Escolhendo entre duas cidades
A cidade maior pode ter três provedores em fibra; a menor, nenhum. O tamanho sozinho engana.
Expansão · Provedores
Quem vende internet na cidade que você avalia, com que tecnologia, em quais bairros e por quanto, cruzado com o que a rua mostra nos postes.
Mapeamento de concorrência por cidade é o levantamento de quem já atende a área que você quer entrar: tamanho de cada provedor, tecnologia usada, bairros cobertos e preços praticados. É para o provedor que escolhe entre cidades ou precisa definir onde começar a rede e com que oferta. O resultado é um mapa dos bairros com espaço real para um provedor novo e dos que já estão disputados.
É juntar dados públicos de acessos, ofertas publicadas e observação em campo num mapa só. Os números dizem o tamanho de cada concorrente; a rua diz onde ele realmente está.
Os dados públicos de acessos de banda larga fixa mostram quantos clientes cada provedor declara no município e em que tecnologia, inclusive quantos já estão em FTTH [CONFIRMAR fonte e data dos dados]. Eles não mostram bairro nem rua, e por isso o mapeamento não para neles.
O mapa entra na viabilidade técnica, que decide por onde a rede chega, e na conta de adesão, que decide se a cidade se paga. Sem ele, a adesão vira palpite otimista.
O resultado vira premissa do business case e ajuda a escolher a ordem dos bairros na obra de fibra. O mapeamento tem quatro camadas:
Acessos declarados por provedor e por tecnologia no município, com a evolução dos últimos meses. Mostra quem cresce, quem encolhe e quanto ainda há em cabo metálico ou rádio.
Planos, velocidades, taxa de instalação, fidelidade e combos de cada concorrente, coletados nos canais públicos de venda e registrados com data.
Caixas identificadas, cabos de cada provedor e ruas sem fibra nenhuma. É a camada que transforma o número do município em mapa de bairro.
Número de domicílios por setor censitário e loteamentos novos, para calcular quantas casas cada bairro tem e quantas já assinam alguém [CONFIRMAR edição do Censo usada].
Seis situações pedem o mapa antes de definir área, preço e ordem da obra. Se uma delas é a sua, a decisão está apoiada em impressão de quem passou pela cidade.
A cidade maior pode ter três provedores em fibra; a menor, nenhum. O tamanho sozinho engana.
Começar onde a concorrência é fraca acelera a adesão e paga a obra dos bairros seguintes.
Sem saber o preço e a velocidade de quem já está lá, o plano nasce caro demais ou sem margem.
A cidade nova não decolou. O mapa mostra se havia um concorrente local que ninguém contou.
Áreas novas sem rede costumam ter adesão rápida para quem chega primeiro. Saber a tempo faz diferença.
Antes de negociar a compra de um concorrente, vale saber a fatia real dele e onde está a rede.
São quatro etapas, dos dados públicos ao mapa final. A visita confirma ou corrige o que os números sugerem.
Acessos por provedor e tecnologia no município, evolução recente e domicílios por setor censitário, tudo com fonte e data registradas.
Prazo: [PREENCHER]
Planos, preços e condições de cada concorrente nos canais públicos de venda, com print e data de cada consulta.
Prazo: [PREENCHER]
Rede nos postes das ruas principais, caixas identificadas e bairros sem fibra, com foto e coordenada.
Prazo: [PREENCHER]
KMZ com a presença de cada provedor por bairro, tabela de ofertas e a lista de bairros recomendados para começar.
Prazo: [PREENCHER]
O mapeamento cobre concorrentes, ofertas, presença por bairro e domicílios da área avaliada. A conta de retorno e o projeto da rede têm páginas próprias, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende do número de cidades, do tamanho de cada uma e de haver conferência em campo. O valor exato sai por escrito depois da conversa inicial.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de cidades | Cada cidade tem os seus provedores, ofertas e bairros | Uma cidade contra três candidatas |
| Tamanho da cidade | Mais bairros para conferir e mais concorrentes para listar | Cidade de 20 mil contra 150 mil habitantes |
| Conferência em campo | Dias de rua e deslocamento entram no valor | Cidade no litoral de SC contra estudo só remoto |
| Nível de detalhe | Presença por rua leva mais tempo que por bairro | Mapa por setor censitário contra mapa por região |
| Junto com outros estudos | Visita e dados são aproveitados na viabilidade | Mapeamento feito na mesma visita da viabilidade técnica |
Faixa de preço para uma cidade, com conferência em campo: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Quando o mapeamento é contratado junto da viabilidade, a mesma visita serve aos dois estudos.
Confira os limites dos dados públicos, os sinais que o mapa precisa medir e as perguntas para o fornecedor. Esta seção serve para avaliar qualquer mapeamento, inclusive um feito pela sua equipe.
Falhas que levam a uma adesão prevista que a cidade não entrega.
O número total de acessos não mostra em quais bairros cada provedor está. Dois provedores com o mesmo tamanho podem disputar ruas diferentes.
O provedor local pequeno, com técnico conhecido no bairro, costuma ser o rival mais duro. Ele precisa estar no mapa.
Os dados públicos têm defasagem de alguns meses em relação à publicação [CONFIRMAR prazo de atualização]. O relatório precisa dizer a data de cada número.
Mensalidade baixa com fidelidade longa e taxa de instalação alta não é a mesma oferta. A tabela compara o custo total para o assinante.
Cada sinal indica espaço para um provedor novo, ou a falta dele.
Acessos estimados no bairro divididos pelos domicílios do setor censitário.
Penetração baixa com renda compatível indica demanda reprimida; alta indica disputa por troca de provedor.
Parcela dos acessos do município em cabo metálico, coaxial ou rádio.
Clientes nessas tecnologias costumam trocar quando a fibra chega à rua deles.
Quando um provedor tem a maior parte dos acessos, a entrada exige diferencial claro. Mercados divididos entre vários pequenos costumam aceitar um novo com mais facilidade.
O mapeamento usa só informação pública ou observável da rua.
Os provedores declaram acessos à Anatel, que publica os números por município e prestadora [CONFIRMAR na norma]. Veja a conferência de dados enviados à Anatel.
Domicílios e renda por setor censitário vêm do Censo, que tem edições e datas de divulgação diferentes por tema [CONFIRMAR edição do Censo usada].
Nenhum dado de cliente de concorrente é coletado. O estudo segue a LGPD e trabalha com números agregados [CONFIRMAR na norma].
As respostas mostram se o mapa vai até o bairro ou para no município.
Peça um exemplo. Mapa só com totais do município não ajuda a escolher onde começar a obra.
Pergunte se a conferência nos postes identifica redes locais que aparecem pouco nos dados públicos.
Sem data, você não sabe se o mapa mostra a cidade de hoje ou a de dois anos atrás.
Porque o mapa é feito por quem projeta rede e sabe ler um poste. Seis compromissos valem para todo mapeamento.
Quem confere a rua sabe identificar caixa, cabo e tecnologia de cada provedor, e não só contar fios.
[PREENCHER: anos de experiência em rede FTTH da equipe]
Dados públicos, ofertas e fotos vêm com a data da coleta, para você saber até quando o mapa vale.
Fonte e data registradas em todo relatório
As camadas de concorrência vêm num KMZ que a sua equipe usa no projeto e na venda.
KMZ entregue junto com o relatório
Redes locais entram na conta mesmo quando quase não aparecem nos números do município.
Conferência de campo nas ruas principais
Nenhum dado pessoal de cliente de concorrente é coletado ou usado.
Método descrito no relatório
O mapa vira premissa de adesão na viabilidade econômica, sem retrabalho de coleta.
[PREENCHER: cidades mapeadas até hoje]
O mapeamento é remoto para cidades de todo o Brasil, com a conferência de rua feita pela sua equipe seguindo um roteiro nosso. No litoral de Santa Catarina, a conferência é feita pela própria Táquion Tech.
Dados públicos, ofertas e mapa feitos à distância. A sua equipe fotografa os postes das ruas principais com um roteiro que diz o que registrar.
Conferência de rede nos postes e dos bairros sem fibra da cidade avaliada. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de mapear uma cidade. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Começa pelos dados públicos de acessos e domicílios, segue com a coleta de ofertas e a conferência de rede nos postes e termina num mapa por bairro. Cada número vem com fonte e data.
Vale quando você escolhe entre cidades ou precisa definir por onde começar a obra. Errar o bairro inicial atrasa a adesão e o retorno da cidade inteira.
Depende do número e do tamanho das cidades e da conferência em campo. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato vem na proposta.
O prazo típico por cidade é [PREENCHER]. Feito junto da viabilidade técnica, a mesma visita serve aos dois estudos.
Os dados públicos mostram os acessos que cada provedor declara no município. O número por bairro é uma estimativa feita com a conferência de rede e os domicílios do Censo.
Não necessariamente. Importa a tecnologia de cada um, o preço e onde estão; uma cidade com cinco provedores pode ter bairros inteiros sem fibra.
Não. As ofertas são coletadas nos canais públicos de venda, e nenhum dado pessoal é registrado.
O mapa mostra isso, e a recomendação pode ser não entrar ou entrar alugando rede de terceiros. Veja quando faz sentido o projeto de rede neutra.
Sim. O relatório é seu e não é compartilhado com outros provedores [CONFIRMAR cláusula de sigilo no contrato].
A cidade ou as cidades em avaliação, os bairros que interessam e, se tiver, a sua tabela de planos atual. Para cidades vizinhas, ajuda saber quem você já enfrenta lá.
Três serviços que usam o mapa como ponto de partida. Cada um transforma a concorrência em decisão de rede ou de investimento.
A adesão calibrada pelo mapa entra na conta de custo e retorno da cidade.
Ver o estudo de viabilidade econômica de rede
Rota, postes e POP para chegar aos bairros que o mapa apontou.
Ver o estudo de viabilidade técnica para nova cidade
Alternativa para cidades disputadas, usando ou oferecendo rede compartilhada.
Ver o projeto de rede neutraTrês guias que ajudam a ler o que o mapa mostra.
Como oferecer planos acima de 1 Gbps para se diferenciar sem trocar a fibra.
Por que a lentidão no horário de pico faz o assinante trocar de provedor.
Os envios de dados à Anatel que alimentam os números públicos de acessos.
Orçamento
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