O assinante avisa antes do NOC
Você só sabe que a ONU caiu quando o cliente liga. A degradação estava lá havia dias, sem ninguém olhando.
NOC · Provedores
O sinal de cada ONU e de cada enlace medido todos os dias, com alerta quando ele começa a cair e a lista de caixas que a equipe de campo precisa visitar.
Monitoramento de potência óptica é medir, com frequência e sem depender de reclamação, o sinal de luz que chega a cada ONU, à OLT e aos módulos dos enlaces da sua rede de fibra. É para o provedor FTTH que descobre a fibra degradada só quando o assinante liga sem internet. O resultado é trocar o conector, limpar a caixa ou refazer a emenda antes da queda.
É acompanhar o nível de sinal óptico em dBm em cada ponto da rede e avisar quando ele muda de forma anormal. A fibra quase nunca cai de repente: o sinal vai baixando por semanas antes de a ONU desconectar.
Toda OLT sabe quanto sinal cada ONU recebe e quanto sinal chega de volta de cada uma. O problema é que ninguém abre milhares de ONUs para olhar. No NOC, essa leitura vira rotina automática, com histórico guardado e regra de alerta.
A coleta é feita pela OLT, por SNMP ou por comando, e os valores vão para um sistema como o Zabbix, que compara cada leitura com a média dos dias anteriores. Uma queda de 2 dB numa ONU que estava estável diz mais do que um valor isolado.
Os números só ajudam quem consegue ler. Por isso o sinal aparece no Grafana agrupado por OLT, porta PON, caixa de atendimento e splitter. O monitoramento olha quatro pontos da rede:
É o valor que a ONU do assinante lê, no comprimento de onda de descida. Mostra problemas no cabo de descida, no conector da casa e em tudo o que vem antes.
É a luz que cada ONU manda de volta, medida na porta PON. Quando só ela cai, a suspeita vai para o laser da ONU ou para uma emenda que atenua mais num sentido.
Os módulos SFP dos enlaces entre POPs informam sinal de entrada e de saída pela leitura de diagnóstico digital (DDM). Um enlace que perde 3 dB em um mês pede vistoria antes de cair.
Os mesmos módulos informam temperatura e corrente do laser. Laser com corrente subindo está envelhecendo, e o módulo pode ser trocado em janela, não às pressas.
Seis sinais mostram que a rede de fibra está pedindo acompanhamento do sinal. Quanto mais deles você reconhece, mais visitas e chamados o monitoramento evita.
Você só sabe que a ONU caiu quando o cliente liga. A degradação estava lá havia dias, sem ninguém olhando.
Caixa com umidade e emenda mal vedada pioram quando chove. O histórico do sinal mostra o padrão e a caixa.
O técnico vai à casa, troca a ONU e o problema continua, porque a perda estava na caixa ou no splitter.
Quedas espalhadas no mesmo bairro costumam ter uma causa comum. Sem agrupar por caixa, cada uma vira um chamado.
Muitas ONUs perto do mínimo funcionam até a próxima emenda ou o próximo conector sujo. Qualquer piora derruba.
Ninguém sabe qual era o sinal do enlace no dia da instalação. Sem esse número, não dá para saber se piorou.
São cinco etapas, e nenhuma delas muda a configuração dos clientes. A coleta só lê valores da OLT e dos módulos.
Marcas, modelos, versões de firmware e a forma de leitura que cada OLT aceita, além dos módulos com DDM.
Prazo: [PREENCHER]
Cada ONU ligada à sua caixa e ao seu splitter, a partir do sistema de gestão, do projeto FTTH ou da planilha.
Prazo: [PREENCHER]
A leitura começa a rodar em intervalo que a OLT aguenta, e as primeiras semanas formam a média de cada ponto.
Prazo: [PREENCHER]
Alertas por queda em relação à média, por grupo de clientes e por limite, com painel por OLT e por caixa.
Prazo: [PREENCHER]
Uma lista periódica com as caixas e os clientes a visitar, em ordem de prioridade, e revisão dos alertas.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre a coleta, o histórico, os alertas e a lista de pontos para o campo. O reparo físico e a saúde geral da OLT ficam com outras equipes e páginas.
O preço depende principalmente do número de ONUs e de OLTs e de haver mapa das caixas pronto. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de ONUs | Mais leituras, mais histórico guardado e mais regras para calibrar | Cinco mil ONUs em quatro OLTs |
| Marcas de OLT | Cada marca expõe o sinal de um jeito, e algumas só por comando | Huawei e Fiberhome na mesma rede |
| Mapa das caixas | Sem a ligação ONU-caixa, o agrupamento precisa ser montado antes | Clientes cadastrados só por endereço |
| Enlaces com DDM | Cada enlace entra com limites próprios de entrada e saída | Anel com oito POPs e módulos de 10G |
| Ferramenta existente | Aproveitar um Zabbix pronto reduz trabalho; montar do zero aumenta | Provedor sem nenhum monitoramento |
| Implantação ou rotina | A rotina mensal inclui a análise e a lista de campo | Só implantar ou implantar e acompanhar |
Faixa de preço para um provedor com até cinco OLTs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se a rede ainda não tem nenhum monitoramento, a coleta pode entrar junto com a implantação de Zabbix.
Antes de assinar, confira os erros que tornam o alerta inútil, os números de referência do GPON e o que separar do seu lado. Vale para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que fazem o monitoramento existir no papel e não evitar nenhuma queda.
Avisar só abaixo de um número gera centenas de alertas de clientes que sempre estiveram ali e funcionam. A regra útil compara a ONU com ela mesma.
Ler milhares de ONUs a cada minuto pode sobrecarregar a CPU da OLT. Pergunte qual intervalo o fornecedor usa e como ele mede o impacto na OLT.
Sem saber quais ONUs estão na mesma caixa, dez alertas viram dez visitas. Agrupados, viram uma visita só, no ponto certo.
ONU perto da OLT, sem atenuação, satura o receptor e cai de forma intermitente. Veja o que fazer com ONU de sinal alto.
Os limites dependem da classe óptica da OLT e da ONU. Confira na ficha do equipamento e na recomendação ITU-T G.984.2 [CONFIRMAR na norma].
| Sinal na ONU | Situação | O que fazer |
|---|---|---|
| Acima de -8 dBm | Sinal alto demais | Instalar atenuador [CONFIRMAR na norma] |
| De -8 a -25 dBm | Folga confortável | Só acompanhar a tendência |
| De -25 a -27 dBm | Perto do limite na classe B+ | Agendar limpeza ou revisão |
| Abaixo de -27 dBm | Fora da sensibilidade B+ | Visita com prioridade [CONFIRMAR na norma] |
Comum em redes menores. Sensibilidade da ONU perto de -27 dBm [CONFIRMAR na norma].
Mais potência na OLT e alcance maior, com sensibilidade perto de -30 dBm [CONFIRMAR na norma].
Um splitter 1:16 perde perto de 13,5 dB e um 1:32, perto de 17 dB [CONFIRMAR na ficha do fabricante].
Cerca de 0,35 dB por km em 1310 nm, mais cada conector e cada emenda [CONFIRMAR na norma].
Perguntas que separam monitoramento de verdade de um gráfico bonito.
Se o fornecedor não fala em média histórica por ONU, o alerta será por valor fixo. Pergunte como ele define uma queda.
Alerta que não vira lista de campo morre no painel. Pergunte quem recebe a lista, com que frequência e em que ordem.
Queda de energia na casa e fibra rompida aparecem iguais sem o aviso de desligamento da ONU. Pergunte se a sua OLT informa isso.
Com estes itens em mãos, a proposta sai mais rápida e o escopo mais preciso.
Marca, modelo, versão de firmware e número de ONUs ativas em cada uma.
Projeto, planilha ou sistema que diga em qual caixa e em qual splitter cada cliente está.
Comunidade SNMP ou usuário só de leitura na OLT, com o IP de onde a coleta vai partir.
Porque o sinal medido termina numa visita certa, e não num painel que ninguém abre. Seis compromissos que valem para todo contrato de monitoramento óptico.
Quem calibra os alertas conhece orçamento óptico, classes de GPON e o que cada perda indica.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes FTTH]
O acesso usado é de leitura. Nenhuma ONU é reiniciada nem reconfigurada pelo monitoramento.
Acesso só de leitura nas OLTs
Quando o sinal aponta troca de equipamento, a indicação vem da medida, não de comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Limites, regras de alerta e a associação ONU-caixa ficam documentados e são seus.
Documentação entregue na implantação
Huawei, ZTE, Fiberhome, Nokia, Datacom, Intelbras e V-Solution, cada uma lida do jeito que aceita.
[PREENCHER: OLTs monitoradas por marca]
A coleta parte de um servidor dentro da sua rede ou de acesso seguro. Não há deslocamento para pagar.
[PREENCHER: estados atendidos]
O monitoramento óptico é remoto e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando é preciso instalar coletor no POP.
Coleta pela OLT, painéis e lista de campo entregues à distância. A sua equipe ou a terceirizada faz as visitas na sua cidade.
Para instalar o servidor de coleta no POP ou acompanhar a primeira rodada de visitas. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que donos e técnicos de provedor trazem antes de ligar o monitoramento do sinal. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Depende da classe óptica. Na classe B+, sinais entre -8 e -25 dBm dão folga, e abaixo de -27 dBm a ONU fica fora da sensibilidade [CONFIRMAR na norma]. A ficha da sua ONU traz o número exato.
O valor muda com o número de ONUs e de OLTs, as marcas e a existência do mapa das caixas. A faixa para até cinco OLTs é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
Pode, se for feita rápido demais em OLTs com muitas ONUs. Por isso o intervalo é ajustado a cada modelo, e a CPU da OLT é acompanhada nas primeiras semanas.
As marcas mais usadas por provedores entram, por SNMP ou por comando. Modelos antigos que não expõem o sinal por nenhum dos dois são avaliados no levantamento.
Não é obrigatório, mas sem ele os alertas ficam por ONU, e não por caixa. Se o mapa não existe, ele pode ser montado a partir do sistema de gestão ou do projeto FTTH.
Derruba. Sinal forte demais satura o receptor e causa quedas intermitentes, comuns em clientes perto da OLT. A correção é um atenuador, e o alerta de sinal alto mostra quem precisa dele.
Este serviço olha a luz: ONUs, caixas e enlaces. O monitoramento de OLTs olha o equipamento inteiro, com CPU, portas PON e uplinks, e os dois costumam andar juntos.
Não. O monitoramento diz em qual caixa ou trecho a perda apareceu; o OTDR mede em campo a distância exata do defeito. Um aponta para onde levar o outro.
Quem você indicar: a sua equipe de campo ou a terceirizada. A lista sai em ordem de prioridade, com caixa, clientes afetados e o tamanho da queda.
A implantação é um serviço com começo e fim. A rotina mensal de análise e lista de campo tem prazo e condições de saída escritos na proposta [PREENCHER política de contrato].
Três serviços que vêm antes ou depois do alerta de sinal. Cada um cuida de uma parte da rede de acesso.
CPU, portas PON, uplinks e ONUs ativas de cada OLT acompanhados pelo NOC.
Ver o monitoramento de OLTs
Medição em campo que localiza a emenda, o conector ou o rompimento pela distância.
Ver os testes com OTDR
Investigação da ONU que cai e volta, da fibra à configuração da OLT.
Ver o diagnóstico de ONU desconectandoTrês guias técnicos para entender o que o sinal óptico conta sobre a sua rede.
Como somar as perdas de fibra, splitters e conectores para saber a folga de cada cliente.
Por que a fibra cai quando chove e como achar a caixa com umidade.
O que fazer quando a ONU recebe sinal demais e cai sem motivo aparente.
Orçamento
Diga quantas ONUs você tem e se existe mapa das caixas. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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