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Backbone · Provedores

Projeto de MPLS para provedores

Núcleo roteado, troca de caminho rápida e circuitos de empresa isolados, desenhados antes de qualquer roteador novo ser comprado.

  • LDP, RSVP-TE ou segment routing justificado
  • MTU e endereçamento definidos de saída
  • Modelo de configuração por equipamento

Peça a proposta de projeto de MPLS

Um Especialista responde em até 45 minutos.

Pedido recebido. Protótipo: no site final, a pessoa vai para a página de obrigado e o pedido chega no WhatsApp ou e-mail da Táquion Tech.

Projeto de MPLS é desenhar o núcleo do provedor para encaminhar tráfego por rótulos, com roteamento interno, proteção de caminho e serviços separados por cliente, como L2VPN e L3VPN. É para o provedor cujo backbone em camada 2 ficou grande demais ou que quer vender circuitos dedicados para empresas. O resultado é um desenho aprovado, com endereçamento, padrões e modelos de configuração que a implantação segue sem improviso.

O que é projeto de MPLS

É decidir, no papel, como o núcleo vai rotear, distribuir rótulos e entregar cada serviço. O desenho sai antes da migração e serve de contrato técnico entre quem projeta e quem configura.

O MPLS (Multiprotocol Label Switching) encaminha pacotes por um rótulo curto colocado na entrada do núcleo, em vez de consultar o endereço de destino em cada salto. Isso permite criar caminhos protegidos e túneis isolados por cliente sobre a mesma rede.

Num backbone de provedor, o MPLS troca a grande VLAN que atravessa todos os POPs por um núcleo roteado. Um loop numa ponta deixa de se espalhar pela rede, e a troca de caminho passa a depender do roteamento, não do spanning tree.

Quando os POPs são ligados por DWDM, o projeto define quais canais carregam o núcleo e como o MPLS reage à perda de um deles. O desenho se divide em quatro decisões:

Roteamento interno (IGP)

OSPF ou IS-IS entre os roteadores do núcleo, com áreas ou níveis, custos de enlace e endereços de loopback. É a base: sem IGP estável, nenhum rótulo funciona.

Distribuição de rótulos

LDP, RSVP-TE ou segment routing. A escolha muda a complexidade de operação, a engenharia de tráfego possível e o tempo de troca quando um enlace cai.

Serviços sobre o núcleo

Circuitos ponto a ponto, VPLS ou EVPN para camada 2 e L3VPN para empresas com várias filiais. Cada serviço tem padrão de nome, numeração e limite de MAC.

Proteção e convergência

BFD para detectar falha em milissegundos, caminho alternativo calculado antes da queda e prioridade para o tráfego de clientes corporativos.

Quando você precisa de projeto de MPLS

Seis sinais mostram que o backbone pede um núcleo MPLS desenhado com calma. Se dois ou mais aparecem na sua rede, vale começar pelo projeto, não pela compra.

  • Um loop derruba vários POPs

    Com a mesma VLAN atravessando a rede, um erro numa OLT vira tempestade de broadcast no backbone todo.

  • A troca de caminho demora segundos

    Spanning tree em anel grande leva tempo para convergir. O assinante percebe a queda de cada rompimento.

  • Empresas pedem circuito dedicado

    Cliente corporativo quer ligar filiais com isolamento de verdade, não uma VLAN a mais na rede de todos.

  • A rede chegou a várias cidades

    Muitos POPs e enlaces longos tornam o domínio de camada 2 frágil e difícil de diagnosticar.

  • As VLANs estão acabando

    Perto do limite de 4.094 VLANs, ou com numeração já sem lógica, o núcleo precisa de outra forma de separar serviços.

  • Vai trocar os roteadores do núcleo

    Comprar equipamento novo sem desenho arrisca pagar por recurso que não será usado ou faltar o que é preciso.

Como funciona o projeto de MPLS

São cinco etapas, do inventário da rede ao caderno com os modelos de configuração. Nenhuma linha é aplicada nos roteadores durante o projeto.

  1. Inventário

    Topologia atual, roteadores e versões de sistema, enlaces e capacidades, VLANs em uso, serviços vendidos e tráfego de pico por POP.

    Prazo: [PREENCHER]

  2. Escolhas de arquitetura

    IGP, método de distribuição de rótulos, tipo de serviço de camada 2 e proteção de caminho, cada um com o motivo da escolha escrito.

    Prazo: [PREENCHER]

  3. Endereçamento e padrões

    Loopbacks, enlaces ponto a ponto, numeração de serviços, nomes de interfaces e MTU em cada enlace do núcleo.

    Prazo: [PREENCHER]

  4. Modelos de configuração

    Um modelo por tipo de roteador e por marca, testado em laboratório ou num roteador fora de produção quando possível.

    Prazo: [PREENCHER]

  5. Revisão e entrega

    Você revisa o desenho com a equipe técnica. A versão final vai com diagrama, plano de migração em etapas e lista de equipamentos.

    Prazo: depende da sua agenda

O que está incluído no projeto de MPLS

O projeto cobre o desenho do núcleo e dos serviços, até os modelos de configuração. A aplicação nos roteadores é a implantação, cotada à parte.

Incluído

  • Inventário da topologia, dos equipamentos e dos serviços atuais
  • Escolha do IGP, com áreas ou níveis e custos de enlace
  • Escolha entre LDP, RSVP-TE e segment routing, com justificativa
  • Desenho dos serviços de camada 2 e L3VPN
  • Proteção de caminho e detecção de falha com BFD
  • Plano de endereçamento de loopbacks e enlaces
  • MTU definido para cada enlace do núcleo
  • Modelos de configuração por marca e função
  • Plano de migração em etapas e lista de equipamentos

Não incluído

Quanto custa o projeto de MPLS

O preço depende principalmente do número de roteadores no núcleo e dos serviços que ele vai carregar. O valor exato sai por escrito depois do inventário.

Fatores que mudam o preço do projeto de MPLS
FatorComo influenciaExemplo
Roteadores no núcleo Cada roteador soma endereçamento, modelo e etapa de migraçãoQuatro POPs em anel ou vinte POPs em três cidades
Serviços para empresas L3VPN e EVPN pedem padrão de numeração e mais testeCliente com cinco filiais ligadas pelo provedor
Marcas no núcleo Cada marca a mais pede modelo próprio e teste de convivênciaMikroTik nas pontas e Huawei no centro
Rede atual Migrar uma camada 2 grande exige mapear cada VLAN em usoTrezentas VLANs sem documentação
Engenharia de tráfego Caminhos escolhidos por serviço levam mais estudo que o caminho do IGPTráfego de empresas por uma rota, residencial por outra

Faixa de preço para um núcleo de até dez roteadores: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. A implantação é cotada depois, com base no plano de migração que o projeto entrega.

O que conferir antes de contratar projeto de MPLS

Antes de assinar, compare as formas de distribuir rótulos, confira os erros que mais travam núcleos novos e as normas que o desenho deve citar. Serve para avaliar qualquer proposta, inclusive a da Táquion Tech.

LDP, RSVP-TE ou segment routing

É a decisão que mais pesa na operação do dia a dia. As três funcionam; a diferença está em quanto controle você precisa e em quanto a equipe consegue manter.

Comparação entre as formas de distribuir rótulos no núcleo MPLS
OpçãoComplexidadeEngenharia de tráfegoTroca rápida
LDP BaixaNãoCom LFA, em parte da topologia
RSVP-TE AltaSim, túnel a túnelSim, com fast reroute
Segment routing MédiaSim, sem estado nos roteadores do meioSim, com TI-LFA
  • LDP

    • Quando escolher

      Núcleo pequeno ou médio, equipe acostumada com OSPF e equipamentos que não suportam segment routing.

    • Cuidado

      Sem sincronização entre LDP e IGP, o tráfego pode seguir por um enlace que ainda não tem rótulo.

  • Segment routing

    • Quando escolher

      Núcleo novo, roteadores que suportam o recurso e vontade de tirar um protocolo da rede.

    • Cuidado

      Nem toda marca e versão de sistema suporta. Confirme em cada roteador antes de fechar o desenho.

Erros comuns em projetos de MPLS

Falhas que aparecem só depois da migração. Pergunte ao fornecedor como o desenho evita cada uma.

  • MTU pequeno no núcleo

    Cada rótulo soma 4 bytes ao pacote, e um serviço de camada 2 soma ainda o cabeçalho do cliente. Enlace com MTU de 1.500 descarta pacotes grandes sem alarme claro.

  • IGP carregando rotas de clientes

    O IGP do núcleo deve levar só loopbacks e enlaces. Rotas de clientes ficam no BGP ou nas VPNs, ou cada mudança de cliente balança o núcleo inteiro.

  • Serviço sem limite de MAC

    VPLS ou EVPN sem limite deixa um cliente com loop encher a tabela do roteador e afetar os outros serviços do mesmo equipamento.

  • Desenho sem plano de migração

    Um núcleo bonito no papel e nenhuma ordem de troca vira janela longa e arriscada. O projeto precisa dizer qual POP migra primeiro e como voltar.

Normas e boas práticas

Referências públicas que um projeto sério cita. Peça ao fornecedor que diga quais segue.

  • RFC 3031 e RFC 5036

    A RFC 3031 descreve a arquitetura MPLS, e a RFC 5036 define o LDP [CONFIRMAR na norma].

  • RFC 8402 e RFC 8660

    A RFC 8402 descreve a arquitetura de segment routing, e a RFC 8660 o seu uso com rótulos MPLS [CONFIRMAR na norma].

  • RFC 7432 e RFC 4364

    A RFC 7432 define o EVPN sobre MPLS, e a RFC 4364 as VPNs de camada 3 com BGP, base da L3VPN para empresas [CONFIRMAR na norma].

  • RFC 5880

    Define o BFD, que detecta a falha de um enlace muito antes dos temporizadores do IGP [CONFIRMAR na norma].

Por que escolher a Táquion Tech para projetar o MPLS

Porque o desenho vem com o motivo de cada escolha e o caminho para chegar até ele. Seis compromissos que valem para todo projeto de MPLS.

  • Cada escolha justificada

    IGP, rótulos e serviços vêm com o motivo escrito. Quem assumir a rede depois entende por que é assim.

    Justificativas no caderno do projeto

  • MPLS só quando a rede pede

    Se a sua rede funciona bem em camada 2, o projeto diz isso. Não empurramos núcleo novo sem necessidade.

    Alternativa em camada 2 avaliada no inventário

  • Não vendemos roteador

    O desenho se adapta aos roteadores que você tem sempre que possível. Troca só entra quando a conta pede.

    Nenhuma marca indicada por comissão

  • Plano de migração junto

    O projeto termina com a ordem de troca dos POPs e o plano de volta de cada etapa.

    Plano de migração entregue com o desenho

  • Várias marcas no mesmo núcleo

    MikroTik, Huawei, Juniper, Cisco, Nokia e Datacom convivendo com modelos de configuração equivalentes.

    [PREENCHER: núcleos MPLS projetados por marca]

  • Especialista em MPLS no desenho

    Quem desenha acompanha a implantação, se você contratar as duas. O projeto não é repassado.

    [PREENCHER: anos de experiência com MPLS da equipe]

Onde a Táquion Tech projeta núcleos MPLS

O projeto de MPLS é remoto e atende provedores de todo o Brasil. A visita ao POP fica para o litoral de Santa Catarina, quando a vistoria física ajuda o inventário.

Remoto para todo o Brasil

Inventário por acesso de leitura aos roteadores, reuniões por vídeo e caderno entregue em formato editável, sem custo de deslocamento.

Presencial no litoral de Santa Catarina

Vistoria dos POPs e reunião com a equipe técnica no local. [CONFIRMAR área de atendimento]

  • Balneário Camboriú
  • Camboriú
  • Itajaí
  • Itapema
  • Navegantes

Perguntas frequentes sobre projeto de MPLS

As perguntas que donos e técnicos de provedor mais fazem antes de projetar o núcleo MPLS. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.

Provedor pequeno precisa de MPLS?

Nem sempre. Com poucos POPs, um anel simples e nenhum cliente corporativo, uma camada 2 bem desenhada atende por anos. O projeto de rede de camada 2 avalia esse caminho.

Quanto custa um projeto de MPLS?

Depende do número de roteadores, das marcas e dos serviços para empresas. A faixa para um núcleo de até dez roteadores é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do inventário.

Quanto tempo leva o projeto de MPLS?

O prazo típico é [PREENCHER]. Redes com muitas VLANs sem documentação levam mais tempo no inventário, que é a etapa mais longa.

MikroTik serve para MPLS em provedor?

Serve para núcleos pequenos e médios, com LDP, VPLS e RSVP-TE no RouterOS. Recursos como segment routing e EVPN variam por versão [CONFIRMAR suporte na versão atual do RouterOS], e o projeto confere isso antes de fechar o desenho.

OSPF ou IS-IS no núcleo MPLS?

Os dois funcionam. OSPF é mais conhecido pelas equipes de provedor; IS-IS separa melhor o roteamento do endereçamento IP e escala bem em núcleos grandes. A escolha considera a equipe e os equipamentos.

Segment routing substitui o LDP?

Pode substituir. Ele distribui os rótulos pelo próprio OSPF ou IS-IS, sem protocolo à parte, e permite troca rápida com TI-LFA em quase toda a topologia.

Qual a diferença entre VPLS e EVPN?

Os dois entregam camada 2 sobre o MPLS. O EVPN aprende os MACs pelo BGP e permite cliente ligado a dois roteadores ao mesmo tempo, enquanto o VPLS aprende pelo tráfego e é mais simples de operar.

Preciso trocar meus roteadores para ter MPLS?

Não necessariamente. O inventário confere o que cada roteador suporta e a memória disponível. A troca só entra no projeto quando um equipamento limita o desenho.

O projeto inclui a migração?

Inclui o plano de migração em etapas. A execução nas janelas é a implantação de MPLS, que pode ser contratada junto ou depois.

Dá para misturar marcas no núcleo MPLS?

Dá. LDP, OSPF, IS-IS e os serviços de camada 2 são padrões abertos. O projeto prevê um modelo por marca e um teste de convivência antes da migração.

Serviços relacionados ao projeto de MPLS

Três serviços que vêm logo depois ou ao lado do projeto do núcleo. Cada um cuida de uma camada do backbone.

Leia antes de contratar

Três guias técnicos para entender as peças do núcleo MPLS.

Quem responde por esta página

Thiago Manoel

Responsável técnico da Táquion Tech · Registro profissional [PREENCHER]

A Táquion Tech é uma empresa de engenharia de redes de Balneário Camboriú (SC) que projeta, opera e dá suporte a redes de provedores de internet e de empresas.

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Thiago ManoelResponsável técnico