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Blog · Guias técnicos

Blog de engenharia de redes: página 8 de 30

Guias da página 8

  • BGP e roteamento

    O que é BGP e OSPF: a diferença explicada para provedores

    O que é BGP e OSPF: são os dois protocolos de roteamento que sustentam a rede de um provedor, cada um num lado da fronteira. O OSPF faz os roteadores da casa se enxergarem e acharem o caminho interno, e o BGP troca rotas com as redes de fora, como trânsitos, IX.br e caches.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como configurar CGNAT no MikroTik: passo a passo para provedores

    Como configurar CGNAT no MikroTik: decida antes a proporção de clientes por IP público e as portas de cada um; depois configure, nesta ordem, a faixa 100.64.0.0/10 e o perfil PPPoE, as regras de NAT geradas por script, as exceções e os tempos de conexão, o relógio e o registro das sessões. Só então migre um grupo pequeno e confira os contadores antes de levar a base inteira.

    13 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como funciona CGNAT: o caminho do pacote explicado para provedores

    Como funciona CGNAT: o equipamento do provedor troca o endereço interno de cada assinante, da faixa 100.64.0.0/10, por um IP público compartilhado e uma porta própria, e guarda essa troca numa tabela para devolver a resposta à casa certa. Assim dezenas de assinantes navegam com um único IPv4 público, e cada conexão fica separada pela porta.

    13 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    IPv6 tem CGNAT? O que muda na rede do provedor, explicado

    IPv6 tem CGNAT? Não: no IPv6 cada casa recebe um prefixo próprio, com endereços de sobra, e nenhum assinante divide endereço com outro. O CGNAT continua existindo só para o tráfego que ainda sai em IPv4, e fica tanto mais leve quanto mais tráfego o provedor consegue levar pelo IPv6.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    O que é IPv6 e para que serve: explicação para provedores

    O que é IPv6 e para que serve: é a versão 6 do protocolo da internet, com endereços de 128 bits que não acabam, e serve para o provedor dar endereço próprio a cada assinante e crescer sem depender de IPv4 novo. Numa rede dual stack, separar para que serve o que é IPv6 e o que ainda depende do IPv4 é o primeiro passo para aliviar o CGNAT.

    12 min de leitura

  • Segurança de redes

    Como identificar DDoS: sinais, medição e passo a passo para provedores

    Como identificar DDoS: compare o tráfego de agora com a linha de base da sua borda e procure três marcas juntas, que são subida brusca, destino concentrado e protocolo fora do padrão. A confirmação vem dos fluxos exportados pelo roteador, como NetFlow, sFlow ou IPFIX, que mostram alvo, vetor e tamanho do ataque enquanto ele acontece.

    13 min de leitura

  • Segurança de redes

    Como mitigar DDoS: passo a passo da contenção para provedores

    Como mitigar DDoS: escolha a contenção pelo tamanho e pelo vetor do ataque, aplique-a o mais longe possível do seu link e suba de camada só quando a anterior não bastar. A escada vai do filtro na borda à regra FlowSpec, ao blackhole na operadora e ao desvio para limpeza, e cada degrau cobra um preço diferente do assinante atacado.

    14 min de leitura

  • Segurança de redes

    DDoS, como evitar e como se proteger: guia para provedores

    DDoS como evitar: o ataque em si não se evita, porque quem escolhe o alvo é o atacante; o que se evita é que ele derrube a rede. Isso se faz com preparação permanente, que junta contenção combinada com as operadoras, folga de capacidade, equipamentos fechados e uma equipe que já ensaiou o que fazer.

    12 min de leitura

  • Segurança de redes

    O que é anti-DDoS: as camadas de proteção explicadas para provedores

    O que é anti DDoS: é o conjunto de detecção e contenção que mantém a rede atendendo enquanto um ataque de negação de serviço acontece. Em provedor, não é um aparelho único, e sim camadas que vão da operadora de trânsito à borda, cada uma comprada ou configurada de um jeito diferente.

    10 min de leitura

  • NOC e automação

    O que é NOC telecom: como funciona a operação de rede para provedores

    O que é NOC telecom: é o centro de operações de rede de uma operadora ou provedor, formado por pessoas, ferramentas e roteiros que acompanham a rede, tratam os alertas e registram cada incidente. A sigla vem do inglês Network Operations Center, e no provedor o NOC é quem percebe a falha antes de o assinante ligar.

    12 min de leitura

  • NOC e automação

    O que é NOC terceirizado: como funciona o modelo para provedores

    O que é NOC terceirizado: é a operação de rede feita por uma empresa externa, que acompanha os equipamentos do provedor à distância, trata os alertas por roteiros combinados e chama a equipe da casa quando o caso pede. O provedor continua dono da rede e das decisões, e o que ele contrata é gente olhando e reagindo.

    10 min de leitura

  • NOC e automação

    Quanto custa NOC terceirizado: o que define o preço para provedores

    Quanto custa NOC terceirizado depende de quantos equipamentos serão acompanhados, do horário de cobertura, do que o NOC faz depois do alerta e de quem fornece a ferramenta. O valor sai de uma proposta feita sobre o inventário da rede, e o jeito seguro de avaliá-lo é comparar com o custo de ter a mesma cobertura com equipe própria.

    10 min de leitura

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