Pedidos chegando do interior
Sítios e chácaras ligam pedindo internet, e você não sabe se a rota até eles volta o investimento.
Projeto FTTH · Provedores
Fibra levada até o fim da estrada, com o sinal calculado casa por casa e a conta de quantos clientes a rota precisa para se pagar.
Projeto de rede óptica rural é desenhar a fibra para sítios, chácaras, distritos e comunidades onde as casas ficam longe umas das outras e cada quilômetro atende poucos clientes. É para o provedor que quer sair da cidade sem gastar em rota que não volta o investimento. O resultado é uma rede que leva sinal ao último cliente da estrada e um número claro de adesões para a rota valer a pena.
É o projeto de rede de fibra adaptado à baixa densidade e às distâncias longas do campo. Ele junta o desenho técnico com a conta de viabilidade de cada rota.
Na cidade, o desafio é ter portas para todos; no campo, é o sinal chegar. Uma rede FTTH rural pode ter clientes a 15 ou 20 km da OLT, e a perda da fibra passa a pesar tanto quanto a dos splitters.
A tecnologia de acesso costuma ser o GPON, com alcance usual de até 20 km [CONFIRMAR na norma ITU-T G.984]. Quando a estrada vai além disso, o projeto aproxima a OLT dos clientes ou usa uma óptica de classe maior.
Planos de XGS-PON ainda são raros no interior, mas a fibra lançada hoje aceita a tecnologia depois, se a conta deixar margem. Quatro decisões moldam o projeto rural:
Splitters como 90/10 ou 80/20 tiram um pouco de sinal em cada parada e guardam o resto para seguir. É o desenho que acompanha casas enfileiradas numa estrada.
Uma OLT compacta num armário, com energia e bateria, encurta a fibra até os clientes mais distantes e abre uma nova área de alcance a partir dali.
Estrada vicinal, rodovia, rio e ponte mudam o traçado. Cada travessia precisa de detalhe no projeto e, muitas vezes, de autorização do órgão responsável [CONFIRMAR com o órgão da via].
Quando a fibra até uma casa isolada custa mais do que ela vai pagar, um enlace de rádio a partir do último ponto de fibra fecha a cobertura.
Seis situações pedem projeto antes de levar fibra para fora da cidade. Se uma delas é a sua, comece pela viabilidade da rota.
Sítios e chácaras ligam pedindo internet, e você não sabe se a rota até eles volta o investimento.
A rede foi estendida com o mesmo desenho da cidade, e os clientes mais distantes ficam abaixo da sensibilidade da ONU.
Vãos longos pedem outro tipo de cabo e outra fixação, ou a fibra flecha e encosta na rede elétrica.
Programas de conectividade exigem projeto técnico com rota, metas de cobertura e lista de materiais.
Duas estradas, duas comunidades e verba para uma só. A conta de casas por quilômetro decide.
Enlaces saturados e clientes reclamando de chuva mostram que é hora de trocar parte do rádio por fibra.
São cinco etapas, com a viabilidade decidida antes do detalhamento. Assim você não paga projeto executivo de uma rota que não vai construir.
Estrada, casas ao longo dela, lista de interessados, ponto de partida da fibra e postes disponíveis.
Prazo: [PREENCHER]
Custo estimado da rota, clientes necessários para ela se pagar e comparação entre alternativas.
Prazo: [PREENCHER]
Posição da OLT, divisão óptica, potência por cliente, caixas, cabo por trecho e travessias.
Prazo: [PREENCHER]
Ajustes com quem conhece as estradas, as propriedades e os acessos da região.
Prazo: depende da sua agenda
KMZ, plantas, lista de materiais e documentação para a distribuidora de energia.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto rural cobre a rota, a conta de potência e a estimativa de retorno. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente dos quilômetros de rota e de quanto levantamento é preciso. A viabilidade pode ser contratada sozinha, antes do projeto executivo.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Quilômetros de rota | Cada quilômetro soma postes, emendas e reserva de cabo | Estrada de 25 km até um distrito |
| Casas ao longo da rota | Mais paradas pedem mais derivações para calcular | 120 casas espalhadas em três comunidades |
| Base de postes | Rede rural sem cadastro precisa ser levantada | Postes da distribuidora sem planta digital |
| Travessias | Rodovia, rio e ponte pedem detalhe e documento próprio | Passagem sob rodovia estadual |
| OLT remota | Armário no distrito soma energia e abrigo ao projeto | OLT compacta a 18 km da cidade |
Faixa de preço da viabilidade: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Faixa do projeto executivo por quilômetro: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech].
Confira os erros que deixam a rota cara e sem sinal, a escolha de onde pôr a OLT e as referências que a conta deve usar. Serve para avaliar qualquer empresa de projeto de rede óptica rural, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas típicas de rede rural feita com olhar de cidade. Pergunte ao fornecedor como ele trata cada uma.
Splitter 1:8 em cada caixa ao longo de 15 km derruba o último cliente. Na estrada, a divisão precisa guardar sinal para quem está adiante.
Quem liga pedindo internet nem sempre assina. Pergunte qual taxa de adesão o estudo usou e de onde veio esse número.
Poste rural costuma ter vão maior, e cabo errado flecha demais [CONFIRMAR padrão da distribuidora]. O projeto precisa dizer qual cabo vai em cada trecho.
Queimada, máquina agrícola e roedor rompem fibra a 20 km do POP. Reserva técnica nas caixas e cabo com proteção reduzem o tempo de reparo.
É a decisão que mais muda o custo e o alcance da rede rural. Uma mesma rota pode combinar as três.
| Opção | Alcance | Ponto de atenção |
|---|---|---|
| OLT na cidade | Até cerca de 20 km do POP | Último cliente perto do limite |
| OLT remota no distrito | Nova área a partir do armário | Energia, bateria e acesso |
| Fibra com rádio | Casas além do fim da fibra | Visada e capacidade do enlace |
Rota curta, com a maioria das casas a menos de 15 km do POP e poucas derivações.
Cada emenda de reparo come margem. Sem folga na conta, o primeiro rompimento derruba o fim da rota.
Distrito ou vila com dezenas de casas juntas, longe da cidade, ligado por uma fibra de alimentação.
Armário sem bateria e aterramento cai a cada falta de energia ou raio na região.
Propriedades isoladas, a quilômetros da estrada, onde o cabo não se paga.
O enlace precisa de visada limpa e de capacidade para os planos que você vende.
Referências que a conta de uma rota rural precisa citar. Peça ao fornecedor os valores que ele usa.
A ITU-T G.984 trata do alcance físico e das classes de óptica; o usual em projeto é até 20 km [CONFIRMAR na norma].
Cabo ao longo ou através de rodovia federal ou estadual depende de autorização do órgão da via [CONFIRMAR na norma do DNIT ou do DER].
Valores típicos ficam perto de 0,35 dB por km em 1310 nm e 0,25 dB em 1490 nm [CONFIRMAR no catálogo da fibra]. Em 20 km, só o cabo tira de 5 a 7 dB.
Perto de 0,5 dB na saída que segue e 10 dB na derivação [CONFIRMAR no catálogo do fabricante].
Perto de 1 dB na saída que segue e 7 dB na derivação [CONFIRMAR no catálogo do fabricante].
Perto de 1,6 dB na saída que segue e 5,4 dB na derivação [CONFIRMAR no catálogo do fabricante].
Com estes dados, a viabilidade sai mais rápida e mais perto da realidade.
Estrada pretendida em KMZ e onde fica a fibra ou a OLT mais próxima.
Lista de pedidos da região, com a localização aproximada de cada casa.
Se há ponto com energia estável e local seguro para um armário.
O que você pretende cobrar no campo, para a conta de retorno usar números reais.
Porque a conta de retorno vem antes do desenho e o sinal é conferido até a última casa da estrada. Seis compromissos de todo projeto rural.
Quem calcula a potência é quem revisa a rota. As decisões de divisão e de OLT ficam explicadas.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes rurais]
Você decide com números se a rota vale a pena antes de pagar o projeto completo.
A viabilidade pode ser contratada sozinha
A memória de cálculo mostra a perda até cada casa, não só até a última caixa.
Potência por cliente na memória de cálculo
Rodovias, rios e pontes ficam marcados, com o tipo de passagem previsto em cada ponto.
Lista de travessias entregue com o KMZ
A escolha entre OLT remota e rádio sai da conta de custo, não de estoque de fornecedor.
A Táquion Tech não vende equipamento
Distritos, estradas vicinais e comunidades ligadas à rede de provedores regionais.
[PREENCHER: rotas rurais projetadas e quilômetros]
O projeto de rede óptica rural é remoto e atende provedores de todo o Brasil. A visita à rota é feita no litoral de Santa Catarina; nas outras regiões, o campo fica com a sua equipe.
Imagem de satélite, base da distribuidora e fotos da sua equipe bastam para a viabilidade. O executivo usa o levantamento de campo feito na região.
Percurso da rota, conferência de postes e escolha do local do armário remoto. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores fazem antes de levar fibra para o campo. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Vale quando a rota tem clientes suficientes para pagar o investimento no prazo que você aceita. A viabilidade mostra esse número antes de qualquer cabo ser comprado.
O preço do projeto de rede óptica rural muda com os quilômetros de rota, as travessias e a base de postes. A viabilidade custa [PREENCHER] e o executivo, [PREENCHER] por quilômetro.
A viabilidade costuma sair antes do executivo, em [PREENCHER]. O projeto completo leva [PREENCHER], conforme a extensão da rota e o levantamento disponível.
Em GPON, o usual é até 20 km entre OLT e cliente, conforme a divisão e a classe da óptica. Uma OLT remota no distrito começa uma nova área de alcance a partir dela.
Em casas enfileiradas numa estrada, o desbalanceado costuma render mais. Em vilas com casas próximas, o balanceado volta a fazer sentido. Veja o guia de splitter desbalanceado.
Quando a fibra não se paga, um enlace de rádio a partir do último ponto de fibra atende. O desenho fica no projeto de rede híbrida de rádio e fibra.
Na maioria das rotas, sim, e a ocupação segue as regras e o contrato da distribuidora. A documentação é tratada no projeto de compartilhamento de postes.
Há programas e linhas de crédito para conectividade no interior [CONFIRMAR programas vigentes]. Veja o projeto técnico para linhas de financiamento e o de editais públicos.
Energia estável, bateria, aterramento, abrigo protegido e uma fibra de alimentação até a cidade. A instalação e a configuração ficam na implantação de OLT.
Sim. O projeto de rede óptica rural para provedor é feito à distância, com o levantamento da sua equipe e um roteiro de campo que enviamos.
Três serviços que costumam andar junto com a rede rural. Cada um responde a uma pergunta diferente.
Investimento, receita e prazo de retorno da área nova, antes de decidir a obra.
Ver o estudo de viabilidade econômica
Fibra até um ponto alto e rádio para as propriedades além do fim do cabo.
Ver o projeto de rede híbrida de rádio e fibra
Projeto técnico com rota, metas e materiais no formato que o edital pede.
Ver o projeto técnico para editais públicosTrês guias para entender a conta e os riscos de uma rede longa.
Como escolher as razões de divisão ao longo de uma estrada.
O passo a passo para somar fibra, emendas e splitters até o fim da rota.
Por que a fibra cai na chuva e como o projeto previne o problema.
Orçamento
Conte a região, a extensão da estrada e quantas casas há nela. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp