Chegou aviso do CERT.br
Notificação de serviço aberto em um dos seus IPs quer dizer que alguém de fora já achou antes de você.
Segurança e DDoS · Provedores
Todos os blocos de IP da infraestrutura examinados de fora e de dentro, com cada achado conferido à mão e a correção na ordem do risco.
Varredura de vulnerabilidades é examinar, com ferramentas automáticas, cada endereço e equipamento do provedor em busca de portas abertas, serviços expostos e versões com falha publicada. É para o provedor que nunca olhou a própria rede do jeito que um atacante olha, ou que só descobre a exposição pelo aviso de outra rede. O resultado é uma lista curta do que corrigir primeiro, com o comando ou a configuração de cada item.
É uma checagem automática e autorizada de tudo o que a sua rede mostra para fora e para dentro. Ela lista as portas e as falhas conhecidas, mas não tenta invadir nada.
Robôs percorrem a internet inteira o dia todo atrás de portas abertas. Um roteador com DNS recursivo aberto ou SNMP respondendo a qualquer origem vira peça de ataque DDoS por amplificação contra outra rede, com o seu IP como remetente.
A varredura cruza cada serviço encontrado com bases públicas de falhas, como a lista CVE, e dá uma nota de gravidade. Os dados de NetFlow ajudam a separar o que é exposto de verdade do que só parece aberto, porque mostram se alguém de fora já usa aquela porta.
Nenhum firewall cobre o que ninguém sabe que existe. Equipamento esquecido no rack, servidor de teste com IP público e CPE com gerência remota ligada aparecem na varredura e quase nunca no inventário.
Feita de fora da sua rede, contra todos os blocos públicos de infraestrutura. Mostra o que qualquer pessoa na internet enxerga, inclusive o que passou pelo filtro da borda.
Feita de dentro, na rede de gerência e nos servidores. Mostra o que um assinante mal-intencionado ou uma máquina infectada alcançaria depois de passar da borda.
A ferramenta entra com um usuário só de leitura e lê a versão exata do sistema. Acha falhas que a varredura de fora não confirma, como pacote desatualizado em servidor.
A mesma checagem repetida todo mês ou a cada trimestre, comparada com a anterior. O relatório passa a mostrar só o que mudou: porta nova, falha nova, correção que voltou atrás.
Estes seis sinais mostram que a rede está exposta e ninguém sabe o quanto. Um só já justifica a primeira varredura.
Notificação de serviço aberto em um dos seus IPs quer dizer que alguém de fora já achou antes de você.
Bloco listado por participar de ataque costuma ter DNS, NTP ou SSDP aberto em algum equipamento esquecido.
Tela de login do roteador ou da OLT acessível de qualquer lugar recebe tentativas de senha o dia todo.
Cada POP, OLT ou servidor instalado às pressas pode ter vindo com serviço padrão ligado e senha de fábrica.
Quando o fabricante anuncia uma falha crítica, a pergunta é quantos dos seus equipamentos estão naquela versão.
Contrato corporativo e adequação regulatória pedem prova de que a exposição é checada com regularidade.
São cinco etapas, e a rede só recebe tráfego de teste na terceira. Antes disso, escopo e horário ficam aprovados por escrito.
Lista dos blocos, equipamentos e horários que podem ser examinados, assinada por quem responde pela rede.
Prazo: [PREENCHER]
Ajuste da velocidade da ferramenta para não pesar em CPE e OLT, e aviso à operadora quando for preciso.
Prazo: [PREENCHER]
Execução externa, interna e autenticada no horário combinado, com acompanhamento dos equipamentos sensíveis.
Duração: [PREENCHER]
Cada achado relevante é testado à mão para descartar falso positivo antes de entrar no relatório.
Prazo: [PREENCHER]
Lista por prioridade com a correção de cada item e, depois que você corrige, nova varredura de conferência.
Prazo: [PREENCHER]
A varredura cobre a descoberta, a conferência e o relatório com as correções. A correção em si e o teste de invasão têm página própria.
O preço depende de quantos endereços entram e de quantas vezes a varredura se repete. O valor exato sai por escrito, depois de fechar o escopo.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tamanho dos blocos | Mais endereços pedem mais tempo de varredura e mais achados para conferir | Um /22 de infraestrutura contra um /24 |
| Tipos de varredura | Interna e autenticada somam trabalho à externa | Só a externa, ou as três juntas |
| Frequência | Recorrente tem valor mensal e relatório comparativo | Uma vez, trimestral ou mensal |
| Equipamentos sensíveis | OLT e CPE antigos pedem varredura mais lenta e acompanhada | OLT que reinicia com muitas conexões |
| Apoio na correção | Explicar cada item à equipe leva horas a mais | Reunião técnica depois do relatório |
Faixa de preço para um provedor com até [PREENCHER] endereços de infraestrutura: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se a exposição já foi explorada, o caminho é a resposta a incidentes de segurança, não uma varredura.
Antes de assinar, confira os erros que tornam o relatório inútil, a diferença entre varredura e pentest e as referências que a entrega deve seguir. Use os pontos abaixo com qualquer empresa de varredura de vulnerabilidades.
Cinco falhas que transformam a varredura em papel. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Duzentas páginas exportadas sem filtro escondem as cinco falhas que importam. Peça um exemplo de relatório antes de fechar.
O risco costuma estar no servidor de teste, no rádio de backhaul ou na OLT com IP público. O escopo deve listar os blocos inteiros.
A ferramenta erra versão e acusa falha que não existe. Sem conferência, a equipe perde dias corrigindo o que já estava certo.
CPE e OLT antigos podem travar com milhares de conexões por segundo. Pergunte qual velocidade será usada e quem acompanha.
Sem a segunda rodada, ninguém prova que a correção funcionou. Ela deve estar no preço, não ser vendida à parte.
A varredura acha a porta aberta; o pentest tenta passar por ela. Na maioria dos provedores, a varredura vem antes e diz se o pentest vale o investimento.
| Item | Varredura | Pentest |
|---|---|---|
| Como é feita | Ferramenta automática com conferência | Pessoa tentando invadir, com método |
| O que entrega | Lista de exposições e falhas | Caminho que um atacante faria |
| Frequência típica | Mensal ou trimestral | Anual ou após mudança grande |
Nunca houve checagem, há muitos equipamentos e o objetivo é fechar o que está aberto.
Ela não mostra o que um atacante faria com uma senha fraca encontrada num sistema esquecido.
A varredura já sai limpa e você quer saber se alguém ainda chega à gerência ou ao sistema de gestão.
Pentest sobre rede sem varredura gasta horas caras achando o que uma ferramenta acharia sozinha.
Referências públicas que uma varredura séria segue. Peça ao fornecedor que diga quais usa.
A lista CVE dá nome a cada falha publicada, e o CVSS dá a nota de 0 a 10; de 9,0 para cima a falha é crítica [CONFIRMAR na norma].
Guia público de testes técnicos de segurança, com as etapas de descoberta, varredura e validação [CONFIRMAR na norma].
O controle de gestão contínua de vulnerabilidades pede varredura automática periódica e correção por risco [CONFIRMAR na norma].
O R-Ciber pede que as prestadoras avaliem vulnerabilidades e riscos da rede; o alcance para cada porte de provedor deve ser checado [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens em mãos, o escopo fecha em uma conversa.
Lista dos blocos IPv4 e IPv6 de infraestrutura e dos equipamentos com IP público.
Janela permitida para a varredura e quem atende se um equipamento reclamar no meio do teste.
CPEs de assinantes e sistemas de terceiros só entram com autorização por escrito.
Porque o relatório chega pronto para a equipe agir, com cada achado conferido e corrigível. Seis compromissos que valem para toda varredura.
Quem lê o relatório conhece borda, OLT e concentrador, e sabe qual achado derruba assinante se for mexido.
[PREENCHER: anos de experiência em segurança de provedores]
Falso positivo sai antes do relatório. A equipe corrige só o que existe de verdade.
Conferência manual faz parte de toda entrega
Cada item vem com nota de gravidade, motivo da prioridade e a configuração que fecha a falha.
Relatório com a correção de cada achado
Quando a correção pede trocar algo, a indicação vem da falha encontrada, não de comissão de fabricante.
Nenhuma marca indicada por comissão
A varredura respeita o limite de CPE e OLT antigos e roda no horário que você aprovar.
Horário e velocidade definidos no escopo
Depois das correções, a mesma checagem roda de novo e o relatório final mostra o que fechou.
Nova varredura prevista na proposta
A varredura é remota e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando a varredura interna precisa de um ponto dentro do POP.
A varredura externa parte da internet e a interna usa uma máquina virtual instalada na sua rede de gerência. Nenhuma das duas exige deslocamento.
Para instalar o ponto de varredura no POP ou acompanhar a checagem de equipamentos frágeis no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de autorizar a primeira varredura. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Varredura bem configurada não derruba, mas equipamento frágil pode reiniciar com conexões demais. Por isso a velocidade é ajustada, os equipamentos sensíveis são acompanhados e a checagem roda no horário aprovado.
O preço da varredura de vulnerabilidades muda com o tamanho dos blocos, os tipos de varredura e a frequência. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do escopo.
Depende do número de endereços e da velocidade que a rede aguenta. O prazo típico até o relatório é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta.
Mensal ou trimestral, e sempre depois de uma mudança grande, como POP novo ou troca de borda. Equipamento novo muda a exposição da rede de um dia para o outro.
Só se você autorizar por escrito e os equipamentos forem do provedor. CPE em comodato costuma entrar por amostra, para achar o modelo que vem com gerência remota aberta.
A varredura lista o que está exposto e as falhas conhecidas. O pentest em infraestrutura de provedor tenta usar essas falhas para chegar mais longe.
Porque atacantes usam esses serviços para multiplicar o tráfego contra terceiros, com o seu IP como origem. A rede vira arma, o link enche e os blocos entram em lista de bloqueio.
O relatório traz a correção de cada item para a sua equipe aplicar. Se preferir que a Táquion Tech aplique, isso entra no hardening de roteadores, com janela e plano de volta.
O relatório pode servir de evidência de avaliação de vulnerabilidades, se o provedor estiver obrigado [CONFIRMAR na norma]. A adequação ao R-Ciber cuida do enquadramento.
Para a externa, só a lista de blocos autorizados. Para a interna, uma máquina na rede de gerência, e para a autenticada, usuários só de leitura criados para o trabalho.
Três serviços que costumam vir depois da varredura. Cada um fecha uma parte do que o relatório abriu.
Ataque simulado e autorizado que mostra até onde alguém de fora chegaria a partir dos achados.
Ver o pentest em infraestrutura de provedor
Serviços desnecessários desligados, acesso restrito e senhas trocadas nos roteadores da rede.
Ver o hardening de roteadores
Regras acumuladas revistas, as inúteis removidas e cada uma explicada em documento.
Ver a revisão de firewallTrês guias para entender o que a exposição causa na prática.
Por que o IP do provedor entra em lista de bloqueio e como sair dela.
O que fazer quando a porta aberta já foi usada por alguém.
Como confirmar um ataque e achar o alvo sem derrubar a cidade inteira.
Orçamento
Diga quantos blocos de infraestrutura você tem e o que motivou a varredura. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp