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Blog · Guias técnicos

Blog de engenharia de redes: página 6 de 30

Guias da página 6

  • BGP e roteamento

    Configuração de VRRP: guia prático para provedores

    Configuração de VRRP: é fazer dois roteadores dividirem um mesmo endereço de gateway, de modo que, se o principal cair, o reserva assume em poucos segundos. Os equipamentos atrás deles continuam usando o mesmo gateway e nem percebem a troca.

    11 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Configuração de sessões com route servers: guia prático para provedores

    Configuração de sessões com route servers: é ligar o roteador do provedor aos servidores de rotas do ponto de troca de tráfego, que distribuem as rotas de todos os participantes de uma vez. São duas sessões, uma com cada servidor, com filtro de saída para os seus blocos, limite de prefixos na entrada e um ajuste para o servidor não aparecer no caminho.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de DHCP option 82: guia prático para provedores

    Configuração de DHCP option 82: é ativar no switch ou na OLT a inserção, em cada pedido de IP, de um dado que diz onde o cliente está ligado, como equipamento, placa e porta. Com isso, o servidor identifica o assinante pelo lugar físico, e não pelo endereço MAC, que muda quando o roteador é trocado.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de filas de tráfego: guia prático para provedores

    Configuração de filas de tráfego: é definir como o concentrador segura a velocidade de cada assinante no limite do plano e o que faz com os pacotes que passam desse limite. Com o tipo certo de fila, jogo e chamada de vídeo seguem estáveis mesmo quando alguém baixa um arquivo pesado na mesma conexão.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de NAT determinístico: guia prático para provedores

    Configuração de NAT determinístico: é programar o CGNAT para que cada endereço interno use sempre o mesmo IP público e a mesma faixa de portas, calculados por uma fórmula. Com a fórmula guardada, o provedor descobre quem usava um IP e uma porta em qualquer data sem manter uma linha de registro por conexão.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Configuração de port block allocation: guia prático para provedores

    Configuração de port block allocation: é fazer o CGNAT entregar portas ao assinante em lotes, e anotar no log só o momento em que cada lote é entregue e devolvido. O volume de registro cai para uma fração do log por conexão, e quem precisa de mais portas recebe outro lote na hora.

    10 min de leitura

  • Segurança de redes

    Implantação de TACACS: guia prático para provedores

    Implantação de TACACS+: é centralizar o login de roteadores, switches e OLTs num servidor, com usuário próprio para cada pessoa da equipe. O mesmo servidor decide quais comandos cada um pode rodar e guarda tudo o que foi digitado, com usuário e horário.

    10 min de leitura

  • NOC e automação

    Gestão de problemas: guia prático para provedores

    Gestão de problemas: é o trabalho de achar e eliminar a causa das falhas que se repetem, em vez de só resolver cada queda quando ela acontece. No NOC do provedor, o incidente é a queda de hoje, e o problema é o motivo de ela voltar toda semana.

    10 min de leitura

  • NOC e automação

    Inteligência artificial na operação de rede: guia prático para provedores

    Inteligência artificial na operação de rede: é o uso de modelos de linguagem para ajudar o NOC a resumir alarmes, achar o procedimento certo e rascunhar registros de incidente. Ela funciona bem como apoio ao operador e mal como substituta, porque decisões que mudam a rede continuam com pessoas.

    11 min de leitura

  • NOC e automação

    Implantação de ITIL na operação: guia prático para provedores

    Implantação de ITIL na operação: é adotar, no tamanho da equipe, algumas práticas do ITIL que organizam o dia a dia do provedor, como incidentes, mudanças, problemas e conhecimento. Não é preciso implantar o livro inteiro: quatro ou cinco práticas bem escolhidas resolvem a maior parte da desordem da operação.

    10 min de leitura

  • NOC e automação

    Rede como código: guia prático para provedores

    Rede como código: é guardar a configuração da rede em arquivos versionados, gerados a partir de modelos e dados, e aplicar as mudanças por ferramenta, não digitando comando por comando em cada equipamento. Toda alteração fica registrada, pode ser revisada antes e desfeita depois.

    11 min de leitura

  • Diagnóstico e emergência

    O que é suporte N3: o Especialista do núcleo da rede para provedores

    O que é suporte N3: é o nível mais alto do atendimento técnico, ocupado por um Especialista que resolve as falhas do núcleo da rede e descobre por que elas aconteceram. No provedor, ele entra quando o problema atinge muitos assinantes de uma vez ou quando o técnico da casa já testou tudo o que sabia.

    14 min de leitura

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