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Blog · Guias técnicos

Blog de engenharia de redes: página 3 de 30

Guias da página 3

  • Fibra óptica e GPON

    Projeto de rede com splitter desbalanceado: guia prático para provedores

    Projeto de rede com splitter desbalanceado: é o desenho em que cada caixa tira uma pequena fração do sinal e deixa o restante seguir pela mesma fibra até a caixa seguinte. Serve para ruas longas, estradas e áreas rurais com casas espalhadas, e exige calcular a potência caixa por caixa.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de communities BGP: guia prático para provedores

    Configuração de communities BGP: é o trabalho de marcar cada rota com etiquetas que o seu roteador e os das outras redes sabem ler. Com elas o provedor registra de onde veio cada rota, pede ao trânsito prepend ou não anúncio em certos lugares e aciona o descarte do tráfego de um ataque.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de FlowSpec: guia prático para provedores

    Configuração de FlowSpec: é preparar a rede para distribuir por BGP regras de filtro que descartam ou limitam só o tráfego de ataque, sem derrubar todo o tráfego do IP atacado. O provedor gera a regra num detector ou num servidor, e os roteadores de borda aplicam o filtro assim que recebem o anúncio.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de iBGP: guia prático para provedores

    Configuração de iBGP: é montar as sessões que levam as rotas externas e os blocos de clientes entre os roteadores do próprio provedor, como bordas, núcleo e concentradores. As sessões usam os loopbacks, as bordas aplicam next-hop-self e o protocolo interno carrega só os loopbacks e enlaces que sustentam essas sessões.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de IS-IS: guia prático para provedores

    Configuração de IS-IS: é montar o roteamento interno do provedor com um protocolo só para IPv4 e IPv6, em nível 2 apenas, com métricas largas e enlaces ponto a ponto. Ele cumpre o mesmo papel do OSPF, que é carregar loopbacks e enlaces, e costuma ser escolhido por redes que querem crescer sem trocar de protocolo depois.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de OSPF: guia prático para provedores

    Configuração de OSPF: num provedor, ela serve para uma coisa só, que é fazer cada roteador alcançar o loopback e os enlaces de todos os outros. Rotas de clientes e da internet ficam no BGP, e o OSPF carrega pouco, converge rápido e sustenta as sessões iBGP.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de prefix-lists: guia prático para provedores

    Configuração de prefix-lists: é definir quais prefixos o provedor anuncia e quais aceita em cada sessão BGP. O mínimo é filtrar a saída para anunciar só os seus blocos e os dos clientes, e filtrar a entrada para recusar prefixos reservados, longos demais ou que não pertencem a quem anuncia.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Criação de ROAs: guia prático para provedores

    Criação de ROAs: é registrar, no portal de quem alocou o bloco, qual ASN pode anunciar cada prefixo do provedor e até que tamanho. No Brasil isso é feito no Registro.br, com o RPKI no modo hospedado, e leva poucos minutos por prefixo quando o inventário dos anúncios já está pronto.

    13 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Implantação de route reflector: guia prático para provedores

    Implantação de route reflector: é trocar a malha completa de iBGP por dois refletores que recebem as rotas de todos os roteadores e repassam a cada um. Cada roteador passa a precisar de só duas sessões internas, e a migração pode ser feita sem parar a rede, um roteador por vez.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Análise de rotas assimétricas: guia prático para provedores

    Análise de rotas assimétricas: é descobrir quando o tráfego sai por um caminho e volta por outro, e se isso está causando problema. Assimetria é normal na internet, mas quebra firewalls, CGNAT e filtros de origem quando acontece dentro da rede do provedor.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Validação de origem de rotas: guia prático para provedores

    Validação de origem de rotas: é o roteador de borda conferir cada rota recebida contra os ROAs publicados no RPKI e descartar as inválidas. O provedor instala um ou dois validadores, liga os roteadores a eles e aplica a política de recusar o que vier com origem errada.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de SLAAC: guia prático para provedores

    Configuração de SLAAC: é ajustar o anúncio de roteador para que cada equipamento monte sozinho o próprio endereço IPv6 a partir de um prefixo /64, sem servidor entregando endereço. No provedor, o SLAAC costuma cuidar da WAN do roteador do assinante, enquanto a rede da casa recebe um bloco maior por DHCPv6-PD.

    11 min de leitura

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