |
| POPs e roteadores de borda | Cada ponto de saída pede detecção e contenção próprias | Borda em duas cidades, um roteador em cada |
| Clientes com SLA | Exigem estudo de limpeza externa e de desvio por bloco | Prefeitura e hospital com contrato de disponibilidade |
| Histórico de ataques | Mais dados dão limites mais precisos, mas levam mais análise | Ataques semanais nos últimos seis meses |
| Ponto de partida | Sem coleta de fluxos, o levantamento depende de gráficos e relato | Nenhum NetFlow ou sFlow exportado hoje |
Faixa de preço do projeto para um provedor com duas operadoras: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. A implantação, se for feita pela Táquion Tech, vem numa proposta separada; o projeto serve do mesmo jeito para a sua equipe executar.
Confira os erros que fazem o provedor gastar e continuar caindo, o que cada camada entrega e as normas que o desenho deve citar. Vale para avaliar qualquer empresa, inclusive a Táquion Tech.
Cinco decisões que custam caro depois. Use cada uma como pergunta para o fornecedor.
Um equipamento dentro do POP só filtra o que cabe no link. Num ataque maior que o link, ele recebe o tráfego já depois do gargalo e não muda nada.
Quem vende equipamento tende a desenhar em volta dele. Pergunte se o projeto traz ao menos uma opção sem compra nenhuma.
Blackhole resolve para assinante residencial e quebra contrato com empresa. O desenho precisa separar os dois públicos por bloco.
CPEs com DNS, NTP ou SSDP abertos amplificam ataques contra outros e ocupam o seu upload. Isso entra no projeto desde o começo.
Sem nome, telefone e permissão escritos, a contenção espera alguém acordar. Pergunte como o projeto trata a madrugada e o feriado.
Cada forma de conter tem um custo e um efeito colateral. A tabela resume o que o projeto pesa antes de indicar uma combinação.
| Camada | O que segura | Efeito colateral |
|---|---|---|
| Blackhole na operadora | Ataque maior que o link, contra um IP | O IP atacado fica fora do ar |
| FlowSpec | Ataque com padrão claro de porta ou protocolo | Depende de a operadora aceitar |
| Limpeza externa | Ataque grande contra cliente que não pode parar | Custo mensal e latência do desvio |
| Filtro na borda | Ataque menor que a folga do link | Consome CPU do roteador |
Base residencial, alvo quase sempre um jogador e ataques curtos.
Tira o alvo do ar enquanto o anúncio durar, por isso precisa de prazo para ser retirado.
Clientes com SLA ou ataques frequentes contra o mesmo bloco.
O desvio por BGP trabalha com bloco /24 inteiro em IPv4, porque prefixos menores são filtrados na internet.
Referências públicas que um projeto sério cita. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Tratam de descartar na borda pacotes com origem falsificada, para que a rede não sirva de base a ataques refletidos [CONFIRMAR na norma].
Define a community BLACKHOLE (65535:666) como forma padrão de pedir descarte às operadoras [CONFIRMAR na norma].
Descreve o FlowSpec, que envia regras de filtro por BGP para descartar só o tráfego de ataque [CONFIRMAR na norma].
O regulamento pede gestão de incidentes e cuidado com os equipamentos [CONFIRMAR na norma]. Veja a adequação ao R-Ciber.
Reunir estes dados antes da primeira reunião encurta o levantamento.
Datas, horários e prints dos gráficos dos últimos meses, mesmo que incompletos.
Capacidade de cada link, contato técnico da operadora e se o contrato fala em blackhole ou limpeza.
Quantos são, quais blocos usam e que disponibilidade foi prometida a cada um.
Usuário só de leitura nos roteadores de borda e no CGNAT, com modelo e versão de cada equipamento.
Porque o desenho segue a sua rede, não um produto, e chega com opções comparáveis. Seis compromissos de todo projeto.
O projeto não tem caixa para empurrar. Se a sua borda e as operadoras resolvem, o desenho diz isso.
Nenhuma marca indicada por comissão
Duas ou três combinações de camadas com custo e efeito, para escolher sabendo o que fica de fora.
Mais de uma opção em todo projeto
Nenhuma configuração é alterada no levantamento. A rede segue como está até você aprovar a implantação.
Acesso só de leitura no levantamento
Quem é avisado, que comando roda, como desfazer e quando ligar para a operadora, tudo por escrito.
Entregue junto com o desenho final
Quem lê a sua borda é quem desenha e apresenta o projeto. Sem repasse para quem não viu os dados.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com DDoS]
Levantamento e reuniões à distância, com acesso registrado. Não há deslocamento na conta.
[PREENCHER: estados atendidos]
O projeto é feito à distância para provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina, o Especialista também pode visitar o POP antes do desenho.
Levantamento, reuniões e entrega por acesso remoto seguro. É assim que a maior parte dos projetos é feita, de qualquer estado.
Visita ao POP para conferir borda, links e rack antes do desenho. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os donos de provedor fazem antes de pedir o projeto. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
Histórico de ataques, leitura da borda, opções de proteção com custo, desenho final e plano de implantação. O procedimento dos primeiros minutos de ataque também vem junto.
O preço muda com o número de links, POPs e clientes com SLA. A faixa para duas operadoras é [PREENCHER], e o valor exato sai por escrito depois da primeira conversa.
Depende do histórico disponível e de quantas bordas existem. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta.
Nem sempre. Boa parte dos provedores se protege com blackhole, FlowSpec e detecção sobre os roteadores que já tem. O projeto diz se vale comprar algo e compara pelo menos duas opções.
Não num ataque volumétrico, porque o firewall fica depois do link e recebe o tráfego já lotado. Ele protege os equipamentos; a contenção do volume acontece na operadora ou na limpeza.
Prefira quem não vende o equipamento indicado, entrega opções com custo e escreve o procedimento da equipe. Use os erros comuns desta página como roteiro de perguntas.
Não. Todo o levantamento é feito com acesso só de leitura, e nada é alterado até você aprovar a implantação.
Você escolhe: a sua equipe, a Táquion Tech ou outra empresa. Se for a Táquion Tech, a parte automática segue para a implantação de mitigação de DDoS.
Sim, para provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina dá para incluir uma visita ao POP [CONFIRMAR área de atendimento].
Ajuda na parte de incidentes e de proteção dos equipamentos [CONFIRMAR na norma]. A adequação completa está na adequação ao R-Ciber.
Três serviços que costumam vir depois do desenho. Cada um coloca uma camada em produção ou mede o que falta.
Detecção pelos fluxos ligada à contenção automática na borda e nas operadoras.
Ver a implantação de mitigação de DDoS
Desvio do bloco atacado para limpeza, mantendo no ar o cliente que não pode parar.
Ver a integração com serviços de scrubbing
Diagnóstico do quanto a rede aguenta hoje, com os riscos em ordem de prioridade.
Ver a avaliação de resiliência anti-DDoSTrês guias que mostram, na prática, as camadas que o projeto combina.
Como confirmar que é ataque, achar o alvo e conter sem derrubar a cidade.
Como o blackhole disparado pela borda pede descarte às operadoras.
Como mandar filtros por BGP e descartar só o tráfego de ataque.
Orçamento
Conte o tamanho dos links e como foram os últimos ataques. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp