Um corte de fibra derruba um distrito
O cabo é o único caminho até o POP, e uma obra de prefeitura deixa a cidade vizinha sem internet por horas.
Rádio e wireless · Provedores
Fibra onde há densidade, rádio onde o cabo demora ou não se paga, e os dois respondendo ao mesmo roteamento.
Projeto de rede híbrida de rádio e fibra é o desenho que define, para cada trecho da rede, se ele vai por cabo óptico ou por rádio, e como os dois se cobrem quando um falha. É para o provedor que tem fibra no centro, rádio nos distritos e nenhum plano que una as duas partes. O resultado é um mapa único com custo por trecho, rotas de reserva e troca automática de caminho conferida em teste.
É tratar rádio e fibra como partes de uma só rede, cada um no trecho em que custa menos e falha menos. O projeto diz onde cada meio entra, quanto ele carrega e o que acontece quando ele cai.
Fibra cresce sem disputa de espectro, mas depende de poste, licença de passagem e meses de obra. Um enlace de rádio cruza rio, rodovia ou morro em dias, com capacidade que varia com o tempo e com o canal.
No acesso, o mesmo raciocínio vale: bairro denso recebe FTTH, e chácaras espalhadas recebem FWA a partir de uma torre ligada por fibra. O assinante não percebe qual meio leva o tráfego até o POP.
Em trechos urbanos curtos, rádios de 60 GHz fazem a ponte entre prédios até o cabo chegar. O projeto divide a rede em quatro papéis:
Ligações entre POPs e áreas com muitos clientes por quilômetro ficam no cabo. É onde a capacidade cresce só trocando óptica e onde o custo por casa cai.
Rios, rodovias, áreas sem poste e distritos pequenos vão por rádio. Veja o projeto de rádio ponto a ponto para o cálculo de cada ligação.
Um trecho de fibra sem segundo caminho ganha um enlace de rádio em paralelo. Ele não precisa carregar tudo, só o tráfego que mantém a base navegando.
OSPF ou IS-IS com custo maior no rádio, detecção rápida de queda e regras de prioridade. Assim o tráfego volta sozinho para a fibra quando ela se recupera.
Seis situações mostram que rádio e fibra estão convivendo sem projeto. Se uma delas acontece na sua rede, o desenho híbrido vem antes da próxima compra.
O cabo é o único caminho até o POP, e uma obra de prefeitura deixa a cidade vizinha sem internet por horas.
Rio, ferrovia ou rodovia federal no caminho, com licença de passagem que leva meses ou custa mais que o rádio.
Há procura em sítios e chácaras, mas a conta de cabo por cliente não fecha. Veja o acesso fixo sem fio.
O cabo foi reparado, mas o tráfego segue no rádio até alguém mudar a rota na mão.
Quando a fibra cai, o rádio de reserva recebe o tráfego inteiro e satura, e a queda vira lentidão geral.
A fibra está num KMZ, os rádios numa planilha e as rotas na cabeça de um técnico.
São cinco etapas, e a rede só muda na quarta, em janela combinada. Antes disso, tudo é levantamento, conta e aprovação por escrito.
Trechos de fibra e de rádio, POPs, capacidade de cada ligação, consumo no pico e rotas de hoje.
Prazo: [PREENCHER]
Custo, prazo e risco de fibra e de rádio comparados para cada ligação nova ou sem reserva.
Prazo: [PREENCHER]
Meio de cada trecho, rotas de reserva, custos do roteamento e o plano de volta de cada mudança.
Prazo: depende da sua agenda
Custos, detecção de queda e prioridade de tráfego aplicados um POP por vez, com backup antes.
Duração da janela: [PREENCHER]
Cada trecho principal desligado de propósito, tempo de troca medido e mapa único entregue.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre o desenho dos dois meios, o roteamento entre eles e o teste da troca. Obra, cálculo de cada enlace e projeto óptico detalhado têm páginas próprias.
O preço depende principalmente do número de POPs e de trechos que entram no desenho. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| POPs e trechos | Cada ligação tem custo, reserva e rota analisados | Seis POPs com nove ligações entre eles |
| Rede existente ou nova | Rede que já roda pede leitura e testes do que está no ar | Rádios antigos com rotas estáticas |
| Protocolo de roteamento | Trocar rota estática por OSPF ou IS-IS leva mais janelas | Primeira adoção de roteamento dinâmico |
| Visitas às torres | Conferir alturas e alimentação no local soma deslocamento | Torres no litoral catarinense |
| Teste de queda | Cada trecho testado exige janela e acompanhamento | Quatro trechos principais com reserva |
Faixa de preço para um provedor com até seis POPs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se o problema é um ponto único de falha já conhecido, comece pela eliminação de pontos únicos de falha.
Confira os erros que fazem a reserva falhar no dia da queda, os critérios técnicos da troca entre meios e a escolha de meio por trecho. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Falhas que só aparecem quando a fibra cai. Pergunte ao fornecedor como o projeto evita cada uma.
Se o rádio de reserva e o cabo chegam no mesmo rack, sem nobreak separado, uma queda de energia leva os dois juntos.
Com o mesmo custo de rota, o roteador divide o tráfego entre fibra e rádio e o cliente sente a variação de latência.
Um rádio de 300 Mbps não substitui um cabo que leva 3 Gbps no pico. Sem regra de prioridade, a reserva vira lentidão para todos.
Rota fixa não percebe a queda do outro lado. O tráfego sai pelo rádio e volta pela fibra cortada.
VLAN, QinQ ou MPLS somam bytes ao pacote. Rádio com MTU curto descarta pacotes grandes e só alguns sites param de abrir.
São os números que separam reserva de verdade de reserva no papel. Peça ao fornecedor o valor que ele adota para cada um.
A queda é percebida em menos de um segundo, conforme os intervalos configurados [CONFIRMAR valor adotado].
Os temporizadores padrão de OSPF levam dezenas de segundos, e as sessões dos clientes caem.
Fibra com custo baixo, rádio com custo alto, para o rádio só carregar tráfego quando o cabo cai.
Custo errado num trecho do meio desvia tráfego por um caminho longo sem ninguém notar.
Na chuva, o rádio baixa a modulação e perde capacidade sem cair. O roteamento não vê isso; o monitoramento precisa ver.
A escolha muda com distância, capacidade e prazo. A tabela resume os quatro meios mais usados.
| Meio | Onde rende mais | Ponto fraco |
|---|---|---|
| Fibra óptica | Backbone e bairros densos | Obra lenta e dependência de poste |
| Rádio em faixa licenciada | Trechos críticos sem fibra | Licença e taxa da estação |
| Rádio em faixa livre | Travessias e reserva | Interferência de terceiros |
| Rádio de 60 GHz | Prédios a poucas centenas de metros | Perde sinal com chuva forte |
Protegida contra interferência, exige autorização e licenciamento da estação [CONFIRMAR na norma]. Veja o registro de estações na Anatel.
Liga dois prédios em horas enquanto o cabo não chega. Veja a implantação de rádios 60 GHz.
Estes dados encurtam o levantamento e deixam a proposta mais precisa.
KMZ ou desenho com os trechos construídos, mesmo que desatualizado.
Marca, frequência, largura de canal e capacidade medida de cada enlace.
Gráficos dos últimos 30 dias, para saber quanto cada reserva precisa carregar.
Porque o projeto termina com a queda testada, não com um desenho bonito. Seis compromissos que valem para toda rede híbrida.
Cada trecho principal é desligado de propósito na janela, e o tempo de troca fica registrado.
Relatório do teste entregue com o projeto
Antes de mexer no roteamento, você sabe como desfazer cada passo e quanto tempo isso leva.
O plano de volta faz parte da proposta
A Táquion Tech não vende equipamento. O rádio sai da conta de capacidade e de distância.
Nenhuma marca indicada por comissão
Fibra, rádio, POPs e rotas no mesmo desenho, para a equipe achar a falha sem abrir três arquivos.
Mapa único entregue no fim do projeto
Quem calcula a capacidade da reserva é quem escreve os custos de rota, sem repasse.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes de provedor]
Levantamento e roteamento à distância para todo o Brasil; torres visitadas no litoral de Santa Catarina.
[PREENCHER: redes híbridas projetadas]
O desenho e o roteamento são feitos à distância para provedores de todo o Brasil. A visita às torres fica no litoral de Santa Catarina.
Leitura da rede por acesso seguro, desenho dos trechos, custos de rota e teste de queda acompanhado à distância.
Vistoria de torres, alimentação e rack, e acompanhamento da primeira janela no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas mais comuns de quem tem rádio e fibra na mesma rede. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Aguenta o tráfego que foi calculado para ele. Em geral a reserva leva o essencial com prioridade, não o pico inteiro do cabo.
É, quando o roteamento é dinâmico e a detecção de queda está configurada. Com BFD, a troca leva menos de um segundo [CONFIRMAR valor adotado].
Depende do número de POPs, de trechos e de visitas às torres. A faixa é [PREENCHER], e rádios, ópticas e obra são orçados à parte.
O desenho fica pronto em [PREENCHER] para uma rede de até seis POPs. As janelas de configuração seguem a sua agenda.
Pode, e costuma ser o primeiro passo. Proteger os trechos de fibra sem segundo caminho reduz o risco antes de redesenhar o resto.
Licenciada nos trechos que levam um POP inteiro, livre onde a interferência é baixa. A faixa licenciada exige licença da estação [CONFIRMAR na norma].
Exige monitorar os dois meios e manter um mapa único. Com isso, a equipe acha a falha mais rápido que numa rede só de rádio.
Sim. OSPF, IS-IS e BFD existem nas marcas comuns em provedores, com sintaxes diferentes [CONFIRMAR marcas atendidas].
Nos trechos de reserva e nas áreas rurais, quase sempre. Para trocar o acesso dos assinantes, veja a migração de rede de rádio para fibra.
O desenho e o roteamento são remotos para todo o Brasil. A visita às torres fica no litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento].
Três serviços que completam o desenho híbrido. Cada um aprofunda uma parte da rede.
Visada, margem para chuva e capacidade de cada rádio que entra no desenho.
Ver o projeto de rádio ponto a ponto
Fibra fechada em anel entre os POPs, com dois caminhos para cada ponto.
Ver o projeto de anel óptico
Troca planejada dos assinantes de rádio para FTTH, região por região.
Ver a migração de rede de rádio para fibraTrês guias sobre o roteamento que faz rádio e fibra se cobrirem.
Como os custos de rota decidem por qual meio o tráfego passa.
Por que o tráfego que sai por um caminho às vezes volta por outro.
Como manter o gateway no ar quando um dos roteadores cai.
Orçamento
Diga quantos POPs a rede tem e quais trechos não têm reserva. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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