Ofício sem resposta segura
A equipe levou dias para achar o assinante, ou respondeu sem ter certeza de que era ele.
Anatel · Provedores
RADIUS, CGNAT e IPv6 registrando a mesma hora, guardados pelo prazo da lei e consultados por poucas pessoas, com cada consulta anotada.
Guarda de registros de conexão é o conjunto de coleta, armazenamento e consulta que permite ao provedor dizer, com segurança, qual assinante usava um endereço IP num dado momento, pelo prazo que o Marco Civil exige. É para o provedor que recebe ofícios, usa CGNAT ou nunca testou se os logs respondem de verdade. O resultado é uma guarda com sigilo, cópia em outro local e um procedimento escrito para responder pedidos sem erro de horário ou de assinante.
É manter, sob sigilo e em ambiente controlado, o registro de início, fim, duração e IP de cada conexão dos assinantes. O Marco Civil fixa o prazo de um ano para o provedor de conexão [CONFIRMAR na norma].
O Marco Civil da Internet separa dois tipos de registro: o de conexão, que o provedor de SCM deve guardar, e o de acesso a aplicações, que ele não pode guardar [CONFIRMAR na norma]. Saber o que não registrar pesa tanto quanto guardar o resto.
A entrega dos registros só acontece com ordem judicial; dados cadastrais podem ser pedidos por autoridades com competência legal [CONFIRMAR na norma]. A Anatel também acompanha o cumprimento dessas regras pelas prestadoras [CONFIRMAR na norma].
Os registros também são prova em incidentes de segurança, e o R-Ciber cobra rastreabilidade na rede [CONFIRMAR na norma]. Um registro completo junta quatro peças:
O accounting de início e de fim liga o login do assinante ao IP entregue. Sessão sem mensagem de fim vira registro sem duração, e a consulta passa a depender de suposição.
Com IPv4 compartilhado, só a porta separa um assinante do outro. Os detalhes de volume e formato estão na guarda de logs de CGNAT.
Cada casa recebe um prefixo próprio, que identifica a conexão sem tradução. Ele precisa entrar no mesmo registro da sessão, ou o IPv6 fica sem dono.
Todos os equipamentos precisam marcar a mesma hora, com fuso declarado. Um minuto de diferença entre RADIUS e CGNAT pode apontar o vizinho.
Seis sinais mostram que os registros não aguentariam um ofício hoje. Em quase todos, o problema só aparece quando o pedido chega.
A equipe levou dias para achar o assinante, ou respondeu sem ter certeza de que era ele.
Concentrador que não manda o accounting de saída deixa milhares de conexões abertas para sempre.
CGNAT ou concentrador guardando registro no próprio disco perde tudo numa troca de hardware.
Equipamentos sem NTP derivam minutos por mês. Num IP compartilhado, isso troca o assinante.
Um disco queimado ou um ransomware apaga meses de registros que a lei manda guardar.
Registro aberto para a equipe toda, sem anotação de quem olhou, contraria o sigilo exigido [CONFIRMAR na norma].
São cinco etapas, e os equipamentos só mudam na terceira, em janela. Antes disso, o trabalho é ler o que já existe e desenhar a guarda.
O que RADIUS, CGNAT e delegação de IPv6 registram hoje, onde guardam e por quanto tempo.
Prazo: [PREENCHER]
Formato, local, cópia, retenção e quem pode consultar, num documento curto para você aprovar.
Prazo: [PREENCHER]
Envio dos registros para o servidor central, NTP em todos os equipamentos e acesso restrito, em janela.
Prazo: [PREENCHER]
Três pedidos fictícios com IP, porta e horário, respondidos do zero para provar que a consulta fecha.
Prazo: [PREENCHER]
Passo a passo escrito para atender ofícios e uma conversa com quem vai fazer a consulta.
Prazo: entregue no fim
A guarda cobre coleta, horário, armazenamento, sigilo e consulta. A resposta jurídica ao ofício fica com o advogado, e o escopo final vai na proposta.
O preço depende de quantas fontes geram registro e de como o CGNAT está configurado. O valor fechado sai por escrito depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Assinantes e concentradores | Mais equipamentos enviando registro e mais volume para guardar | Três concentradores e 8 mil assinantes |
| Modo de log do CGNAT | Log por conexão gera muito mais volume que alocação por bloco | Troca de log por conexão para blocos de portas |
| IPv6 junto | A delegação de prefixo precisa entrar no mesmo registro da sessão | Prefixo /56 por assinante |
| Onde guardar | Servidor próprio, nuvem ou os dois mudam o desenho e a cópia | Servidor no POP e cópia cifrada em nuvem |
| Histórico a migrar | Registros antigos em formatos diferentes precisam ser convertidos | Oito meses de log em arquivos soltos |
Faixa de preço para um provedor com um concentrador e CGNAT: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O custo do servidor e do armazenamento é seu e aparece separado na proposta.
Antes de assinar, confira os erros que deixam ofício sem resposta, os tipos de pedido que chegam e as normas que a guarda precisa seguir. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que só aparecem quando o pedido chega. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Com CGNAT, o IP público sozinho aponta dezenas de assinantes. O pedido costuma trazer a porta de origem, e o registro precisa ter a mesma informação [CONFIRMAR na norma].
Log de DNS ligado ao assinante ou histórico de sites acessados pode configurar guarda de acesso a aplicações, vedada ao provedor de conexão [CONFIRMAR na norma].
Ofício em horário UTC lido como horário de Brasília desloca a busca em três horas. Confira o fuso antes de qualquer consulta.
Autoridades podem pedir que um registro seja guardado além do prazo [CONFIRMAR na norma]. O descarte automático precisa respeitar essa exceção.
Cada pedido tem uma base legal e um limite. Quem decide o que entregar é o provedor, com o advogado [CONFIRMAR na norma].
| Pedido | O que costuma ser solicitado | Cuidado técnico |
|---|---|---|
| Ordem judicial | Registros de conexão de um período | Conferir IP, porta, data e fuso |
| Requisição de dados cadastrais | Nome, endereço e filiação do assinante | Não entregar logs sem ordem judicial |
| Pedido de preservação | Guardar registros além do prazo | Separar e travar contra descarte |
Se o pedido traz IP, porta, data, hora e fuso. Faltando um deles, a resposta técnica pode apontar várias pessoas.
Consulta que devolve mais de um assinante para o mesmo IP, porta e segundo. Volte ao relógio antes de responder.
Quem pede e com qual base legal, avaliado pelo advogado [CONFIRMAR na norma].
Pedido por e-mail comum ou telefone, sem documento oficial. Confirme a origem antes de entregar qualquer dado.
Textos que a guarda deve seguir, conferidos na versão em vigor. A interpretação jurídica é do advogado.
Obriga o provedor de conexão a guardar os registros por um ano, sob sigilo e em ambiente controlado, na Lei nº 12.965/2014 [CONFIRMAR na norma].
Proíbe o provedor de conexão de guardar registros de acesso a aplicações de internet [CONFIRMAR na norma].
Lista padrões de segurança para a guarda, como controle de acesso, inventário de consultas e cifra [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens em mãos, o levantamento começa no primeiro dia.
Modelos de concentrador, CGNAT e servidor RADIUS, com a versão de cada sistema.
Servidor, disco, nuvem ou dentro do equipamento, e desde quando existem.
Com os dados pessoais apagados, ele mostra o formato real dos pedidos que você recebe.
Porque a guarda só é entregue depois de responder um ofício simulado do começo ao fim. Seis compromissos valem para todo projeto.
Três pedidos fictícios são respondidos do zero, na sua frente, com o procedimento escrito.
Ofício simulado faz parte de toda entrega
NTP conferido em cada equipamento e fuso declarado no registro, não deixado para depois.
Lista de equipamentos com a hora conferida
Acesso restrito a poucas pessoas e cada consulta anotada com quem, quando e por quê.
Registro de consultas ligado na entrega
A engenharia mostra o que o registro diz; o que entregar e como responder fica com o advogado.
Nenhuma resposta a ofício assinada pela Táquion Tech
O desenho usa o que você já tem quando dá, e o armazenamento é dimensionado pela conta de volume.
Nenhuma marca indicada por comissão
A implantação é feita por acesso seguro, em janela combinada, de qualquer estado.
[PREENCHER: provedores atendidos por estado]
A guarda é implantada à distância para provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando há servidor físico para instalar.
Acesso seguro ao RADIUS, ao CGNAT e ao servidor de registros, com o ofício simulado feito por vídeo.
Instalação de servidor no POP e conferência dos equipamentos no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que provedores fazem sobre prazo, sigilo e ofícios. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
Um ano, pelo Marco Civil da Internet [CONFIRMAR na norma]. Uma autoridade pode pedir guarda maior em caso específico, e o descarte precisa respeitar esse pedido.
Não. O provedor de conexão é proibido de guardar registros de acesso a aplicações [CONFIRMAR na norma]. Logs de DNS ligados ao assinante merecem cuidado pelo mesmo motivo.
Depende do número de fontes, do modo de log do CGNAT e de onde os registros ficam. A faixa para um concentrador com CGNAT é [PREENCHER], e o servidor é custo seu, à parte.
O prazo típico, do levantamento ao ofício simulado, é [PREENCHER]. Migrar histórico antigo em formatos diferentes pode alongar.
Na prática, sim: sem a porta, um IP público aponta vários assinantes ao mesmo tempo [CONFIRMAR na norma]. A guarda de logs de CGNAT detalha formatos e volume.
Sim. O prefixo entregue a cada assinante identifica a conexão como o IPv4 identifica, e precisa estar ligado à sessão do RADIUS.
O provedor fica sem como responder ofícios e pode ser responsabilizado e sancionado [CONFIRMAR na norma]. Veja os primeiros passos no guia de notificação da Anatel para provedor.
Não. A Táquion Tech monta a guarda e ensina a consulta; o que entregar e como responder é decisão do provedor com o advogado.
Não necessariamente. A guarda pode ficar em servidor seu, com cópia cifrada em outro local, e o acesso continua sob o seu controle.
A obrigação é a mesma; o que muda é o volume. Um servidor modesto costuma bastar, desde que tenha cópia, NTP e acesso restrito.
Três serviços que mexem nos mesmos equipamentos e nos mesmos dados. Cada um resolve uma parte diferente.
Registro de IP público, porta e horário do CGNAT, com consulta até o assinante.
Ver a guarda de logs de CGNAT
Dados dos assinantes protegidos no ERP, no RADIUS, no ACS e nos backups.
Ver a adequação da rede à LGPD
Quantos assinantes por IP e quantas portas por cliente, antes de o CGNAT travar.
Ver o dimensionamento de CGNATTrês guias técnicos sobre o que gera e o que reduz o volume de registros.
Como a alocação por blocos de portas encolhe o log do CGNAT.
Quando a fórmula de portas fixas dispensa parte do registro.
O que fazer quando um documento oficial chega ao provedor.
Orçamento
Conte como os registros são guardados hoje e se você usa CGNAT. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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