Dois concentradores para a mesma empresa
Cada um com a sua licença, o seu limite de sessões e a sua janela de atualização.
Fusões e aquisições · Provedores
Os clientes da rede comprada passam para o seu concentrador, a sua OLT e o seu ERP em lotes, com o mesmo login, o mesmo plano e o IP fixo de sempre.
Migração de assinantes entre redes é mover cada cliente da rede comprada para os sistemas de quem comprou: autenticação, plano, endereço IP, ONU e cadastro. É para o provedor que já interligou as duas redes e quer desligar o concentrador, o RADIUS e o ERP antigos. O resultado é uma base só, atendida pelos mesmos sistemas, sem noite de telefone tocando e sem perder os registros que a lei pede.
É trocar, cliente por cliente, os sistemas que autenticam, entregam o plano e registram cada conexão. Feita em lotes, ela deixa cada erro pequeno o bastante para ser corrigido antes do próximo.
Em fusões e aquisições de provedores, é a etapa que o assinante pode sentir. Uma senha que não confere ou um perfil de velocidade errado vira ligação no suporte na manhã seguinte.
A due diligence feita antes da compra ajuda aqui: ela mostra quantos clientes estão ativos de verdade, que sistemas a rede usa e onde estão as exceções, como IP fixo e contrato empresarial.
Clientes com IP público fixo dependem dos blocos do ASN comprado, que precisam continuar anunciados durante toda a migração. Cada cliente passa por quatro trocas:
Login, senha e perfil de velocidade copiados para o RADIUS novo. O formato em que a senha está guardada decide se o cliente precisa ou não digitar algo no roteador.
A ONU é reconfigurada na OLT de quem comprou, ou a OLT antiga passa a responder ao seu concentrador. Marcas diferentes pedem teste antes.
IPv4 por CGNAT, IP público fixo e prefixo IPv6 delegado mantidos ou trocados com aviso. Cliente com servidor ou câmera em casa não pode mudar de IP sem saber.
Contrato, plano cobrado e endereço levados ao ERP novo. A parte técnica confere se cada cadastro tem uma conexão de verdade do outro lado.
Seis sinais mostram que é hora de mover a base. Todos aparecem depois que as redes já estão interligadas.
Cada um com a sua licença, o seu limite de sessões e a sua janela de atualização.
O financeiro fecha o mês em dois sistemas e o suporte procura o cliente nos dois.
O ERP ou o RADIUS da rede comprada tem data para parar, e a renovação não faz sentido.
A OLT da rede comprada não recebe mais atualização do fabricante e precisa sair com os clientes dentro.
O mesmo plano de 500 megas tem três perfis, e o cliente recebe velocidades diferentes conforme a cidade.
O atendente não vê a sessão nem o sinal da ONU de quem veio da rede comprada.
São cinco etapas, e nenhum cliente real muda antes da terceira. O primeiro lote é pequeno e serve de prova para todos os outros.
Clientes ativos, logins, perfis, IPs fixos, ONUs por porta PON e cadastros sem conexão, cruzados entre si.
Prazo: [PREENCHER]
Ordem por OLT ou por região, janelas, mapa de planos antigos para novos e critério para voltar um lote.
Prazo: [PREENCHER]
Clientes internos e voluntários passam pelo caminho novo, com cada falha corrigida no roteiro.
Prazo: [PREENCHER]
Cada lote de madrugada, com contagem de sessões antes e depois e lista de quem não voltou para o suporte.
Duração de cada janela: [PREENCHER]
Sistemas antigos desligados só depois de exportar e guardar os registros de conexão do período.
Prazo: [PREENCHER]
A migração cobre a parte técnica de mover cada cliente, do inventário ao desligamento dos sistemas antigos. O escopo final, com o número de lotes, vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de clientes e de quanto os sistemas de origem e destino diferem. O valor sai por escrito depois do inventário da base.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de assinantes | Define quantos lotes e quantas janelas | Dois mil clientes em quatro lotes, ou vinte mil em vinte |
| ONUs e OLTs | ONU de outra marca pede teste e, às vezes, troca | Rede comprada com OLT de fabricante diferente |
| Formato das senhas | Senha guardada só em hash pode exigir troca no roteador do cliente | RADIUS antigo com senhas cifradas sem exportação |
| IPs fixos e empresariais | Cada cliente com IP público pede conferência individual | Câmeras, servidores e VPNs de empresas |
| ERP de origem e destino | Sistemas que não exportam dados pedem trabalho manual | Planilha de clientes em vez de exportação do sistema |
| Base suja | Cadastros sem conexão precisam ser separados antes | Clientes cancelados que continuam no RADIUS |
Faixa de preço para uma base de alguns milhares de assinantes: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Troca de ONU, licença de sistema e visita técnica a cliente entram à parte.
Confira os erros que mais geram ligação no suporte, as escolhas que decidem se o cliente precisa mexer no roteador e as regras que seguem valendo. Os critérios servem para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Falhas que transformam uma janela tranquila em manhã de fila no suporte. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Um erro de perfil ou de senha atinge todo mundo ao mesmo tempo. Com lotes, o mesmo erro pega algumas centenas e é corrigido antes do lote seguinte.
Sem saber quantos clientes estavam conectados antes da janela, ninguém sabe quantos faltam depois. A contagem por lote é o critério para seguir ou voltar.
Se o sistema antigo guarda as senhas cifradas de um jeito que o novo não lê, a autenticação falha. Pergunte isso antes de marcar a data.
Cliente empresarial com VPN, câmera ou servidor perde o acesso no dia seguinte. Liste esses clientes no inventário e trate um a um.
Os registros de conexão do período anterior continuam sendo pedidos em ofícios. Exporte, confira a consulta e só então desligue.
É a escolha que mais pesa no suporte. Manter dá menos trabalho ao cliente; trocar facilita a vida do sistema novo.
| Opção | Trabalho do cliente | Trabalho do provedor |
|---|---|---|
| Manter login e senha | Nenhum | Copiar senhas e evitar logins repetidos |
| Trocar e reconfigurar remoto | Nenhum, se a ONU ou o roteador é gerenciado | Depende do ACS alcançar cada equipamento |
| Trocar com aviso | Digitar a senha nova no roteador | Mais ligações e visitas técnicas |
Quando as senhas podem ser exportadas e nenhum login da rede comprada já existe na sua base.
Logins iguais nas duas redes, como nome do cliente sem número, precisam de prefixo antes da cópia.
Quando a rede comprada já gerencia ONUs e roteadores por TR-069, num servidor ACS.
Roteador comprado pelo cliente fica fora do ACS e precisa de contato direto.
Só quando as senhas não podem ser exportadas e não há gerência remota dos equipamentos.
Combine antes com o suporte e o financeiro. É a opção que mais gera visita técnica.
A troca de sistemas não suspende as obrigações sobre os dados e as conexões dos clientes.
O Marco Civil da Internet fala em guardar os registros de conexão por um ano, com sigilo [CONFIRMAR na norma]. Veja a guarda de registros de conexão.
Com IPv4 compartilhado, a porta de origem é o que separa os clientes no mesmo IP [CONFIRMAR na norma]. Veja a guarda de logs de CGNAT.
Mover o cadastro de um ERP para outro é tratamento de dados pessoais, com regras da LGPD [CONFIRMAR na norma]. O acesso à exportação deve ficar restrito.
Mudanças que alteram o serviço contratado podem exigir aviso prévio ao assinante [CONFIRMAR na norma da Anatel]. O texto do aviso fica com o seu jurídico.
Com estes dados, o plano de lotes sai mais rápido e o primeiro lote corre menos risco.
Lista de clientes do ERP e do RADIUS da rede comprada, com plano, login, IP e status.
Marca, modelo, versão e quantas ONUs há em cada porta PON.
Qual RADIUS, concentrador e ERP vão receber os clientes, e se já aguentam a base somada.
Empresas, IPs fixos, links dedicados e contratos com condição própria.
Porque cada lote tem número para seguir ou voltar, e os registros antigos ficam guardados antes de qualquer desligamento. Seis compromissos que valem para toda migração.
Antes da janela, fica combinado quantos clientes podem faltar para o lote seguir ou voltar.
Critério de volta incluído no plano de lotes
Depois de cada lote, o suporte recebe os nomes que não reconectaram, antes de o telefone tocar.
Entregue ao fim de cada janela
Nenhum sistema antigo é desligado sem exportação dos registros e teste de consulta.
Exportação conferida antes do desligamento
Se a ONU da rede comprada precisa sair, a indicação vem do teste na OLT, não de comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
A exportação fica restrita à equipe do projeto e é apagada dos nossos equipamentos no fim.
Acordo de confidencialidade antes do acesso
Quem desenhou os lotes acompanha a madrugada da migração e decide a volta, se preciso.
[PREENCHER: bases migradas pela equipe]
A migração é feita por acesso remoto aos sistemas e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando o lote envolve troca de equipamento no POP.
Inventário, plano e janelas por acesso seguro ao ERP, ao RADIUS e às OLTs. A equipe local troca ONUs com roteiro escrito.
Para acompanhar a troca de OLT ou a madrugada da migração no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais trazem antes de mover a base de uma rede comprada. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Depende do número de clientes, das marcas de ONU e OLT, do formato das senhas e dos sistemas envolvidos. A faixa para alguns milhares de assinantes é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do inventário.
O inventário e o lote de teste vêm antes; depois, cada lote ocupa uma janela. O prazo típico é [PREENCHER] e cresce com o número de OLTs.
Nem sempre. Muitas ONUs funcionam na OLT nova depois de reconfiguradas, mas a compatibilidade entre marcas precisa de teste antes [CONFIRMAR compatibilidade por modelo].
Não deveria. O plano tenta manter login, senha e plano. Quando as senhas não podem ser exportadas, a troca é feita pelo ACS ou com aviso ao cliente.
O primeiro é pequeno, de clientes internos e voluntários. Os seguintes crescem conforme o resultado, em geral uma OLT ou uma região por janela.
O lote volta para o sistema antigo, que segue ligado até o fim. A falha é corrigida no roteiro antes do lote seguinte.
Exportar, testar a consulta e guardar pelo prazo legal, mesmo depois de desligar o sistema [CONFIRMAR na norma]. A guarda de registros de conexão cuida disso.
Sim, enquanto o bloco continuar anunciado, o que depende da unificação de ASN. Se o IP precisar mudar, o cliente é avisado com data.
Sim. Para bases pequenas, o plano tem poucos lotes; para bases grandes, os lotes seguem as OLTs. O método é o mesmo.
Exportação do ERP e do RADIUS da rede comprada, lista das OLTs com versão e acesso de leitura aos sistemas de destino. Os clientes empresariais vêm numa lista à parte.
Três serviços que costumam vir antes ou junto com a migração. Cada um prepara uma parte do caminho dos clientes.
As duas redes ligadas e monitoradas de um lugar só, antes de qualquer cliente mudar.
Ver a integração de redes após aquisição
O RADIUS de destino montado em par e pronto para receber a base somada.
Ver a implantação de servidor RADIUS
ONUs levadas de uma OLT para outra, com teste de compatibilidade antes.
Ver a migração de OLTTrês guias técnicos sobre o que pesa quando a base muda de sistema.
Como a gerência remota das ONUs e roteadores evita visita técnica na troca.
Como o NAT determinístico reduz o volume de registros que precisam ser guardados.
O que olhar quando todos os clientes caem ao mesmo tempo no concentrador.
Orçamento
Conte quantos clientes a rede comprada tem e quais sistemas ela usa. Um Especialista devolve plano de lotes, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp