Bloco IPv6 parado no cadastro
O /32 foi recebido, mas nenhum assinante usa. O bloco existe e o CGNAT carrega tudo sozinho.
IPv6 e CGNAT · Provedores
IPv6 ligado na borda, no núcleo, nos servidores e no assinante, uma camada por vez, com o IPv4 intocado e cada grupo conferido antes do próximo.
Implantação de IPv6 é ligar o protocolo em toda a cadeia do provedor: sessões BGP, roteamento interno, servidores, concentrador e roteador do assinante. É para o provedor com o bloco IPv6 parado, ou ligado só na borda, enquanto o CGNAT pesa mais a cada mês. O resultado é IPv6 chegando à casa do cliente, o IPv4 funcionando como antes e uma parte grande do tráfego fora do NAT.
É configurar o IPv6 em cada equipamento entre a internet e o assinante, ao lado do IPv4. A ordem vai da borda para dentro, e o assinante é sempre a última etapa.
O IPv6 não substitui o IPv4 de uma vez: os dois convivem, e o aparelho do cliente escolhe qual usar em cada conexão. Implantar é garantir que, quando ele escolher IPv6, todo o caminho responda.
Cada conexão que sai em IPv6 deixa de ocupar porta, memória e linha de log no CGNAT. Quanto do tráfego migra depende dos roteadores dos clientes e dos serviços que eles usam, e isso se mede na sua borda.
No concentrador, o prefixo de cada cliente vai dentro da sessão PPPoE ou chega por IPoE. A implantação passa por quatro camadas, nesta ordem:
As sessões com operadoras e IX.br ganham a parte IPv6, com filtros próprios, e o seu bloco passa a ser anunciado com ROA.
OSPFv3 ou IS-IS aprendem os prefixos novos entre os POPs. Loopbacks e enlaces recebem endereço da faixa de infraestrutura do plano.
DNS recursivo, RADIUS, monitoramento e acesso de gerência passam a falar IPv6, cada um com o seu filtro.
O concentrador delega um prefixo fixo por DHCPv6, ajusta o MTU e registra o prefixo de cada login. O roteador do cliente repassa tudo para a rede da casa.
Seis sinais mostram que o IPv6 não pode mais esperar. Na maioria dos provedores, aparecem dois ou três ao mesmo tempo.
O /32 foi recebido, mas nenhum assinante usa. O bloco existe e o CGNAT carrega tudo sozinho.
A borda anuncia o bloco, mas o concentrador e a casa do cliente seguem só em IPv4.
No pico, o equipamento de NAT trabalha no limite. Tirar tráfego dele costuma adiar a troca.
O plano da agência pede IPv6 entregue ao assinante, com prazo por porte [CONFIRMAR na norma].
Em IPv6, console e câmera falam direto, sem a tradução do CGNAT no meio.
Equipamento novo entrando é a hora de configurar o IPv6 junto, sem janela extra.
São cinco etapas, cada uma em janela própria e com plano de volta. Os assinantes só entram na quarta, começando por um grupo pequeno.
Endereçamento aprovado e lista de equipamentos que precisam de versão nova para falar IPv6.
Prazo: [PREENCHER]
Sessões BGP, roteamento interno e filtros IPv6, conferidos de fora da rede.
Prazo: [PREENCHER]
DNS, RADIUS, monitoramento e acessos de gerência funcionando em IPv6.
Prazo: [PREENCHER]
Logins da equipe e de uma região pequena recebem IPv6 e são acompanhados por alguns dias.
Acompanhamento: [PREENCHER]
Os grupos seguintes entram por POP ou concentrador, até cobrir todos os assinantes.
Prazo: [PREENCHER]
A implantação cobre todas as camadas, da borda ao roteador do cliente. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de equipamentos e de quantos deles precisam de atualização. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tamanho da rede | Cada roteador e concentrador é configurado e testado | Três POPs com um concentrador cada |
| Versão dos sistemas | Equipamento antigo pede atualização antes do IPv6 | Concentrador sem suporte a DHCPv6 com prefixo |
| Variedade de CPE | Cada modelo de roteador do cliente é testado à parte | Base com oito modelos diferentes |
| Gerência remota de CPE | Com TR-069, a configuração chega sem visita | Perfil IPv6 enviado pelo servidor de gerência |
| Plano de endereçamento | Feito junto, aproveita o mesmo levantamento | Bloco recebido e ainda sem divisão |
| Número de janelas | Base grande entra em mais grupos | Vinte mil assinantes em seis grupos |
Faixa de preço para um provedor com até cinco POPs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O equipamento novo, quando necessário, é comprado por você, com indicação técnica e sem comissão.
Antes de contratar, confira os erros que fazem o IPv6 ser desligado na primeira semana e as referências que a implantação deve seguir. Os critérios valem para qualquer empresa de implantação de IPv6.
Cinco falhas que geram chamado logo depois da ativação. Pergunte ao fornecedor como ele trata cada uma.
A lista de acesso de IPv4 não protege o IPv6. Sem regra própria, a gerência do roteador fica aberta pelo endereço novo.
No IPv6, o ICMP faz parte do funcionamento: descoberta de vizinhos e aviso de pacote grande passam por ele. Bloquear tudo quebra a navegação.
O PPPoE come 8 bytes do pacote. Sem ajuste, alguns sites abrem pela metade só em IPv6, e o chamado parece problema do site.
Se o sistema não guarda qual prefixo foi para qual cliente, um ofício sobre um endereço IPv6 fica sem resposta.
Ligar IPv6 para todos na mesma noite transforma um detalhe de CPE em centenas de chamados. O grupo piloto pega isso antes.
A rede da casa recebe o prefixo por delegação; a WAN do roteador pode receber endereço de formas diferentes. A escolha muda o que fica registrado.
| Forma | O que entrega | Uso principal |
|---|---|---|
| DHCPv6 com delegação de prefixo | Prefixo /56 para a rede da casa | Sempre, para a rede interna |
| SLAAC na WAN | Endereço da WAN calculado pelo roteador | Concentradores que anunciam RA na sessão |
| DHCPv6 na WAN | Endereço da WAN atribuído e registrado | Quando o registro precisa do endereço da WAN |
Em toda implantação. É o que leva o IPv6 aos aparelhos da casa do cliente.
Fixe o prefixo por login no RADIUS, ou ele muda a cada reconexão.
SLAAC é simples e aceito pela maioria das CPEs. DHCPv6 facilita o registro.
Alguns roteadores de cliente só pegam prefixo se a WAN também tiver endereço.
Referências públicas que uma implantação séria segue. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Especificação atual do IPv6, incluindo o MTU mínimo de 1.280 bytes que todo enlace precisa aceitar [CONFIRMAR na norma].
Define o DHCPv6, inclusive a delegação de prefixo usada pelo concentrador para entregar o /56 ao cliente [CONFIRMAR na norma].
Orienta quais mensagens ICMPv6 o firewall deve deixar passar e quais pode bloquear [CONFIRMAR na norma].
Descreve o Happy Eyeballs, que faz o aparelho voltar ao IPv4 sozinho quando o IPv6 falha [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens em mãos, o levantamento é rápido e a proposta sai precisa.
O bloco IPv6 recebido e, se existir, o plano de endereçamento já aprovado.
Marca, modelo e versão de roteadores, concentradores, servidores e firewall.
Os modelos de roteador de cliente mais comuns e se há gerência remota por TR-069.
Horários de menor tráfego e quem da sua equipe acompanha cada janela.
Porque o IPv6 entra sem tirar o IPv4 do ar e fica documentado no fim. Seis compromissos que valem em toda implantação.
Quem desenha a ordem da implantação é quem aplica cada etapa e confere o resultado.
[PREENCHER: anos de experiência com IPv6 da equipe]
Antes de cada janela, você sabe como desfazer a mudança e quanto tempo isso leva.
O plano de volta faz parte da proposta
Uma região pequena recebe IPv6 primeiro, e os chamados dela orientam os ajustes.
Nenhuma base inteira ligada numa janela só
Os modelos de roteador de cliente mais comuns são testados antes do grupo piloto.
[PREENCHER: modelos de CPE já testados]
Quando algo precisa ser trocado, a indicação vem da conta técnica, não de comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Configurações, filtros e o registro de prefixos explicados para a sua equipe.
Entregue no fim de toda implantação
A implantação de IPv6 é remota e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando há troca física no POP.
Acesso seguro aos equipamentos, janelas combinadas e testes feitos de fora da rede, POP por POP.
Para instalar concentrador novo ou acompanhar a janela no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que os donos de provedor mais trazem antes de ligar o IPv6. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Faça o plano de endereçamento, ligue o IPv6 na borda e no núcleo, depois nos servidores e, por último, no concentrador para um grupo piloto. Só então a base entra, em grupos.
Não. Os dois funcionam juntos, e o IPv4 continua igual durante e depois da implantação. É o modelo da implantação de dual stack.
Os modelos atuais, em geral, sim, mas alguns precisam de ajuste e modelos antigos podem não funcionar. Por isso os mais comuns da sua base são testados antes do piloto.
Precisa. O IPv6 tira tráfego do CGNAT, reduz reclamação de jogos e faz o equipamento de NAT durar mais antes da troca.
O valor muda com o número de equipamentos, as versões de sistema e a variedade de CPEs. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
Depende do número de POPs e de grupos de assinantes. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta.
Na maioria dos casos, não. Com CPE gerenciada pelo provedor, o perfil chega sozinho; nos demais, o suporte recebe um roteiro curto para os modelos que pedem ajuste.
Não, se o roteador do cliente bloquear conexões de fora por padrão, como faz no IPv4. Esse comportamento é conferido nos testes com as CPEs da base.
Sim. Configuração e testes são remotos, para provedores de qualquer estado; a visita ao POP só entra quando há equipamento para instalar no litoral catarinense.
Pelos gráficos da borda, que passam a mostrar uma curva IPv4 e outra IPv6. O número da sua rede vale mais que qualquer estatística de fora.
Três serviços que vêm antes ou depois da implantação. Cada um resolve uma parte da chegada do IPv6.
A divisão do bloco por POP, assinante e infraestrutura que a implantação aplica.
Ver o plano de endereçamento IPv6
Cada assinante com IPv4 e IPv6 ao mesmo tempo, com o perfil certo no concentrador e no RADIUS.
Ver a implantação de dual stack
Conferência do que a Anatel pede de IPv6 e relatório técnico do que foi feito.
Ver a adequação ao plano de IPv6 da AnatelTrês guias técnicos para entender o que muda no concentrador e no assinante.
Como o concentrador entrega o prefixo fixo a cada roteador de cliente.
Quando usar SLAAC e quando usar DHCPv6 na rede do assinante.
O passo seguinte para redes que querem reduzir ainda mais o IPv4.
Orçamento
Diga onde o IPv6 já funciona e como o assinante se conecta. Um Especialista devolve etapas, prazo e valor por escrito.
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