Vários enlaces a 100% ao mesmo tempo
Tráfego cheio em links que não têm relação entre si, sem aumento de clientes, é a assinatura de um loop.
Backbone · Provedores
Um cabo ligado errado, uma ONU em bridge ou um switch de cliente passam a derrubar uma porta, não a cidade inteira.
Prevenção de loops de rede é configurar o backbone e os POPs do provedor para que um caminho duplicado na camada 2 fique preso na porta onde nasceu, em vez de parar todos os switches da VLAN. É para o provedor que já teve a rede parada por loop, ou que tem quedas regionais sem causa aparente. O resultado é uma rede com proteções em camadas, testadas com um loop de verdade em janela, e uma equipe que sabe achar a porta culpada em minutos.
É o conjunto de proteções que impede um quadro de circular sem fim entre switches. Cada proteção cobre um tipo de loop, e juntas limitam o estrago a uma porta.
Um loop nasce quando existem dois caminhos entre os mesmos pontos da camada 2 sem nada bloqueando um deles. Um broadcast entra, dá a volta, volta multiplicado e, em segundos, enche os enlaces do backbone e a CPU dos switches.
Em provedor, quase todo loop começa no campo: técnico que liga dois cabos no mesmo switch, cliente com a ONU em bridge ligada em dois pontos, rádio que fecha um caminho que já existia. Num núcleo MPLS, o loop fica preso na ponta; numa camada 2 que atravessa a rede, ele se espalha por toda a VLAN.
Nos anéis ópticos, inclusive os que passam por DWDM, a proteção do backbone precisa bloquear um enlace de propósito e liberá-lo quando outro cair. A prevenção atua em quatro frentes:
ERPS ou spanning tree com raiz e prioridades definidas, para que os caminhos duplicados entre POPs fiquem bloqueados até serem necessários.
BPDU guard, detecção de loop e limite de MAC nas portas de cliente, OLT e rádio. A porta que vê o próprio pacote voltar se desliga sozinha.
Storm control com limites por tipo de porta, para que um loop que escape das outras proteções não consiga encher o enlace de uplink.
Alarme de porta desligada por proteção, de MAC trocando de porta e de pico de broadcast, com um procedimento escrito para o NOC achar e liberar a porta.
Seis sinais mostram que a rede está exposta a loops ou já sofre com eles. Se você reconhece um deles, vale revisar as proteções antes da próxima queda regional.
Tráfego cheio em links que não têm relação entre si, sem aumento de clientes, é a assinatura de um loop.
A CPU gasta tudo processando broadcast repetido. O acesso de gerência cai junto, e o diagnóstico fica às cegas.
O log mostra o mesmo MAC aparecendo em duas portas alternadamente. O quadro está dando voltas.
Queda que pega bairros diferentes ao mesmo tempo e volta sozinha quando alguém desconecta um cabo.
Cada ONU em bridge leva a camada 2 da rede até a casa do cliente, onde qualquer cabo pode fechar um caminho.
Desligado para resolver um bloqueio antigo e nunca religado. A rede ficou sem a proteção mais básica.
São cinco etapas, e o loop de teste só acontece na quarta, com as proteções já configuradas. Até lá, tudo é leitura, desenho e aplicação em janela.
Topologia, configuração de cada switch e OLT, histórico de quedas e logs de MAC trocando de porta, para saber por onde os loops entram hoje.
Prazo: [PREENCHER]
Perfil de proteção por tipo de porta, raiz do spanning tree ou dono do anel ERPS e limites de storm control calculados pelo tráfego real.
Prazo: [PREENCHER]
Proteções aplicadas por POP, primeiro no backbone e depois nas portas de acesso, com backup antes e conferência depois.
Duração de cada janela: [PREENCHER]
Em janela combinada, um cabo fecha um caminho numa porta de teste. Mede-se quanto tempo a proteção leva para agir e se o resto da rede percebe.
Duração do teste: [PREENCHER]
Relatório do teste por POP, alarmes ligados ao monitoramento e procedimento escrito para o NOC achar e liberar uma porta bloqueada.
Prazo: [PREENCHER]
A prevenção cobre as proteções do backbone e das portas, o teste com loop real e o procedimento para o NOC. O que fica de fora tem serviço próprio, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de switches e de POPs a proteger e testar. O valor exato sai por escrito depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de switches | Cada switch soma perfis de porta, aplicação e conferência | Quinze switches em cinco POPs ou cem numa cidade |
| Marcas e modelos | Cada marca tem a sua forma de detectar loop e limitar broadcast | MikroTik no acesso e Huawei no anel |
| Proteção de anel junto | Rever o ERPS ou o spanning tree do backbone soma uma etapa | Anel sem raiz definida há anos |
| Teste por POP ou amostra | Testar em todos os POPs dá mais certeza e leva mais janelas | Teste em cada POP ou em três POPs típicos |
| OLTs incluídas | Isolamento e detecção de loop na OLT pedem configuração própria | OLTs com ONUs em bridge na mesma VLAN |
Faixa de preço para até vinte switches com teste por POP: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se a rede está parada por loop agora, o caminho é o suporte emergencial.
Antes de assinar, compare as proteções disponíveis, confira os erros que deixam o loop passar e as normas que o trabalho deve seguir. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Nenhuma proteção sozinha pega todos os casos. A tabela mostra onde cada uma atua e o que ela deixa passar.
| Proteção | Onde atua | O que deixa passar |
|---|---|---|
| Spanning tree ou ERPS | Caminhos duplicados entre switches da rede | Loop atrás de equipamento que não fala spanning tree |
| BPDU guard | Porta de acesso que recebe sinal de switch | Loop feito por equipamento que não envia BPDU |
| Detecção de loop | Porta onde o próprio pacote volta | Tempestade que não volta pela mesma porta |
| Storm control | Excesso de broadcast e multicast por porta | Não acha a causa, só limita o estrago |
Em toda porta de cliente e de ONU, onde o equipamento do outro lado não participa do spanning tree.
Cada marca tem nome e comportamento próprios. Defina se a porta volta sozinha ou só pelo NOC.
Em toda porta de acesso e, com limite mais alto, nos uplinks, como última barreira.
Limite baixo demais corta tráfego legítimo, como IPTV multicast. O valor sai da medição do tráfego normal.
Falhas que deixam o loop passar mesmo com proteção ligada. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Sem prioridade definida, a raiz vira o switch de menor MAC, às vezes um equipamento de acesso numa ponta da rede. O tráfego passa a fazer voltas.
O spanning tree do núcleo não enxerga o loop feito atrás de uma ONU. As portas de acesso precisam de proteção própria.
Se a porta bloqueada religa rápido demais e o cabo errado continua lá, o loop volta a cada ciclo. O tempo de religamento precisa ser pensado.
A proteção derruba a porta e ninguém fica sabendo. O cliente reclama de queda, e o técnico procura em outro lugar.
Referências que o trabalho deve seguir. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Definem o spanning tree original, o RSTP e o MSTP, hoje reunidos na IEEE 802.1Q [CONFIRMAR na norma].
Descreve o ERPS, a proteção de anel usada entre POPs de provedor, com um enlace bloqueado de propósito até outro cair [CONFIRMAR na norma].
Porque cada proteção é provada com um loop de verdade antes da entrega. Seis compromissos que valem para todo trabalho de prevenção.
Um cabo fecha um caminho numa porta de teste, em janela, e o tempo de reação é medido.
Resultado do teste no relatório por POP
Backbone, portas de acesso e limite de broadcast, cada camada pegando o que a anterior deixa passar.
Perfil de proteção por tipo de porta
As proteções usam os recursos que os seus switches já têm. Troca só aparece se um modelo não protege.
Nenhuma marca indicada por comissão
Como achar a porta do loop, liberar com segurança e registrar, escrito para a sua equipe.
Entregue no fim de todo trabalho
Porta bloqueada e MAC trocando de porta chegam ao monitoramento, não ficam só no log do switch.
Alarmes conferidos durante o teste
Quem desenhou as proteções acompanha o loop de teste ao vivo. Se algo inesperado acontece, desfaz na hora.
[PREENCHER: redes protegidas contra loop pela equipe]
A prevenção de loops é feita por acesso remoto para provedores de todo o Brasil. O teste com cabo no POP pode ser feito pela sua equipe ou, no litoral de Santa Catarina, pela Táquion Tech.
Levantamento, configuração e acompanhamento do teste por acesso seguro, com um técnico seu ligando o cabo de teste no POP na hora combinada.
Teste com loop real conduzido no POP e conferência das portas no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que mais chegam de provedores que já tiveram a rede parada por loop. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Não sozinho. Ele protege os caminhos entre switches, mas não vê o loop feito atrás de uma ONU ou de um switch de cliente. As portas de acesso precisam de BPDU guard, detecção de loop e storm control.
Depende do número de switches, das marcas e de o teste ser em todos os POPs. A faixa para até vinte switches é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
O desenho leva [PREENCHER]. A aplicação e os testes dependem do número de POPs, com uma janela por POP ou por grupo de POPs próximos.
Pela porta com tráfego anormal e pelo log de MAC trocando de porta, seguindo switch a switch até a ponta. Com detecção de loop configurada, a porta culpada já aparece bloqueada no alarme.
Pode causar, se o cliente ligar dois cabos da mesma rede nela. O isolamento entre portas na OLT e a detecção de loop na porta de acesso evitam que isso chegue ao resto da rede.
É feito em janela de pouco tráfego, numa porta de teste, com as proteções já configuradas e acompanhamento ao vivo. Se a proteção não agir no tempo esperado, o cabo é retirado na hora.
O BPDU guard desliga a porta quando recebe sinal de outro switch. A detecção de loop desliga quando o próprio pacote enviado volta pela porta, o que pega loops feitos por equipamentos que não enviam BPDU.
Só o excesso de broadcast e multicast acima do limite. Por isso o limite é calculado pelo tráfego normal de cada tipo de porta, com atenção ao multicast de IPTV.
Funciona nas marcas comuns em provedor, como MikroTik, Huawei, Datacom, Cisco e Extreme [CONFIRMAR marcas atendidas]. Cada uma tem nomes diferentes para as mesmas proteções.
Acaba com o loop se espalhando pelo backbone, porque o núcleo passa a ser roteado. As pontas continuam em camada 2 e precisam das mesmas proteções. Veja o projeto de MPLS.
Três serviços que atacam a causa dos loops. Cada um cuida de uma parte da rede.
VLANs passando só por onde precisam, para um loop não alcançar a rede toda.
Ver o projeto de rede de camada 2
Mapa do que ainda derruba a rede sozinho e de como resolver cada ponto.
Ver a análise de pontos únicos de falha
Investigação de uma queda já ocorrida, com a causa e a correção documentadas.
Ver a análise de causa raizTrês guias técnicos sobre as proteções que o trabalho configura.
Como definir a raiz e as prioridades do spanning tree no backbone.
Como calcular o limite de broadcast de cada tipo de porta.
Como limitar os MACs por porta e reduzir o estrago de um equipamento estranho.
Orçamento
Conte quantos switches você tem e como foi a última queda por loop. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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