Cidade vizinha sem fibra sua
Você atende a cidade ao lado e recebe pedidos de lá, mas não sabe quanto custa levar a rede até o outro lado da divisa.
Expansão · Provedores
Rota da fibra, postes, local do POP, energia e licenças conferidos antes da compra do primeiro carretel, com o custo de cada trecho no papel.
Estudo de viabilidade técnica para nova cidade é a verificação, antes do investimento, de que a sua rede consegue chegar a uma cidade nova e atender os bairros escolhidos. É para o provedor que já tem a cidade em vista e precisa saber por onde a fibra passa, onde fica o POP e o que pode travar a obra. O resultado é um relatório com rotas, riscos, prazos de terceiros e o custo estimado de engenharia de cada parte.
É o levantamento que diz se existe um caminho físico, legal e de energia para a rede chegar à cidade nova. Ele vem antes da conta de retorno, porque um trecho impossível muda todos os números.
A viabilidade técnica olha o que está na rua e nos órgãos que liberam a obra: postes, travessias, distribuidora de energia, prefeitura e o ponto de entrega do link. Mapas e dados públicos mostram parte disso; a outra parte só aparece com alguém olhando o poste.
O estudo alimenta o business case e o projeto da rede. Ele não desenha cada caixa de emenda: isso é trabalho do projeto de rede FTTH, feito depois que a cidade é aprovada.
Numa expansão de FTTH, o estudo costuma se dividir em quatro frentes, e qualquer uma delas pode inviabilizar a cidade sozinha:
Por onde a fibra sai da sua rede atual e entra na cidade: estrada, linha de postes, duto ou rádio provisório. São comparadas pelo menos duas rotas, com distância, travessias e pontos de risco de rompimento.
Ocupação dos postes nas ruas-tronco, padrão da distribuidora local e trechos onde vale mais passar duto. A amostragem em campo segue o método do levantamento de postes.
Onde ficam a OLT e os equipamentos: sala alugada, contêiner ou armário externo. Entra a qualidade da energia, o espaço para baterias e o acesso da equipe a qualquer hora.
Aprovação da distribuidora, licença da prefeitura para obra, travessia de rodovia ou ferrovia e a sua outorga. São prazos que não dependem de você e entram no cronograma desde o início.
Seis situações pedem o estudo antes de qualquer compra de material. Se uma delas descreve o seu momento, a cidade ainda não está pronta para virar obra.
Você atende a cidade ao lado e recebe pedidos de lá, mas não sabe quanto custa levar a rede até o outro lado da divisa.
Na rua principal já passam três ou quatro cabos. Sem saber se cabe mais um, o projeto inteiro fica em suspenso.
Cada travessia tem dono e regra própria. Uma licença lenta pode atrasar a cidade inteira por meses.
Sem sala com energia estável e acesso livre, a OLT acaba num lugar provisório que vira permanente.
A cidade nova pode depender de um único fornecedor de transporte. Isso muda o custo mensal desde o primeiro dia.
Antes de aprovar dinheiro, alguém quer saber se a obra é possível e quanto custa a parte de engenharia.
São cinco etapas, da área escolhida ao relatório final. A visita de campo entra depois que os mapas já apontaram as rotas candidatas, para não gastar viagem à toa.
Limites da área, número estimado de domicílios e empresas, onde está o seu backbone hoje e até quando você quer vender na cidade.
Prazo: [PREENCHER]
Rotas candidatas, linhas de postes, travessias, distribuidora responsável e pontos de energia, tudo marcado num arquivo KMZ.
Prazo: [PREENCHER]
Amostra de postes, possíveis locais de POP e trechos críticos vistos na rua, com foto e coordenada de cada ponto.
Prazo: [PREENCHER]
Estimativa de engenharia por trecho da rota, custo por casa passada da área e lista de riscos com saída e prazo para cada um.
Prazo: [PREENCHER]
Recomendação de rota, local do POP e ordem dos bairros, apresentada numa reunião em que você pergunta o que quiser.
Prazo: [PREENCHER]
O estudo cobre a chegada, a infraestrutura e os prazos de terceiros da cidade avaliada. O projeto executivo e a conta de retorno têm páginas próprias, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende do tamanho da área, da distância até a sua rede e de haver visita em campo. O valor exato sai por escrito depois da conversa inicial.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tamanho da área | Mais ruas-tronco para amostrar e mais bairros para ordenar | Cidade inteira contra dois bairros novos |
| Distância do backbone | Rotas longas têm mais travessias e mais trechos para avaliar | Rede atual a 8 km contra 40 km da cidade |
| Visita em campo | Deslocamento e dias de rua entram no valor | Cidade no litoral de SC contra estudo só remoto |
| Número de rotas | Cada rota extra é medida e comparada | Rota pela rodovia e rota pela estrada vicinal |
| Travessias especiais | Rodovia, ferrovia ou rio pedem pesquisa de regra e de dono | Cruzamento de rodovia federal na entrada da cidade |
| Dados que você já tem | KMZ e cadastro de postes reduzem o trabalho de mapa | Rede da cidade vizinha já desenhada |
Faixa de preço para uma cidade de porte médio, com uma visita: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Antes de pedir o estudo, a calculadora de payback de rede dá uma primeira ideia de quanto a cidade precisa render.
Confira os erros que mais atrasam uma cidade nova, as regras de terceiros e o que pedir ao fornecedor. Esta seção serve para avaliar qualquer estudo, inclusive um que você já tenha recebido.
Falhas que só aparecem quando a obra já começou. Pergunte ao fornecedor como cada uma é evitada.
Imagem de satélite não mostra quantos cabos há no poste nem se ele está condenado. Sem amostra em campo, o custo da rota é chute.
A cidade nova pode ter outra distribuidora, com padrão de projeto e fila de análise diferentes da que você conhece [CONFIRMAR com a distribuidora].
Quando a única rota avaliada trava na licença, não há plano pronto. Duas rotas medidas dão saída e servem depois como caminho de redundância.
Local escolhido pelo aluguel, sem medir queda de energia nem espaço para baterias. A primeira chuva forte derruba a cidade inteira.
A rede de acesso fica pronta e o transporte até o POP não. Veja quando vale um projeto de backhaul próprio.
Cada uma tem dono e fila própria. O estudo lista quem libera o quê e quanto tempo isso costuma levar.
O uso de postes por redes de telecom segue regras conjuntas da Aneel e da Anatel, além da norma técnica da distribuidora [CONFIRMAR na norma]. Veja a regularização de ocupação de postes.
Cruzar faixa de domínio pede autorização do órgão ou da concessionária responsável, com projeto próprio [CONFIRMAR na norma]. É a licença que mais surpreende no prazo.
Duto subterrâneo e caixa em calçada pedem licença municipal, e cada prefeitura tem a sua regra [CONFIRMAR com a prefeitura].
A prestação de SCM tem regras de autorização da Anatel que mudaram nos últimos anos [CONFIRMAR na norma]. Veja a outorga SCM para provedores.
A rota de chegada define custo, prazo e risco de rompimento. As três formas mais usadas têm usos bem diferentes.
| Forma | Prazo para operar | Risco principal |
|---|---|---|
| Cabo aéreo em postes | Depende da aprovação da distribuidora | Postes lotados e rompimento por acidente |
| Duto subterrâneo | Mais longo, com obra civil | Licença municipal e custo por metro |
| Rádio provisório | Curto | Capacidade limitada e interferência |
Rota com postes de distribuidora em bom estado e espaço na faixa de telecom.
O prazo de aprovação pode passar de meses. Ele precisa estar no cronograma, não na esperança.
Para começar a vender enquanto a fibra é aprovada, com poucos clientes no início.
Rádio provisório que nunca sai vira gargalo no horário de pico. Defina a data da troca. Veja a rede híbrida de rádio e fibra.
Respostas vagas aqui indicam um estudo feito de escritório.
Peça o critério de amostragem por rua-tronco e a forma de registro, com foto e coordenada. "Alguns" não é resposta.
Um número único para a cidade esconde o trecho caro. Por trecho, você vê onde negociar ou mudar a rota.
Peça um exemplo de relatório com recomendação contrária. Estudo que sempre aprova não protege o seu investimento.
Porque o estudo é feito por quem projeta rede FTTH, com conferência em campo e liberdade para dizer não. Seis compromissos valem para todo estudo.
Quem avalia a rota sabe o que ela vira no projeto executivo, e não deixa para depois o trecho difícil.
[PREENCHER: anos de experiência em projeto FTTH da equipe]
Se a rota não existe ou custa demais, o relatório diz isso com os motivos, antes de você gastar com obra.
A recomendação sai dos dados, sem meta de aprovação
Rotas, postes vistos, locais de POP e travessias num KMZ que a sua equipe abre e usa depois.
KMZ entregue junto com o relatório
A indicação de cabo, OLT ou armário vem da necessidade da cidade, não de comissão de fabricante.
Nenhuma marca indicada por comissão
Cada problema encontrado vem com a alternativa, o custo estimado e quem precisa liberar.
Lista de riscos faz parte de todo relatório
Mapas e contas à distância para todo o Brasil, com visita quando a cidade está no nosso alcance.
[PREENCHER: cidades avaliadas até hoje]
O estudo é remoto para cidades de todo o Brasil, com a conferência em campo feita pela sua equipe seguindo um roteiro nosso. No litoral de Santa Catarina, a visita é feita pela própria Táquion Tech.
Mapas, dados públicos e contas à distância. A sua equipe fotografa os postes e locais de POP com um roteiro que define o que medir em cada ponto.
Visita às rotas, aos postes e aos locais de POP da cidade avaliada. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os donos de provedor fazem antes de pedir o estudo. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Começa pela área e pela posição da sua rede, passa por mapas e por uma conferência em campo e termina num relatório com rotas, POP, riscos e custo por trecho. A sua rede não é tocada em nenhuma etapa.
Vale justamente aí, porque a margem é menor e um trecho caro pesa mais. Em cidades pequenas o estudo costuma ser mais curto, já que há menos ruas-tronco para avaliar.
Depende do tamanho da área, da distância até a sua rede e da visita. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato vem na proposta.
O prazo típico é [PREENCHER] e depende principalmente da visita em campo. Prazos de terceiros, como a aprovação da distribuidora, aparecem no relatório, mas não fazem parte do prazo do estudo.
Para os postes e o local do POP, sim. Fora do litoral de Santa Catarina, a sua equipe faz a visita com o nosso roteiro e envia fotos e coordenadas.
Não. Ele mostra a ocupação encontrada, as regras da distribuidora e o prazo esperado; quem aprova é a distribuidora. O pedido formal é feito no compartilhamento de postes.
A técnica diz se dá para chegar e quanto custa a engenharia. A viabilidade econômica junta esse custo com receita e adesão para ver se a cidade se paga.
Serve, com outros pesos: na zona rural a distância domina, e no loteamento a negociação com o empreendedor. Veja o projeto de rede óptica rural e o projeto para loteamentos.
O KMZ da sua rede atual, a cidade ou os bairros em vista e onde fica o POP mais próximo. Se tiver cadastro de postes ou contrato com a distribuidora, ajuda.
Podem fazer, aproveitando rotas e mapas do estudo. O projeto executivo é a expansão de rede FTTH, contratada à parte.
Três serviços que vêm logo depois que a rota e o POP estão confirmados. Cada um responde a uma pergunta diferente da expansão.
Custo da rede, receita esperada e prazo de retorno da cidade em três cenários.
Ver o estudo de viabilidade econômica de rede
Cadastro completo dos postes da área, com ocupação, estado e foto de cada um.
Ver o levantamento de postes
Sala, rack, energia e climatização do POP que vai atender a cidade nova.
Ver o projeto de POPTrês guias técnicos sobre o que o estudo antecipa na rede da cidade nova.
Como a distância e as emendas da rota entram na conta de potência da rede.
Quando o splitter desbalanceado ajuda a atender trechos longos e espalhados.
O que acontece quando o link até a cidade nova fica pequeno para a base.
Orçamento
Diga qual cidade você avalia e a que distância está a sua rede. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp