Aviso de fim de vida do fabricante
O fabricante publicou datas de fim de venda e de suporte de um modelo que você usa [CONFIRMAR com o fabricante].
Migração de rede · Provedores
Inventário com o risco de cada caixa, ordem de troca que cabe no caixa e janelas com volta pronta, do switch de POP ao roteador de borda.
Migração de equipamentos legados é substituir switches, roteadores, OLTs, rádios e servidores que já não recebem correção do fabricante por equipamentos atuais, em etapas e sem parar a base. É para o provedor que tem caixas sem suporte espalhadas pelos POPs e não sabe por qual começar. O resultado é um inventário com o risco de cada equipamento, uma ordem de troca aprovada e cada troca feita em janela, com a configuração traduzida e testada antes.
É um programa de troca, não uma troca isolada: começa pelo inventário da rede inteira e termina com o último equipamento antigo desligado. Cada troca segue o mesmo roteiro de tradução, teste e janela.
Equipamento legado é o que continua ligado, mas saiu da linha do fabricante: sem firmware novo, sem correção de segurança e, com o tempo, sem peça. Trocá-lo é uma migração de rede em pequena escala, com configuração, clientes e serviços que precisam chegar inteiros ao equipamento novo.
A configuração antiga quase nunca serve no equipamento novo sem mudança. Comandos, nomes de interface e comportamentos padrão mudam entre versões e marcas, e a automação de redes ajuda a comparar o que foi convertido com o que estava rodando antes.
Quando há muitas caixas iguais, como os switches de acesso de vários POPs, a configuração nova sai de um modelo único aplicado com Ansible, e não digitada em cada uma. Um programa de troca costuma passar por estes tipos de equipamento:
Levam as sessões BGP e o tráfego de toda a base. A troca de marca tem roteiro próprio, como a migração de borda MikroTik para Huawei.
São muitos, parecidos e quase sempre esquecidos no inventário. Uma porta trocada na virada derruba um bairro inteiro.
Reúnem milhares de assinantes e pedem migração por lotes. Cada um tem serviço próprio: a migração de OLT e a migração de concentradores.
Enlaces de rádio e servidores de DNS, RADIUS e monitoramento em máquinas antigas também entram no inventário e na ordem de troca.
Seis situações mostram que a troca planejada ficou mais em conta que esperar a falha. Se duas delas aparecem juntas, o inventário deve vir antes da próxima compra.
O fabricante publicou datas de fim de venda e de suporte de um modelo que você usa [CONFIRMAR com o fabricante].
A fonte ou a placa de um modelo antigo só aparece usada, sem garantia, e cada defeito vira dias de espera.
Uma vulnerabilidade publicada afeta a versão do seu equipamento e não há firmware novo para ele.
Portas de 1 Gbps onde o tráfego já pede 10, CPU alta no pico ou tabela de rotas que não cabe mais na memória.
Cada POP tem uma marca e uma versão, e a equipe precisa lembrar comandos diferentes para a mesma tarefa.
Não há lista de modelos, versões e números de série. O risco só aparece quando algo para.
São cinco etapas, e nenhum equipamento é comprado antes da segunda. A rede só muda na quarta, com a configuração já testada.
Modelos, versões, números de série e funções, cruzados com os avisos de suporte e com quantos clientes dependem de cada caixa.
Prazo: [PREENCHER]
O que trocar primeiro, o que pode esperar e o que só precisa de atualização, em etapas que cabem no seu caixa.
Prazo: depende da sua aprovação
Requisitos do equipamento novo para você cotar com quem quiser, e a configuração traduzida e revisada para ele.
Prazo: [PREENCHER]
Configuração testada em bancada ou em paralelo, e troca em horário de pouco tráfego com o antigo pronto para voltar.
Duração da janela: [PREENCHER]
Serviços, rotas, clientes e monitoramento conferidos; o antigo só sai do rack quando tudo fica estável.
Prazo: [PREENCHER]
A migração cobre o inventário, a ordem de troca e a execução de cada janela. Compra, venda e descarte de equipamento ficam com o provedor.
O preço depende de quantos equipamentos saem e de quanta configuração precisa ser traduzida. O valor de cada etapa sai por escrito, depois do inventário.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de equipamentos | Cada caixa pede tradução, teste e janela | Doze switches de POP e dois roteadores de borda |
| Troca de marca | Mudar de fabricante exige tradução completa e mais teste | Switches de uma linha descontinuada para outra marca |
| Serviços em cada caixa | BGP, VLANs de clientes e links de empresa aumentam a conferência | Roteador que leva BGP, PPPoE e links dedicados |
| Bancada disponível | Sem equipamento de teste, o teste vira paralelo no POP | Equipamento novo ligado ao lado do antigo antes da virada |
| Troca física | Fora do litoral de SC, a troca no rack fica com a sua equipe, com acompanhamento remoto | POP em outro estado com técnico local |
| Documentação atual | Rede sem inventário pede levantamento maior no começo | Ninguém sabe a versão dos switches |
Faixa de preço por etapa de troca: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O equipamento novo é comprado por você, de quem preferir, e não entra no valor do serviço.
Confira os erros que mais derrubam trocas de equipamento, quando vale trocar ou só atualizar e as regras que tocam o equipamento novo e o antigo. Os pontos servem para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Falhas que transformam uma troca planejada em madrugada de chamados. Pergunte como o fornecedor evita cada uma.
O equipamento mais velho nem sempre é o mais perigoso. Um switch antigo com dez clientes pesa menos que um roteador mais novo, sem par, que leva a base inteira.
Regras mortas, VLANs sem uso e ajustes de anos atrás vão junto, e alguns comandos mudam de sentido na versão nova.
O modelo novo pode não ter um recurso que o antigo usa, como QinQ ou um protocolo de redundância. Isso aparece na janela, tarde demais.
Sem alguns dias de observação, um serviço que só roda à noite ou no fim do mês falha quando o antigo já não está lá.
Nem todo legado precisa sair agora. Compare os três caminhos antes de comprar equipamento.
| Caminho | Quando faz sentido | Risco principal |
|---|---|---|
| Atualizar o sistema | O modelo ainda recebe versões novas | Atualização sem teste derruba a caixa |
| Trocar por modelo atual | Sem suporte, sem peça ou no limite | Custo e janela de troca |
| Manter com contenção | Poucos clientes e troca já no orçamento | Falha sem correção até a troca |
O fabricante ainda publica versões para o modelo e o problema é a versão, não o hardware [CONFIRMAR com o fabricante].
Leia as notas da versão, porque algumas mudam comandos. Para OLTs, veja a atualização de firmware.
O equipamento perdeu suporte, falta peça ou a capacidade não acompanha o tráfego dos próximos anos.
Especifique pela necessidade medida, não pelo modelo que o vizinho comprou.
Equipamento com poucos clientes, sem acesso externo e com data de troca já marcada no orçamento.
Feche a gerência para fora, guarde cópia da configuração e tenha uma peça reserva no POP.
Regras e referências que tocam a troca. Peça ao fornecedor que diga como trata cada uma.
O equipamento de telecomunicação que entra na rede precisa ter homologação válida [CONFIRMAR na norma]. Confira antes da compra na verificação de homologação.
Equipamento eletrônico retirado da rede segue regras de logística reversa e de resíduos eletrônicos, com comprovante do destino [CONFIRMAR na norma].
Cada fabricante publica as datas de fim de venda, de correções e de suporte em documento próprio. Guarde o documento junto do inventário [CONFIRMAR com o fabricante].
Configuração salva fora do equipamento antes de cada janela. Veja o backup de configurações de rede.
Com estes itens em mãos, o inventário começa no primeiro dia.
Mesmo incompleta, com os POPs, os modelos que você lembra e quem tem acesso a cada um.
Usuário só de leitura nos equipamentos, para levantar versões e configurações sem risco.
Quanto dá para investir em equipamento em cada fase, para a ordem de troca caber no caixa.
Dias e horários em que a base aceita interrupção curta, e quem da sua equipe acompanha no POP.
Porque a ordem de troca vem do risco medido, e a decisão de compra fica com você. Seis compromissos de toda migração de legados.
A prioridade vem de clientes afetados, suporte do fabricante e capacidade de cada caixa.
Inventário com risco entregue antes de qualquer compra
A especificação diz o que o equipamento precisa ter. A marca e a loja são escolha sua.
Nenhuma marca indicada por comissão
Bancada ou equipamento em paralelo, nunca a primeira tentativa com os clientes ligados.
Teste prévio descrito na proposta
O equipamento antigo fica no rack, ligado ou pronto para religar, até a conferência terminar.
Plano de volta com tempo estimado em cada janela
MikroTik, Huawei, Juniper, Cisco, Datacom e outras, com a mesma revisão linha a linha.
[PREENCHER: trocas feitas por marca]
No fim, você recebe a lista do que está instalado, com versões e configurações, pronta para o próximo ciclo.
Entregue ao fim de cada etapa
A troca do roteador de borda MikroTik por equipamento de maior porte é a migração de legado mais pedida. Cada marca de destino tem o seu roteiro.
Filtros do RouterOS reescritos como route-policy, com as sessões BGP passadas uma a uma.
Políticas do Junos aplicadas com commit confirmado, que volta sozinho se ninguém confirmar a mudança.
Políticas escritas antes de subir cada vizinho, como o IOS XR exige nas sessões externas.
O inventário, a tradução e o acompanhamento das janelas são remotos e atendem provedores de todo o Brasil. A troca física no rack é feita no litoral de Santa Catarina.
Levantamento por acesso de leitura, configuração revisada à distância e janela acompanhada com a sua equipe no POP.
Para desmontar a caixa antiga, montar a nova no rack e acompanhar a virada ao lado da sua equipe. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas mais comuns de quem tem equipamento sem suporte na rede. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
O fabricante publica avisos com as datas de fim de venda e de suporte de cada modelo [CONFIRMAR com o fabricante]. O inventário cruza cada caixa da sua rede com esses avisos e mostra quais já passaram da data.
Depende do número de equipamentos, da troca de marca e dos serviços em cada caixa. A faixa por etapa é [PREENCHER], e o equipamento novo é comprado à parte, por você.
Na maioria dos casos, a troca acontece em janela de madrugada com interrupção curta. A configuração testada antes e o antigo pronto para voltar reduzem o risco de a janela estourar.
Não. A Táquion Tech especifica o que o equipamento precisa ter e você compra de quem preferir, sem marca indicada por comissão.
Pode, e é comum. A configuração é traduzida e revisada linha a linha, e a borda MikroTik tem roteiros próprios, como a migração para Juniper.
Ele pode ficar como reserva por um tempo ou sair da rede com descarte comprovado, que segue as regras de resíduos eletrônicos [CONFIRMAR na norma]. Venda e valor do usado são decisão sua e não fazem parte do serviço.
Não. A ordem de troca divide a rede em etapas pelo risco, e algumas caixas só precisam de atualização de sistema. O plano mostra o que pode esperar.
O inventário de uma rede média leva [PREENCHER], e cada etapa de troca depende das janelas disponíveis. O calendário completo vai escrito no plano.
No litoral de Santa Catarina, sim [CONFIRMAR área de atendimento]. Nas outras regiões, a sua equipe faz a troca no rack com o roteiro escrito e a janela acompanhada à distância.
Este serviço cuida do programa de troca da rede toda. Quando a caixa a trocar é uma OLT ou um concentrador, a passagem dos assinantes segue a migração de OLT ou a migração de concentradores.
Três serviços que costumam vir junto com a troca de legados. Cada um cuida de um tipo de equipamento ou de etapa.
Assinantes passados de uma OLT antiga para outra, porta por porta.
Ver a migração de OLT
Base PPPoE ou IPoE movida para concentradores novos, por grupos.
Ver a migração de concentradores
Lista viva de modelos, versões e números de série de toda a rede.
Ver o inventário de equipamentosTrês guias para preparar a rede antes da primeira troca.
Como recuperar a configuração de um MikroTik antes que ele pare de vez.
Como guardar a configuração nova em arquivos com histórico de versões.
Quando a OLT que reinicia sozinha é sinal de hardware no fim.
Orçamento
Conte quais equipamentos estão sem suporte ou no limite. Um Especialista devolve o plano, o prazo e o valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp