Não dá para vender onde a fibra passa
A rua tem cabo, mas a caixa mais próxima está cheia e a outra fica longe demais para o drop.
Projeto FTTH · Provedores
Mais clientes e menos chamados de sinal na rede que você já tem, com correções escolhidas pelo ganho e não pelo palpite.
Otimização de rede FTTH existente é revisar uma rede de fibra que cresceu sem projeto e corrigir o que trava a venda e a qualidade: CTOs cheias, divisões ópticas com perda demais, portas PON desequilibradas e clientes com sinal no limite. É para o provedor que não consegue vender em ruas onde a fibra já passa ou vê os chamados crescerem mais que a base. O resultado é um plano de correções com custo e ganho de cada uma, acompanhado até o sinal conferido.
É medir a rede como ela está e corrigir, trecho por trecho, o que limita clientes e sinal. Na maior parte dos casos, a rede rende mais sem ser refeita.
Uma rede FTTH construída às pressas acumula splitters em cascata sem conta, caixas lotadas ao lado de caixas vazias e emendas com perda alta. Cada cliente novo custa mais, e cada chuva traz uma leva de chamados.
Numa rede GPON, a OLT já sabe o sinal que chega a cada ONU. Cruzar essa leitura com o mapa mostra quais clientes dividem o mesmo trecho ruim, e o problema deixa de ser caçado casa por casa.
Antes de pensar em XGS-PON, a rede precisa ter folga de perda nos caminhos mais longos, ou os planos novos não chegam lá. A otimização trabalha em quatro frentes:
Leitura do sinal recebido por todas as ONUs, separada por porta PON e por caixa. Mostra em dias onde estão os grupos de clientes com problema.
Conta de fibra, emendas, conectores e splitters de cada caminho, comparada com o sinal medido. A diferença aponta o trecho com defeito.
Quantas portas estão livres em cada caixa e em cada porta PON, cruzado com a procura por rua. Mostra onde a venda trava por falta de porta.
Cada correção com material, custo e quantos clientes ela libera ou estabiliza. As de menor obra e maior efeito vêm primeiro.
Seis sinais mostram que o limite está na rede, não nos equipamentos. Se dois ou mais aparecem juntos, vale diagnosticar antes de comprar qualquer coisa.
A rua tem cabo, mas a caixa mais próxima está cheia e a outra fica longe demais para o drop.
Mais reclamações de lentidão e queda por cliente a cada mês indicam rede degradando, não azar.
Caixa mal vedada e emenda no limite pioram com a umidade. O grupo afetado aponta o trecho.
Clientes distribuídos sem critério deixam uma porta saturada no pico enquanto a vizinha sobra.
Três níveis de divisão somados no improviso deixam o último cliente da rua sem margem para nada.
Antes de vender velocidades mais altas, a rede precisa provar que tem folga de sinal nos caminhos longos.
São cinco etapas, e as duas primeiras usam só dados que a rede já tem. O campo entra apenas nos trechos que o diagnóstico apontou.
Exportação do sinal de todas as ONUs, da ocupação das portas PON e do histórico de quedas por cliente.
Prazo: [PREENCHER]
Clientes agrupados por caixa e splitter. Grupo com sinal baixo em comum indica trecho com defeito.
Prazo: [PREENCHER]
Potência e, quando preciso, OTDR nos trechos suspeitos, com abertura das caixas envolvidas.
Prazo: [PREENCHER]
Lista com material, custo, clientes beneficiados e ordem de execução. Você aprova o que entra.
Prazo: depende da sua agenda
Obras acompanhadas e sinal das ONUs lido de novo pela OLT, trecho a trecho, para provar o ganho.
Prazo: [PREENCHER]
A otimização cobre diagnóstico, medição, plano e acompanhamento. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do tamanho da base e de quanto campo o diagnóstico vai pedir. O diagnóstico pode ser contratado sozinho, e o valor exato sai por escrito.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tamanho da base | Mais ONUs e caixas aumentam a análise e o número de trechos | Rede com 3 mil clientes em 6 portas por OLT |
| Mapa da rede | Sem mapa, é preciso reconstruir os caminhos antes de cruzar os dados | Rede sem KMZ nem registro de splitters |
| Acesso à OLT | Exportação direta do sinal acelera; leitura manual por porta leva mais tempo | OLT antiga sem exportação em planilha |
| Campo necessário | Muitos trechos suspeitos somam abertura de caixas e medições | Bairro inteiro com sinal no limite |
| Diagnóstico ou completo | Acompanhar as obras e reler o sinal soma visitas | Plano entregue para a sua equipe executar |
Faixa de preço do diagnóstico para uma base de mil clientes: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Material e mão de obra das correções são orçados à parte, já com o ganho de cada uma no plano.
Antes de fechar, confira os erros que gastam dinheiro sem melhorar a rede, os caminhos de correção e os números de referência. Use esta seção para avaliar qualquer empresa de otimização de rede FTTH existente, inclusive a Táquion Tech.
Cinco atalhos que parecem resolver e voltam no mês seguinte.
Se os vizinhos da mesma caixa também têm sinal baixo, o defeito está no trecho comum. Trocar o equipamento do cliente só adia o chamado.
Outra CTO pendurada num splitter que já está no limite libera portas, mas entrega clientes com sinal ruim desde o primeiro dia.
Uma medição isolada não mostra padrão. A leitura de todas as ONUs da porta revela se o problema é da casa ou da rede.
O cliente que mais liga nem sempre está no trecho que mais afeta a base. Ordem por ganho atende mais gente com o mesmo dinheiro.
Sem mapa da divisão óptica, cada correção é tentativa. Quando o registro falta, ele entra antes do plano.
Todo trecho com problema cabe num destes três caminhos. A conta de custo por cliente liberado decide qual.
| Caminho | Custo relativo | Quando faz sentido |
|---|---|---|
| Corrigir emendas e conectores | Baixo | Grupo de clientes com perda acima da conta |
| Redistribuir portas e splitters | Médio | Caixas cheias ao lado de caixas vazias |
| Reconstruir o trecho | Alto | Divisão errada desde o projeto ou cabo danificado |
A rua tem procura, a caixa está cheia e há fibra livre no cabo para uma nova derivação.
Mudar clientes de splitter exige janela combinada e aviso. Cada virada derruba quem está naquela porta.
Divisão em cascata que não fecha a conta nem com emendas perfeitas, ou cabo com dano em vários pontos.
Aproveite a obra para deixar folga de portas e de perda; refazer duas vezes custa mais que fazer certo.
Valores usados para separar defeito de limite de projeto. Confira sempre na ficha dos seus equipamentos.
Em óptica classe B+, a ONU costuma operar entre cerca de -8 e -27 dBm [CONFIRMAR na norma ITU-T G.984.2 e na ficha da ONU]. Cliente perto do limite cai com qualquer emenda nova.
Um splitter 1:8 perde perto de 10,5 dB e um 1:16 perto de 13,5 dB [CONFIRMAR no catálogo do fabricante]. A soma dos níveis em cascata é o que mais pesa no caminho.
Fusão bem feita fica perto de 0,1 dB e conector limpo perto de 0,5 dB [CONFIRMAR critério adotado]. Valores muito acima disso indicam ponto a refazer.
Separe estes itens e o diagnóstico começa no primeiro dia, sem esperar acesso.
Usuário só de leitura ou exportação do sinal das ONUs, com modelo e versão da OLT.
KMZ, as built ou croquis com a posição das caixas e os níveis de divisão, mesmo incompletos.
Reclamações de sinal e quedas dos últimos meses, com endereço ou caixa, para cruzar com o mapa.
Porque cada correção vem com a conta que a justifica e o sinal é conferido depois. Seis compromissos que valem para toda otimização.
Quem diagnostica sabe projetar a rede do zero, então reconhece quando o defeito é de origem.
[PREENCHER: redes já otimizadas pela equipe]
Cada item traz custo e clientes beneficiados. Você decide com números, não com impressão.
Plano por ordem de ganho entregue por escrito
O sinal das ONUs é lido antes e depois de cada correção. O ganho aparece na mesma tela da sua equipe.
Comparativo de sinal entregue no fim
Quando o plano pede splitter ou caixa, a especificação é técnica e a compra fica com você.
Nenhuma marca indicada por comissão
Obra grande entra no plano apenas quando a conta mostra que correções menores não fecham.
Custo por cliente liberado em cada item
A leitura da OLT e o cruzamento com o mapa são feitos à distância. O campo pode ser da sua equipe.
[PREENCHER: estados atendidos]
O diagnóstico e o plano são remotos e atendem provedores de todo o Brasil. As medições em campo pela equipe própria ficam no litoral de Santa Catarina.
Leitura da OLT, cruzamento com o mapa e plano de correções à distância. A sua equipe mede os trechos com a nossa lista de pontos.
Medições, abertura de caixas e acompanhamento das obras pela equipe própria. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de revisar a rede. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
CTOs cheias em ruas com procura, muitos clientes com sinal no limite e chamados crescendo mais que a base são os sinais mais claros. Dois deles juntos já justificam o diagnóstico.
O diagnóstico depende do tamanho da base e do mapa disponível; a faixa para mil clientes é [PREENCHER]. As correções são orçadas à parte, cada uma com o ganho esperado.
A leitura da OLT e o cruzamento com o mapa levam [PREENCHER] quando há acesso e registro da rede. As medições em campo dependem de quantos trechos aparecem como suspeitos.
Na maioria dos casos, sim. As correções são por trecho, começando pelas que liberam venda ou estabilizam clientes com menos obra.
Não por si só. Vira problema quando a soma das divisões, emendas e fibra passa do limite do caminho mais longo, como mostra o cálculo de orçamento de potência óptica.
Depende da classe da óptica e da ficha da ONU; em B+, a faixa usual vai de cerca de -8 a -27 dBm [CONFIRMAR na norma e na ficha do equipamento]. O plano busca deixar margem, não só ficar dentro da faixa.
As leituras e medições não derrubam ninguém. Refusões e mudanças de splitter afetam a caixa envolvida e são feitas em janela combinada, com aviso aos clientes.
Sim, desde que a OLT mostre o sinal recebido de cada ONU. Exportação em planilha acelera; se a OLT não tiver, a leitura é feita por porta.
Sim. O diagnóstico e o plano são remotos, e as medições podem ser feitas pela sua equipe com a nossa lista de pontos. A equipe própria em campo atende o litoral de SC.
Pela leitura do sinal de todas as ONUs na OLT. Ela mostra em poucos dias onde estão os trechos com problema e quais clientes dependem deles.
Três serviços que costumam vir junto ou logo depois da otimização. Cada um resolve uma parte da rede.
Clientes redistribuídos entre as portas da OLT para nenhuma saturar no horário de pico.
Ver o balanceamento de portas PON
A rede registrada como construída, com fusões por caixa e medições de referência.
Ver a documentação as built de rede FTTH
Novos bairros planejados a partir da rede revisada, em fases que vendem cedo.
Ver a expansão de rede FTTHTrês guias para entender as contas e os sintomas que a otimização investiga.
Como somar as perdas de cada caminho e achar onde a conta não fecha.
Quando a divisão desigual recupera sinal em rotas longas.
Por que a umidade derruba clientes e como achar a caixa culpada.
Orçamento
Diga o principal sintoma e o tamanho da base. Um Especialista devolve escopo do diagnóstico, prazo e valor por escrito.
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