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Blog · Guias técnicos

Blog de engenharia de redes: página 16 de 30

Guias da página 16

  • BGP e roteamento

    Para que serve OLT Huawei: o papel dela na rede do provedor

    Para que serve OLT Huawei: ela é o equipamento que liga as fibras dos assinantes à rede do provedor, autentica cada ONU, reparte a banda de cada porta PON e entrega o tráfego, separado por serviço, ao concentrador e à borda. Na Huawei, isso é organizado em perfis de banda, de linha e de serviço, o que dá controle fino e também exige padrão.

    10 min de leitura

  • BGP e roteamento

    Suporte Huawei para provedor: fabricante, distribuidor e Especialista

    Suporte Huawei para provedor vem de três lugares diferentes: o fabricante, que corrige defeito de equipamento e de software; o distribuidor, que vende, troca peças e faz a ponte com a Huawei; e o Especialista, que configura e opera a sua rede. Nenhum dos três substitui o outro, e o problema começa quando o provedor acha que contratou os três.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    CGNAT como resolver: cada problema e a correção, para provedores

    CGNAT como resolver: primeiro descubra qual problema ele está causando, porque câmera sem acesso, IP bloqueado, falta de porta e ofício sem resposta têm correções diferentes. Quase tudo se resolve no próprio provedor, com IPv6 até a casa, ajuste do equipamento de NAT, registro completo e IP público só para quem precisa receber conexões.

    13 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como configurar IPv6: passo a passo para provedores

    Como configurar IPv6 no provedor: ligue o protocolo de fora para dentro, começando pela borda BGP, depois o núcleo, os filtros, os servidores e o concentrador, e só no fim ative o assinante. Cada camada é testada antes da próxima, e o IPv4 continua funcionando o tempo todo.

    13 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como deixar CGNAT redundante: passo a passo para provedores

    Como deixar CGNAT redundante: monte dois equipamentos de NAT, cada um com o seu próprio pool de IPs públicos, ligados por roteamento dinâmico que desvia os assinantes sozinho quando um para. Os dois mandam o registro para o mesmo servidor, com relógio sincronizado, para o ofício continuar achando o assinante depois da troca.

    12 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como funciona o endereçamento IPv6: passo a passo para provedores

    Como funciona o endereçamento IPv6: cada endereço tem 128 bits divididos em prefixo de rede e identificador do aparelho, e o tamanho do prefixo, escrito depois da barra, diz de que nível da rede se está falando. No provedor, o /32 é o bloco inteiro, o /56 é a casa do assinante e o /64 é cada rede dentro dela.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Como solicitar bloco IPv4 no Registro.br: passo a passo do provedor

    Como solicitar bloco IPv4 no Registro.br: com a conta do CNPJ do provedor em dia, abra no painel uma solicitação de recursos de numeração com o plano de uso dos endereços e entre na fila de quem nunca recebeu IPv4 [CONFIRMAR na norma]. O bloco tende a ser pequeno, então o pedido vem junto com o IPv6 e com um plano para o tempo de espera.

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Dual stack ou CGNAT: critérios para decidir, para provedores

    Dual stack ou CGNAT não é uma escolha entre dois caminhos: o CGNAT resolve a falta de IPv4 e o dual stack leva o IPv6 até a casa sem tirar o IPv4. A decisão real é entre só CGNAT, dual stack com CGNAT, dual stack com IPv4 público ou rede só IPv6, e para a maioria dos provedores regionais vence o dual stack com CGNAT.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    IPv6: como calcular sub-redes e prefixos, explicado para provedores

    IPv6 como calcular: subtraia o tamanho do prefixo atual do tamanho que você quer e eleve 2 a esse resultado, que é o número de sub-redes. Para escrever cada uma, ache o dígito hexadecimal onde o corte cai e some de um em um nesse dígito.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    O que a Anatel exige de IPv6: explicação para provedores

    O que a Anatel exige de IPv6: que o provedor ofereça IPv6 aos assinantes, e não apenas que tenha um bloco registrado, com prazo conforme o porte da prestadora [CONFIRMAR na norma]. Pelo que o setor noticiou em agosto de 2026, o novo plano incluiu os pequenos provedores, com cerca de nove meses para cumprir [CONFIRMAR na norma].

    11 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    O que é dual stack: explicação para provedores

    O que é dual stack: é o modo de operação em que um equipamento ou uma rede roda IPv4 e IPv6 ao mesmo tempo, com um endereço de cada protocolo. No provedor, significa entregar ao assinante o IPv4 de sempre e um prefixo IPv6 na mesma conexão, deixando o aparelho escolher qual usar em cada destino.

    10 min de leitura

  • IPv6 e CGNAT

    Qual equipamento usar para CGNAT: critérios para provedores

    Qual equipamento usar para CGNAT depende de quatro números da sua base no pico: sessões simultâneas, novas conexões por segundo, pacotes por segundo e volume de registro. Com eles em mãos, a escolha fica entre o próprio concentrador, um roteador dedicado, um appliance de CGNAT, uma placa na borda ou um servidor com software de NAT.

    11 min de leitura

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