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Blog · Guias técnicos

Blog de engenharia de redes: página 4 de 30

Guias da página 4

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de DHCPv6 com prefix delegation: guia prático para provedores

    Implantação de DHCPv6 com prefix delegation: é configurar o concentrador para entregar a cada assinante um bloco IPv6 próprio, quase sempre um /56, que o roteador da casa divide em redes /64. O bloco sai de um pool local ou do servidor de autenticação, e o provedor guarda qual bloco ficou com qual cliente.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de 464XLAT: guia prático para provedores

    Implantação de 464XLAT: é montar uma tradução dupla para oferecer acesso só em IPv6 sem quebrar aplicativos que ainda falam IPv4. O celular ou o roteador do cliente converte o IPv4 em IPv6 (CLAT), e o provedor converte de volta para IPv4 na saída para a internet (PLAT, que é um NAT64).

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de DS-Lite: guia prático para provedores

    Implantação de DS-Lite: é deixar a rede de acesso só em IPv6 e levar o IPv4 do assinante dentro de um túnel até um equipamento central do provedor, o AFTR, que faz o NAT. O roteador do cliente precisa da função B4, e todo o IPv4 compartilhado da rede passa a morar num único ponto.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de MAP-T: guia prático para provedores

    Implantação de MAP-T: é dividir endereços IPv4 entre assinantes sem guardar estado no provedor, entregando a cada roteador um IPv4 compartilhado e uma faixa fixa de portas calculados a partir do prefixo IPv6 dele. A tradução acontece no roteador do cliente, e o equipamento de borda só converte os pacotes, sem tabela de sessões.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Implantação de NAT64: guia prático para provedores

    Implantação de NAT64: é montar no provedor um tradutor que deixa o cliente só com IPv6 alcançar sites que ainda existem apenas em IPv4. O DNS64 inventa um endereço IPv6 para cada destino IPv4, e o NAT64 converte esse tráfego na saída, dividindo poucos IPv4 públicos entre muitos assinantes.

    11 min de leitura

  • Segurança de redes

    Configuração de RTBH: guia prático para provedores

    Configuração de RTBH: é o ajuste da borda BGP para descartar todo o tráfego destinado a um IP atacado, anunciando esse IP com uma community de blackhole. O descarte pode acontecer no seu roteador de borda ou dentro da operadora, e só no segundo caso o ataque deixa de encher o seu link de trânsito.

    12 min de leitura

  • Segurança de redes

    Implantação de IPFIX: guia prático para provedores

    Implantação de IPFIX: é a configuração que faz os roteadores enviarem a um coletor um resumo de cada conversa da rede, com origem, destino, portas e volume. Com isso o provedor vê quem consome o link, detecta ataques e planeja capacidade com dados reais, sem copiar o tráfego inteiro.

    10 min de leitura

  • Segurança de redes

    Implantação de sFlow: guia prático para provedores

    Implantação de sFlow: é a configuração que faz switches e roteadores enviarem a um coletor uma amostra dos pacotes, por exemplo 1 a cada 4.096, junto com os contadores das interfaces. É leve para o equipamento, funciona em quase todo switch e mostra em segundos quem está usando a rede ou atacando um IP.

    10 min de leitura

  • NOC e automação

    Análise preditiva de falhas: guia prático para provedores

    Análise preditiva de falhas: é usar a tendência das métricas que a rede já coleta para avisar dias antes que algo pare, como potência óptica caindo, link chegando ao teto ou disco enchendo. Em vez de saber da falha pelo assinante, o NOC recebe um aviso com data provável e agenda a correção dentro do horário comercial.

    12 min de leitura

  • NOC e automação

    Implantação de Prometheus: guia prático para provedores

    Implantação de Prometheus: é montar o conjunto que coleta métricas de roteadores, OLTs e servidores do provedor, guarda o histórico e dispara alertas a partir de regras escritas pela equipe. Com o snmp_exporter, os equipamentos de rede entram sem agente instalado, e o Grafana mostra os painéis que o NOC acompanha.

    11 min de leitura

  • Fibra óptica e GPON

    Análise de laudos de OTDR: guia prático para provedores

    Análise de laudos de OTDR: é ler o gráfico e a tabela de eventos do teste para saber onde estão as emendas, os conectores, as curvas e as quebras de uma fibra, e quanto cada ponto perde. Um laudo bem lido aponta o problema no metro certo antes de a equipe sair para a rua.

    11 min de leitura

  • Fibra óptica e GPON

    Coexistência de GPON com XGS-PON: guia prático para provedores

    Coexistência de GPON com XGS-PON: é rodar as duas tecnologias na mesma fibra e nos mesmos splitters, cada uma no seu comprimento de onda. Assim o provedor troca a ONU só de quem contrata plano mais alto, sem refazer a rede externa.

    10 min de leitura

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