Um loop derruba vários POPs
Com a mesma VLAN atravessando a rede, um erro numa OLT vira tempestade de broadcast no backbone todo.
Backbone · Provedores
Núcleo roteado, troca de caminho rápida e circuitos de empresa isolados, desenhados antes de qualquer roteador novo ser comprado.
Projeto de MPLS é desenhar o núcleo do provedor para encaminhar tráfego por rótulos, com roteamento interno, proteção de caminho e serviços separados por cliente, como L2VPN e L3VPN. É para o provedor cujo backbone em camada 2 ficou grande demais ou que quer vender circuitos dedicados para empresas. O resultado é um desenho aprovado, com endereçamento, padrões e modelos de configuração que a implantação segue sem improviso.
É decidir, no papel, como o núcleo vai rotear, distribuir rótulos e entregar cada serviço. O desenho sai antes da migração e serve de contrato técnico entre quem projeta e quem configura.
O MPLS (Multiprotocol Label Switching) encaminha pacotes por um rótulo curto colocado na entrada do núcleo, em vez de consultar o endereço de destino em cada salto. Isso permite criar caminhos protegidos e túneis isolados por cliente sobre a mesma rede.
Num backbone de provedor, o MPLS troca a grande VLAN que atravessa todos os POPs por um núcleo roteado. Um loop numa ponta deixa de se espalhar pela rede, e a troca de caminho passa a depender do roteamento, não do spanning tree.
Quando os POPs são ligados por DWDM, o projeto define quais canais carregam o núcleo e como o MPLS reage à perda de um deles. O desenho se divide em quatro decisões:
OSPF ou IS-IS entre os roteadores do núcleo, com áreas ou níveis, custos de enlace e endereços de loopback. É a base: sem IGP estável, nenhum rótulo funciona.
LDP, RSVP-TE ou segment routing. A escolha muda a complexidade de operação, a engenharia de tráfego possível e o tempo de troca quando um enlace cai.
Circuitos ponto a ponto, VPLS ou EVPN para camada 2 e L3VPN para empresas com várias filiais. Cada serviço tem padrão de nome, numeração e limite de MAC.
BFD para detectar falha em milissegundos, caminho alternativo calculado antes da queda e prioridade para o tráfego de clientes corporativos.
Seis sinais mostram que o backbone pede um núcleo MPLS desenhado com calma. Se dois ou mais aparecem na sua rede, vale começar pelo projeto, não pela compra.
Com a mesma VLAN atravessando a rede, um erro numa OLT vira tempestade de broadcast no backbone todo.
Spanning tree em anel grande leva tempo para convergir. O assinante percebe a queda de cada rompimento.
Cliente corporativo quer ligar filiais com isolamento de verdade, não uma VLAN a mais na rede de todos.
Muitos POPs e enlaces longos tornam o domínio de camada 2 frágil e difícil de diagnosticar.
Perto do limite de 4.094 VLANs, ou com numeração já sem lógica, o núcleo precisa de outra forma de separar serviços.
Comprar equipamento novo sem desenho arrisca pagar por recurso que não será usado ou faltar o que é preciso.
São cinco etapas, do inventário da rede ao caderno com os modelos de configuração. Nenhuma linha é aplicada nos roteadores durante o projeto.
Topologia atual, roteadores e versões de sistema, enlaces e capacidades, VLANs em uso, serviços vendidos e tráfego de pico por POP.
Prazo: [PREENCHER]
IGP, método de distribuição de rótulos, tipo de serviço de camada 2 e proteção de caminho, cada um com o motivo da escolha escrito.
Prazo: [PREENCHER]
Loopbacks, enlaces ponto a ponto, numeração de serviços, nomes de interfaces e MTU em cada enlace do núcleo.
Prazo: [PREENCHER]
Um modelo por tipo de roteador e por marca, testado em laboratório ou num roteador fora de produção quando possível.
Prazo: [PREENCHER]
Você revisa o desenho com a equipe técnica. A versão final vai com diagrama, plano de migração em etapas e lista de equipamentos.
Prazo: depende da sua agenda
O projeto cobre o desenho do núcleo e dos serviços, até os modelos de configuração. A aplicação nos roteadores é a implantação, cotada à parte.
O preço depende principalmente do número de roteadores no núcleo e dos serviços que ele vai carregar. O valor exato sai por escrito depois do inventário.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Roteadores no núcleo | Cada roteador soma endereçamento, modelo e etapa de migração | Quatro POPs em anel ou vinte POPs em três cidades |
| Serviços para empresas | L3VPN e EVPN pedem padrão de numeração e mais teste | Cliente com cinco filiais ligadas pelo provedor |
| Marcas no núcleo | Cada marca a mais pede modelo próprio e teste de convivência | MikroTik nas pontas e Huawei no centro |
| Rede atual | Migrar uma camada 2 grande exige mapear cada VLAN em uso | Trezentas VLANs sem documentação |
| Engenharia de tráfego | Caminhos escolhidos por serviço levam mais estudo que o caminho do IGP | Tráfego de empresas por uma rota, residencial por outra |
Faixa de preço para um núcleo de até dez roteadores: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. A implantação é cotada depois, com base no plano de migração que o projeto entrega.
Antes de assinar, compare as formas de distribuir rótulos, confira os erros que mais travam núcleos novos e as normas que o desenho deve citar. Serve para avaliar qualquer proposta, inclusive a da Táquion Tech.
É a decisão que mais pesa na operação do dia a dia. As três funcionam; a diferença está em quanto controle você precisa e em quanto a equipe consegue manter.
| Opção | Complexidade | Engenharia de tráfego | Troca rápida |
|---|---|---|---|
| LDP | Baixa | Não | Com LFA, em parte da topologia |
| RSVP-TE | Alta | Sim, túnel a túnel | Sim, com fast reroute |
| Segment routing | Média | Sim, sem estado nos roteadores do meio | Sim, com TI-LFA |
Núcleo pequeno ou médio, equipe acostumada com OSPF e equipamentos que não suportam segment routing.
Sem sincronização entre LDP e IGP, o tráfego pode seguir por um enlace que ainda não tem rótulo.
Núcleo novo, roteadores que suportam o recurso e vontade de tirar um protocolo da rede.
Nem toda marca e versão de sistema suporta. Confirme em cada roteador antes de fechar o desenho.
Falhas que aparecem só depois da migração. Pergunte ao fornecedor como o desenho evita cada uma.
Cada rótulo soma 4 bytes ao pacote, e um serviço de camada 2 soma ainda o cabeçalho do cliente. Enlace com MTU de 1.500 descarta pacotes grandes sem alarme claro.
O IGP do núcleo deve levar só loopbacks e enlaces. Rotas de clientes ficam no BGP ou nas VPNs, ou cada mudança de cliente balança o núcleo inteiro.
VPLS ou EVPN sem limite deixa um cliente com loop encher a tabela do roteador e afetar os outros serviços do mesmo equipamento.
Um núcleo bonito no papel e nenhuma ordem de troca vira janela longa e arriscada. O projeto precisa dizer qual POP migra primeiro e como voltar.
Referências públicas que um projeto sério cita. Peça ao fornecedor que diga quais segue.
A RFC 3031 descreve a arquitetura MPLS, e a RFC 5036 define o LDP [CONFIRMAR na norma].
A RFC 8402 descreve a arquitetura de segment routing, e a RFC 8660 o seu uso com rótulos MPLS [CONFIRMAR na norma].
A RFC 7432 define o EVPN sobre MPLS, e a RFC 4364 as VPNs de camada 3 com BGP, base da L3VPN para empresas [CONFIRMAR na norma].
Define o BFD, que detecta a falha de um enlace muito antes dos temporizadores do IGP [CONFIRMAR na norma].
Porque o desenho vem com o motivo de cada escolha e o caminho para chegar até ele. Seis compromissos que valem para todo projeto de MPLS.
IGP, rótulos e serviços vêm com o motivo escrito. Quem assumir a rede depois entende por que é assim.
Justificativas no caderno do projeto
Se a sua rede funciona bem em camada 2, o projeto diz isso. Não empurramos núcleo novo sem necessidade.
Alternativa em camada 2 avaliada no inventário
O desenho se adapta aos roteadores que você tem sempre que possível. Troca só entra quando a conta pede.
Nenhuma marca indicada por comissão
O projeto termina com a ordem de troca dos POPs e o plano de volta de cada etapa.
Plano de migração entregue com o desenho
MikroTik, Huawei, Juniper, Cisco, Nokia e Datacom convivendo com modelos de configuração equivalentes.
[PREENCHER: núcleos MPLS projetados por marca]
Quem desenha acompanha a implantação, se você contratar as duas. O projeto não é repassado.
[PREENCHER: anos de experiência com MPLS da equipe]
O projeto de MPLS é remoto e atende provedores de todo o Brasil. A visita ao POP fica para o litoral de Santa Catarina, quando a vistoria física ajuda o inventário.
Inventário por acesso de leitura aos roteadores, reuniões por vídeo e caderno entregue em formato editável, sem custo de deslocamento.
Vistoria dos POPs e reunião com a equipe técnica no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que donos e técnicos de provedor mais fazem antes de projetar o núcleo MPLS. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
Nem sempre. Com poucos POPs, um anel simples e nenhum cliente corporativo, uma camada 2 bem desenhada atende por anos. O projeto de rede de camada 2 avalia esse caminho.
Depende do número de roteadores, das marcas e dos serviços para empresas. A faixa para um núcleo de até dez roteadores é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do inventário.
O prazo típico é [PREENCHER]. Redes com muitas VLANs sem documentação levam mais tempo no inventário, que é a etapa mais longa.
Serve para núcleos pequenos e médios, com LDP, VPLS e RSVP-TE no RouterOS. Recursos como segment routing e EVPN variam por versão [CONFIRMAR suporte na versão atual do RouterOS], e o projeto confere isso antes de fechar o desenho.
Os dois funcionam. OSPF é mais conhecido pelas equipes de provedor; IS-IS separa melhor o roteamento do endereçamento IP e escala bem em núcleos grandes. A escolha considera a equipe e os equipamentos.
Pode substituir. Ele distribui os rótulos pelo próprio OSPF ou IS-IS, sem protocolo à parte, e permite troca rápida com TI-LFA em quase toda a topologia.
Os dois entregam camada 2 sobre o MPLS. O EVPN aprende os MACs pelo BGP e permite cliente ligado a dois roteadores ao mesmo tempo, enquanto o VPLS aprende pelo tráfego e é mais simples de operar.
Não necessariamente. O inventário confere o que cada roteador suporta e a memória disponível. A troca só entra no projeto quando um equipamento limita o desenho.
Inclui o plano de migração em etapas. A execução nas janelas é a implantação de MPLS, que pode ser contratada junto ou depois.
Dá. LDP, OSPF, IS-IS e os serviços de camada 2 são padrões abertos. O projeto prevê um modelo por marca e um teste de convivência antes da migração.
Três serviços que vêm logo depois ou ao lado do projeto do núcleo. Cada um cuida de uma camada do backbone.
Núcleo MPLS aplicado POP por POP, em janelas, com plano de volta.
Ver a implantação de MPLS em etapas
Capacidade de cada enlace do núcleo calculada para o pico e o crescimento.
Ver o dimensionamento de capacidade do backbone
Rede metropolitana para entregar circuitos às empresas da cidade.
Ver o projeto de rede metro ethernetTrês guias técnicos para entender as peças do núcleo MPLS.
O que muda no núcleo ao trocar o LDP por segment routing.
Como o EVPN entrega camada 2 e camada 3 para empresas sobre o MPLS.
Como configurar o IS-IS como roteamento interno do núcleo.
Orçamento
Conte quantos POPs você tem e o que quer vender sobre o núcleo. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp