Concentrador no limite por causa do encapsulamento
Sem PPPoE, muitas plataformas encaminham em hardware e a CPU deixa de ser o gargalo.
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Assinante conectado por DHCP e reconhecido pela porta da OLT, com PPPoE e IPoE convivendo até a última OLT migrar.
Migração de PPPoE para IPoE é trocar a conexão por usuário e senha por uma conexão via DHCP, em que o assinante é reconhecido pela OLT, pela porta ou pela ONU. É para o provedor que quer tirar carga do concentrador, acabar com senha perdida no roteador e simplificar o IPv6. O resultado é a base em IPoE com planos, bloqueio e registros funcionando, migrada OLT por OLT e com volta rápida ao PPPoE.
É mudar a forma como o assinante entra na rede, de sessão com login para endereço pedido por DHCP. A identificação passa da senha para a informação que a rede de acesso coloca em cada pedido.
No PPPoE, cada assinante abre uma sessão encapsulada com login e senha. No IPoE, o roteador da casa só pede um endereço por DHCP, e a OLT ou o switch carimba o pedido com a origem, na opção 82.
O RADIUS continua no centro: em vez de conferir senha, recebe o carimbo da origem e devolve plano, pool e bloqueio. O registro de sessão também continua, e o CGNAT não percebe diferença.
No IPv6, o roteador pede endereço por SLAAC ou DHCPv6 e o prefixo da casa por delegação, sem sessão no meio. A migração mexe em quatro partes da rede:
Opção 82 com Circuit-ID e Remote-ID, VLAN por assinante ou serial da ONU. A escolha depende do que as suas OLTs fazem de forma estável.
O cadastro passa a guardar a porta ou a ONU no lugar da senha, e o RADIUS autoriza a partir do pedido DHCP.
A troca de PPPoE para DHCP no roteador é feita pelo servidor ACS sempre que possível, sem visita técnica.
DHCP snooping, bloqueio de IP fixo forçado e isolamento entre assinantes, proteções que o PPPoE dava sem ninguém perceber.
Seis situações tornam a migração para IPoE uma boa troca. Se duas ou mais aparecem juntas, vale fazer o levantamento das OLTs.
Sem PPPoE, muitas plataformas encaminham em hardware e a CPU deixa de ser o gargalo.
Reset de fábrica apaga o login e gera visita técnica. No IPoE, o roteador conecta sozinho.
Sites que não abrem e VPN que falha somem quando o assinante volta a ter MTU de 1500.
Plataformas novas tratam IPoE como padrão. Veja a implantação de BNG.
Delegação de prefixo pelo PPPoE falha em alguns roteadores; no IPoE, segue o caminho padrão do protocolo.
OLT nova com opção 82 pronta é o lugar natural para começar a migração, sem mexer na base antiga.
São cinco etapas, e PPPoE e IPoE convivem durante toda a migração. Nenhuma OLT muda antes de o piloto funcionar.
OLTs, versões, roteadores dos assinantes, RADIUS e sistema de gestão, com o que cada um suporta.
Prazo: [PREENCHER]
Forma de identificação, fluxo no RADIUS, planos, bloqueio, IPv6 e segurança da rede de acesso.
Prazo: [PREENCHER]
Uma OLT ou um grupo pequeno migrado e acompanhado, com a volta ao PPPoE testada de verdade.
Prazo: [PREENCHER]
Demais OLTs em janelas, uma por vez, com os roteadores reconfigurados por ACS.
Duração de cada janela: [PREENCHER]
Sessões PPPoE desligadas quando não restar assinante nelas, com o cadastro limpo.
Prazo: [PREENCHER]
A migração cobre identificação, RADIUS, segurança e a base movida por OLT. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de OLTs e de quanto o sistema de gestão precisa mudar. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de OLTs | Cada OLT é configurada, migrada e conferida em janela | Doze OLTs em quatro POPs |
| Marca e versão das OLTs | Algumas pedem atualização para colocar a opção 82 corretamente | OLTs de duas marcas na mesma rede |
| Forma de identificação | VLAN por assinante pede mais configuração que a opção 82 | VLAN por cliente nas OLTs novas |
| Sistema de gestão | Guardar porta ou ONU no cadastro pode exigir ajuste no sistema | Campo de Circuit-ID no cadastro do assinante |
| Roteadores dos assinantes | Sem ACS, a troca para DHCP depende de visita ou do próprio cliente | Base com roteadores de três modelos |
Faixa de preço por OLT migrada: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Quando há OLTs de marcas diferentes, um piloto em cada marca entra na proposta.
Confira os erros que deixam assinantes sem identificação, a comparação entre os dois modelos e as normas do DHCP. Serve para avaliar qualquer empresa de migração de PPPoE para IPoE, inclusive a Táquion Tech.
Cinco falhas que aparecem na primeira OLT migrada. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Se a OLT não coloca a opção 82 do jeito que o RADIUS espera, ninguém é reconhecido. O teste vem antes da janela.
Sem sessão, um assinante pode tentar usar o IP de outro. DHCP snooping e verificação de origem fecham essa brecha.
O sistema de gestão precisa saber em qual porta ou ONU cada contrato está, senão o suporte perde a referência.
Erros de identificação aparecem em massa e não há como voltar rápido. Uma OLT por vez.
Concessão longa segura o IP de quem saiu; curta demais sobrecarrega o servidor. O valor sai do perfil da base.
Os dois funcionam, e a diferença está em escala, carga e exigência da rede de acesso. Compare antes de decidir.
| Item | PPPoE | IPoE |
|---|---|---|
| Identificação | Usuário e senha | Porta, ONU ou VLAN |
| MTU do assinante | 1492 | 1500 |
| Carga no concentrador | Maior | Menor |
| Exigência da rede de acesso | Pouca | OLT carimbando cada pedido |
OLTs que preenchem Circuit-ID e Remote-ID de forma estável e fácil de ler.
Troca de porta ou de ONU muda a identificação, e o procedimento de suporte precisa prever isso.
Redes com QinQ e equipamentos que aguentam muitas VLANs.
O número de VLANs cresce com a base e pesa no BNG e nos switches.
As RFCs que descrevem como o assinante é identificado no IPoE. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Define a opção 82 do DHCP, com os campos de identificação do circuito e do assinante [CONFIRMAR na norma].
Trata da identificação equivalente no DHCPv6, colocada pelo agente intermediário [CONFIRMAR na norma].
Especifica o DHCPv6 e a delegação de prefixo para o roteador da casa [CONFIRMAR na norma].
Descreve a agregação Ethernet e a identificação de linha usadas em redes IPoE [CONFIRMAR na norma].
Com estes dados, o levantamento começa pelas OLTs certas.
Marca, modelo e versão de cada OLT, e quantos assinantes estão em cada uma.
Modelos mais comuns e se há ACS gerenciando a configuração.
Qual é e se o cadastro aceita porta ou serial de ONU.
Porque cada marca de OLT passa por piloto e cada OLT migrada tem volta pronta. Seis compromissos que valem para toda migração.
Cada marca da sua rede é testada antes de a primeira OLT inteira mudar.
Piloto previsto em toda proposta
Cada OLT migrada pode voltar ao PPPoE pelo procedimento testado no piloto.
O plano de volta faz parte da proposta
As proteções da rede de acesso entram no mesmo projeto, e não depois de um incidente.
DHCP snooping incluído no escopo
Se uma OLT não serve para IPoE, a indicação de troca vem do teste, não de comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Quem faz o levantamento das OLTs é quem acompanha cada janela de migração.
[PREENCHER: migrações para IPoE entregues]
Como achar um assinante pela porta ou pela ONU, e o que fazer quando ele troca de equipamento.
Entregue no fim de toda migração
A migração de PPPoE para IPoE é feita à distância para provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina, o Especialista também acompanha as janelas no POP.
OLTs, RADIUS e roteadores configurados por acesso seguro, OLT por OLT, com janela combinada, de qualquer estado.
Para acompanhar o piloto e as janelas de migração junto da sua equipe. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que mais chegam de provedores que pensam em sair do PPPoE. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
O PPPoE identifica o assinante por usuário e senha numa sessão encapsulada. O IPoE entrega o IP por DHCP e identifica pela porta, pela ONU ou pela VLAN.
Escala mais, gasta menos CPU e devolve a MTU de 1500. Em troca, exige rede de acesso que informe a origem de cada pedido e cuidados extras de segurança.
Pela opção 82 do DHCP, por VLAN por assinante ou pelo serial da ONU, conforme o que a sua OLT faz de forma estável. O RADIUS recebe essa informação no lugar da senha.
Quase sempre não, porque a maioria aceita DHCP. A mudança é na configuração, de preferência feita à distância pelo ACS.
Depende do número de OLTs, das marcas e de quanto o sistema de gestão precisa mudar. A faixa por OLT é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
Depende de quantas OLTs entram e de quantas janelas cabem por semana. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta.
Funciona se colocar a opção 82, ou o equivalente, de forma estável nos pedidos. O levantamento testa cada marca e versão antes do piloto.
O RADIUS continua guardando início, fim e endereço de cada assinante, agora a partir do DHCP. Para os registros do CGNAT, veja a guarda de logs de CGNAT.
Dá, e é assim durante toda a migração. Alguns provedores mantêm o PPPoE só para casos especiais depois que a base muda.
Sim. Levantamento, configuração e janelas são feitos por acesso remoto. No litoral de Santa Catarina, o Especialista também acompanha a migração no POP.
Três serviços que costumam andar junto com a saída do PPPoE. Cada um prepara uma parte da rede para o IPoE.
Equipamento que termina sessões IPoE e PPPoE, com filas em hardware.
Ver a implantação de BNG
RADIUS que autoriza a partir do pedido DHCP e guarda as sessões.
Ver a implantação de servidor RADIUS
Servidor que muda a configuração dos roteadores dos assinantes à distância.
Ver a implantação de servidor ACSTrês guias técnicos sobre identificação e segurança no IPoE.
Como a OLT carimba cada pedido DHCP com a porta do assinante.
Como o roteador da casa recebe o prefixo IPv6 sem sessão PPPoE.
Como impedir que um assinante use o endereço de outro.
Orçamento
Diga quantas OLTs você tem e como elas identificam o assinante hoje. Um Especialista responde com o desenho, o prazo e o valor por escrito.
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