Um vírus parou vários setores
Quando uma máquina infectada derruba financeiro, recepção e estoque juntos, nada segura o avanço dentro da rede.
Redes corporativas · Empresas
Computadores, servidores, câmeras, telefones e visitantes em redes separadas, com regras claras de quem fala com quem e um vírus que fica preso onde entrou.
Segmentação de rede corporativa é dividir a rede da empresa em partes isoladas, uma para cada grupo de aparelhos e pessoas, e definir no firewall o que cada parte pode acessar. É para escritórios, clínicas, lojas e indústrias de Santa Catarina que ainda têm tudo ligado na mesma rede. O resultado é uma invasão que não se espalha e sistemas que não disputam espaço com câmeras e visitantes.
É separar a rede em grupos que só se enxergam quando uma regra permite. O visitante navega, a câmera grava e o servidor atende, cada um no seu espaço.
Numa rede corporativa sem divisão, qualquer aparelho ligado num ponto ou no Wi-Fi alcança todos os outros. É assim que um notebook infectado chega ao servidor de arquivos e que uma câmera com senha de fábrica vira porta de entrada.
A separação usa VLANs nos switches e regras no firewall, que fica no meio do caminho entre as redes. Quem trabalha de casa entra por VPN e cai só na rede de que precisa, não na empresa inteira.
Em empresas com filiais ligadas por SD-WAN ou por túnel, a mesma divisão se repete em cada unidade. Quatro peças formam a segmentação:
Cada porta e cada rede sem fio recebe o número da rede a que pertence. Switch que não aceita VLAN precisa ser trocado, e isso aparece no inventário.
O firewall decide o que passa de uma rede para outra. A regra padrão é bloquear, e cada liberação tem um motivo escrito.
Cada rede ganha sua faixa de IPs, seu nome e seu propósito. Assim, um endereço no registro já diz de que setor ou aparelho veio o acesso.
Equipe, clientes e aparelhos sem fio, como leitores de código e etiquetadoras, recebem redes diferentes no mesmo ponto de acesso. Veja o Wi-Fi para visitantes.
Seis situações mostram que a rede plana já está custando caro. Se a sua empresa reconhece duas delas, a divisão deve vir antes do próximo incidente.
Quando uma máquina infectada derruba financeiro, recepção e estoque juntos, nada segura o avanço dentro da rede.
A gravação ocupa banda o dia todo e as câmeras ficam ao alcance de qualquer usuário. Veja a rede para CFTV.
A senha do Wi-Fi colada na parede dá ao cliente o mesmo acesso que o funcionário tem à impressora e ao servidor.
O tráfego de difusão de centenas de aparelhos numa rede só pesa nos switches e deixa sistemas lentos sem motivo aparente.
Contrato com empresa grande, seguradora ou auditoria de dados costuma perguntar como a rede isola informação sensível.
Telefones IP, catracas, relógios de ponto e máquinas conectadas aumentam a lista do que não deveria ver o servidor.
São cinco etapas, e a rede só muda a partir da quarta. Antes disso, tudo é inventário, desenho e aprovação.
Lista de tudo o que está ligado à rede, de quem é cada aparelho e com quais sistemas ele precisa conversar.
Prazo: [PREENCHER]
Quantas redes, que faixa de endereços cada uma usa e uma tabela simples dizendo quem acessa o quê.
Prazo: [PREENCHER]
Gestor e responsáveis pelos sistemas conferem a tabela. Exceções, como o contador externo, entram aqui.
Prazo: depende da sua agenda
Fora do expediente, uma rede de cada vez, começando pelas mais isoladas, como visitantes e câmeras.
Duração de cada janela: [PREENCHER]
Cada setor confirma que seus sistemas funcionam. Você recebe diagrama, tabela de acessos e regras comentadas.
Prazo: [PREENCHER]
A segmentação cobre o desenho, a configuração de switches e firewall e os testes com os usuários. Equipamento, cabos e suporte aos computadores ficam fora, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente de quantas redes serão criadas e de quantos switches serão configurados. O valor exato sai por escrito depois do inventário.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de redes | Cada rede tem endereços, regras e testes próprios | Equipe, servidores, câmeras, telefones e visitantes somam cinco |
| Switches e pontos de acesso | Cada equipamento é configurado e identificado porta a porta | Três switches de 24 portas e seis pontos de acesso |
| Equipamento aproveitado | Switch sem VLAN precisa ser trocado antes de separar | Switch doméstico embaixo do balcão da recepção |
| Sistemas com exceções | Programas que acessam muitas redes pedem mais teste | Sistema de gestão que imprime em todos os setores |
| Unidades | Cada filial repete o desenho no próprio equipamento | Matriz e duas lojas com a mesma divisão |
| Janelas fora do expediente | Mais redes significam mais noites ou fins de semana | Clínica que atende de segunda a sábado |
Faixa de preço para uma empresa com até três switches: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Switches e firewall novos, quando necessários, são comprados pela sua empresa e ficam no nome dela.
Confira os erros que deixam a divisão só no papel, o critério de separação e as regras sobre dados pessoais. Use esta lista para comparar qualquer proposta, a nossa incluída.
Falhas que fazem a rede parecer separada sem estar. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Criar as VLANs e deixar o tráfego livre entre elas não separa nada. Peça para ver a regra que impede câmeras e visitantes de chegarem ao servidor.
Quando um programa para, a saída rápida é abrir todas as portas. O certo é descobrir qual acesso ele usa e liberar só aquele.
Se a tela de configuração do switch abre de qualquer computador, quem invadir uma máquina chega ao equipamento. A gerência pede rede própria.
Sem a lista de aparelhos, o relógio de ponto ou a maquininha de cartão param no dia seguinte e ninguém sabe por quê.
Em seis meses ninguém lembra por que uma liberação existe. Cada regra precisa de dono, motivo e data.
São três critérios para dividir a mesma rede. Empresas pequenas costumam combinar os dois primeiros.
| Critério | Exemplo de redes | Ponto fraco |
|---|---|---|
| Por setor | Financeiro, comercial, produção | Impressoras e sistemas comuns ficam no meio |
| Por tipo de aparelho | Computadores, câmeras, telefones, visitantes | Setores com dados sensíveis se misturam |
| Por risco | Dados sensíveis, uso geral, aparelhos sem atualização | Exige inventário detalhado |
Empresa com setores que não devem ver os arquivos uns dos outros, como financeiro e RH.
Impressoras e sistemas compartilhados precisam de uma regra para cada setor que os usa.
Escritório ou loja com câmeras, telefones IP e Wi-Fi de clientes. É o ponto de partida mais comum.
Dentro da rede dos computadores, o RH ainda alcança o financeiro. Às vezes vale uma rede a mais.
Clínicas e escritórios de contabilidade ou advocacia, que guardam dados pessoais de clientes.
Pede mais horas de desenho. Aparelhos antigos, sem atualização, ficam numa rede quase sem saída.
Referências que uma segmentação séria considera. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
A lei pede medidas técnicas para proteger dados pessoais contra acesso indevido, e separar a rede onde eles circulam é uma delas [CONFIRMAR na norma].
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados publicou um guia de segurança para agentes de pequeno porte [CONFIRMAR na norma].
As normas de segurança da informação trazem um controle específico de separação de redes entre grupos de usuários e sistemas [CONFIRMAR na norma].
Empresas que guardam ou processam dados de cartão em sistema próprio podem precisar isolar esse ambiente do resto da rede [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens em mãos, o inventário anda mais rápido e a proposta sai mais precisa.
Programas usados por setor, onde rodam e se dependem de servidor local ou da nuvem.
Marca e modelo de switches, firewall e pontos de acesso, para saber o que aceita VLAN.
Contador externo, suporte do sistema de gestão e fornecedores que acessam a rede de fora.
Porque cada regra entre redes tem motivo escrito e a divisão fica documentada em nome da sua empresa. Seis compromissos que valem para toda segmentação.
Quem levanta os aparelhos é quem escreve as regras. A tabela de acessos não passa por intermediário.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes corporativas]
O gestor entende quem acessa o quê sem precisar saber o que é VLAN, e aprova antes da mudança.
A tabela faz parte da proposta
Backup das configurações antes de cada rede separada, para desfazer em minutos se um sistema parar.
Plano de volta escrito para cada janela
A troca de equipamento só entra quando o atual não aceita VLAN ou não aguenta as regras.
Nenhuma marca indicada por comissão
O acesso de administrador a switches e firewall fica em nome da empresa, não de quem instalou.
Entregue no fim de toda segmentação
Inventário e janelas acompanhados no local, com ajustes finos feitos depois por acesso remoto seguro.
[PREENCHER: empresas atendidas na região]
A segmentação é feita com visita presencial no litoral de Santa Catarina. Filiais em outras cidades recebem o mesmo desenho por acesso remoto seguro.
Inventário dos aparelhos, etiqueta nas portas e janelas de mudança acompanhadas na empresa. Conheça a empresa de rede corporativa em Balneário Camboriú. [CONFIRMAR área de atendimento]
Switches e firewall das unidades configurados à distância, com alguém da filial ajudando a identificar as portas. [CONFIRMAR]
Perguntas que gestores e responsáveis de TI fazem antes de separar a rede. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
O preço muda com o número de redes, de switches e de unidades, e com o que pode ser aproveitado. A faixa para uma empresa com até três switches é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do inventário.
Só os que não aceitam VLAN, como switches domésticos ou não gerenciáveis. Os demais recebem a configuração nova, e o inventário diz quais são quais antes de qualquer compra.
Não, quando o firewall tem folga para as regras. Em geral a rede fica mais rápida, porque o tráfego de difusão de cada grupo deixa de chegar a todos os aparelhos.
Não. Cada rede é separada numa janela fora do expediente, com backup antes, e os usuários testam no dia seguinte. Se um sistema não responder, a configuração anterior volta.
Depende do número de redes e de janelas que a empresa libera. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta.
A lei pede medidas de segurança proporcionais aos dados tratados, sem listar tecnologias [CONFIRMAR na norma]. Separar a rede onde circulam dados pessoais é uma das medidas mais usadas para atender a esse ponto.
Uma empresa com dez computadores já ganha com três redes: equipe, visitantes e aparelhos como câmeras e impressoras. O trabalho é menor, mas a lógica é a mesma.
Não. O antivírus protege cada computador; a segmentação limita até onde um problema chega quando a proteção falha. As duas coisas se completam.
Peça a tabela de acessos antes da proposta final, pergunte como as regras ficam registradas e quem fica com as senhas. O guia acima traz os erros que mais aparecem.
Sim, por acesso remoto seguro, depois que a matriz está separada [CONFIRMAR]. Quando as unidades ainda não se falam, o primeiro passo é a interligação de filiais.
Três serviços que usam as redes separadas como base. Cada um cuida de um tipo de aparelho ou de usuário.
Câmeras em rede própria, com banda, energia e armazenamento calculados.
Ver a rede para CFTV
Ramais pela rede, com prioridade para a voz e rede própria para os telefones.
Ver a implantação de telefonia IP
Internet para clientes e visitantes sem nenhum acesso à rede interna.
Ver o Wi-Fi para visitantesTrês guias para entender o que a separação muda por dentro da rede.
Como achar o que deixa a rede da empresa lenta em certos horários.
Como várias redes separadas passam pelo mesmo cabo entre switches.
Como impedir que um aparelho distribua endereços falsos dentro da rede.
Orçamento
Diga quantos aparelhos a rede tem e se os switches aceitam VLAN. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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