Vai entrar num bairro ou cidade nova
Sem projeto, a equipe lança cabo pela rota mais curta e descobre depois que faltou fibra para a rua seguinte.
Projeto FTTH · Provedores
Rede GPON desenhada da porta PON até a tomada do assinante, com a perda de cada caminho somada e portas sobrando para os clientes que o plano de negócio prevê.
Projeto de rede GPON é o desenho que define, antes da obra, por onde a fibra sai da OLT, onde ela se divide e quanto sinal chega em cada assinante. Serve ao provedor que vai construir rede nova ou refazer uma área que cresceu sem plano. O resultado é uma rede que liga todos os clientes previstos com margem de sinal e custo de material conhecido antes da compra.
É o projeto executivo da rede óptica passiva que liga a OLT à ONU de cada cliente. Ele diz quantos assinantes cada porta atende, onde ficam splitters e caixas e se o sinal fecha na casa mais distante.
O GPON é uma rede óptica passiva: entre a OLT, no POP, e a ONU, na casa, não há nada ligado na tomada, só fibra, emendas e splitters. Cada porta PON entrega 2,5 Gbps de descida e 1,25 Gbps de subida, repartidos entre os clientes dela [CONFIRMAR na norma ITU-T G.984].
Numa rede FTTH, a fibra vai até dentro do imóvel. O projeto divide essa rede em três trechos: alimentação, do POP até o primeiro splitter; distribuição, até as caixas de atendimento; e drop, o cabo que entra na casa.
Cada divisão e cada quilômetro tiram sinal, e o projeto soma essas perdas antes de alguém comprar cabo. Se a área vai receber XGS-PON no futuro, a margem já deixa espaço para a perda extra da coexistência. As quatro partes do projeto são estas:
É o cabo de maior contagem de fibras, que sai do POP. Ele é dimensionado para as portas PON de hoje, as do plano de expansão e um lote de fibras reservas para manutenção.
Pode ser centralizada, com um splitter 1:32 ou 1:64 num só ponto, ou distribuída em dois níveis, como 1:8 no poste e 1:8 na caixa. Também pode ser balanceada ou desbalanceada.
A caixa de emenda fica onde o cabo se ramifica; a de atendimento, perto das casas, com as portas de drop. O projeto define a posição de cada uma e quantas portas ficam livres.
É a soma das perdas da OLT até a ONU, comparada com o limite da óptica da OLT. A conta é feita para o pior caminho de cada porta, não para um cliente médio.
Seis situações mostram que a rede precisa de projeto antes do próximo cabo. Se uma delas é a sua, o custo do projeto é menor que o da obra refeita.
Sem projeto, a equipe lança cabo pela rota mais curta e descobre depois que faltou fibra para a rua seguinte.
ONU que fica perto da sensibilidade mínima cai quando esquenta ou quando alguém faz mais uma emenda no caminho.
Caixa dimensionada para a procura do primeiro mês obriga emenda improvisada a cada venda nova.
Splitters em cascata sem padrão tornam impossível prever o sinal e localizar defeito pela porta da OLT.
Para aprovar a ocupação dos postes, a distribuidora exige planta e memorial no formato dela.
Banco, fundo ou sócio querem lista de materiais e custo por casa coberta, não uma estimativa de cabeça.
São cinco etapas, e a lista de materiais só sai depois que a arquitetura está aprovada. Você revisa tudo antes do envio à distribuidora.
Limite da área, postes, número de casas, posição da OLT e clientes previstos em cada ano do plano.
Prazo: [PREENCHER]
Clientes por porta, níveis de divisão, tipo de splitter e reserva de portas e fibras, num documento curto.
Prazo: [PREENCHER]
Rotas, caixas, conta de potência por caminho, identificação de fibras e lista de materiais por trecho.
Prazo: [PREENCHER]
Ajustes de rota e de caixa com quem conhece a cidade, antes de qualquer arquivo seguir para fora.
Prazo: depende da sua agenda
KMZ, plantas, memória de cálculo e documentação no padrão da distribuidora, em arquivos editáveis.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre o desenho da rede passiva, a conta de potência e os arquivos da obra. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de casas e dos quilômetros de rede. O valor exato sai por escrito, depois que a área está definida.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Casas na área | Mais casas pedem mais caixas e mais caminhos para calcular | Bairro de 800 casas contra cidade de 6 mil |
| Quilômetros de rede | Rota longa soma trechos, emendas e reservas de cabo | Alimentação de 12 km até um distrito |
| Base de postes | Sem cadastro, a área precisa ser levantada antes | Loteamento antigo sem planta atualizada |
| Padrão da distribuidora | Algumas pedem cálculo de esforço e formato próprio | Planta com carga mecânica por poste |
| Rede já construída | Refazer exige ler o que está na rua antes de desenhar | Bairro com caixas cheias e sem registro |
| Fases da obra | Projeto entregue por etapas muda o planejamento | Primeira fase com 30% das ruas |
Faixa de preço por casa coberta: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se a área já tem rede e o problema é sinal fraco ou caixa cheia, comece pela otimização de rede FTTH.
Confira os erros que mais encarecem a obra, a escolha da arquitetura de divisão e as normas que o projeto deve citar. Use esta seção para avaliar qualquer empresa de projeto de rede GPON, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que só aparecem quando a obra já começou. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Um traçado no Google Earth sem a perda somada é desenho, não projeto. Peça a memória de cálculo do pior caminho de cada porta.
Pergunte qual taxa de penetração o projeto usou. Sem esse número escrito, ninguém sabe quando as caixas vão lotar.
Catálogos diferem, e um 1:32 pode variar mais de 1 dB entre fabricantes [CONFIRMAR no catálogo do fabricante]. A conta deve usar o componente que será comprado.
Projeto recusado volta para correção e atrasa a obra em semanas. Pergunte se o fornecedor já aprovou projetos com a distribuidora da sua região.
É a escolha que mais muda o custo de cabo e a manutenção. Uma mesma cidade pode usar as três, conforme a densidade de cada bairro.
| Arquitetura | Onde funciona | Ponto de atenção |
|---|---|---|
| Centralizada, um nível | Áreas densas e prédios | Mais fibras no cabo de distribuição |
| Distribuída, dois níveis | Bairros de casas | Dois pontos de perda para manter |
| Desbalanceada | Ruas lineares e estradas | Conta refeita a cada derivação nova |
Muitos clientes perto de um ponto, onde vale levar uma fibra por casa até um splitter único.
O cabo de distribuição engrossa, e a caixa central vira ponto crítico de manutenção.
Bairro de casas, com clientes espalhados por várias ruas a partir de um mesmo cabo.
Sem padrão de identificação, achar qual caixa pertence a qual porta vira caça ao tesouro.
Clientes enfileirados ao longo de uma via, cada parada tirando só uma parte do sinal.
Mudar uma derivação no meio da rota altera o sinal de todas as caixas depois dela.
Referências que um projeto sério cita. Peça ao fornecedor que diga quais aplica e como.
Define o GPON, as taxas por porta e as classes de óptica, como B+ e C+, que fixam a perda aceita [CONFIRMAR na norma].
Tratam das fibras monomodo; a G.657 aceita curvas mais fechadas e cabe melhor em drop e caixa [CONFIRMAR na norma].
A regra conjunta da Aneel e da Anatel define faixa e condições de uso dos postes de energia [CONFIRMAR na norma vigente]. O contrato com a distribuidora completa a regra.
Boa prática é fechar a conta com alguns dB de folga para emendas futuras e envelhecimento da fibra [CONFIRMAR margem adotada pela Táquion Tech].
Com estes dados em mãos, a proposta sai mais rápida e o projeto começa sem retrabalho.
Limite da área em KMZ, número aproximado de casas e base de postes, se já existir.
Clientes previstos no primeiro, no terceiro e no quinto ano, e os planos que você vende.
Modelo da OLT, portas livres e classe dos módulos instalados ou previstos.
Qual distribuidora atende a área e se já existe contrato de ocupação assinado.
Porque o projeto mostra a conta, a folga e a origem de cada número, e os arquivos ficam com você. Seis compromissos de todo projeto GPON.
Quem desenha a arquitetura é quem revisa o detalhamento. A conta não passa de mão em mão.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com projeto FTTH]
Você vê a perda de cada trecho, de cada emenda e de cada splitter, não só o resultado final.
Planilha de potência entregue com o projeto
A lista de materiais traz especificação técnica. Você cota com o fornecedor que quiser.
A Táquion Tech não vende equipamento
Portas e fibras reservas saem da previsão de clientes que você informou, escrita no projeto.
Taxa de penetração usada registrada na entrega
KMZ e plantas abertas, para a sua equipe atualizar quando a rede crescer.
Arquivos-fonte entregues, não só PDF
Redes de bairro, de distrito e de cidade inteira, com tamanhos e distribuidoras diferentes.
[PREENCHER: projetos GPON entregues e casas cobertas]
O projeto de rede GPON é feito à distância para provedores de todo o Brasil. O levantamento em campo é feito no litoral de Santa Catarina; nas outras regiões, a base vem da sua equipe.
Com a base de postes e o limite da área, a arquitetura, a conta de potência e os arquivos saem à distância, com reuniões de revisão por vídeo.
Cadastro de postes, conferência de rota e visita ao POP para medir a OLT. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de pedir a proposta. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
O preço do projeto de rede GPON muda com o número de casas, os quilômetros de rede e a existência de base de postes. A faixa por casa coberta é [PREENCHER], e o valor exato sai depois de definida a área.
Depende do tamanho da área e de já existir levantamento de postes. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta, com as datas de revisão.
O comum é de 32 a 64 por porta, conforme a banda dos planos e a perda do caminho. O projeto decide com os planos que você vende hoje e os que pretende vender.
Com óptica classe B+, cerca de 28 dB entre OLT e ONU; com classe C+, cerca de 32 dB [CONFIRMAR na norma ITU-T G.984]. O projeto fecha a conta abaixo desse limite, com margem.
O alcance usual é de até 20 km entre a OLT e o cliente, conforme a divisão e a classe da óptica [CONFIRMAR na norma ITU-T G.984]. Para distâncias maiores, veja o projeto de rede óptica rural.
Balanceado simplifica áreas densas; desbalanceado leva sinal mais longe em ruas lineares. Os guias de splitter balanceado e de desbalanceado comparam os dois.
Serve. O projeto usa a classe da óptica e a perda dos componentes, que valem para qualquer fabricante. A configuração da OLT em si é feita na implantação de OLT.
Sim, no litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento]. Fora dessa região, o projeto de rede GPON para provedor usa o levantamento da sua equipe, com um roteiro de campo que enviamos.
Aceita, na mesma fibra, se a conta deixou margem para a perda da coexistência. Veja o projeto de rede XGS-PON para saber o que muda.
O serviço é de projeto. A obra fica com a sua equipe ou com uma empreiteira, e a Táquion Tech pode fazer o acompanhamento de obra para conferir se o projeto está sendo seguido.
Três serviços que costumam vir antes ou depois do projeto. Cada um resolve uma parte da rede.
Postes da área cadastrados com foto, posição e ocupação, a base que o projeto precisa.
Ver o levantamento de postes
A mesma fibra preparada para planos acima de 1 Gbps, com a conta de potência refeita.
Ver o projeto de rede XGS-PON
OLT instalada e configurada para ativar os clientes da rede projetada.
Ver a implantação de OLTTrês guias que mostram as contas e as escolhas por trás de um projeto GPON.
Como somar fibra, emendas e splitters até o último cliente da porta.
Quando dividir o sinal em partes iguais simplifica a rede e a manutenção.
Como a divisão desigual estica o alcance em ruas e estradas lineares.
Orçamento
Conte a área e quantas casas a rede vai cobrir. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp