IP duplicado na rede
Dois equipamentos com o mesmo endereço, porque a planilha estava desatualizada quando alguém consultou.
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Blocos de IP, VLANs, equipamentos, racks, cabos e circuitos num inventário só, com API para o monitoramento e a automação lerem dali.
Implantação de NetBox é instalar e alimentar o inventário de código aberto que registra a rede lógica e física do provedor: endereços, VLANs, equipamentos, racks, cabos e circuitos. É para o provedor com IP e VLAN em planilhas em que ninguém confia mais. O resultado é uma fonte de verdade que a equipe atualiza e que as outras ferramentas consultam pela API.
É pôr o NetBox para rodar com os dados reais da sua rede e um padrão de cadastro que a equipe segue. Instalar o software é a parte simples; o trabalho está em decidir nomes, limpar planilhas e criar a rotina.
O NetBox junta duas funções: gestão de endereços, chamada de IPAM, e documentação de infraestrutura, chamada de DCIM. Ele guarda os prefixos IPv4 e IPv6, os endereços de cada servidor, como o DNS recursivo, e quem usa cada bloco.
Ele não substitui o ERP de provedor: o ERP sabe quem é o cliente e o que ele paga, e o NetBox sabe em que porta, VLAN e bloco o serviço está. A planta externa de fibra fica no sistema de gestão de rede óptica.
Serviços como IPTV ganham registro próprio, com a VLAN de TV de cada POP, os grupos multicast e os servidores de origem. A implantação passa por quatro partes:
Blocos públicos, privados e de CGNAT organizados por POP e por uso, VLANs agrupadas por serviço e o próximo endereço livre a um clique.
Cada roteador, switch e OLT com modelo, número de série, posição no rack e portas, e os cabos internos ligando uma porta à outra.
Links de trânsito, transporte e IX com operadora, identificador do circuito, contrato e a porta onde cada um chega.
Interface REST e avisos automáticos de mudança que alimentam monitoramento e scripts [CONFIRMAR na documentação do fornecedor].
Seis sinais mostram que as planilhas não dão mais conta da rede. Quanto antes o inventário nasce, menos limpeza ele exige.
Dois equipamentos com o mesmo endereço, porque a planilha estava desatualizada quando alguém consultou.
"IPs-final", "IPs-final-2" e uma cópia no e-mail do técnico, cada uma dizendo uma coisa.
O técnico chega ao rack para descobrir se o switch tem porta livre e qual cabo vai aonde.
Scripts de configuração precisam de uma fonte confiável de endereços, VLANs e equipamentos para ler.
Equipamentos novos entram na rede e esquecem de entrar no Zabbix, porque não há lista oficial.
Quem entra leva semanas para entender a rede, porque o mapa está na cabeça de quem já estava.
São cinco etapas, e o padrão de nomes vem antes da importação. Um NetBox cheio de nomes inconsistentes é tão pouco útil quanto a planilha.
Nomes de POPs, equipamentos, VLANs e prefixos definidos com a sua equipe e escritos.
Prazo: [PREENCHER]
NetBox no servidor do provedor, com HTTPS, usuários por pessoa e cópia automática fora da máquina.
Prazo: [PREENCHER]
Planilhas limpas e dados lidos dos equipamentos carregados, com as diferenças apontadas.
Prazo: [PREENCHER]
Uma ligação combinada, como hosts do monitoramento criados a partir do inventário.
Prazo: [PREENCHER]
Equipe cadastrando cada mudança, com a regra de que nada entra na rede sem entrar no NetBox.
Prazo: [PREENCHER]
A implantação cobre instalação, padrão, importação, uma integração e treinamento. O que vai além do inventário tem página própria.
O preço depende do tamanho da rede e do estado das planilhas atuais. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| POPs e equipamentos | Mais equipamentos é mais cadastro e conferência | Doze POPs com cerca de cem equipamentos |
| Estado das planilhas | Planilhas divergentes exigem limpeza antes de importar | Três planilhas de IP com conflitos |
| Racks e cabos | Documentar cabos internos pede leitura porta a porta | POP central com quatro racks |
| Integrações | Cada ligação com outra ferramenta é desenvolvida e testada | Zabbix e backup de configurações |
| Hospedagem | Servidor próprio pede instalação e cópia; nuvem muda o escopo | Máquina virtual no data center do provedor |
Faixa de preço para um provedor com até cinco POPs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O NetBox tem edição comunitária sem licença e ofertas pagas do fabricante [CONFIRMAR na documentação do fornecedor].
Antes de assinar, entenda onde o NetBox se encaixa e veja os erros que transformam o inventário em mais uma planilha. Esta seção serve para avaliar qualquer empresa de implantação, inclusive a Táquion Tech.
Cada ferramenta responde a uma pergunta diferente sobre a rede.
| Ferramenta | Responde bem | Não responde |
|---|---|---|
| Planilha | Lista rápida de uma coisa só | Quem mudou, quando e o que depende disso |
| NetBox | Onde cada IP, VLAN e porta está | Quem é o cliente e o que ele paga |
| ERP de provedor | Cliente, plano e cobrança | Em que porta do POP o serviço está |
Um POP e uma pessoa cuidando dos endereços, sem automação no horizonte.
Assim que duas pessoas editam ao mesmo tempo ou um script precisa ler os dados.
Vários POPs, blocos IPv4 e IPv6 próprios e planos de automatizar configuração ou monitoramento.
Ele só vale se for atualizado a cada mudança; desatualizado, engana mais que a planilha.
Quatro falhas que fazem o NetBox ser abandonado depois de alguns meses.
Conflitos e nomes inconsistentes passam para o NetBox e minam a confiança no primeiro mês.
O inventário vira peça crítica da operação. Servidor sem cópia fora da máquina põe todo o trabalho em risco.
Permissão total para todos apaga o histórico de responsabilidade. Cada pessoa precisa de usuário e papel próprios.
Sem a regra de que nada entra na rede sem entrar no NetBox, a primeira mudança urgente fica de fora.
Referências públicas que o plano de endereços registrado no NetBox deve seguir.
Definem as faixas privadas e a faixa compartilhada usada no CGNAT, que precisam aparecer separadas no inventário [CONFIRMAR na norma].
O tamanho do prefixo entregue a cada cliente segue recomendações públicas, como a RFC 6177 [CONFIRMAR na norma]. Veja o endereçamento IPv6.
O NetBox não precisa de nome nem de CPF de assinante; dados pessoais ficam no ERP, sob a LGPD [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens em mãos, o padrão de nomes sai na primeira semana.
Todas as versões de IPs, VLANs e equipamentos, mesmo as desatualizadas.
Máquina virtual com os requisitos da versão escolhida [CONFIRMAR na documentação do fornecedor].
As pessoas que vão manter o inventário e participar do treinamento.
Porque quem implanta conhece a rede que está sendo cadastrada e sai com a equipe sabendo manter. Seis compromissos de toda implantação de NetBox.
BGP, CGNAT, OLT e VLANs são assunto do dia a dia, e o padrão de nomes reflete isso.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes de provedor]
Os nomes são decididos com a sua equipe e documentados antes do primeiro registro.
Padrão entregue antes da importação
O NetBox nasce com cópia automática fora do servidor e restauração testada.
Restauração testada antes da entrega
O NetBox roda na máquina que você escolher, dimensionada para a sua rede.
Nenhum equipamento indicado por comissão
Quem vai manter o inventário sai sabendo cadastrar, consultar e corrigir.
Treinamento faz parte de toda implantação
Instalação, importação e treinamento feitos à distância, sem deslocamento para pagar.
[PREENCHER: estados atendidos]
A implantação de NetBox é remota e atende provedores de todo o Brasil. A visita fica para o litoral de Santa Catarina, quando racks e cabos precisam ser levantados no POP.
Instalação, importação, integração e treinamento por acesso seguro, em horários combinados com a sua equipe.
Para levantar racks, portas e cabos no POP e conferir com o que foi cadastrado. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas mais comuns antes de trocar as planilhas pelo NetBox. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
O software é de código aberto, e a edição comunitária não cobra licença [CONFIRMAR na documentação do fornecedor]. O custo está na implantação, no servidor e no tempo da equipe para manter.
Não. O ERP cuida dos clientes e da cobrança; o NetBox cuida da infraestrutura da rede, e os dois podem se consultar.
Sim. Elas são o ponto de partida, depois de limpas e ajustadas ao padrão de nomes, com os conflitos apontados para você decidir.
Não sozinho. Ele fornece os dados para scripts e ferramentas que geram e aplicam configurações; veja a automação de rede.
O preço muda com o número de POPs, o estado das planilhas e as integrações. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
Depende do tamanho da rede e da limpeza que as planilhas pedem. O prazo típico é [PREENCHER] e vai escrito na proposta.
Sim, por scripts ou plugins que leem a API e criam os hosts [CONFIRMAR na documentação do fornecedor]. Veja o monitoramento com Zabbix.
Uma máquina virtual comum atende a maioria dos provedores. Também há oferta em nuvem do fabricante [CONFIRMAR na documentação do fornecedor].
O NetBox guarda dados, não diagramas nem manuais. Para isso, veja a documentação de rede, que pode usar o NetBox como base.
Vale quando há mais de um POP, blocos próprios ou planos de automatizar. Com um POP e uma pessoa cuidando, a planilha ainda pode bastar.
Três serviços que usam o NetBox como base ou o completam. Cada um cuida de uma parte do conhecimento da rede.
Levantamento físico de cada equipamento, com modelo, série, firmware e garantia.
Ver o inventário de equipamentos
Diagramas, manuais e procedimentos da rede, escritos para a equipe atual e a próxima.
Ver a documentação de rede para provedores
Configurações geradas e aplicadas a partir do inventário, com revisão antes de ir para a rede.
Ver a automação de redeTrês guias sobre inventário, automação e o conhecimento da rede.
Como tratar configuração como código e alimentar a rede a partir do inventário.
O que fazer quando o técnico que sabia de tudo sai do provedor.
Como montar métricas que podem ler os equipamentos direto do inventário.
Orçamento
Diga quantos POPs e equipamentos a rede tem e onde estão as planilhas. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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