Já houve invasão
Depois de limpar a rede, falta saber por onde o atacante entrou e o que mais ficou aberto.
Consultoria · Provedores
Saiba quais portas estão abertas, quem tem senha de quê e se o backup volta, antes que um atacante descubra por você.
Auditoria de segurança é a revisão de como o provedor protege a rede e os dados: acessos, senhas, exposição na internet, backups, registros e capacidade de reagir a um ataque. É para o provedor que já foi invadido, sofre extorsão por DDoS ou precisa mostrar controles a um cliente ou à Anatel. O resultado é a lista de brechas por gravidade, com a prova de cada uma e a ordem de correção.
É conferir se cada controle de proteção existe e funciona de verdade nos equipamentos, não só no papel. O que não tem evidência conta como ausente.
A auditoria de segurança é um recorte da auditoria de rede, feito com mais profundidade: além de ler as configurações, ela testa de fora o que está exposto e confere se os registros permitem reconstruir um ataque.
Ela não tenta invadir a rede, como faz um teste de invasão. Também não é um laudo técnico: o relatório serve para a gestão corrigir, e só vira documento para terceiros se isso for combinado antes.
As correções de maior custo, como trocar equipamento sem atualização ou separar a rede de gerência, costumam entrar no plano diretor do provedor. A auditoria olha seis grupos de controles:
Usuários individuais em cada equipamento, senha forte, segundo fator e acesso removido de quem saiu. Senha igual em todos os roteadores é o achado mais comum.
Varredura dos blocos de infraestrutura atrás de gerência, SNMP, DNS aberto e serviços esquecidos. O que responde de fora é o que o atacante vê primeiro.
Filtros que barram pacotes com endereço de origem falso saindo da sua rede e rotas aceitas sem critério. Sem eles, a sua rede pode ser usada para atacar terceiros.
Cópia recente das configurações, guardada fora do equipamento, e um teste de restauração registrado. Backup que nunca voltou não conta.
Logs centralizados, relógio sincronizado e registros do CGNAT que identificam o assinante. É o que permite responder a um ofício e investigar um incidente.
Quem é chamado, o que se isola primeiro e como se avisa o cliente. Plano que nunca foi ensaiado costuma falhar no primeiro passo.
Seis situações pedem uma auditoria de segurança. Algumas pedem antes a resposta ao incidente, e depois a auditoria.
Depois de limpar a rede, falta saber por onde o atacante entrou e o que mais ficou aberto.
Ataques repetidos indicam que a rede está exposta ou é fácil de achar. A auditoria mostra o que reduzir.
Quem saiu ainda pode ter acesso a roteadores, OLTs e sistemas. É preciso saber onde trocar.
A Anatel pede controles de segurança cibernética às prestadoras. A auditoria mostra o que falta [CONFIRMAR na norma].
Empresas e órgãos públicos pedem prova de controles antes de contratar link dedicado.
Bloco listado por spam ou ataque costuma ter origem em equipamento comprometido ou mal configurado.
São cinco etapas, e a varredura externa só começa com a sua autorização por escrito. Nada é alterado na rede.
Definição dos equipamentos, sistemas e blocos de IP auditados, com termo que autoriza a varredura.
Prazo: [PREENCHER]
Conversa com quem opera a rede sobre acessos, backups, registros e o que acontece num incidente.
Prazo: [PREENCHER]
Leitura de usuários, filtros, versões de sistema e configurações de registro em cada equipamento.
Prazo: [PREENCHER]
Teste de fora da sua rede para ver o que responde nos blocos de infraestrutura, em horário combinado.
Prazo: [PREENCHER]
Brechas por gravidade, evidência de cada uma, plano de correção e resumo para a diretoria.
Prazo: [PREENCHER]
A auditoria cobre a conferência dos controles e o plano de correção. Teste de invasão e execução das correções têm serviço próprio.
O preço depende do número de equipamentos, de sistemas e de blocos de IP no escopo. É projeto fechado, com valor definido antes de começar.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Equipamentos no escopo | Cada roteador, OLT e switch tem usuários, filtros e versões a conferir | Duas bordas, dois concentradores e seis OLTs |
| Blocos de IP | Mais endereços de infraestrutura pedem varredura maior | Um /22 IPv4 e um /32 IPv6 |
| Sistemas além da rede | RADIUS, ERP e servidores somam controles próprios | Servidor de RADIUS e painel do ERP |
| Conferência regulatória | Cruzar os controles com o regulamento da Anatel acrescenta etapa | Provedor que recebeu notificação |
| Incidente recente | Preservar registros antes de analisar leva mais cuidado | Invasão descoberta há uma semana |
Faixa de preço para um provedor de porte médio: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se o ataque está acontecendo agora, o caminho é a resposta a incidentes, não uma auditoria.
Confira os erros mais comuns, a diferença entre auditoria, varredura e pentest e as referências que valem para provedor. Os critérios servem para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que deixam brechas fora do relatório. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
A ferramenta acha porta aberta, mas não vê senha compartilhada nem backup que não volta. Peça a parte de conferência nos equipamentos.
OLTs, switches e rádios costumam ter senha padrão e ninguém olha. Confirme que entram no escopo.
Ver o arquivo de backup não prova nada. Peça que um equipamento de teste seja restaurado a partir dele.
Brecha crítica com o mesmo peso de um aviso menor fica para depois. Exija prazo sugerido por item.
São três trabalhos diferentes, com custo e profundidade diferentes. A escolha depende do que você precisa provar.
| Trabalho | O que faz | Quando escolher |
|---|---|---|
| Auditoria de segurança | Confere controles por dentro e testa a exposição de fora | Para saber o estado geral e o que corrigir |
| Varredura de vulnerabilidades | Lista falhas conhecidas nos endereços expostos | Para acompanhar a exposição com frequência |
| Pentest | Tenta invadir de verdade, como um atacante | Para provar que um controle resiste |
Enxerga processo e configuração, como senha compartilhada e log que não identifica o assinante.
Não prova que um atacante conseguiria entrar; mostra onde seria mais fácil.
Rápida e repetível, boa para rodar todo mês. Veja a varredura de vulnerabilidades.
Gera falso positivo e não olha nada que esteja por dentro da rede.
Mostra o caminho real de um ataque e o impacto de cada brecha.
Custa mais e pede escopo cuidadoso para não afetar assinantes.
Referências públicas que uma auditoria séria usa. Peça ao fornecedor a lista do checklist.
Pede às prestadoras política de segurança, gestão de incidentes e comunicação à agência [CONFIRMAR na norma quais itens valem para o seu porte]. Veja a adequação ao R-Ciber.
Recomendam barrar pacotes com origem falsa e filtrar rotas na borda [CONFIRMAR na norma].
O Marco Civil pede guarda dos registros de conexão e a LGPD trata dos dados do assinante [CONFIRMAR na norma]. Veja a adequação à LGPD.
Lista de controles de segurança em ordem de prioridade, útil para medir a evolução de um ano para outro [CONFIRMAR na norma].
Porque a auditoria olha a rede de provedor por dentro e por fora, sem empurrar firewall. Seis compromissos que valem para todo trabalho.
CGNAT, BGP, OLT e RADIUS entram no checklist, não só servidor e estação de trabalho.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe em segurança de provedores]
Nenhum teste externo começa sem termo assinado, escopo de IPs e horário combinado.
Termo de autorização faz parte da proposta
A correção indicada usa o que você já tem sempre que dá. Troca só entra quando não há outra saída.
A Táquion Tech não revende firewall nem licença
O relatório circula só entre quem você indicar, e as cópias de configuração são apagadas no fim.
[CONFIRMAR termo de sigilo padrão]
Saída da varredura, linha de configuração ou print do acesso acompanham cada achado.
Evidências anexadas ao relatório
Cada brecha vem com o prazo sugerido e o esforço estimado para fechar.
Plano de correção entregue com o relatório
A auditoria de segurança é feita à distância para provedores de todo o Brasil. A visita fica para o litoral de Santa Catarina, quando o escopo inclui conferência física.
Conferência dos equipamentos por acesso de leitura e varredura feita de fora da sua rede, como faria um atacante.
Para verificar acesso físico aos POPs, portas de console expostas e rótulos com senha. [CONFIRMAR área de atendimento]
O que os provedores mais perguntam antes de abrir a rede para uma auditoria de segurança. Outra dúvida? Mande no WhatsApp.
Começa pelo escopo e pela autorização, passa pela conferência dos equipamentos e pela varredura externa e termina num relatório com brechas por gravidade. Nada é alterado na rede.
Vale, porque provedor pequeno é alvo fácil: senha compartilhada e gerência exposta são comuns. O custo de uma invasão com extorsão costuma ser maior que o da auditoria.
Depende do número de equipamentos, de sistemas e de blocos de IP. A faixa é [PREENCHER], e o valor fechado sai na proposta.
A auditoria confere controles com checklist e testa a exposição. O pentest em infraestrutura de provedor tenta invadir de verdade.
Ajuda, porque cruza os controles da rede com o que o regulamento pede e mostra o que falta [CONFIRMAR na norma quais artigos se aplicam ao seu provedor].
O risco é baixo, mas existe em equipamento antigo. Por isso a varredura tem horário combinado e começa pelos testes mais leves.
Uma vez por ano, e sempre depois de um incidente ou de uma troca grande na equipe ou na rede.
Sim, mas a ordem importa: primeiro conter e preservar provas na resposta a incidentes, depois auditar para fechar as portas.
O prazo típico é [PREENCHER]. A varredura externa depende da janela que você liberar.
A lista dos blocos de IP de infraestrutura, usuário de leitura nos equipamentos e quem conhece os acessos e os backups para a entrevista.
Três serviços que vêm antes ou depois da auditoria de segurança. Cada um fecha uma parte das brechas.
Teste de invasão real na infraestrutura, com escopo e regras combinados.
Ver o pentest em infraestrutura
Política, gestão de incidentes e documentos que o regulamento pede.
Ver a adequação ao R-Ciber
Aplicação das correções de segurança nos roteadores de borda e núcleo.
Ver o hardening de roteadoresTrês guias sobre as brechas que mais aparecem em provedores.
Os primeiros passos quando o provedor descobre uma invasão.
Como dar a cada técnico um usuário próprio e registrar o que ele faz.
O que fazer quando chega a mensagem pedindo pagamento para parar o ataque.
Orçamento
Conte o motivo e o tamanho da rede. Um Especialista responde com escopo, prazo e valor da auditoria por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp