Só uma pessoa resolve
A falha grave espera o técnico sênior acordar ou voltar de férias. O conhecimento está numa cabeça só.
NOC · Provedores
Um roteiro escrito para cada falha que se repete na sua rede, com os comandos dos seus equipamentos e o momento certo de chamar ajuda.
Criação de runbooks é transformar em roteiro escrito o que o técnico mais experiente faz quando a rede falha: o que olhar, em que ordem, o que fazer e quando escalar. É para o provedor em que cada queda depende de quem está no turno e a mesma falha é investigada do zero toda vez. O resultado é a equipe inteira reagindo do mesmo jeito ao mesmo alerta, com menos tempo fora do ar.
É escrever, para cada falha conhecida, um roteiro curto que começa no alerta e termina no problema resolvido ou escalado. O runbook não explica a rede; ele diz o que fazer quando ela para.
O termo vem da rotina de NOC: o centro de operações guarda um roteiro por tipo de incidente para que o turno da noite aja como o da tarde. Num provedor, os roteiros cobrem sessão BGP caída, porta PON sem clientes, PPPoE derrubando assinantes e ataque de negação de serviço.
Cada roteiro nasce de um alerta. Quando o Zabbix dispara um gatilho, a mensagem já pode trazer o endereço do runbook daquele problema, e o técnico abre o passo a passo sem procurar em pasta nenhuma.
Os painéis do Grafana entram como confirmação: o roteiro diz qual gráfico abrir e qual leitura separa uma causa da outra. Todo runbook bem escrito tem quatro partes:
Como o problema aparece: o texto do alerta, a reclamação típica do assinante e o desenho do gráfico. Sem gatilho claro, o técnico não sabe qual roteiro abrir.
Os comandos e telas que confirmam a causa, da mais provável à mais rara. Cada conferência traz o resultado esperado e o que significa quando ele não aparece.
O que o técnico pode fazer sozinho, como reiniciar uma sessão ou trocar a porta de um enlace. O que altera configuração de produção fica de fora e vira escalada.
Quem chamar, por qual canal e com quais dados já coletados. No fim, o que anotar no chamado para que a próxima ocorrência saia mais rápida.
Seis sinais mostram que a equipe precisa de roteiros escritos. Dois ou mais juntos costumam significar quedas mais longas do que a falha justificaria.
A falha grave espera o técnico sênior acordar ou voltar de férias. O conhecimento está numa cabeça só.
A porta PON parou no mês passado e hoje a investigação recomeçou como se fosse a primeira vez.
Um técnico reinicia o concentrador, outro abre chamado na operadora. O resultado muda conforme quem atende.
O monitoramento avisa, mas a mensagem não diz o que fazer. O alerta fica aberto até alguém experiente ver.
Sem roteiro, o recém-contratado leva meses para atender sozinho. Com roteiro, resolve o comum nas primeiras semanas.
Um NOC de fora precisa saber como a sua rede reage. Os runbooks são o que ele segue quando a sua equipe não está.
São cinco etapas, e a sua rede não sofre nenhuma alteração em nenhuma delas. O trabalho é ler, entrevistar, escrever e testar com quem vai usar.
Leitura dos chamados, dos alertas e das conversas da equipe para listar as falhas que mais se repetem e as que mais custam.
Prazo: [PREENCHER]
Conversa com os técnicos que hoje atendem cada falha, registrando o que conferem, em que ordem e por quê.
Prazo: [PREENCHER]
Um roteiro por falha, com os comandos da sua marca e versão, os resultados esperados e o ponto de escalada.
Prazo: [PREENCHER]
Um técnico que não ajudou a escrever segue cada roteiro em laboratório ou num caso simulado. Onde ele travar, o texto muda.
Prazo: [PREENCHER]
Endereço do roteiro dentro de cada alerta, local único de consulta e rotina de revisão depois de cada uso.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço entrega os roteiros escritos, testados e ligados aos alertas. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai na proposta.
O preço depende principalmente de quantos roteiros serão escritos e de quantas marcas eles cobrem. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de roteiros | Cada falha pede conferências e teste próprios | Dez roteiros para as falhas mais frequentes |
| Marcas e versões | O mesmo roteiro pode precisar de comandos para cada sistema | OLTs de dois fabricantes na mesma rede |
| Histórico disponível | Sem chamados registrados, o levantamento depende só de entrevistas | Falhas resolvidas por mensagem, sem registro |
| Simulação | Testar com a equipe ocupa laboratório e agenda | Queda de sessão simulada com o turno da noite |
| Ligação ao alerta | Pôr o endereço do roteiro em cada gatilho exige ajuste no monitoramento | Gatilhos do Zabbix com o link do runbook |
| Local de consulta | Usar um sistema que já existe custa menos que montar outro | Roteiros dentro do sistema de chamados atual |
Faixa de preço para um primeiro conjunto de roteiros: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Quem está com a rede parada hoje precisa do suporte emergencial; os roteiros vêm depois, para a próxima vez.
Confira os erros que transformam roteiros em arquivo esquecido, a diferença entre os documentos parecidos e os critérios de um bom runbook. Vale para qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Cinco falhas que fazem a equipe abandonar os roteiros em poucas semanas. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Comandos de outra marca ou versão fazem o técnico parar no segundo passo. O roteiro precisa citar os nomes dos seus equipamentos e das suas operadoras.
Na queda, ninguém lê três páginas. Sinal de alerta: roteiro que ocupa mais de uma tela antes da primeira conferência.
Roteiro que não diz quando desistir deixa o técnico tentando por horas. Cada um precisa de um limite de tempo ou de tentativas antes de escalar.
Roteiro que ninguém seguiu tem passo faltando. Peça a simulação no escopo, feita por um técnico que não participou da escrita.
Se o técnico precisa procurar o roteiro numa pasta, ele não usa. O caminho mais curto é o link dentro da própria mensagem do alerta.
Os três nomes aparecem juntos nas propostas, mas resolvem coisas diferentes. Saber qual você está comprando evita pagar por um e receber outro.
| Documento | Responde a | Exemplo |
|---|---|---|
| Runbook | O que fazer diante de uma falha conhecida | Porta PON com todos os clientes fora |
| Playbook | Como coordenar um incidente grande, com papéis e avisos | Ataque que derruba metade da base |
| Documentação | Como a rede está montada | Endereços, VLANs e ligações de um POP |
Falhas que se repetem e têm causa conhecida. É o primeiro documento que o técnico abre.
Não resolve o problema inédito. Nesse caso, o roteiro só diz quem chamar e o que levar.
Incidentes que envolvem várias equipes, aviso a assinantes e decisão do dono. Veja o plano de resposta a incidentes.
Sem runbooks por baixo, vira uma lista de papéis sem nenhuma ação técnica.
Consulta durante o diagnóstico, para saber onde liga, que endereço usa e quem é o fornecedor.
Descreve a rede, mas não diz o que fazer. Veja a documentação de rede.
Medidas simples para conferir a qualidade de qualquer roteiro antes de aceitar a entrega.
O título é o sintoma ou o texto do alerta, não o nome da tecnologia. 'Sessão com operadora caída' é encontrado mais rápido que 'BGP'.
Cada comando traz o que deve aparecer quando está tudo certo. Sem isso, o técnico iniciante não sabe se achou a causa ou não.
Uma referência comum é escalar depois de 15 a 30 minutos sem progresso [CONFIRMAR referência com a Táquion Tech]. O limite certo muda com o número de assinantes afetados.
Roteiro sem dono envelhece calado. Trocou o equipamento ou a versão do sistema, o roteiro precisa mudar na mesma semana.
Com estes itens em mãos, o levantamento é mais curto e o orçamento sai mais preciso.
Exportação dos chamados ou dos alertas dos últimos meses, mesmo que esteja incompleta.
Marcas, modelos e versões de roteadores, concentradores, OLTs e switches. Se ela não existe, comece pelo inventário de equipamentos.
Os nomes dos técnicos que atendem cada tipo de falha e um horário para entrevistar cada um.
Wiki, sistema de chamados ou repositório que a equipe já usa. Roteiro útil fica onde o técnico já olha.
Porque os roteiros saem da prática de quem opera rede de provedor e são testados antes da entrega. Seis compromissos valem para todo conjunto de runbooks.
Um Especialista que opera rede de provedor escreve cada roteiro. A ordem das conferências vem da prática, não de manual.
[PREENCHER: anos de operação de rede de provedor da equipe]
Antes da entrega, um técnico da sua equipe segue cada roteiro. Onde ele travar, o texto é reescrito.
A simulação faz parte do escopo
Entregues em formato aberto, no lugar que você escolher. Trocar de fornecedor não apaga nada.
Arquivos entregues no fim do serviço
O primeiro nível só recebe ações que não mudam configuração. O resto vira escalada com diagnóstico pronto.
Toda ação de risco termina em escalada
Roteadores, concentradores e OLTs de fabricantes diferentes, cada um com a sintaxe da versão instalada.
[PREENCHER: marcas já cobertas em runbooks entregues]
Entrevistas, escrita e simulação feitas por videochamada e acesso seguro, sem custo de deslocamento.
[PREENCHER: estados atendidos]
A criação de runbooks é remota e atende provedores de todo o Brasil. A visita fica para o litoral de Santa Catarina, quando a equipe prefere simular no próprio POP.
Levantamento, entrevistas com os técnicos e simulação por acesso seguro e videochamada, para provedores de qualquer estado.
Para acompanhar a simulação no POP ou treinar a equipe no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que donos e técnicos de provedor fazem antes de encomendar os roteiros. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
É o roteiro passo a passo para tratar uma falha conhecida: sintoma, conferências, ações permitidas e escalada. O operador de NOC abre o runbook a partir do alerta e segue a ordem escrita.
A documentação descreve como a rede é montada. O runbook diz o que fazer quando algo dá errado, e costuma apontar para a documentação no meio das conferências.
Comece pelas cinco a dez falhas mais frequentes, que costumam responder pela maior parte do tempo fora do ar. Os roteiros seguintes saem dos incidentes novos que aparecerem.
O preço muda com o número de roteiros, as marcas cobertas e a simulação com a equipe. A faixa para um primeiro conjunto é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
Depende de quantas falhas entram e da agenda da equipe para entrevistas e simulação. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta.
Peça um roteiro de exemplo, a simulação incluída no escopo e a entrega dos arquivos em formato aberto. Desconfie de quem promete os roteiros sem conversar com os seus técnicos.
Sim. Entrevistas, leitura dos chamados e simulação funcionam por videochamada e acesso seguro, de qualquer estado. A visita só entra quando a equipe prefere simular no POP.
Serve, e é para isso que ele existe: o iniciante resolve o comum e escala o resto com os dados já coletados. O guia de ITIL na operação de rede mostra onde o roteiro entra no processo.
Cada uso termina com uma pergunta: o roteiro funcionou? Se não, o técnico anota o que faltou. Toda troca de equipamento aprovada na gestão de mudanças também revisa os roteiros afetados.
Servem, e são o que torna a terceirização segura: o NOC de fora segue as regras que você aprovou. Veja como isso funciona no NOC terceirizado para provedor.
Três serviços que dão base aos roteiros ou continuam o trabalho deles. Cada um cobre uma parte da operação.
A rede descrita num só lugar, para o roteiro apontar onde está cada coisa.
Ver a documentação de rede
Alterações com janela e aprovação, que mantêm os roteiros em dia com a rede.
Ver a gestão de mudanças na rede
Investigação da falha que volta sempre, para ela sair da lista de roteiros.
Ver a análise de causa raizTrês guias para entender onde os roteiros entram na operação do provedor.
Como transformar a falha que se repete em investigação com dono e prazo.
O que aproveitar do ITIL na operação de rede sem criar burocracia.
O que fazer quando o técnico que sabia tudo deixa o provedor.
Orçamento
Conte quais falhas mais se repetem e quem resolve cada uma hoje. Um Especialista devolve a lista de roteiros, o prazo e o valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp