Vai construir rede para alugar
O negócio é a infraestrutura, e a rede precisa servir a provedores que ainda nem assinaram.
Projeto FTTH · Provedores
Uma rede de fibra só, com folga para cada provedor parceiro e as regras de ativação, reparo e separação de tráfego escritas antes do primeiro cliente.
Projeto de rede neutra é desenhar uma única rede de fibra que vários provedores usam ao mesmo tempo, cada um com os seus clientes, em vez de cada um lançar o próprio cabo. É para a empresa que vai construir e alugar a rede, para um grupo de provedores que quer dividir o custo e para loteadoras e condomínios com rede própria. O resultado é uma rede com espaço para quem entrar e regras técnicas de operação definidas antes do primeiro parceiro.
É o projeto de uma rede de acesso aberta, em que o dono da infraestrutura não vende internet ao morador e os provedores pagam pelo uso. Ele cobre a rede física, a separação entre os provedores e a operação do dia a dia.
Numa rede FTTH neutra, o mesmo cabo, as mesmas caixas e o mesmo drop servem a qualquer provedor parceiro. O morador troca de provedor sem cabo novo na fachada, e o poste carrega um cabo em vez de cinco.
A separação pode ser física, com fibras ou portas GPON de cada provedor, ou lógica, com a OLT do dono da rede entregando o tráfego de cada parceiro numa VLAN própria até o ponto de interconexão.
Ninguém sabe, no início, quantos parceiros vão entrar nem quanto cada um vai vender. Por isso a rede neutra pede mais folga, e prever XGS-PON na mesma fibra dá aos parceiros a chance de vender planos acima de 1 Gbps. O projeto tem quatro partes:
Cada provedor leva a própria OLT ao ponto de interconexão e recebe fibras até os clientes dele. É o modelo de mais independência e de mais fibras no cabo.
A OLT é do dono da rede, que entrega a cada provedor o tráfego dos seus clientes separado por VLAN. O parceiro não precisa de OLT, mas depende da gerência do dono.
É onde cada provedor se liga à rede neutra. O projeto define local, capacidade, redundância e o que acontece quando um parceiro cresce além do previsto.
Quem ativa o cliente, quem vai à rua quando a fibra rompe e quem troca a ONU. Sem essas respostas escritas, a primeira falha vira disputa entre empresas.
Seis situações pedem uma rede compartilhada, e não mais uma rede própria. Se uma delas é a sua, o modelo vem antes do desenho.
O negócio é a infraestrutura, e a rede precisa servir a provedores que ainda nem assinaram.
Três redes paralelas na mesma rua custam três vezes mais e disputam os mesmos clientes.
A distribuidora nega ocupação nova, e uma rede única passa a ser o jeito de chegar à rua.
O condomínio quer que o morador escolha o provedor sem novo cabo nas áreas comuns.
Prefeitura ou consórcio financia a rede e exige que ela seja usada por vários operadores [CONFIRMAR regras do programa].
Para estimar o aluguel e o retorno, é preciso saber quanto a rede custa e quantos parceiros ela comporta.
São cinco etapas, começando pelo modelo de negócio. Sem saber quem opera o quê, o desenho técnico sai errado.
Quem é dono, quem opera, como os provedores entram e se o compartilhamento é por fibra ou por VLAN.
Prazo: [PREENCHER]
Rotas, fibras, caixas, portas e potência, com folga para os parceiros previstos e os que vierem depois.
Prazo: [PREENCHER]
Pontos de entrega, plano de VLANs e separação do tráfego de cada provedor.
Prazo: [PREENCHER]
Fluxo técnico de ativação, reparo, troca de provedor e desativação, com o papel de cada empresa.
Prazo: [PREENCHER]
KMZ, plantas, lista de materiais e caderno técnico para os provedores parceiros.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre a rede física, a separação entre provedores e as regras técnicas de operação. As condições comerciais entre as empresas ficam com elas.
O preço depende da área, do modelo de compartilhamento e de quantos parceiros a rede deve comportar. O valor exato sai por escrito, depois da conversa sobre o modelo.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Área e casas | Mais casas pedem mais caixas, portas e caminhos | Cidade de 8 mil domicílios |
| Modelo de compartilhamento | Por fibra pede cabos maiores; por VLAN pede plano lógico | Atacado por VLAN para cinco provedores |
| Parceiros previstos | Cada parceiro soma interconexão e identificação | Três no lançamento e seis em dois anos |
| Processos incluídos | Fluxo de ativação e reparo detalhado leva mais trabalho | Prazos de reparo e troca de provedor escritos |
| Rede existente convertida | Abrir uma rede própria exige reidentificar portas e clientes | Rede de um provedor com 4 mil casas |
Faixa de preço por casa coberta: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se a decisão ainda é se a rede neutra se paga, comece pelo business case de rede FTTH.
Confira os erros que travam a entrada de parceiros, os modelos de compartilhamento e as regras que o projeto deve considerar. Serve para avaliar qualquer empresa de projeto de rede neutra, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que aparecem quando o segundo provedor chega. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Compartilhar por fibra ou por VLAN muda a contagem dos cabos e o tamanho das caixas. Escolher depois sai caro.
Caixa dimensionada para a penetração de um provedor lota quando dois ou três vendem na mesma rua. Pergunte qual soma de adesões o projeto usou.
Sem regra, o provedor culpa a rede e o dono culpa a ONU. O fluxo de reparo precisa dizer quem faz o primeiro teste e quem vai à rua.
Se a identificação não diz de qual provedor é cada cliente, um técnico desliga a pessoa errada. O registro por provedor é parte do projeto.
O modelo define quanto controle cada provedor tem e quanto equipamento o dono da rede compra. Redes grandes às vezes combinam dois modelos.
| Modelo | Controle do provedor | Ponto de atenção |
|---|---|---|
| Por fibra | Total, com OLT própria | Mais fibras em cada cabo |
| Por comprimento de onda | Alto, na mesma fibra | Equipamento óptico mais caro |
| Por VLAN | Menor, sem OLT própria | Depende da gerência do dono |
Poucos parceiros grandes, que já têm OLT e querem controlar a própria operação.
Cada parceiro novo consome fibras no cabo de alimentação, que precisa nascer grosso.
Redes em que cada parceiro quer tecnologia própria na mesma fibra física.
É raro em redes regionais e exige equipamento óptico que poucos fabricantes oferecem.
Muitos provedores pequenos, que preferem não comprar OLT e pagar por cliente ativo.
A ONU, os perfis e a gerência ficam com o dono, e o parceiro depende dele para ativar.
Referências que o projeto e o modelo de negócio precisam olhar. Peça ao fornecedor que diga como cada uma afeta o desenho.
Quem explora a rede e oferece acesso no atacado pode precisar de autorização própria [CONFIRMAR na norma da Anatel].
O Plano Geral de Metas de Competição da Anatel trata de ofertas de atacado e de redes com poder de mercado [CONFIRMAR na norma se alcança o caso].
Uma rede única ocupa um ponto de fixação em vez de vários, dentro da regra conjunta da Aneel e da Anatel [CONFIRMAR na norma vigente].
O padrão IEEE 802.1ad, o QinQ, permite uma VLAN externa por provedor e uma interna por cliente [CONFIRMAR na norma]. Veja a configuração de QinQ.
Com estas respostas, o projeto começa pelo modelo certo.
Quem é dono da rede, quem opera o dia a dia e quem atende o campo.
Quantos provedores já confirmaram interesse e quantos você espera em dois anos.
Limite da área em KMZ, número de domicílios e base de postes, se existir.
Se a rede neutra nasce do zero ou a partir de uma rede própria que vai ser aberta.
Porque a rede e a operação são desenhadas juntas, e a Táquion Tech não tem provedor nem fabricante para favorecer. Seis compromissos de todo projeto de rede neutra.
A rede física e o plano de VLANs saem da mesma pessoa, sem descompasso entre as duas partes.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes compartilhadas]
Ativação, reparo e troca de provedor saem descritos, com o papel de cada empresa.
Caderno técnico de operação entregue com o projeto
Fibras, portas e caixas calculadas para os parceiros previstos, com a premissa escrita.
Reserva por parceiro registrada no memorial
Cada porta e cada ONU têm dono registrado, para ninguém desligar o cliente errado.
Plano de identificação por provedor na entrega
Sem provedor próprio e sem marca para vender, as escolhas técnicas não favorecem um parceiro.
A Táquion Tech não vende equipamento
Redes abertas em cidades, prédios e loteamentos.
[PREENCHER: redes neutras projetadas e provedores parceiros]
O projeto de rede neutra é feito à distância para empresas e provedores de todo o Brasil. O levantamento em campo é feito no litoral de Santa Catarina.
Modelo, rede física, plano de VLANs e caderno de operação saem à distância, com reuniões com o dono da rede e com os parceiros.
Levantamento de postes, visita aos pontos de interconexão e reuniões com os provedores. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que donos de rede e provedores parceiros mais fazem. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
É uma rede de fibra que vários provedores usam ao mesmo tempo, pagando pelo uso, sem cada um construir a sua. O dono da rede não vende internet ao morador.
O preço do projeto de rede neutra muda com a área, o modelo de compartilhamento e o número de parceiros previstos. A faixa por casa coberta é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da conversa sobre o modelo.
O prazo típico é [PREENCHER]. A etapa que mais varia é a do modelo, porque depende de dono, operador e parceiros chegarem a um acordo.
Por fibras próprias, ligadas à OLT de cada provedor, ou por VLAN, com a OLT do dono da rede entregando o tráfego de cada um separado no ponto de interconexão.
O provedor que vendeu o serviço atende o cliente. Falhas na rede física ficam com o dono da rede, conforme o fluxo de reparo combinado entre as empresas.
Vale para entrar em áreas novas sem obra ou para dividir o custo com outros provedores numa cidade nova. O provedor paga pelo cliente ativo em vez de investir na rede inteira.
Depende do papel da empresa e do serviço oferecido no atacado [CONFIRMAR na norma da Anatel]. O apoio técnico à outorga SCM ajuda a enquadrar o caso.
Dá, mas primeiro é preciso saber o que existe na rua, porta por porta. Sem registro confiável, o passo inicial é a documentação as built.
No modelo por VLAN, a ONU segue uma lista aprovada pelo dono da rede, para todas funcionarem na mesma OLT. A homologação de ONUs para a rede monta essa lista.
Não. O contrato e o preço do aluguel ficam com as empresas e os advogados delas. O caderno técnico do projeto de rede neutra para provedor serve de anexo técnico ao contrato.
Três serviços que costumam andar junto com a rede neutra. Cada um responde a uma parte do negócio.
Investimento, receita por parceiro e prazo de retorno da rede antes de construir.
Ver o business case de rede FTTH
Fibra do térreo até cada apartamento, com espaço para vários provedores na sala técnica.
Ver o projeto de rede para prédios
Enquadramento e documentação técnica para a autorização de serviço de comunicação.
Ver o apoio técnico à outorga SCMTrês guias para entender a rede física e a separação lógica.
Por que a divisão igual facilita a ativação por qualquer parceiro em qualquer caixa.
Como empilhar VLANs para separar provedores e clientes no mesmo transporte.
Como conferir o sinal até o cliente mais distante da rede.
Orçamento
Conte a área, quem vai ser dono da rede e quantos provedores devem usá-la. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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