O projeto está aprovado
O desenho existe, os roteadores estão comprados e falta quem execute sem pular etapas.
Backbone · Provedores
O backbone sai da camada 2 para um núcleo MPLS, um POP por janela, com os clientes navegando durante a troca.
Implantação de MPLS é levar o núcleo do provedor da camada 2 para o MPLS em produção: roteamento interno, distribuição de rótulos, serviços migrados e testes de queda, uma etapa por vez. É para o provedor com o desenho do núcleo aprovado, ou quase, que precisa migrar sem deixar uma região sem serviço. O resultado é um núcleo roteado, com troca de caminho medida e procedimentos que a sua equipe consegue operar.
É a execução do projeto de MPLS nos roteadores, em janelas, com teste antes e depois de cada mudança. O núcleo novo nasce ao lado da rede atual e recebe os serviços aos poucos.
A troca do backbone em camada 2 por um núcleo roteado mexe em todos os POPs. Feita de uma vez, é a janela que todo provedor teme: algo falha às três da manhã e ninguém sabe qual das cem mudanças causou.
Por isso a implantação do MPLS separa o trabalho em camadas. Primeiro o roteamento interno, depois os rótulos, depois um serviço piloto, e só então a migração de POP em POP, cada uma com o seu ponto de volta.
Quando parte dos enlaces passa por DWDM, a migração confere o MTU e a potência de cada canal antes de mover o tráfego para ele. A implantação passa por quatro frentes:
OSPF ou IS-IS ativado entre os roteadores do núcleo, loopbacks anunciados e BFD nos enlaces. Os clientes não percebem, porque o tráfego ainda segue pela camada 2.
LDP ou segment routing ligado e conferido em cada enlace. Um serviço de pouco risco, como um circuito interno, migra primeiro e roda alguns dias antes do resto.
Em cada janela, as VLANs de um POP viram serviços sobre o MPLS, com o tráfego conferido antes de fechar. Se algo sair do previsto, a VLAN antiga volta em minutos.
Cada enlace é desligado para medir o tempo de troca. Depois, as VLANs antigas saem do backbone e a documentação é atualizada.
Seis situações pedem uma migração planejada em vez de uma virada de fim de semana. Se uma delas é a sua, peça a proposta antes de marcar a primeira janela.
O desenho existe, os roteadores estão comprados e falta quem execute sem pular etapas.
Operar MPLS é uma coisa; migrar com clientes ligados é outra. Ter quem já fez reduz o risco de cada janela.
Enquanto a camada 2 atravessa o backbone, cada loop numa ponta continua afetando a rede inteira.
O circuito vendido depende do núcleo novo. A data de ativação não pode esperar uma migração sem ordem.
Janela revertida sem diagnóstico deixa a equipe com medo da próxima. Um plano em camadas recupera a confiança.
Equipamento comprado e encaixotado é dinheiro parado. A implantação define a ordem de ligação de cada um.
São cinco etapas, e só a quarta mexe no tráfego dos clientes. As três primeiras rodam em paralelo com a rede atual.
Conferência do desenho, dos modelos de configuração e da versão de sistema de cada roteador. Sem projeto, fazemos o desenho antes.
Prazo: [PREENCHER]
IGP, BFD e distribuição de rótulos ligados em todo o núcleo, com o MTU de cada enlace conferido por teste.
Prazo: [PREENCHER]
Um serviço migra primeiro e roda sob observação. Problemas de convivência entre marcas aparecem aqui, longe dos clientes.
Prazo: [PREENCHER]
Um POP por janela, em horário de pouco tráfego, com roteiro escrito, conferência depois de cada passo e volta ensaiada.
Duração de cada janela: [PREENCHER]
Cada enlace desligado com o tempo de troca medido, VLANs antigas removidas, diagrama e procedimentos para o NOC.
Prazo: [PREENCHER]
A implantação cobre a configuração do núcleo, a migração dos serviços e os testes de queda. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de POPs e de serviços a migrar. O valor exato sai por escrito depois da revisão do projeto.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de POPs | Cada POP é uma janela com roteiro, conferência e volta | Seis POPs em anel ou trinta POPs em várias cidades |
| Serviços a migrar | Cada VLAN de cliente vira um serviço que precisa ser testado | Duzentos circuitos de empresa ou só o tráfego residencial |
| Marcas no núcleo | Marcas diferentes pedem teste de convivência no piloto | MikroTik nas pontas e Juniper no centro |
| Projeto existente | Sem projeto aprovado, o desenho entra antes da implantação | Rede só com o diagrama antigo |
| Horário das janelas | Janela de madrugada custa mais que a do horário comercial | Todas as migrações entre 0h e 5h |
Faixa de preço para um núcleo de até dez POPs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se a rede está parada agora por causa de uma janela que deu errado, o caminho é o suporte emergencial.
Antes de assinar, confira os erros que mais derrubam migrações, o que um roteiro de janela precisa ter e o que deixar pronto. Serve para avaliar qualquer equipe, inclusive a da Táquion Tech.
Falhas que transformam uma janela de uma hora numa noite inteira. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Ping comum passa, mas pacote grande com rótulos é descartado num enlace esquecido. O teste com pacote no tamanho máximo, sem fragmentar, tem de rodar em cada enlace antes da primeira janela.
Diferenças entre marcas na negociação de rótulos ou de MTU de serviço só aparecem com tráfego real. O piloto mostra isso sem afetar clientes.
Às três da manhã ninguém lembra a ordem certa para desfazer. A volta precisa estar escrita, com os comandos, e ensaiada no piloto.
Migrar e não limpar mantém o domínio de camada 2 vivo por baixo do MPLS. O risco de loop que motivou a troca continua lá.
Uma janela segura é escrita antes de começar. Peça um roteiro de exemplo antes de contratar.
Configuração salva fora do roteador e uma foto do estado atual, com rotas, vizinhos e tráfego por porta.
O que, exatamente, faz a janela ser revertida, e até que horário a decisão precisa ser tomada.
Cada mudança conferida antes da seguinte, com um responsável acompanhando o tráfego dos clientes.
Canal aberto com o NOC e o atendimento, para que uma reclamação chegue a quem está na janela.
Tráfego comparado com o estado inicial, serviços testados do lado do cliente e relatório curto do que mudou.
Referências que a implantação deve respeitar. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
A RFC 5443 descreve como evitar que o IGP mande tráfego por um enlace que ainda não tem rótulo, problema comum logo após uma mudança [CONFIRMAR na norma].
A RFC 4762 define o VPLS sinalizado por LDP, e a RFC 4447 os circuitos ponto a ponto sobre MPLS [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens em mãos, a primeira janela sai mais cedo.
Desenho aprovado do núcleo ou, ao menos, a topologia de hoje com POPs, enlaces e capacidades.
VLANs em uso, a que cliente ou POP cada uma pertence e quais são críticas para empresas.
Usuário de leitura em cada roteador e a versão de sistema, para conferir o suporte aos recursos.
Porque cada janela tem roteiro, critério de volta e relatório. Seis compromissos que valem para toda migração.
Um serviço de pouco risco roda no núcleo novo antes de qualquer POP migrar.
Piloto previsto em toda proposta
O plano de volta tem os comandos prontos e já foi testado no piloto.
Plano de volta entregue antes de cada janela
Cada enlace é desligado na entrega. Você recebe o tempo real de troca, não a promessa do fabricante.
Medição por enlace no relatório final
A migração usa os equipamentos que você escolheu. Não há troca de marca por interesse comercial.
Nenhuma marca indicada por comissão
Como diagnosticar um serviço, um rótulo ausente ou um vizinho caído, escrito para a sua equipe.
[CONFIRMAR formato da passagem de conhecimento]
Quem revisou o projeto conduz as janelas. Não há troca de técnico no meio da migração.
[PREENCHER: núcleos migrados para MPLS pela equipe]
A implantação de MPLS é feita por acesso remoto para provedores de todo o Brasil. A presença no POP fica para o litoral de Santa Catarina, quando a janela envolve troca física.
As janelas acontecem por acesso seguro aos roteadores, com a sua equipe de campo disponível para alguma troca de cabo ou de transceptor.
Para ligar roteadores novos, trocar enlaces ou acompanhar a janela no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que mais chegam antes de migrar o backbone para MPLS. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Não deveria. Cada POP migra numa janela de pouco tráfego, com teste e volta pronta. Alguns clientes podem perceber segundos de troca no momento em que a VLAN muda de caminho.
Depende do número de POPs, dos serviços a migrar e das marcas no núcleo. A faixa para até dez POPs é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da revisão do projeto.
As etapas sem clientes levam [PREENCHER], e depois vem uma janela por POP. O total depende de quantas janelas a sua operação aceita por semana.
Sim. Se ainda não houver, o desenho é feito antes, no projeto de MPLS. Migrar sem desenho é a causa mais comum de janela revertida.
Dá. LDP, OSPF, IS-IS e VPLS são padrões, e a convivência entre marcas é testada no serviço piloto, antes de qualquer cliente migrar.
A entrega inclui procedimentos escritos e uma passagem de conhecimento para a equipe [CONFIRMAR formato do treinamento]. As janelas também podem ser acompanhadas pelos seus técnicos.
O critério de volta é definido antes. Se ele for atingido, o POP volta para a VLAN antiga pelo roteiro escrito e a causa é analisada antes da próxima tentativa.
Some do núcleo, mas continua nas pontas, entre o roteador do POP e as OLTs. Essa parte é revista no projeto de rede de camada 2.
Inclui a migração dos circuitos que já existem para VPLS, EVPN ou ponto a ponto. Novos tipos de serviço entram se estiverem no projeto aprovado.
Há um período de acompanhamento combinado na proposta [CONFIRMAR prazo de acompanhamento]. Para suporte contínuo ao núcleo, existe o suporte nível 2.
Três serviços que vêm antes ou ao lado da migração. Cada um cuida de uma parte do backbone.
Desenho do núcleo, com IGP, rótulos, serviços e plano de migração.
Ver o projeto de MPLS
Proteções que continuam nas pontas em camada 2 depois da migração.
Ver a prevenção de loops de rede
Janelas, aprovações e registro de cada mudança na rede depois da implantação.
Ver a gestão de mudançasTrês guias técnicos sobre os serviços que passam a rodar no núcleo.
Como os circuitos de camada 2 viram VPLS sobre o núcleo MPLS.
Quando o EVPN compensa no lugar do VPLS para clientes empresariais.
Como deixar o OSPF estável antes de ligar os rótulos.
Orçamento
Diga em que ponto está o projeto e quantos POPs vão migrar. Um Especialista devolve plano, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp