CPU alta em todo horário de pico
A lentidão aparece à noite sem o link de trânsito cheio. Veja por que o concentrador chega a 100% de CPU.
Concentradores · Provedores
A base inteira passa dos concentradores antigos para os novos por grupos, com planos, IPs fixos e registros de conexão iguais antes e depois.
Migração de concentradores é passar os assinantes PPPoE ou IPoE dos concentradores antigos para os novos, em toda a rede, sem queda geral e sem buraco nos registros de conexão. É para o provedor que vai trocar de modelo ou de marca, dividir um concentrador central entre os POPs ou juntar vários num BNG. O resultado é a base inteira nos equipamentos novos, com os mesmos planos, IPs fixos e regras do RADIUS, e os antigos desligados só depois da conferência.
É o projeto que leva a base de um conjunto de concentradores para outro, grupo por grupo, mantendo autenticação, planos e endereços. Implantar cada equipamento novo é uma parte; a migração cuida da rede inteira e da ordem.
O concentrador termina a sessão de cada assinante, consulta o RADIUS, entrega o IP e aplica a velocidade do plano. Trocá-lo é uma migração de rede sensível porque toda a base passa por ali: um erro de perfil ou de pool afeta milhares de clientes de uma vez.
O equipamento novo é dimensionado e montado como na implantação de concentrador PPPoE. A migração começa antes e termina depois, e usa automação de redes para comparar quem estava conectado antes e depois de cada janela.
Com vários concentradores novos, a configuração de todos sai do mesmo modelo, aplicado com Ansible, para que um plano tenha o mesmo nome e a mesma velocidade em qualquer POP. A migração costuma seguir um destes desenhos:
Um concentrador sai e outro entra no mesmo lugar. Perfis, filas e scripts são traduzidos, porque sintaxe e comportamento padrão mudam de uma plataforma para outra.
Um concentrador central dá lugar a vários, um por POP ou por cidade, para o tráfego não atravessar o backbone só para chegar ao centro.
Concentradores pequenos e espalhados viram uma plataforma maior, com filas em hardware. Veja a implantação de BNG.
Algumas redes aproveitam a migração para sair do PPPoE. Esse caminho tem página própria: a migração de PPPoE para IPoE.
Seis situações mostram que a camada de assinantes precisa mudar de equipamento. Se o concentrador já cai no pico, a migração vem depois de estabilizar a rede.
A lentidão aparece à noite sem o link de trânsito cheio. Veja por que o concentrador chega a 100% de CPU.
O fabricante encerrou correções para o modelo ou para a versão do sistema em uso [CONFIRMAR com o fabricante].
O número de sessões passou do que o equipamento aguenta, e não há licença ou placa para subir.
O tráfego de uma cidade inteira atravessa o backbone só para chegar ao concentrador central.
Cada concentrador tem perfis com nomes próprios, e o mesmo plano entrega velocidades diferentes.
Se ele para, todos param. Veja a alta disponibilidade de concentrador.
São cinco etapas, e os concentradores antigos continuam ligados até a última. O primeiro grupo é pequeno e serve de piloto para todos os outros.
Sessões por concentrador, pico de tráfego, CPU, perfis, pools, IPs fixos e regras do RADIUS, com acesso só de leitura.
Prazo: [PREENCHER]
Nova distribuição, ordem dos grupos por OLT ou VLAN, mapa de perfis antigos para novos e critério para voltar um grupo.
Prazo: [PREENCHER]
Concentradores novos configurados, RADIUS apontado e um grupo pequeno migrado e observado por alguns dias.
Prazo: [PREENCHER]
Os demais grupos mudam de madrugada, com contagem de sessões antes e depois e a lista de quem não voltou.
Duração de cada janela: [PREENCHER]
Antigos desligados só com a base estável e os registros do período guardados, e a configuração documentada.
Prazo: [PREENCHER]
A migração cobre a medição, o desenho, os grupos e a conferência de cada janela. Equipamento, RADIUS novo e servidor de logs ficam em serviços próprios.
O preço depende do tamanho da base e de quantos concentradores entram e saem. O valor exato sai por escrito, depois da medição.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de assinantes | Mais sessões pedem mais grupos e mais janelas | Seis mil sessões em quatro OLTs |
| Concentradores envolvidos | Cada equipamento antigo e novo entra no mapa e na conferência | Um central dando lugar a três de POP |
| Troca de marca | Perfis, filas e scripts precisam ser reescritos e testados | Saída de MikroTik para plataforma dedicada |
| RADIUS e CGNAT | Mudar também o RADIUS ou o CGNAT acrescenta teste e risco | CGNAT que sai do concentrador para equipamento próprio |
| Janelas | Bases grandes pedem mais madrugadas de migração | Uma OLT por janela |
| Estado do cadastro | Logins duplicados e IPs fixos sem registro aparecem na conferência | IP fixo anotado só na planilha do suporte |
Faixa de preço por base migrada: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se o concentrador atual já está derrubando clientes, comece pelo suporte emergencial e planeje a migração depois.
Confira os erros que mais enchem o suporte depois da virada, as três formas de mover a base e as regras de registros. Os pontos servem para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Falhas que viram fila no suporte na manhã seguinte. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Clientes empresariais com IP fixo ou bloco roteado perdem o serviço se o atributo do RADIUS não chegar ao equipamento novo.
Sites que abrem pela metade e VPN que não conecta costumam vir de MTU e MSS diferentes do que a base usava.
O concentrador ou o CGNAT novo precisa enviar registros desde o primeiro cliente. Um intervalo sem registro não se recupera depois [CONFIRMAR na norma].
Sem alguns dias com o antigo pronto, um grupo que falha não tem para onde voltar.
São três formas de mover a base. A escolha depende de como a rede está segmentada e do risco aceito.
| Forma | Como funciona | Quando usar |
|---|---|---|
| Por OLT ou VLAN | Cada grupo passa ao concentrador novo numa janela | Rede bem segmentada, base média ou grande |
| Em paralelo | Novo e antigo ativos; cada sessão muda ao reconectar | Quando não cabe janela longa |
| Troca direta | O antigo sai e o novo entra na mesma janela | Base pequena, com volta rápida |
O impacto fica num grupo conhecido, e voltar é mudar a VLAN de novo para o concentrador antigo.
Exige saber quais clientes estão em cada VLAN, inclusive os de empresa com IP fixo.
Sem janela grande, porque cada cliente muda quando a sessão dele reconecta.
Os dois concentradores precisam responder ao mesmo RADIUS sem duplicar a sessão do cliente.
É a forma mais simples e termina numa noite só.
Se algo falhar, a base inteira sente. Só vale com poucos clientes e volta ensaiada.
Regras e referências que a troca de concentrador precisa respeitar. Peça ao fornecedor que diga como trata cada uma.
O Marco Civil da Internet pede a guarda dos registros de conexão por prazo definido [CONFIRMAR na norma]. Veja a guarda de registros de conexão.
Com CGNAT, a porta usada por cada cliente também precisa ficar registrada para responder a ofícios [CONFIRMAR na norma].
A RFC 2516 define o PPPoE, e a RFC 4638 trata de MTU acima de 1492 bytes no PPPoE [CONFIRMAR na norma].
O concentrador novo deve entregar prefixo IPv6 já no piloto, sem deixar para depois. Veja a implantação de IPv6.
Com estes dados prontos, a medição e o desenho dos grupos andam mais rápido.
Sessões, tráfego e CPU de cada concentrador no horário de maior uso.
Exportação do RADIUS com planos, atributos e clientes com IP fixo ou bloco roteado.
Como as OLTs e as VLANs chegam aos concentradores hoje, mesmo num desenho à mão.
Modelo escolhido ou ainda em decisão; a especificação pode fazer parte do trabalho.
Porque cada grupo é contado antes e depois, e o antigo continua pronto até a base ficar estável. Seis compromissos de toda migração de concentradores.
Um grupo pequeno migra primeiro e fica em observação antes de liberar os demais.
Piloto previsto em toda proposta
Quem estava conectado antes precisa estar depois, e a lista de quem não voltou vai para o suporte de manhã.
Relatório de cada grupo entregue
O concentrador antigo fica ativo até a base ficar estável nos novos.
Critério de volta escrito antes da primeira janela
CGNAT e registros de conexão conferidos na virada de cada grupo, antes de seguir.
Conferência dos registros no roteiro da janela
A indicação de equipamento vem da conta de sessões e de tráfego, e você compra de quem quiser.
Nenhuma marca indicada por comissão
MikroTik, Huawei, Juniper, Cisco e outras, com perfis e filas reescritos para cada uma.
[PREENCHER: concentradores migrados por marca]
A migração de concentradores é remota e atende provedores de todo o Brasil. A presença no POP fica para o litoral de Santa Catarina, quando há montagem física.
Medição por acesso de leitura, concentradores preparados à distância e cada janela acompanhada com a sua equipe em linha.
Para montar os concentradores novos no rack, ligar os uplinks e acompanhar o piloto no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que donos e técnicos de provedor fazem antes de trocar os concentradores. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
CPU alta no horário de pico, sessões caindo em grupo e lentidão sem o link de trânsito cheio são os sinais mais comuns. A medição de uma semana mostra quanto falta para o limite.
Cada cliente fica sem conexão o tempo de a sessão reconectar no concentrador novo, em geral segundos [CONFIRMAR com medição no piloto]. A janela é de madrugada e o grupo é pequeno, para limitar o impacto.
Depende do número de assinantes, dos concentradores envolvidos e de troca de marca, RADIUS ou CGNAT juntos. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da medição.
A medição e o desenho levam [PREENCHER], e os grupos dependem das janelas que a base aceita. O calendário completo vai escrito na proposta.
Nem sempre. O RADIUS atual pode atender os concentradores novos se tiver capacidade para o pico de reconexões. Se não tiver, a implantação de servidor RADIUS vem antes.
Pode. Perfis, filas, pools e scripts são reescritos para a plataforma nova e testados no piloto antes dos demais grupos.
Sim, quando o bloco é levado para o concentrador novo e o atributo do RADIUS é conferido antes do grupo. Esses clientes ficam numa lista separada e são testados um a um.
A implantação monta e dimensiona um equipamento. A migração cuida da troca da camada de assinantes na rede toda, com vários equipamentos, grupos e desligamento. Para um concentrador só, veja a implantação de concentrador PPPoE.
Aí há também cadastro, senhas e sistemas de outra empresa para juntar. Esse caso é tratado na migração de assinantes entre redes.
Não. A Táquion Tech especifica o equipamento pela conta de sessões e de tráfego, e você compra de quem preferir, sem marca indicada por comissão.
Três serviços que costumam vir antes ou depois da troca dos concentradores. Cada um resolve uma parte da camada de assinantes.
Dimensionamento e montagem de um concentrador novo, com folga medida.
Ver a implantação de concentrador PPPoE
Servidor que autentica os assinantes e entrega o plano de cada um.
Ver a implantação de servidor RADIUS
Dois concentradores em par, para a queda de um não parar a base.
Ver a alta disponibilidade de concentradorTrês guias sobre o que costuma dar errado na camada de assinantes.
Por que a CPU do concentrador chega ao limite e o que fazer antes de trocar.
Como achar a causa quando as sessões caem todas juntas.
Como o NAT determinístico simplifica os registros do CGNAT.
Orçamento
Conte o que motiva a troca e quantas sessões você tem no pico. Um Especialista devolve o desenho, o prazo e o valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp