Setores cheios toda noite
A modulação está boa, mas a velocidade vendida some depois das 19h porque o setor já divide o ar com gente demais.
Rádio e wireless · Provedores
Bairro por bairro, na ordem que paga a obra primeiro, com o rádio ligado até a ONU do assinante subir.
Migração de rede de rádio para fibra é o plano que tira os assinantes do rádio e os leva para o FTTH em etapas, sem parar a operação nem perder clientes no caminho. É para o provedor com base em 5 GHz que já sente os setores cheios ou um concorrente de fibra no bairro. O resultado é uma ordem de troca por região, com custo, roteiro de atendimento e destino para cada torre e rádio que sobrar.
É decidir quais clientes saem do rádio primeiro, como a troca acontece na casa de cada um e o que fazer com a estrutura antiga. A obra da fibra é uma parte; a outra é manter a base atendida enquanto ela anda.
Uma rede de rádio entrega o acesso por enlace de rádio entre torres e setores que dividem o ar entre os clientes. A fibra troca esse ar disputado por uma porta PON, e a capacidade por casa deixa de cair no horário de pico.
Quase toda base de rádio é FWA (acesso fixo sem fio), com antena no telhado e login PPPoE no concentrador. Esse login pode seguir igual na fibra, o que evita trocar senha e cadastro de cada assinante.
Nem todo rádio sai. Enlaces de 60 GHz entre prédios, travessias e áreas rurais espalhadas costumam seguir no ar, e o plano diz onde cada um fica. As quatro partes do trabalho são estas:
Cada setor recebe uma nota por ocupação, densidade de clientes por quilômetro de cabo, concorrência e reclamações. A soma define a fila de obra, e a calculadora de payback de rede mostra em quantos meses cada etapa volta.
A OLT entra no mesmo concentrador e no mesmo RADIUS dos clientes de rádio. Plano, bloqueio por falta de pagamento e IP seguem as regras atuais, sem montar um segundo núcleo.
A ONU é instalada com o rádio ainda funcionando. Só depois de o login subir pela fibra a antena do telhado sai, e o técnico registra a porta PON de cada contrato.
Setor vazio é desligado e o canal fica livre para quem continua no rádio. Rádios bons viram reserva de enlace, atendem a zona rural ou entram no estoque de manutenção.
Seis sinais mostram que a base de rádio chegou ao limite do que dá para ajustar. Com dois ou mais deles, o plano de migração custa menos que adiar.
A modulação está boa, mas a velocidade vendida some depois das 19h porque o setor já divide o ar com gente demais.
Um provedor de FTTH começou a passar cabo nas suas ruas. Cada mês de espera é cliente pedindo cancelamento.
A torre já tem vários provedores no mesmo espectro e trocar de canal não resolve mais. Veja a análise de interferência.
O mercado pede 500 Mbps ou mais e o setor de 5 GHz não sustenta essa oferta para muitos clientes ao mesmo tempo.
Há crédito para a obra, mas falta o plano que diz por onde começar e quanto cada etapa devolve.
Alguns bairros já têm fibra, outros não, e a equipe atende duas redes sem saber quando o rádio vai sair.
São cinco etapas, e nenhum cliente muda de rede antes da quarta. As três primeiras são leitura, conta e aprovação.
Clientes por setor, ocupação no pico, contratos, torres e quem já tem fibra concorrente na porta.
Prazo: [PREENCHER]
Nota por região, custo estimado de obra, retorno esperado e a ordem de migração em um mapa.
Prazo: [PREENCHER]
Você aprova a fila. A rede óptica de cada etapa sai no projeto FTTH, com caixas e portas contadas.
Prazo: depende do tamanho da etapa
Roteiro de agendamento, ONU instalada com o rádio ligado, conferência do login e retirada da antena.
Prazo por região: [PREENCHER]
Setores vazios desligados, rádios reaproveitados, cadastro atualizado e relatório da etapa.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre o plano, a integração e o roteiro da troca. O projeto da rede óptica e a obra têm páginas próprias, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende do tamanho da base de rádio e de quantas regiões entram no plano. A obra e os equipamentos são orçados à parte, por quem constrói e por quem vende.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Clientes de rádio | Mais clientes pedem mais setores lidos e mais etapas | Base de 3 mil assinantes em 40 setores |
| Número de regiões | Cada região tem nota, custo e roteiro próprios | Sede e dois distritos rurais |
| Dados disponíveis | Sem gráficos de ocupação, o levantamento começa do zero | Rádios sem gerência central |
| Núcleo atual | Concentrador antigo pode pedir ajuste antes de receber a OLT | PPPoE em servidor sem folga de CPU |
| Acompanhamento da troca | Etapas acompanhadas somam horas de Especialista | Primeira região com suporte à equipe de campo |
Faixa de preço do plano para uma base de rádio média: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Para saber se a obra se paga antes de contratar o plano, comece pela viabilidade econômica de rede.
Confira os erros que fazem a migração perder clientes, as formas de conduzir a troca e o que separar antes de pedir proposta. Vale para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Falhas que aparecem quando a fibra chega antes do plano. Pergunte ao fornecedor como cada uma é evitada.
Perto da sede nem sempre é onde há mais clientes por quilômetro ou mais concorrência. A obra fica fácil e o retorno demora.
Se a fibra atrasa ou o login falha, o cliente fica sem nada. O rádio só sai depois do teste de navegação pela porta PON.
Dois logins para o mesmo contrato confundem cobrança, bloqueio e suporte. O mesmo usuário no RADIUS, com perfil novo, evita isso.
Um setor com cinco clientes gasta energia, canal e visita técnica como um cheio. O plano marca a data de desligamento e o que fazer com quem restar.
Sítios longe do cabo continuam no rádio. Sem um setor de reserva para eles, a última etapa trava.
A forma de migrar muda o caixa e o risco. A tabela resume as três, e os itens mostram quando cada uma serve.
| Forma | Caixa exigido | Risco na operação |
|---|---|---|
| Tudo de uma vez | Alto, antes de qualquer retorno | Alto: equipe e estoque no limite |
| Por região | Dividido em etapas que se pagam | Baixo: uma região por vez |
| Rede híbrida permanente | Menor | Médio: duas redes para manter |
Base grande, caixa limitado e setores com ocupação muito diferente entre si.
Sem data para cada região, a migração vira eterna e o rádio nunca sai.
Base pequena e concentrada, ou crédito aprovado para a obra inteira.
A instalação de centenas de ONUs em semanas exige equipe que o provedor raramente tem.
Áreas rurais onde a fibra não se paga. Veja a rede híbrida de rádio e fibra.
As duas redes precisam de monitoramento e documentação, não só a nova.
Pontos regulatórios que mudam quando o provedor troca rádio por cabo. Confira cada um com quem cuida da outorga.
A fibra aérea depende de contrato com a distribuidora e segue regras de ocupação de postes [CONFIRMAR na norma]. Veja a regularização de ocupação de postes.
Estações licenciadas desligadas podem precisar de baixa no cadastro da Anatel para não gerar taxa [CONFIRMAR na norma]. Veja o registro de estações.
Equipamento novo na rede do provedor deve ter homologação da Anatel [CONFIRMAR na norma]. Confira antes de fechar a compra.
Com estes dados à mão, o levantamento começa no primeiro dia.
Torre, frequência, clientes conectados e gráfico de tráfego dos últimos 30 dias de cada setor.
Exportação do sistema de gestão com coordenadas ou CEP, para cruzar com o mapa de obra.
Backbone, POPs com OLT e trechos já construídos, mesmo que só em KMZ.
Quanto o provedor pode investir por etapa, para a fila caber no orçamento real.
Porque a migração é tratada como operação, não só como obra: a base continua atendida em cada etapa. Seis compromissos que valem para todo plano.
Você vê a nota de cada setor e por que um bairro vem antes do outro, não só a ordem final.
Planilha de notas entregue junto com o mapa
O roteiro de campo proíbe retirar a antena antes do teste de navegação pela ONU.
Regra escrita no roteiro de troca
A escolha de equipamento vem da conta de portas e de clientes, sem comissão de fabricante.
Nenhuma marca indicada por comissão
Concentrador, RADIUS e IPs seguem os mesmos, e a equipe de suporte não aprende um sistema novo.
[PREENCHER: migrações de rádio para fibra já conduzidas]
Cada cliente migrado sai com porta PON, caixa e data registradas no sistema do provedor.
Relatório entregue ao fim de cada região
Quem lê os setores é quem integra a OLT, sem repasse entre equipes que não conversam.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes de rádio e FTTH]
O plano e a integração da OLT são feitos à distância para provedores de todo o Brasil. A visita às torres e o apoio à primeira troca ficam no litoral de Santa Catarina.
Leitura dos setores pela gerência, fila de regiões e integração da OLT por acesso seguro, de qualquer estado.
Vistoria de torres, acompanhamento das primeiras instalações e desligamento de setores. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que donos de provedor fazem antes de trocar o rádio pela fibra. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Nem sempre. Onde há poucos clientes por quilômetro de cabo, o rádio pode seguir por anos. O plano mostra quais regiões se pagam e quais ficam como rede híbrida.
O plano custa conforme o número de clientes e de regiões; a faixa é [PREENCHER]. A obra e os equipamentos são o maior gasto e saem em orçamento separado.
Depende do tamanho da base, do caixa e do ritmo da obra. O plano fica pronto em [PREENCHER], e cada região tem prazo próprio na fila.
Só pelo tempo de passar o cabo para dentro da casa. O rádio segue ligado até a ONU navegar, e só então a antena sai do telhado.
Não. A OLT entra no mesmo concentrador e o login continua o mesmo, só com perfil novo. Se o concentrador estiver no limite, veja o concentrador PPPoE.
Os bons viram reserva de enlaces, atendem a zona rural ou ficam no estoque de manutenção. Torres sem uso entram no plano de desligamento, com data definida.
Sim, como serviço à parte. A rede óptica de cada região sai no projeto de rede GPON, e a ampliação de uma rede que já existe na expansão de rede FTTH.
A que soma setor cheio, muitos clientes por quilômetro e concorrente de fibra chegando. Raramente é a mais perto da sede.
O plano e a integração da OLT são remotos para todo o Brasil. A visita às torres e o apoio em campo ficam no litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento].
Lista de setores com clientes e tráfego, base de clientes com endereço e o mapa da fibra que já existe. Com isso, o levantamento começa sem espera.
Três serviços que entram antes ou durante a migração. Cada um cuida de uma parte que o plano não cobre.
Rede óptica de cada região com caixas, splitters e portas contadas para a base que vai migrar.
Ver o projeto de rede GPON
Investimento, receita e prazo de retorno da rede de fibra antes de pedir crédito ou começar a obra.
Ver o business case de rede FTTH
Rádio e fibra no mesmo roteamento para as áreas onde o cabo não compensa.
Ver o projeto de rede híbrida de rádio e fibraTrês guias para entender o que muda quando o bairro sai do rádio.
Como saber se o gargalo da noite está no setor de rádio ou em outra parte da rede.
A conta de perdas que substitui a margem de enlace quando a casa passa para a fibra.
Quando a divisão desigual de sinal ajuda a levar fibra a ruas compridas e pouco densas.
Orçamento
Diga quantos clientes estão no rádio e onde já há fibra. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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