Ataque de madrugada sem resposta
Quando ninguém está olhando, a queda dura até o primeiro assinante ligar. O sistema age no mesmo minuto.
Segurança e DDoS · Provedores
O ataque é reconhecido pelos fluxos da borda e contido em segundos, por blackhole, FlowSpec ou desvio, sem esperar alguém acordar para olhar o gráfico.
Implantação de mitigação de DDoS é colocar em produção o sistema que lê os fluxos da borda, reconhece o ataque e dispara a contenção combinada sem intervenção manual. É para o provedor que já tem blackhole com as operadoras, mas ainda depende de alguém ver o link cheio e agir. O resultado é o ataque tratado como alerta, com o alvo identificado e o resto da rede no ar.
É ligar a detecção de ataques à contenção, para que uma dispare a outra sozinha. O sistema compara o tráfego de cada IP com o normal dele e age quando passa do limite.
Num ataque DDoS sem automação, conter depende de três passos humanos: perceber, achar o alvo e mexer na borda. De madrugada, isso pode levar uma hora, e cada minuto é a cidade sem internet.
O sistema recebe os fluxos de NetFlow, IPFIX ou sFlow de cada roteador de borda, monta o perfil de tráfego por IP e por bloco e, ao ver um desvio, anuncia a contenção por BGP. Há opções de código aberto e comerciais, e a escolha segue o volume de tráfego.
O firewall do POP continua com o papel dele, mas a contenção principal acontece antes do link. O sistema pode disparar quatro tipos de ação:
Anuncia o /32 atacado com a community de cada operadora. Para o ataque, mas deixa aquele IP fora do ar até a retirada do anúncio.
Envia à operadora um filtro por porta e protocolo, como UDP vindo da porta 123. O alvo segue no ar e só o ataque é descartado.
Anuncia o bloco pelo serviço de scrubbing contratado, para os clientes que não podem ficar fora nem por alguns minutos.
Para IPs sensíveis, o sistema avisa com alvo, volume e protocolo, e a equipe decide. É também o modo das primeiras semanas.
Seis sinais mostram que a contenção manual já não acompanha os ataques. Dois ou mais deles juntos indicam que a automação se paga rápido.
Quando ninguém está olhando, a queda dura até o primeiro assinante ligar. O sistema age no mesmo minuto.
Contenção manual repetida cansa a equipe e gera erro. Se o padrão se repete, ele pode ser automatizado.
Se achar o IP atacado leva mais que alguns minutos, falta detecção por fluxo ligada a uma ação.
A community já funciona com as operadoras e só falta quem dispare no momento certo, com prazo para retirar.
Para eles, a ação automática precisa ser FlowSpec ou desvio, não blackhole. O sistema separa por bloco.
Cada técnico contém de um jeito e ninguém sabe desfazer. A implantação deixa o procedimento escrito.
São cinco etapas, e a contenção automática só liga na quarta. Antes disso, o sistema apenas observa e avisa.
Fluxos de todos os roteadores de borda chegando ao sistema, com amostragem conferida contra a CPU.
Prazo: [PREENCHER]
O sistema aprende o tráfego normal de cada IP e bloco e só manda alertas, sem acionar nada.
Duração da observação: [PREENCHER]
Falsos alarmes revistos com você, por grupo de IPs e por protocolo, até os alertas fazerem sentido.
Prazo: [PREENCHER]
Ações automáticas ativadas em janela e testadas com um IP de laboratório em cada operadora.
Duração da janela: [PREENCHER]
A equipe aprende a ler o alerta, conferir a contenção nas operadoras e desfazer quando preciso.
Prazo: [PREENCHER]
A implantação vai da coleta dos fluxos ao procedimento da equipe. O sistema fica na sua rede, e o que está fora tem página própria.
O preço depende principalmente do volume de tráfego, do número de roteadores e das ações integradas. O valor exato sai por escrito depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Volume de tráfego | Mais tráfego pede coletor maior e amostragem mais estudada | Borda com 40 Gbps no pico |
| Roteadores de borda | Cada roteador exporta fluxos e recebe a ação de contenção | Três roteadores em dois POPs |
| Sistema escolhido | Código aberto pede mais ajuste; comercial tem licença à parte | Detecção aberta com painéis próprios |
| Ações integradas | Cada ação nova é configurada e testada separadamente | Blackhole, FlowSpec e desvio para scrubbing |
| Operadoras | Cada uma tem community, limites e teste próprios | Duas operadoras de trânsito e um cliente com ASN |
| Urgência | Implantar logo depois de um ataque encurta a observação e pede mais acompanhamento | Provedor atacado na semana anterior |
Faixa de preço para um provedor com duas operadoras e um POP: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se a borda está sob ataque agora, o caminho é a mitigação emergencial, não uma proposta.
Confira os erros que fazem a automação derrubar cliente sem ataque, a escolha entre sistema aberto e comercial e as normas por trás das ações. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Cinco falhas que transformam a proteção em problema. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Sem semanas de observação, o limite pega pico legítimo, como a atualização de um jogo popular, e derruba cliente sem ataque nenhum.
Um servidor de empresa e um assinante residencial têm perfis diferentes. Limites por grupo de IPs evitam falso alarme.
Amostragem rala demais esconde ataques curtos; densa demais pesa na CPU. O valor segue o tráfego de cada roteador.
Blackhole que nunca sai deixa o cliente fora horas depois do fim do ataque. Toda ação precisa expirar sozinha.
Detecção que ninguém revisa envelhece com a rede. Pergunte quem ajusta os limites quando o tráfego cresce.
As duas funcionam em provedor regional. A diferença está em quem mantém o sistema e em quanto custa por ano.
| Critério | Código aberto | Comercial |
|---|---|---|
| Licença | Nenhuma | Anual, em geral por volume [CONFIRMAR com o fabricante] |
| Ajuste fino | Feito por quem implanta e pela equipe | Assistentes prontos e suporte do fabricante |
| Integração com scrubbing | Por BGP, configurada à mão | Às vezes nativa com parceiros do fabricante |
| Dependência | Da equipe que conhece o sistema | Do contrato de suporte |
Tráfego moderado, equipe disposta a manter o sistema e orçamento curto.
Atualizações e ajustes ficam por sua conta, então a documentação é obrigatória.
Tráfego alto, várias bordas e relatórios prontos para mostrar a clientes empresariais.
Compare o custo por Gbps e o valor da renovação, não só o primeiro ano.
As ações automáticas seguem padrões públicos. Peça ao fornecedor que diga quais usa.
Padroniza a community BLACKHOLE, que muitas operadoras aceitam além da community própria [CONFIRMAR na norma].
Define como regras de filtro trafegam por BGP, base do FlowSpec que a operadora aplica por você [CONFIRMAR na norma].
Descreve o blackhole disparado remotamente, inclusive a variante por origem com uRPF [CONFIRMAR na norma].
Com estes dados, o dimensionamento sai certo na primeira proposta.
Modelo, versão e se exportam NetFlow, IPFIX ou sFlow, com acesso só de leitura.
Gráfico do último mês de cada link, para dimensionar o coletor e a amostragem.
Quais operadoras já aceitaram blackhole ou FlowSpec e quando foi o último teste.
Servidores, clientes com SLA e blocos que devem receber só alerta ou desvio.
Porque a automação só liga depois de provar que não derruba ninguém, e o sistema fica com você. Seis compromissos de toda implantação.
O sistema passa semanas só alertando. Os limites saem do tráfego real, não de um valor padrão.
Contenção liga só depois do relatório de observação
Cada ação é disparada contra um IP de teste em cada operadora antes de valer para assinantes.
Teste feito na janela de ativação
Instalado na sua rede, com acesso administrativo entregue. Não há mensalidade nossa para ele funcionar.
Senhas entregues no fim da implantação
A indicação entre sistema aberto e comercial segue o seu tráfego e o seu orçamento.
Nenhum sistema indicado por comissão
Cada disparo automático expira sozinho e tem comando de retirada documentado.
Retirada descrita no procedimento
Quem desenha os limites é quem acompanha a observação e liga a contenção.
[PREENCHER: implantações de detecção feitas]
A implantação é remota e atende provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina, o Especialista também vai ao POP quando o coletor precisa de instalação física.
Coleta, observação, ajuste e ativação por acesso remoto registrado, com janela combinada, de qualquer estado.
Instalação do servidor do coletor no rack e acompanhamento da janela no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas mais comuns antes de automatizar a contenção. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Pelos fluxos: um IP recebendo muito mais do que o normal, em geral UDP de uma só porta de origem. O sistema faz essa comparação o tempo todo e avisa em segundos.
Depende do tamanho. Ataque menor que a folga do link dá para filtrar na borda; maior que o link, só na operadora ou na limpeza, porque o link já chega cheio.
Varia com o tráfego, os roteadores e as ações integradas. A faixa é [PREENCHER], e licença comercial, se houver, é paga por você ao fabricante.
O sistema coleta e observa antes de agir. O prazo total típico é [PREENCHER], e a observação pode ser encurtada se o histórico de fluxos já existir.
Pode, se os limites estiverem errados. Por isso há a observação, os limites por grupo de IPs e o tempo de expiração em cada ação.
Ajuda muito. Se as communities ainda não foram combinadas com as operadoras, a configuração de blackhole BGP vem antes ou junto.
Sim. O RouterOS exporta fluxos por Traffic Flow, compatível com NetFlow e IPFIX, e recebe a ação por BGP como as outras marcas. A amostragem é conferida contra a CPU.
Pergunte quanto tempo dura a observação, como os limites são ajustados e quem fica com as senhas. Desconfie de quem liga a contenção automática no primeiro dia.
O ataque em curso é tratado pela mitigação emergencial de DDoS. Horário e forma de acionamento: [CONFIRMAR].
Ataques continuam existindo, mas deixam de derrubar a rede. Com detecção e contenção automáticas, viram um alerta resolvido em segundos.
Três serviços que a mitigação usa por baixo. Sem eles, a automação não tem o que ler nem o que acionar.
Fluxos exportados pelos roteadores e um coletor que mostra alvo e tipo de ataque.
Ver a análise de fluxos com NetFlow
Communities de descarte combinadas e testadas com cada operadora de trânsito.
Ver a configuração de blackhole BGP
Desvio do bloco atacado para limpeza, acionado pela detecção quando o cliente não pode cair.
Ver a integração com serviços de scrubbingTrês guias sobre as ações que o sistema dispara e os dados que ele lê.
Como as regras FlowSpec descartam só o tráfego de ataque na operadora.
Como o blackhole disparado pela borda é montado e retirado.
Como exportar amostras de pacotes quando o roteador não faz NetFlow.
Orçamento
Diga como o ataque é contido hoje e o tráfego no pico. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp