Login coletivo no sistema
Se o atendimento inteiro usa o mesmo usuário, ninguém consegue dizer quem consultou um cadastro.
Anatel · Provedores
Os dados dos assinantes localizados no ERP, no RADIUS, no ACS e nos backups, com acesso individual, cópia cifrada e rastro de quem consultou.
Adequação da infraestrutura de rede à LGPD é a parte técnica da proteção de dados no provedor: achar onde estão os dados dos assinantes, fechar quem não devia ter acesso e deixar registro de cada consulta. É para o provedor que guarda CPF, endereço e histórico de conexão em vários sistemas e não sabe quem enxerga o quê. O resultado são medidas aplicadas e um relatório que o advogado e o encarregado usam para fechar a parte jurídica.
É aplicar, nos sistemas e equipamentos do provedor, as medidas de segurança que a lei pede para dados pessoais. A política de privacidade diz o que se promete; a infraestrutura é onde a promessa se cumpre ou falha.
A Lei Geral de Proteção de Dados obriga quem trata dados pessoais a adotar medidas técnicas e administrativas de segurança e a comunicar incidentes relevantes à ANPD e aos titulares [CONFIRMAR na norma]. A ANPD fiscaliza e pode aplicar sanções [CONFIRMAR na norma].
No provedor de SCM, os dados não ficam só no sistema de gestão. Eles se espalham por RADIUS, logs, ACS, planilhas de instalação e grupos de mensagem, e cada cópia é uma porta a mais.
A segurança cibernética cobrada pela Anatel no R-Ciber e a proteção de dados da LGPD se cruzam: um incidente na rede pode ter de ser comunicado às duas agências [CONFIRMAR na norma]. Os dados costumam estar em quatro lugares:
Cadastro, contrato, cobrança e às vezes cartão. É o maior volume de dados e, com frequência, o banco aceita conexão de qualquer IP com usuário padrão.
Ligam o assinante a um IP e a um horário. A guarda é obrigatória, por isso o acesso a eles precisa ser o mais restrito da empresa [CONFIRMAR na norma].
O ACS conhece cada roteador, a senha do Wi-Fi e às vezes o nome do assinante no SSID. Um painel exposto mostra tudo isso de uma vez.
Backup em HD sem cifra, exportação para planilha e lista de clientes no grupo da equipe. É onde a maioria dos vazamentos começa.
Seis situações mostram que os dados dos assinantes estão mais expostos do que deveriam. Qualquer uma delas já justifica começar pelo mapa dos dados.
Se o atendimento inteiro usa o mesmo usuário, ninguém consegue dizer quem consultou um cadastro.
Cópia do banco num HD ou numa nuvem pessoal, sem senha, é o vazamento esperando acontecer.
ERP, RADIUS ou ACS acessíveis pelo IP público ficam ao alcance de qualquer varredura automática.
Lista de instalações com nome, CPF e endereço circulando em aplicativo de mensagem pessoal.
Depois de um incidente, é preciso saber o que saiu e fechar a porta. Veja o caso de provedor invadido.
Empresa contratante ou licitação pedindo comprovação de medidas de segurança sobre os dados.
São cinco etapas, e os sistemas só mudam na terceira, em janela combinada. Antes disso, o trabalho é de mapa e leitura.
Cada sistema, cópia e exportação que guarda dado de assinante, com quem acessa e por onde.
Prazo: [PREENCHER]
Contas sem dono removidas, logins individuais criados e permissões cortadas ao que cada função precisa.
Prazo: [PREENCHER]
Cifra de bancos e backups, sistemas tirados da internet e registro de consulta ligado, um sistema por vez.
Prazo: [PREENCHER]
Quem faz o quê nas primeiras horas de um vazamento e que dados técnicos o jurídico vai precisar.
Prazo: [PREENCHER]
As medidas aplicadas, com evidência, num formato que o advogado e o encarregado conseguem usar.
Prazo: entregue no fim
A adequação cobre o mapa, os acessos, a cifra, os registros e o roteiro técnico de incidente. O que é jurídico fica com o advogado e o encarregado, e o escopo final vai na proposta.
O preço depende do número de sistemas com dados e de quanto cada um precisa mudar. O valor fechado sai por escrito depois do mapa dos dados.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Sistemas com dados | Cada sistema é um mapa, uma revisão de acesso e uma janela | ERP, RADIUS, ACS e servidor de arquivos |
| ERP de terceiro | Mudanças dependem do fornecedor do sistema e do contrato com ele | ERP em nuvem sem registro de consulta |
| Volume de cópias | Planilhas e backups espalhados alongam o mapa | Três HDs de backup e exportações mensais |
| Pessoas com acesso | Mais logins para criar, revisar e documentar | Quarenta usuários entre atendimento e campo |
| Roteiro de incidente | Ensaio com a equipe soma uma etapa | Simulação de vazamento com o jurídico |
Faixa de preço para um provedor com até quatro sistemas: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Os honorários do advogado e do encarregado são contratados à parte, com eles.
Confira os erros que deixam a adequação só no papel, onde guardar o backup e as normas que o trabalho precisa citar. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que aparecem em provedores que já se diziam adequados. Pergunte como o fornecedor evita cada uma.
Documento bem escrito com banco aberto na internet não protege ninguém. Peça a lista de medidas aplicadas, com evidência.
O fornecedor do sistema costuma ter acesso remoto permanente ao banco. Esse acesso precisa ter login próprio, registro e contrato.
Dado sem finalidade é risco sem retorno. Cadastro de ex-cliente e cópias antigas precisam de regra de descarte combinada com o jurídico.
Cópia do banco real usada para testar o sistema costuma ficar sem proteção nenhuma. Ela precisa ser mascarada ou tratada como produção.
Cada opção protege de um risco diferente. O ideal combina duas delas.
| Opção | Protege contra | Ponto fraco |
|---|---|---|
| Servidor local | Falha de disco e erro humano | Incêndio, furto e ransomware na mesma rede |
| Nuvem | Perda física do local | Conta mal protegida e dados fora do país |
| Cópia desconectada | Ransomware que apaga as outras cópias | Depende de alguém trocar a mídia |
Cifra feita antes do envio, segundo fator na conta e onde os servidores ficam.
Backup na conta pessoal do dono ou de um técnico, sem acesso da empresa.
Rodízio de mídias com data e teste de restauração pelo menos a cada trimestre.
Mídia guardada no mesmo rack do servidor, ou nunca testada.
Textos que a adequação técnica deve citar na versão em vigor. A leitura jurídica deles é do advogado.
Tratam das medidas de segurança, da comunicação de incidentes e das boas práticas, na Lei nº 13.709/2018 [CONFIRMAR na norma].
A Resolução CD/ANPD nº 15/2024 fixa prazo em dias úteis para avisar a ANPD e os titulares [CONFIRMAR prazo na norma].
A Resolução CD/ANPD nº 2/2022 traz regras simplificadas para empresas menores, com exceções [CONFIRMAR se o provedor se enquadra].
Pedem controle de acesso, registro de quem consulta e cifra para os registros guardados pelo provedor [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens separados, o mapa dos dados sai mais rápido.
ERP, RADIUS, ACS, servidor de arquivos, e-mail e qualquer planilha recorrente.
Quem acessa cada sistema hoje, incluindo terceirizados e o suporte do ERP.
Nome do advogado e do encarregado, para o relatório sair no formato que eles usam.
Porque a medida sai aplicada e com evidência, sem invadir o papel do advogado. Seis compromissos valem para toda adequação.
Cifra, acessos e registros mudam de fato nos sistemas, e cada mudança tem print, log e data.
Evidência de cada medida no relatório
A engenharia entrega a parte técnica; bases legais, contratos e decisões jurídicas ficam com eles.
Relatório no formato pedido pelo jurídico
Cada mudança de acesso ou cifra acontece em janela, com backup antes e plano de volta.
O plano de volta faz parte da proposta
As medidas usam o que você já tem sempre que possível. Licença nova só quando não houver alternativa.
Nenhum produto indicado por comissão
Quem faz o mapa conhece RADIUS, ACS e CGNAT, e sabe onde os dados se escondem nesses sistemas.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com provedores]
Mapa, revisão e medidas são feitos por acesso seguro, sem deslocamento para pagar.
[PREENCHER: estados atendidos]
A adequação é remota e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando há servidor local para mexer.
Acesso seguro aos sistemas, reuniões por vídeo com a equipe e o jurídico, e relatório entregue por escrito.
Para servidores locais, mídias de backup e conversa com a equipe de atendimento. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que provedores trazem quando a proteção de dados entra na pauta. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Medidas de segurança que protejam os dados pessoais e capacidade de comunicar incidentes [CONFIRMAR na norma]. Na prática: acesso individual, cifra, registro de consulta e cópias protegidas.
Faz a parte técnica. Política de privacidade, contratos, bases legais e o papel de encarregado ficam com o advogado e o DPO do provedor, que usam o nosso relatório.
Depende do número de sistemas e de quanto cada um precisa mudar. A faixa para até quatro sistemas é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do mapa dos dados.
O prazo típico é [PREENCHER]. ERP de terceiro costuma alongar, porque algumas mudanças dependem do fornecedor do sistema.
O regulamento da ANPD fixa prazo curto, contado em dias úteis a partir do conhecimento do incidente [CONFIRMAR prazo na norma]. Quem decide e assina a comunicação é o provedor, com o jurídico.
Sim. Há regras simplificadas para agentes de pequeno porte, mas a obrigação de proteger os dados continua [CONFIRMAR se o provedor se enquadra].
São, porque ligam um assinante a um IP e a um horário. A guarda é obrigatória e o acesso precisa ser restrito; veja a guarda de registros de conexão.
Precisa acessar os sistemas, não ler os cadastros. O trabalho usa contas próprias, registradas, e um termo de confidencialidade assinado antes do início.
Inclui a configuração que está sob seu controle e a revisão do acesso do fornecedor. Mudanças no código do sistema dependem dele, e o relatório aponta o que pedir.
A lista de sistemas, quem acessa cada um e onde ficam os backups. Se já tiver advogado ou encarregado, o contato deles ajuda a alinhar o relatório.
Três serviços que tocam os mesmos sistemas e os mesmos dados. Cada um fecha uma frente diferente.
Logs de conexão guardados pelo prazo legal, com sigilo e consulta rápida a ofícios.
Ver a guarda de registros de conexão
Senhas, acessos e incidentes ajustados ao regulamento de segurança da Anatel.
Ver a adequação ao R-Ciber
Plano escrito para as primeiras horas de um ataque ou vazamento, com papéis definidos.
Ver o plano de resposta a incidentesTrês guias que mostram onde os dados ficam expostos e como agir.
O que fazer nas primeiras horas depois de uma invasão na rede.
Como dar a cada pessoa um login próprio nos equipamentos.
O que o ACS guarda sobre cada roteador de assinante.
Orçamento
Diga quais sistemas guardam dados dos assinantes e se já existe advogado ou encarregado. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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