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Antes de mandar os números, vale saber o que o avaliador do interessado vai encontrar na rede.
Fusões e aquisições · Provedores
Saiba o que o avaliador do comprador vai achar na sua rede enquanto ainda dá tempo de corrigir ou de explicar.
Auditoria técnica pré-venda é a revisão da rede, dos sistemas e dos documentos do provedor feita com o olhar do comprador, só que antes dele e a pedido de quem vende. É para o dono que pensa em vender ou em ouvir propostas nos próximos meses. O resultado é uma lista sigilosa de riscos, cada um com custo e prazo de correção, para você decidir o que arrumar e o que apresentar já explicado.
É uma due diligence técnica feita do lado de quem vende, antes de o comprador chegar. Ela mostra o que um avaliador vai encontrar e quanto cada achado pode pesar na conversa.
Em fusões e aquisições de provedores, o comprador sempre confere a rede antes de assinar. A ISP Solution contou mais de 25 aquisições no setor entre janeiro de 2024 e março de 2026 [CONFIRMAR número atualizado], e compradores ativos chegam com roteiro pronto de perguntas técnicas.
Na due diligence, o que aparece sem aviso costuma virar desconto, parte do pagamento retida ou exigência de correção no contrato. A auditoria aplica os mesmos critérios meses antes, quando o dono ainda escolhe o que fazer.
Recursos de numeração também entram: o ASN e os blocos IP precisam estar no CNPJ que será vendido, com ROA e reputação limpa. A auditoria cobre quatro frentes:
Borda, núcleo, OLTs e rede óptica por amostra. Entram capacidade livre, gargalos, pontos únicos de falha e equipamentos fora do suporte do fabricante.
Outorga de SCM, dados enviados à Anatel, homologação de equipamentos e contratos de postes e de trânsito, cada item checado na regra vigente [CONFIRMAR na norma].
Mapa da rede, inventário, senhas e backups. A pergunta central é o que acontece com a operação se o técnico principal sair no mês seguinte à venda.
Contratos do ERP comparados por amostra com sessões ativas, mais a situação do ASN, dos blocos IPv4 e IPv6 e da reputação dos endereços.
Seis situações indicam que é hora de auditar antes de abrir a operação. Quanto mais cedo, mais opções você tem.
Antes de mandar os números, vale saber o que o avaliador do interessado vai encontrar na rede.
Há tempo para corrigir com calma o que pesa no preço, sem obra às pressas durante a negociação.
Inventário, mapa ou laudo foram pedidos, e a resposta honesta é que nada disso está pronto.
Só um técnico sabe as senhas e a lógica da rede. Para quem compra, isso é risco logo após o fechamento.
Outorga, coleta de dados ou registro de estações sem revisão recente. O comprador vai olhar o cadastro.
Equipamento sem atualização do fabricante entra na conta do comprador como troca obrigatória e vira desconto.
São cinco etapas, todas sob acordo de confidencialidade e sem mexer na rede. A auditoria só lê; quem decide o que muda depois é o dono.
Acordo de confidencialidade assinado antes de qualquer dado. Definimos cidades, sistemas e se haverá visita a POPs.
Prazo: [PREENCHER]
Acessos só de leitura, documentos e contratos. A equipe do provedor sabe apenas o que o dono decidir contar.
Prazo: [PREENCHER]
Rede, regulação, documentos e base conferidos. Quando o escopo pede, caixas são abertas e trechos medidos por amostra.
Prazo: [PREENCHER]
Cada achado com gravidade, custo estimado de correção, prazo e efeito provável na negociação.
Prazo: [PREENCHER]
Reunião para decidir o que corrigir antes de abrir a operação, com o seu assessor financeiro se você quiser.
Prazo: depende da sua agenda
A auditoria cobre a parte técnica que o comprador vai avaliar. Preço, contrato e correções ficam de fora e têm responsável próprio.
O preço depende do tamanho da operação e de quanto a análise vai a campo. O valor exato sai por escrito depois da primeira conversa sob sigilo.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de assinantes | Mais clientes pedem amostra maior e mais sistemas para conferir | Operação de 5 mil contra uma de 40 mil acessos |
| Cidades e POPs | Cada POP tem equipamentos, energia e enlaces próprios | Três cidades com POPs separados e backbone entre elas |
| Amostragem em campo | Abrir caixas e medir trechos consome dias de equipe | Visita a POPs e caixas no litoral de SC |
| Documentação existente | Sem mapa nem inventário, a auditoria levanta tudo do zero | Rede que só o técnico conhece |
| Sistemas e fabricantes | Cada ERP, concentrador e marca de OLT tem extração diferente | Duas marcas de OLT e um ERP antigo |
| Prazo pedido | Prazo curto exige mais gente trabalhando ao mesmo tempo | Proposta de compra com data para responder |
Faixa de preço para um provedor de porte médio: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. A auditoria não diz quanto o provedor vale nem garante preço de venda; essa conta é do seu assessor financeiro, que usa o relatório como insumo.
Confira os erros que tiram o valor da auditoria, os números que o comprador mede e as regras que entram na análise. A lista serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Cinco falhas que transformam a auditoria em papel sem uso. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Lista de problemas sem valor estimado não ajuda na mesa. Cada risco precisa de custo e prazo de correção, mesmo que em faixa.
Com a due diligence aberta, não sobra tempo para corrigir, só para explicar. Meses de antecedência mudam o que dá para fazer.
Notícia de venda vaza e assusta técnicos e assinantes. A auditoria pode ser apresentada como revisão técnica de rotina.
ERP e monitoramento mostram o que alguém cadastrou. A amostra em campo revela caixa sem identificação, emenda ruim e ONU com sinal no limite.
Recursos em nome de sócio ou de outra empresa travam a transferência, e o ajuste é lento [CONFIRMAR regra do Registro.br].
Referências técnicas que o avaliador usa para estimar investimento. Confira os seus antes dele.
Portas acima de cerca de 80% de ocupação apontam compra de placa ou de OLT em breve [CONFIRMAR referência de mercado].
Clientes ativos por porta comparados ao limite do splitter e da placa, e não só o total da OLT.
Uplink ou trânsito acima de 70% a 80% no horário de pico entra como investimento imediato na conta do comprador [CONFIRMAR referência de mercado].
Na classe B+ do GPON, o receptor da ONU trabalha até cerca de -28 dBm [CONFIRMAR na norma ITU-T G.984.2]. Muitas ONUs perto disso indicam rede óptica cansada.
Doze meses de quedas registradas por POP mostram estabilidade de fato. Sem esse histórico, o avaliador presume o pior.
Referências que o relatório confere. Regras da Anatel mudam, então cada uma é checada na versão em vigor.
A mudança de controle de prestadora de SCM segue regras próprias da Anatel, que podem exigir anuência ou comunicação [CONFIRMAR na norma].
O uso de postes segue a resolução conjunta da Aneel e da Anatel e o contrato com a distribuidora [CONFIRMAR na norma].
O Regulamento de Segurança Cibernética traz obrigações que o comprador vai perguntar [CONFIRMAR na norma]. Veja a adequação ao R-Ciber.
A Lei 13.709/2018 limita o uso dos dados de assinantes à finalidade combinada, por isso a auditoria trabalha com amostras [CONFIRMAR na norma].
Separe estes itens e a proposta sai mais precisa, com a coleta mais rápida.
Assinantes ativos segundo o ERP, cidades atendidas, POPs e marcas de OLT e de roteador.
Outorga, comprovantes de envio de dados à Anatel e contratos de postes que você já tem.
Usuário só de consulta no ERP, no concentrador, nas OLTs e no monitoramento.
Se já há comprador conversando e qual data ele espera, para dimensionar a equipe.
Porque a auditoria trabalha só para quem vende, sob sigilo, e devolve cada risco com número. Seis compromissos de todo projeto pré-venda.
Acordo de confidencialidade assinado antes de qualquer dado, com informação restrita à equipe do projeto.
Acordo de confidencialidade em todo projeto
Se auditamos para quem vende, não avaliamos o mesmo provedor para o comprador naquela negociação.
Um lado por negociação
Cada achado vem com custo e prazo de correção, num formato que o assessor financeiro consegue usar.
Custo estimado por achado no relatório
Quem audita sabe como borda, OLT, concentrador e ERP de provedor funcionam por dentro.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com provedores]
Quando o relatório indica troca, a conta é técnica. Não há comissão de fabricante por trás.
A Táquion Tech não vende equipamento
Resumo executivo para o dono e o assessor, com os dados técnicos em anexo para conferência.
Resumo executivo e anexo técnico entregues
A auditoria é feita à distância para provedores de todo o Brasil, com acesso seguro e só de leitura. A visita a POPs e caixas por amostra é feita no litoral de Santa Catarina.
Sistemas, documentos, contratos e dados do ASN avaliados a distância, de qualquer estado, sem a equipe local precisar saber do motivo.
Abertura de caixas, medição de trechos e visita a POPs por amostra. Em outras regiões, conforme o escopo. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que donos de provedor fazem antes de pedir a auditoria. Se a sua não estiver aqui, pergunte sob sigilo no WhatsApp.
Depende do número de assinantes, de cidades e POPs e de haver amostragem em campo. A faixa da Táquion Tech é [PREENCHER], e o valor do seu caso sai por escrito depois da conversa inicial.
O ideal é de seis meses a um ano antes de procurar compradores. Assim há tempo para corrigir e juntar documentos; com a negociação aberta, sobra pouco para fazer.
Vale quando o custo dela é pequeno perto do desconto que um achado surpresa provoca. O comprador vai olhar a rede de qualquer jeito; a diferença é quem vê primeiro.
Começa com acordo de confidencialidade, segue com acessos de leitura e análise de rede, regulação e documentos, e termina num relatório com custo e prazo por achado. Nada é alterado na rede durante a auditoria.
Não. A auditoria pode ser apresentada como revisão técnica de rotina, e o dono decide quem participa e o que cada pessoa fica sabendo.
Pode, se o dono quiser. Muitos preferem mostrar só depois das correções, junto com a pasta montada na preparação de provedor para venda.
Não. A Táquion Tech não faz valuation nem garante preço de venda. O relatório é técnico e serve de insumo para o seu assessor financeiro e o seu advogado.
Quem baixa o preço é o problema, não a auditoria. Achado com antecedência dá tempo de corrigir ou de negociar com o custo já conhecido; surpresa na due diligence pesa mais.
Quase toda, por acesso seguro de leitura. Visitas a POPs e caixas por amostra são feitas no litoral de Santa Catarina; em outras regiões, conforme o escopo [CONFIRMAR área de atendimento].
Se o dono decidir corrigir, a preparação para venda executa as correções e monta a pasta técnica. Se o preço vai depender da base, a validação técnica da base de assinantes entrega o número conferido.
Três serviços que costumam vir depois da auditoria. Cada um resolve uma parte do que ela encontra.
Correção dos riscos encontrados e pasta técnica pronta para a sala de dados do comprador.
Ver a preparação de provedor para venda
Contratos do ERP conferidos um a um com sessões, ONUs e tráfego da rede.
Ver a validação técnica da base de assinantes
Pendências de outorga, cadastro e envio de dados à Anatel resolvidas antes da negociação.
Ver a regularização de provedor na AnatelTrês guias sobre riscos que costumam aparecer numa auditoria pré-venda.
O que fazer quando o técnico que conhecia a rede vai embora, e como evitar que isso vire risco na venda.
Como achar blocos IP com má reputação antes que o comprador encontre.
Os prazos da Anatel que o avaliador confere no cadastro do provedor.
Orçamento
Conte em que momento está a venda e o tamanho da operação. Um Especialista responde sob sigilo, com escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp