Switch com senha de fábrica
Usuário padrão ou senha compartilhada por toda a equipe é o caminho mais curto para uma invasão.
Backbone · Provedores
Todos os switches do backbone e dos POPs com o mesmo padrão de acesso, VLANs, proteção e backup, escrito e aplicado um por um.
Configuração de switches para provedor é deixar cada switch do backbone e dos POPs no mesmo padrão: acesso seguro, VLANs e portas descritas, agregação, proteção contra loops, envio de logs e backup. É para o provedor com switches configurados à mão, cada um de um jeito, que perde horas para achar um problema simples. O resultado é uma rede em que qualquer técnico entende qualquer switch, e onde o switch novo entra igual aos outros.
É criar um padrão escrito para os switches da rede e aplicá-lo em cada equipamento, com conferência depois. O padrão cobre do usuário de acesso até a descrição da última porta.
No backbone de um provedor, os switches ligam OLTs, rádios, concentradores e roteadores. Um switch mal configurado num POP pode espalhar um loop, aceitar um servidor DHCP falso ou ficar aberto para quem descobrir o IP de gerência.
O padrão define o que todo switch precisa ter, independente da marca. Quando a rede usa MPLS no núcleo, ele também define como os switches das pontas entregam as VLANs ao roteador do POP, sem atravessar o backbone.
Nos POPs com transporte por DWDM, os switches recebem portas com transceptores coloridos, e o padrão inclui a descrição do canal e o limite de potência de cada uma. A configuração se divide em quatro partes:
Usuários nomeados, autenticação central por RADIUS ou TACACS+, SSH no lugar de Telnet, SNMPv3 e gerência numa VLAN separada, sem exposição à internet.
Cada porta com descrição padronizada, trunks liberando só as VLANs necessárias, portas sem uso desligadas e VLAN nativa fora de qualquer tráfego de cliente.
Spanning tree ou ERPS coerente com o desenho, BPDU guard e storm control nas portas de acesso, DHCP snooping e limite de MAC onde cabe.
Horário sincronizado por NTP, logs enviados a um servidor central, SNMP para o monitoramento e cópia automática da configuração a cada mudança.
Seis situações mostram que os switches precisam de um padrão, não de mais um ajuste avulso. Se uma delas é a sua, vale pedir a proposta antes da próxima queda.
Usuário padrão ou senha compartilhada por toda a equipe é o caminho mais curto para uma invasão.
Portas sem descrição e VLANs sem nome obrigam a seguir cabo por cabo para descobrir onde algo está ligado.
Técnicos diferentes, épocas diferentes, padrões diferentes. Uma mudança simples quebra o que ninguém sabia que existia.
Se um switch queimar hoje, a configuração vai junto. Refazer de memória, com a rede parada, custa caro.
Porta de acesso sem proteção deixou um cabo errado derrubar a região. O padrão impede que isso se repita.
Antes de espalhar dez equipamentos pelos POPs, vale ter um modelo testado para todos entrarem iguais.
São cinco etapas, e os switches só mudam na quarta. Até lá, tudo é leitura, escrita do padrão e aprovação.
Lista de switches com marca, modelo, versão de sistema e função, e cópia da configuração atual de cada um.
Prazo: [PREENCHER]
Comparação de cada switch com um checklist de segurança e de proteção. Os achados mais graves viram prioridade.
Prazo: [PREENCHER]
Documento com as regras e um modelo de configuração por marca e por função, como núcleo, agregação e acesso.
Prazo: [PREENCHER]
Switch por switch, com backup antes e conferência depois. Mudanças que causam interrupção ficam para o horário de pouco tráfego.
Duração de cada janela: [PREENCHER]
Cópia automática da configuração ligada, relatório do que mudou em cada switch e o padrão entregue para a sua equipe seguir.
Prazo: [PREENCHER]
A configuração cobre o padrão, a aplicação e o backup dos switches. O que fica de fora tem serviço próprio, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de switches e de quantas marcas a rede mistura. O valor exato sai por escrito depois do inventário.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de switches | Cada switch soma revisão, aplicação e conferência | Doze switches em quatro POPs ou sessenta numa cidade |
| Marcas e modelos | Cada marca pede um modelo próprio e tem comandos diferentes | MikroTik no acesso e Huawei na agregação |
| Padrão existente | Partir de um padrão que já existe é mais rápido que criar do zero | Documento antigo que ninguém segue |
| Acesso remoto | Switch sem gerência remota exige visita ou alguém no local | Switch de POP só acessível pelo console |
| Horário das janelas | Mudanças que interrompem tráfego ficam para a madrugada | Troca de VLAN nativa num trunk de backbone |
Faixa de preço para até vinte switches de duas marcas: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se o problema é um switch travado agora, o caminho é o suporte emergencial.
Antes de assinar, confira os erros que mais aparecem em switches de provedor, o que um padrão precisa ter e as normas que ele deve seguir. Use para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Achados frequentes em revisões. Pergunte ao fornecedor como o padrão trata cada um.
Se o assinante alcança o IP de gerência do switch, basta uma senha fraca para alguém de fora mexer no backbone. A gerência vive numa VLAN que cliente não vê.
É comum desligar o spanning tree para contornar um bloqueio e esquecer. O switch fica sem nenhuma defesa contra o próximo loop.
Switch sem NTP grava eventos com hora errada. Na hora de cruzar logs para achar a causa de uma queda, nada bate.
Versões antigas têm falhas de segurança conhecidas e erros já corrigidos. A atualização entra no plano com janela e plano de volta.
Um padrão útil cabe em poucas páginas e é seguido. Peça um exemplo antes de contratar.
Cidade, POP, função e número, para que o nome diga onde o equipamento está e o que faz.
Destino e circuito em toda porta ligada, no mesmo formato em todas as marcas.
Faixa para gerência, para cada serviço e para transporte, com o número de cada uma registrado.
Um bloco por POP, para que o IP já diga a localização do switch.
Porta de cliente, de OLT, de rádio e de trunk com proteções diferentes, aplicadas por modelo e não uma a uma.
Referências públicas que um padrão sério segue. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
A RFC 3414 define a segurança do SNMPv3, com usuário e senha cifrada, no lugar da comunidade em texto aberto das versões 1 e 2c [CONFIRMAR na norma].
A IEEE 802.1AB define o LLDP, que mostra qual equipamento está do outro lado de cada porta e ajuda a manter o diagrama certo [CONFIRMAR na norma].
Os guias de endurecimento dos fabricantes e os benchmarks do CIS para equipamentos de rede servem de base para o checklist de segurança [CONFIRMAR na norma].
Porque o padrão fica escrito com você e cada switch muda com backup e conferência. Seis compromissos que valem para toda configuração.
O documento e os modelos são seus. A sua equipe configura o próximo switch sem depender de ninguém.
Padrão entregue em formato editável
A configuração de cada switch é salva antes da primeira mudança e depois da última.
Backup automático ligado na entrega
Se um modelo não aguenta o padrão, você recebe o motivo técnico. A escolha do substituto é sua.
Nenhuma marca indicada por comissão
Mudanças aplicadas em sequência, com conferência entre um e outro. Se algo falhar, sabe-se onde.
Relatório por switch no fim do trabalho
MikroTik, Huawei, Datacom, Cisco e Extreme seguindo as mesmas regras, cada uma na sua sintaxe.
[CONFIRMAR marcas atendidas]
Quem escreve o padrão é quem aplica e confere. Sem repasse para um técnico que não viu a revisão.
[PREENCHER: switches padronizados pela equipe]
O padrão é o mesmo em qualquer marca; o que muda é a sintaxe e o comportamento de fábrica. Cada marca tem a sua página com os detalhes.
Nos CRS com RouterOS, a bridge com VLAN filtering ligada é o que separa as VLANs no chip do switch.
Na linha CloudEngine e S, perfis de porta e listas de VLAN por trunk deixam o padrão fácil de repetir.
No DmOS, a mudança só vale depois do commit, o que permite revisar o padrão inteiro antes de aplicar.
No EXOS, ERPS e MLAG nativos atendem bem os anéis de provedor, com perfis de porta para o acesso.
A configuração de switches é remota e atende provedores de todo o Brasil. A visita ao POP fica para o litoral de Santa Catarina, quando o switch está sem acesso ou precisa de troca física.
Acesso seguro aos switches, janelas combinadas e conferência a cada passo, de qualquer estado e sem custo de deslocamento.
Acesso pelo console, troca de equipamento ou identificação de portas no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de padronizar os switches. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
Para que qualquer técnico entenda qualquer switch e para que o equipamento novo entre sem erro. Também fica fácil revisar: o que foge do padrão aparece na hora.
Depende do número de switches, das marcas e de existir algum padrão. A faixa para até vinte switches de duas marcas é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do inventário.
O padrão leva [PREENCHER] para ficar pronto. A aplicação depende do número de switches e de quantas janelas a sua operação aceita por semana.
As comuns em provedor, como MikroTik, Huawei, Datacom, Cisco e Extreme [CONFIRMAR marcas atendidas]. Para Cisco, veja a configuração de switches Cisco.
Quase sempre. A visita só entra quando o switch não tem acesso remoto ou precisa de troca física, e no litoral catarinense ela é feita pela própria Táquion Tech.
A maior parte das mudanças não interrompe nada. As que interrompem, como trocar a VLAN nativa de um trunk, ficam para janela combinada e duram segundos.
Uma ferramenta copia a configuração de cada switch a cada mudança e guarda o histórico. Para cobrir roteadores e OLTs também, veja o backup de configurações de rede.
Quando a versão tem falha conhecida ou impede o padrão, a atualização entra no plano. Ela é feita em janela, com backup e a versão anterior pronta para voltar.
A configuração padroniza cada switch. O projeto de rede de camada 2 redesenha a rede inteira: plano de VLANs, QinQ e proteção de anel.
Sim, esse é o objetivo. O padrão é curto, com modelos prontos por marca, e o backup mostra quando alguém fugiu dele.
Três serviços que costumam vir junto com a padronização dos switches. Cada um cuida de uma parte da rede.
Proteções contra loop testadas com um loop de verdade em cada POP.
Ver a prevenção de loops de rede
Plano de VLANs, QinQ e proteção de anel redesenhados para a rede toda.
Ver o projeto de rede de camada 2
Cópia automática da configuração de switches, roteadores e OLTs, com histórico.
Ver o backup de configurações de redeTrês guias técnicos sobre configurações que entram no padrão.
Como configurar trunks liberando só as VLANs que cada enlace usa.
Como agregar links entre switches com os dois lados iguais.
Como limitar os MACs aceitos em cada porta de acesso.
Orçamento
Conte quantos switches a rede tem e de quais marcas. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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