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Categoria · 35 guias

Guias de BGP e roteamento: artigos escritos por Especialistas

Os guias de BGP e roteamento ensinam a configurar prefix-lists, communities, iBGP, route reflector, OSPF, IS-IS, ROAs e sessões com route servers do IX.br. Cada guia traz exemplo de configuração e os erros que mais derrubam a borda do provedor.

A Táquion Tech configura e revisa a borda junto com a sua equipe, pelos serviços de BGP para provedores.

Todos os guias de bGP e roteamento

Os guias começam pelos filtros e pela segurança das rotas com RPKI, seguem para o roteamento interno e terminam em redundância e análise de tráfego.

  • BGP e roteamento

    Configuração de communities BGP: guia prático para provedores

    Configuração de communities BGP: é o trabalho de marcar cada rota com etiquetas que o seu roteador e os das outras redes sabem ler. Com elas o provedor registra de onde veio cada rota, pede ao trânsito prepend ou não anúncio em certos lugares e aciona o descarte do tráfego de um ataque.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de FlowSpec: guia prático para provedores

    Configuração de FlowSpec: é preparar a rede para distribuir por BGP regras de filtro que descartam ou limitam só o tráfego de ataque, sem derrubar todo o tráfego do IP atacado. O provedor gera a regra num detector ou num servidor, e os roteadores de borda aplicam o filtro assim que recebem o anúncio.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de iBGP: guia prático para provedores

    Configuração de iBGP: é montar as sessões que levam as rotas externas e os blocos de clientes entre os roteadores do próprio provedor, como bordas, núcleo e concentradores. As sessões usam os loopbacks, as bordas aplicam next-hop-self e o protocolo interno carrega só os loopbacks e enlaces que sustentam essas sessões.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de IS-IS: guia prático para provedores

    Configuração de IS-IS: é montar o roteamento interno do provedor com um protocolo só para IPv4 e IPv6, em nível 2 apenas, com métricas largas e enlaces ponto a ponto. Ele cumpre o mesmo papel do OSPF, que é carregar loopbacks e enlaces, e costuma ser escolhido por redes que querem crescer sem trocar de protocolo depois.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de OSPF: guia prático para provedores

    Configuração de OSPF: num provedor, ela serve para uma coisa só, que é fazer cada roteador alcançar o loopback e os enlaces de todos os outros. Rotas de clientes e da internet ficam no BGP, e o OSPF carrega pouco, converge rápido e sustenta as sessões iBGP.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de prefix-lists: guia prático para provedores

    Configuração de prefix-lists: é definir quais prefixos o provedor anuncia e quais aceita em cada sessão BGP. O mínimo é filtrar a saída para anunciar só os seus blocos e os dos clientes, e filtrar a entrada para recusar prefixos reservados, longos demais ou que não pertencem a quem anuncia.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Criação de ROAs: guia prático para provedores

    Criação de ROAs: é registrar, no portal de quem alocou o bloco, qual ASN pode anunciar cada prefixo do provedor e até que tamanho. No Brasil isso é feito no Registro.br, com o RPKI no modo hospedado, e leva poucos minutos por prefixo quando o inventário dos anúncios já está pronto.

    13 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Implantação de route reflector: guia prático para provedores

    Implantação de route reflector: é trocar a malha completa de iBGP por dois refletores que recebem as rotas de todos os roteadores e repassam a cada um. Cada roteador passa a precisar de só duas sessões internas, e a migração pode ser feita sem parar a rede, um roteador por vez.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Análise de rotas assimétricas: guia prático para provedores

    Análise de rotas assimétricas: é descobrir quando o tráfego sai por um caminho e volta por outro, e se isso está causando problema. Assimetria é normal na internet, mas quebra firewalls, CGNAT e filtros de origem quando acontece dentro da rede do provedor.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Validação de origem de rotas: guia prático para provedores

    Validação de origem de rotas: é o roteador de borda conferir cada rota recebida contra os ROAs publicados no RPKI e descartar as inválidas. O provedor instala um ou dois validadores, liga os roteadores a eles e aplica a política de recusar o que vier com origem errada.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de VRRP: guia prático para provedores

    Configuração de VRRP: é fazer dois roteadores dividirem um mesmo endereço de gateway, de modo que, se o principal cair, o reserva assume em poucos segundos. Os equipamentos atrás deles continuam usando o mesmo gateway e nem percebem a troca.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de sessões com route servers: guia prático para provedores

    Configuração de sessões com route servers: é ligar o roteador do provedor aos servidores de rotas do ponto de troca de tráfego, que distribuem as rotas de todos os participantes de uma vez. São duas sessões, uma com cada servidor, com filtro de saída para os seus blocos, limite de prefixos na entrada e um ajuste para o servidor não aparecer no caminho.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como o BGP faz a seleção da melhor rota: passo a passo para provedores

    Como o BGP seleciona a melhor rota: ele junta todos os caminhos recebidos para o mesmo prefixo e compara um critério por vez, parando no primeiro que desempata. Na ordem do padrão vêm LOCAL_PREF mais alto, AS_PATH mais curto, ORIGIN, MED, preferência por eBGP, menor custo interno até o próximo salto e, por fim, o menor router-id.

    13 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como configurar BGP no MikroTik: passo a passo para provedores

    Como configurar BGP no MikroTik: no RouterOS 7, você cria um template com o ASN do provedor, uma connection para cada vizinho, uma address-list com o bloco a anunciar e duas cadeias de filtro, uma de entrada e outra de saída. O bloco também precisa existir na tabela de rotas, quase sempre como rota blackhole, ou não é anunciado.

    12 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como funciona BGP: o protocolo da internet explicado para provedores

    Como funciona BGP: cada rede da internet, identificada por um número de AS, abre sessões com as redes vizinhas e anuncia a elas os blocos de IP que alcança. Cada vizinho guarda esses anúncios, aplica as próprias regras, escolhe um caminho por destino e repassa adiante, e é assim que um bloco anunciado no interior chega ao mundo inteiro.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    O que é BGP e OSPF: a diferença explicada para provedores

    O que é BGP e OSPF: são os dois protocolos de roteamento que sustentam a rede de um provedor, cada um num lado da fronteira. O OSPF faz os roteadores da casa se enxergarem e acharem o caminho interno, e o BGP troca rotas com as redes de fora, como trânsitos, IX.br e caches.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Quanto custa configuração de BGP: o que muda o preço para provedores

    Quanto custa configuração de BGP depende de quantas sessões serão montadas, de a borda partir do zero ou de uma configuração herdada e de quantos clientes com ASN próprio dependem dela. É um serviço com começo e fim, cobrado pelo trabalho de levantamento, desenho, janela e documentação; a faixa da Táquion Tech fica em [PREENCHER faixa de preço da Táquion Tech].

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Quanto custa para configurar um MikroTik: guia para provedores

    Quanto custa para configurar um MikroTik depende mais da função que o equipamento vai cumprir do que do modelo: o mesmo hardware pode ser um roteador de cliente ou a borda BGP do provedor inteiro. Também pesam o número de equipamentos e o estado da configuração herdada, e a faixa da Táquion Tech fica em [PREENCHER faixa de preço da Táquion Tech].

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Quanto custa gestão de BGP: a mensalidade explicada para provedores

    Quanto custa gestão de BGP depende do tamanho da borda, do número de mudanças incluídas por mês, de quantos clientes com ASN próprio dependem dela e do horário em que os alertas são atendidos. É uma mensalidade, diferente do preço único de uma configuração, e a faixa da Táquion Tech fica em [PREENCHER faixa de preço da Táquion Tech].

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como balancear tráfego no BGP: saída e entrada para provedores

    Como balancear tráfego no BGP: mede-se o tráfego por destino, define-se uma meta em números e move-se uma fatia por vez entre os links. A saída se ajusta com preferência local no seu roteador, e a entrada se influencia mudando o que as outras redes enxergam nos seus anúncios.

    12 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como configurar BGP: passo a passo para provedores

    Como configurar BGP: primeiro se reúnem ASN, blocos, ROA e os dados do vizinho; depois se escrevem os filtros de entrada e de saída, cria-se a sessão ainda desligada e só então ela é liberada e conferida. A sintaxe muda de uma marca para outra, mas essa ordem vale para MikroTik, Huawei, Cisco, Juniper e qualquer roteador de borda.

    13 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como configurar MikroTik: passo a passo para provedores

    Como configurar MikroTik num provedor: comece apagando a configuração de fábrica, que foi feita para casa e escritório, e monte a base na mão, com nome, usuários, interfaces nomeadas, endereços, rotas, horário, registro e cópia automática. Só depois dessa base o roteador recebe a função dele, como borda BGP, concentrador PPPoE ou CGNAT.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como configurar roteador Huawei NE: passo a passo para provedores

    Como configurar roteador Huawei NE: o roteador sai da caixa, recebe nome, usuários individuais, acesso só por SSH, relógio, registro de eventos, interfaces e roteamento interno, e cada lote de comandos passa pelo commit e depois pelo save. BGP, PPPoE e MPLS só entram quando essa base está pronta e conferida.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como fazer BGP com dois links: passo a passo para provedores

    Como fazer BGP com dois links: com ASN e blocos próprios, abre-se uma sessão BGP com cada operadora e anunciam-se os mesmos blocos pelas duas. Depois, define-se qual link leva o quê em dia normal e testa-se, desligando cada um, se o outro assume sozinho.

    12 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Como tirar ASN do provedor: passo a passo no Registro.br

    Como tirar ASN provedor: o pedido é aberto no painel do Registro.br, no CNPJ da empresa, com contatos cadastrados e uma justificativa de uso que mostra as operadoras e o plano de endereços. Depois da análise e do pagamento das taxas, falta o trabalho que muita gente esquece: DNS reverso, ROA, objeto de rota e o primeiro anúncio.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração BGP Huawei: como funciona no VRP, para provedores

    Configuração BGP Huawei: no VRP, a sessão é um peer dentro do processo bgp, e o que entra e sai dela é decidido por route-policy, que por sua vez consulta listas ip-prefix. Funciona bem enquanto cada política tem nome claro e ordem certa, e vira problema quando alguém esquece um node, o commit ou o save.

    12 min de leitura

  • BGP e roteamento

    O que é ASN em redes: o número da sua rede explicado para provedores

    O que é ASN em redes: é o número que identifica um sistema autônomo, ou seja, um conjunto de redes com uma só política de roteamento, como uma operadora ou um provedor. É por ele que as outras redes sabem quem originou cada bloco de IP anunciado na internet e por quais redes o tráfego passa até chegar lá.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    O que é blackhole BGP: o descarte explicado para provedores

    O que é blackhole BGP: é o uso do próprio roteamento para mandar o tráfego de um endereço para lugar nenhum. No provedor, ele aparece quase sempre como defesa contra ataque, quando a borda pede à operadora que descarte tudo o que vai para o IP atacado, e o preço dessa defesa é que esse IP fica sem internet.

    12 min de leitura

  • BGP e roteamento

    O que é engenharia de tráfego e para que serve na rede do provedor

    O que é engenharia de tráfego: é a prática de decidir por quais caminhos o tráfego de uma rede passa, em vez de deixar essa escolha só para os protocolos. No provedor, ela usa métricas entre POPs e regras de BGP para colocar cada parte do tráfego no enlace certo, pelo custo, pela capacidade ou pela latência.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    O que é gestão de BGP e quem faz: a borda explicada para provedores

    O que é gestão de BGP: é o cuidado contínuo da borda do provedor depois que ela foi configurada, com sessões vigiadas, filtros atualizados, cadastros revisados e mudanças feitas com registro. Ela existe porque a borda muda mesmo quando ninguém mexe nela, e o que não é acompanhado vira queda meses depois.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    O que é multihoming: redundância de trânsito para provedores

    O que é multihoming: é ligar uma rede a mais de um provedor de acesso à internet ao mesmo tempo, de modo que ela continue alcançável quando um deles falha. Num provedor regional, isso significa ter ASN e blocos próprios anunciados por duas ou mais operadoras de trânsito, com o BGP decidindo o caminho.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    O que é RPKI: a proteção das rotas BGP explicada para provedores

    O que é RPKI: é um sistema de certificados que liga cada bloco de IP ao seu dono e permite conferir, no BGP, se a rede que anuncia um prefixo tem autorização para isso. Ele nasceu porque o BGP, sozinho, aceita qualquer anúncio, inclusive o de quem anuncia por engano ou de má fé um bloco que não é seu.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    O que é MikroTik e para que serve: explicação para provedores

    O que é MikroTik e para que serve: é a fabricante letã de roteadores e switches que roda o sistema RouterOS, e serve para o provedor fazer borda BGP, concentrador PPPoE, CGNAT e ligação entre POPs com o mesmo sistema. Entender para que serve o que é MikroTik e o que já pede outro equipamento é o que separa um provedor que cresce de um que trava.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Para que serve OLT Huawei: o papel dela na rede do provedor

    Para que serve OLT Huawei: ela é o equipamento que liga as fibras dos assinantes à rede do provedor, autentica cada ONU, reparte a banda de cada porta PON e entrega o tráfego, separado por serviço, ao concentrador e à borda. Na Huawei, isso é organizado em perfis de banda, de linha e de serviço, o que dá controle fino e também exige padrão.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Suporte Huawei para provedor: fabricante, distribuidor e Especialista

    Suporte Huawei para provedor vem de três lugares diferentes: o fabricante, que corrige defeito de equipamento e de software; o distribuidor, que vende, troca peças e faz a ponte com a Huawei; e o Especialista, que configura e opera a sua rede. Nenhum dos três substitui o outro, e o problema começa quando o provedor acha que contratou os três.

    10 min de leitura

Como escolher o guia de BGP para o que você precisa fazer na borda?

A tabela parte da tarefa ou do sintoma na borda. Quando a resposta é um serviço, como pedir o ASN do provedor, ela aponta a página do serviço.

Situação e a página para começar: guia do blog, ferramenta ou serviço
SituaçãoPor onde começarTipo
Você vai anunciar prefixos e quer evitar vazamento de rotasConfiguração de prefix-listsGuia
Precisa criar as ROAs dos seus prefixos no registroCriação de ROAsGuia
Quer descartar rotas inválidas que chegam das operadorasValidação de origem de rotasGuia
Vai fechar sessões com os route servers do IX.brConfiguração de sessões com route serversGuia
Os roteadores internos precisam receber a tabela completaImplantação de route reflectorGuia
O tráfego sai por um link e volta por outroAnálise de rotas assimétricasGuia
Você quer bloquear um ataque com regras distribuídas pelo BGPConfiguração de FlowSpecGuia
O provedor ainda não tem sistema autônomo próprioSolicitação de ASNServiço

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Outras categorias do blog

Veja os guias das outras oito categorias.

Quem responde por esta página

Thiago Manoel

Responsável técnico da Táquion Tech · Registro profissional [PREENCHER]

A Táquion Tech é uma empresa de engenharia de redes de Balneário Camboriú (SC) que projeta, opera e dá suporte a redes de provedores de internet e de empresas.

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Perguntas sobre os guias de BGP e roteamento

Dúvidas de quem configura e mantém a borda e o roteamento interno do provedor.

Por que filtrar os prefixos anunciados ao BGP?

Sem filtro, um erro de configuração pode anunciar rotas que não são suas e desviar tráfego de outras redes. As prefix-lists garantem que só os seus blocos saiam pela borda.

O que é RPKI e por que o provedor deveria usar?

O RPKI liga cada bloco de IP ao sistema autônomo autorizado a anunciá-lo, por meio das ROAs. Com a validação ligada, o roteador descarta anúncios falsos de prefixos alheios.

Vale a pena conectar o provedor ao IX.br?

Na maioria das cidades com ponto de troca, sim. O IX.br aproxima o tráfego de grandes redes e caches, o que costuma reduzir latência e o volume que passa pelo link de trânsito.

OSPF ou IS-IS no roteamento interno?

Os dois resolvem bem o roteamento interno de um provedor regional. O IS-IS escala melhor em redes grandes e com segment routing, enquanto o OSPF é mais conhecido pelas equipes e mais documentado nos equipamentos de entrada.

Quem configura a borda BGP do provedor?

A Táquion Tech configura o roteador de borda com filtros, RPKI, communities e sessões com operadoras e IX.br, pelos serviços de BGP para provedores. A configuração é entregue documentada para a sua equipe.

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