Vai lançar cabo numa área nova
Cada trecho novo nos postes precisa de aprovação. Começar a obra antes expõe a rede a retirada.
Projeto FTTH · Provedores
Rota, esforço de cada poste e documentos no padrão da distribuidora, para a sua fibra subir nos postes com aprovação e sem rodadas de pendência.
Projeto de compartilhamento de postes é o conjunto de plantas, cálculos e documentos que o provedor apresenta à distribuidora de energia para fixar a rede de fibra nos postes dela. É para quem vai lançar cabo numa área nova, teve o projeto devolvido ou tem trechos antigos sem aprovação. O resultado é a ocupação liberada com cada poste conferido, em vez de cabo pendurado à espera de notificação.
É o pedido técnico que mostra à distribuidora por onde o seu cabo passa, em que altura e com que peso sobre cada poste. Sem ele aprovado, a concessionária pode notificar e retirar a rede.
Os postes pertencem, na maior parte das cidades, à distribuidora de energia, que cede espaço às empresas de telecomunicação mediante contrato. Toda rede FTTH aérea depende desse espaço, e cada trecho novo precisa de projeto aprovado antes do lançamento [CONFIRMAR na norma vigente].
A distribuidora não analisa a arquitetura GPON nem os splitters: ela quer saber se o poste aguenta, se a faixa de telecomunicação tem lugar e se o cabo respeita as distâncias da rede elétrica. Por isso o projeto de postes é um documento separado do projeto óptico, com outra linguagem.
Trocar a tecnologia para XGS-PON não pede projeto novo de postes, mas trocar o cabo por outro mais pesado ou somar caixas pede. O projeto tem quatro partes:
Trajeto poste a poste com a simbologia, a escala e o formato de arquivo que a concessionária exige. Planta fora do padrão costuma voltar sem nem ser analisada.
Para cada poste, a soma das trações do seu cabo e dos cabos que já estão lá, comparada à resistência nominal. Ângulos e fins de linha são os pontos que mais reprovam.
Altura do cabo, ponto de fixação livre na faixa reservada e afastamento da rede elétrica. Também mostra onde ficam caixas, reservas técnicas e plaquetas.
Memorial descritivo, lista de materiais de fixação, documentos do provedor e do responsável técnico, montados e protocolados no canal da distribuidora.
Seis situações pedem projeto de postes antes de qualquer cabo novo subir. Se uma delas é a sua, o projeto entra no cronograma da obra desde o primeiro dia.
Cada trecho novo nos postes precisa de aprovação. Começar a obra antes expõe a rede a retirada.
Pendência repetida indica dado de campo fraco ou planta fora do padrão. Responder no escuro só gera nova volta.
Trechos construídos às pressas, sem projeto, viram risco a cada fiscalização da concessionária.
Cabo com mais fibras pesa mais e muda o esforço nos postes. O projeto aprovado precisa acompanhar a troca.
O contrato de compartilhamento define regras, valores e prazos. Ler o padrão técnico antes evita surpresa no primeiro pedido.
O prazo de análise é da distribuidora. Projeto pronto cedo é o que impede a campanha de esperar a aprovação.
São cinco etapas, e só a quarta depende da distribuidora. Até lá, tudo é conferência, cálculo e revisão com você.
Levantamento de postes revisado contra o padrão da distribuidora. Dado faltando volta para campo antes do desenho.
Prazo: [PREENCHER]
Rota, alturas, esforço por poste e posição de caixas e reservas, com desvio sugerido onde o poste não aguenta.
Prazo: [PREENCHER]
Você confere rota, materiais e fases antes do envio. Mudança feita aqui custa menos que mudança depois do protocolo.
Prazo: depende da sua agenda
Documentos montados e enviados pelo canal da concessionária, com número de acompanhamento [CONFIRMAR quem protocola].
Prazo de análise: definido pela distribuidora [CONFIRMAR]
Cada exigência respondida por escrito, com planta corrigida, até a liberação da obra.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto vai da conferência dos dados de campo até a aprovação. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de postes e de o levantamento já existir. O valor exato sai por escrito, depois de conferirmos os dados de campo e o padrão da distribuidora.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de postes | Cada poste tem cálculo de esforço e conferência de faixa próprios | Bairro com 400 postes na rota |
| Levantamento | Base pronta e confiável reduz o trabalho; coleta junto soma campo | Levantamento feito pela sua equipe com roteiro |
| Rede nova ou existente | Regularizar trecho antigo exige registrar o que já está pendurado | Rede de 2019 nunca aprovada |
| Padrão da distribuidora | Algumas pedem cálculo mais detalhado ou formato de arquivo próprio | Planta em formato e camadas da concessionária |
| Ocupação dos postes | Faixa cheia pede desvios e mais versões da rota | Avenida com cabos de várias empresas |
| Rodadas de pendência | Exigência fora do escopo inicial pode gerar revisão adicional | Pedido de troca de poste em vários pontos |
Faixa de preço por poste projetado: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. As taxas cobradas pela distribuidora, quando existem, ficam fora desse valor e são pagas pelo provedor.
Antes de fechar, confira os erros que mais reprovam projetos, o tipo de projeto certo para o seu caso e as regras que ele precisa seguir. Esta seção serve para avaliar qualquer empresa de projeto de compartilhamento de postes, inclusive a Táquion Tech.
Cinco falhas que fazem o pedido voltar ou a rede ser notificada depois de pronta.
Rota bonita no mapa que passa por postes com a faixa já cheia reprova na primeira análise. A ocupação existente decide a rota, não o contrário.
O esforço depende do peso e do diâmetro do cabo que vai de fato para o poste. Projeto feito com cabo de 12 fibras e obra com cabo de 72 fibras fica sem validade.
Caixa de emenda e sobra de cabo enrolada somam carga e ocupam espaço. Elas precisam aparecer na planta e no cálculo.
Cada distribuidora tem simbologia, escala e campos próprios. Planta copiada de outra região costuma voltar sem análise técnica.
A pressa em vender transforma a obra em rede irregular desde o primeiro dia. Se a análise reprovar o poste, o cabo precisa sair.
Os três casos usam o mesmo tipo de documento, mas pedem trabalho e cuidados diferentes. Saiba em qual o seu se encaixa.
| Tipo | Ponto de partida | Maior risco |
|---|---|---|
| Rede nova | Levantamento e rota planejada | Faixa cheia descoberta tarde |
| Regularização | Rede já pendurada, sem aprovação | Poste que não aguenta o que já está lá |
| Alteração | Projeto aprovado e cabo ou caixa novos | Esforço novo ignorado |
Trechos construídos sem projeto, antes ou depois de uma notificação, que precisam virar rede aprovada.
Comece pelos trechos com mais clientes e pelos postes com mais cabos, onde a fiscalização olha primeiro.
Troca de cabo, caixa nova no meio do vão ou mudança de rota num trecho que já tinha aprovação.
Pergunte à distribuidora se a mudança pede projeto completo ou só complemento [CONFIRMAR com a distribuidora].
Referências que um projeto de postes sério cita. Peça ao fornecedor que diga quais aplica no seu caso.
Define as regras de compartilhamento de postes, ocupação da faixa, identificação de cabos e preço por ponto de fixação [CONFIRMAR na norma vigente].
Conhecida como Lei Geral das Antenas, trata do compartilhamento de infraestrutura entre empresas de energia e de telecomunicação [CONFIRMAR na norma].
Norma de compartilhamento de infraestrutura entre rede de energia e telecomunicações, com afastamentos e posição dos cabos [CONFIRMAR na norma].
Muitas distribuidoras pedem um responsável técnico habilitado e a ART do projeto [CONFIRMAR exigência no padrão da distribuidora].
As respostas mostram se o projeto vai passar na análise ou voltar com pendências.
Peça um exemplo de memória de cálculo de um poste em ângulo, com cabos de terceiros somados.
Escopo que cobre só o envio deixa as exigências da distribuidora para você responder.
Confirme em nome de quem sai o pedido, quem recebe as exigências e em quanto tempo elas são respondidas.
Planta e memorial editáveis permitem alterar o projeto no futuro sem começar do zero.
Porque o projeto chega à distribuidora conferido, calculado com o cabo real e acompanhado até a liberação. Seis compromissos que valem para todo projeto de postes.
Quem confere o levantamento é quem responde às pendências. Ninguém precisa reaprender o projeto no meio do caminho.
[PREENCHER: projetos de postes aprovados pela equipe]
Você recebe o esforço de cada poste por escrito e pode mostrar a conta para quem perguntar.
Memória de cálculo anexa a todo projeto
As respostas às exigências da distribuidora fazem parte do serviço, não de um orçamento novo.
Rodadas de pendência escritas na proposta
A lista de materiais traz a especificação técnica. A compra fica com você, no fornecedor que preferir.
Nenhuma marca indicada por comissão
Planta, memorial e KMZ ficam com o provedor, prontos para a próxima alteração de trecho.
Entregues no fim de todo projeto
Com o levantamento em mãos, o projeto e o protocolo são feitos à distância, para qualquer concessionária.
[PREENCHER: distribuidoras com projeto aprovado]
O projeto de postes é feito à distância para provedores de todo o Brasil. A coleta em campo pela equipe própria fica no litoral de Santa Catarina.
Projeto, cálculo e protocolo para qualquer distribuidora, a partir do levantamento feito pela sua equipe com o nosso roteiro.
Levantamento em campo e conferência dos postes críticos antes do envio. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de pedir o projeto de postes. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Sim. A distribuidora exige projeto aprovado para cada trecho de rede de telecomunicação nos postes dela [CONFIRMAR na norma vigente]. Rede sem aprovação pode ser notificada e retirada.
O preço muda com o número de postes, a existência de levantamento e o padrão da concessionária. A faixa por poste é [PREENCHER], e as taxas da distribuidora são pagas à parte.
O desenho leva [PREENCHER], e a análise segue o prazo da distribuidora [CONFIRMAR prazo da concessionária da sua região]. Projeto conferido antes do envio reduz as rodadas de pendência.
A distribuidora, por ponto de fixação, conforme o contrato e as regras da Aneel e da Anatel [CONFIRMAR valores e regras atuais]. O projeto mostra quantos pontos a sua rede vai ocupar.
Levantar o que está pendurado, montar o projeto de regularização e pedir a aprovação por trecho. Se já chegou notificação, comece pela regularização de ocupação de postes.
Muitas distribuidoras pedem responsável técnico e ART [CONFIRMAR exigência no padrão da distribuidora]. A proposta diz quem assina o projeto no seu caso.
Sim. O projeto e o protocolo são feitos à distância; o levantamento pode vir da sua equipe, com o nosso roteiro. Veja como funciona o levantamento de postes.
Não é recomendado. Se a distribuidora reprovar um poste ou pedir outra rota, o cabo já lançado precisa ser retirado ou refeito.
O projeto propõe desvio da rota, estai, travessia por outro poste ou pedido de troca à distribuidora. A escolha depende do custo e do prazo de cada opção.
Se o cabo novo pesa mais ou muda o número de pontos de fixação, sim, o esforço precisa ser recalculado. Troca por cabo igual costuma dispensar projeto [CONFIRMAR com a distribuidora].
Três serviços que costumam vir antes ou depois do projeto de postes. Cada um resolve uma parte da ocupação.
Cada poste da rota cadastrado com posição, altura, ocupação e fotos padronizadas.
Ver o levantamento de postes
Rede já pendurada regularizada, com resposta às notificações e retirada de cabos mortos.
Ver a regularização de ocupação de postes
Novos bairros planejados em fases, com o projeto de postes dentro do cronograma.
Ver a expansão de rede FTTHTrês guias para entender o que vem antes e depois da aprovação dos postes.
O que fazer quando chega uma notificação regulatória ao provedor.
Como dividir o sinal ao longo de uma rota linear de postes.
Como somar as perdas da rota aprovada até o cliente mais distante.
Orçamento
Diga a situação da rede e se já existe levantamento. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp