Um link lota, o outro sobra
No horário de pico, uma operadora bate no limite enquanto a outra fica pela metade.
BGP · Provedores
O tráfego do provedor dividido entre os links pela regra do seu negócio, com meta escrita e gráfico de antes e depois de cada ajuste.
Engenharia de tráfego BGP é decidir, com regras de roteamento, por qual link cada parte do tráfego do provedor sai e por qual ela entra. É para quem tem um link lotado no pico e outro com folga, ou paga mais caro pelo que carrega mais. O resultado é a carga dividida pela meta que você definiu, medida em gráfico.
É trocar a escolha automática do protocolo pela escolha do provedor, destino por destino. Começa medindo o tráfego e termina com regras que você entende e pode revisar.
Sozinho, o BGP prefere o caminho que passa por menos redes. Ele não sabe quanto custa cada link, qual está cheio nem qual contrato tem volume mínimo a cumprir.
A saída é decidida pelo seu roteador, então se controla com precisão. A entrada é decidida pelas outras redes, que olham o caminho até o seu ASN; por isso só se influencia, com sinais nos seus anúncios.
O ajuste mais eficaz costuma ser tirar tráfego do trânsito, levando conteúdo pelo IX.br e por caches. O trabalho se divide em quatro frentes:
A preferência local diz ao roteador qual operadora usar para cada destino. É a ferramenta mais previsível e vale só dentro da sua rede.
Prepend, communities das operadoras e anúncios mais específicos mudam o que as outras redes veem. O efeito é real, mas aproximado.
Redes presentes no ponto de troca e caches dentro do provedor deixam de passar pelo link pago. O que sobra é dividido entre as operadoras.
NetFlow, sFlow ou IPFIX mostram quais redes pesam mais e por onde cada uma passa. Sem isso, o ajuste vira tentativa.
Seis sinais mostram que o tráfego segue o padrão do protocolo e não a sua regra. Todos aparecem nos gráficos da borda.
No horário de pico, uma operadora bate no limite enquanto a outra fica pela metade.
O caminho mais curto para a maior parte do tráfego passa justamente pela operadora que cobra mais por mega.
O contrato cobra um mínimo todo mês, e o tráfego não chega nele porque vai para o outro link.
Jogos ou serviços específicos saem por uma operadora com caminho longo. A rota existe mais curta pela outra.
Rota assimétrica deixa a análise confusa e pode atrapalhar filtros de origem e o diagnóstico de lentidão.
Saber quanto vai para cada destino e por qual link muda a conversa com a operadora.
São cinco etapas, e a primeira é medir, não configurar. Cada ajuste tem uma meta e um gráfico para provar o resultado.
Tráfego por link, por destino e por horário, com os fluxos exportados pela borda ou pelos contadores.
Prazo: [PREENCHER]
O que você quer mudar, em número, como tirar uma fatia do pico do link de maior custo.
Prazo: [PREENCHER]
Um ajuste por vez, começando pela saída, com backup e roteiro para desfazer.
Duração da janela: [PREENCHER]
Alguns dias de gráfico para ver o efeito real, porque a entrada muda conforme as outras redes reagem.
Prazo: [PREENCHER]
O que mudou, o resultado medido contra a meta e a data sugerida para revisar de novo.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre o estudo do tráfego, os ajustes de saída e de entrada e a medição do resultado. O que monta infraestrutura nova tem página própria.
O preço depende de quantos links entram, de como está a medição e de quantas metas o projeto persegue. Pode ser projeto pontual ou parte da gestão mensal.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de saídas | Cada operadora, IX.br e cache é mais uma variável na divisão | Duas operadoras, IX.br e dois caches |
| Medição existente | Sem fluxos exportados, o estudo começa com dados mais pobres | Borda que só tem gráfico por interface |
| Número de metas | Cada meta pede ajuste, observação e conferência próprios | Aliviar um link e baixar o ping de jogos |
| IPv6 junto | O tráfego IPv6 tem caminhos próprios e precisa de regra separada | Assinantes com IPv6 ativo em toda a base |
| Pontual ou contínuo | O tráfego muda com o tempo; a revisão periódica tem outro formato | Projeto único ou revisão a cada trimestre |
Faixa de preço para um provedor com duas operadoras: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Quem quer o ajuste revisto todo mês pode incluir o serviço na gestão de BGP.
Confira o que cada ferramenta consegue fazer, os erros que desfazem o ajuste e os números que o projeto deve medir. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Cada ferramenta age num sentido e com uma precisão diferente. Um bom projeto combina, e não escolhe uma só.
| Ferramenta | Sentido | Precisão |
|---|---|---|
| Preferência local | Saída | Alta |
| AS-path prepend | Entrada | Baixa a média |
| Communities da operadora | Entrada | Média a alta |
| Anúncio mais específico | Entrada | Alta, com custo na tabela global |
O roteador escolhe a operadora para cada grupo de destinos, antes de olhar o tamanho do caminho.
Só decide a saída. Não muda nada no caminho que o tráfego faz para chegar até você.
Repete o seu ASN no anúncio para uma operadora, e o caminho por ela parece mais longo.
Redes que usam preferência local ignoram o tamanho do caminho, e o efeito para de crescer depois de poucas repetições.
Marca o anúncio para a operadora fazer prepend ou deixar de anunciar para certos vizinhos.
Cada operadora tem a sua lista e as suas regras. Precisa da documentação de cada uma.
Divide um bloco e anuncia cada pedaço por um link, porque a rota mais específica sempre vence.
Não passa de /24 em IPv4 e /48 em IPv6 na maior parte das redes [CONFIRMAR com cada operadora].
Quatro falhas que fazem o ajuste não aparecer no gráfico, ou aparecer e quebrar outra coisa.
O link lota no pico, e a média esconde isso. A medição precisa olhar o horário cheio e, se o contrato for por percentil, o mesmo percentil.
Pedaço de bloco anunciado sem ROA que o cubra fica inválido para quem valida RPKI. Veja a implantação de RPKI.
Mudar saída, prepend e communities juntos impede saber o que funcionou. O efeito de cada um precisa de alguns dias de gráfico.
O tráfego IPv6 faz caminhos próprios. Regra só no IPv4 deixa uma parte crescente da carga no padrão do protocolo.
Critérios para cobrar no relatório. Sem eles, não dá para dizer se o ajuste deu certo.
Muitos contratos de trânsito cobram pelo percentil 95 do mês [CONFIRMAR no seu contrato]. Meça o ajuste pela mesma régua da cobrança.
Link acima de 80% no pico pode perder pacotes em rajadas que o gráfico de 5 minutos não mostra. Use esse número como alerta para ajustar ou comprar capacidade.
Poucas redes de conteúdo costumam somar a maior parte do tráfego. Mover uma delas muda mais que dezenas de regras pequenas.
Porque cada ajuste nasce de uma medição e termina num gráfico que prova o efeito. Seis compromissos de todo projeto.
Você aprova por escrito o que o ajuste precisa entregar, em número, antes da primeira janela.
Meta registrada na proposta
O relatório mostra o mesmo horário antes e depois do ajuste, por link e por destino.
Gráficos entregues no relatório
Cada mudança tem tempo de observação próprio, para o efeito não se misturar com o de outra.
Registro de cada ajuste com data e motivo
Se nenhum ajuste resolve, o estudo diz quanto falta e em qual link, com os números da sua borda.
Estudo de tráfego entregue por escrito
A recomendação de equipamento, se surgir, sai da medição e não de parceria com fabricante.
Nenhuma marca indicada por comissão
Quem lê os fluxos é quem escreve as regras e acompanha o efeito nos dias seguintes.
[PREENCHER: anos de experiência com BGP da equipe]
A engenharia de tráfego é feita à distância para provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina, há visita ao POP quando o estudo pede mudança física.
Medição, ajustes e relatório por acesso remoto registrado, com os gráficos compartilhados com a sua equipe.
Para instalar coletor de fluxos, trocar porta ou acompanhar uma janela no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
Perguntas de quem quer dividir melhor a carga entre os links. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
É usar as regras do BGP para escolher por qual operadora cada destino sai e influenciar por qual ele entra, em vez de deixar o protocolo decidir sozinho pelo caminho mais curto.
A saída se divide com preferência local por grupo de destinos. A entrada se orienta com prepend, communities e anúncios mais específicos. A divisão nunca fica exata, e por isso é medida e revista.
É repetir o seu ASN no anúncio enviado a uma operadora, para o caminho por ela parecer mais longo. Funciona com redes que comparam o tamanho do caminho e perde força depois de poucas repetições.
Cada operadora publica a lista das marcas que aceita, como prepend ou não anúncio para certos vizinhos. Você marca o anúncio e ela aplica. O guia de configuração de communities BGP mostra exemplos.
Resolve quando há folga em outro caminho. Se todos os links estão no limite, o problema é capacidade, e o estudo mostra quanto contratar e onde.
Depende do número de saídas, da medição que já existe e das metas. A faixa para duas operadoras é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da medição inicial.
Ajuste de saída aparece logo depois da janela. Ajuste de entrada depende de as outras redes recalcularem, e o efeito se firma em alguns dias.
Não é obrigatório, mas ajuda muito. Sem fluxos, o estudo usa contadores e looking glass. Se quiser a coleta, veja a análise de fluxos com NetFlow.
O BGP multihoming monta as sessões e a troca automática entre os links. A engenharia de tráfego vem depois e decide quanto cada link leva em dia normal.
Sim. Assinantes mudam de hábito, redes de conteúdo mudam de caminho e operadoras mudam acordos. Uma revisão periódica mantém a divisão perto da meta.
Três serviços que mexem no mesmo tráfego por outros caminhos. Juntos, aliviam o trânsito e encurtam rotas.
Duas ou mais operadoras anunciando os seus blocos, com troca testada.
Ver a configuração de BGP multihoming
Caminhos mais curtos para os destinos com mais reclamação de ping.
Ver a redução de latência
Tráfego trocado direto com as redes do ponto, fora do trânsito.
Ver a conexão ao IX.brTrês guias para entender o que o estudo de tráfego vai mostrar.
Como descobrir o que lota o link de trânsito no pico.
Quando a rota que volta por outra operadora vale ser corrigida.
Exemplos de communities para orientar a entrada do tráfego.
Orçamento
Diga o que incomoda nos links e como você mede o tráfego hoje. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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