Empresas pedindo link dedicado
O comercial recebe pedidos de ligação entre filiais e não sabe como entregar sem improvisar VLAN.
Backbone · Provedores
A fibra que já atende o FTTH passa a vender circuitos para empresas, com cada cliente isolado, banda contratada respeitada e teste de ativação registrado.
Projeto de rede metro ethernet é o desenho da rede metropolitana que liga os POPs do provedor e entrega circuitos dedicados a empresas: ligação entre filiais, rede privada e internet com banda garantida. É para o provedor que já tem fibra na cidade e quer vender para o mercado corporativo sem misturar esse tráfego com o dos assinantes. O resultado é uma rede com serviços padronizados, ativação repetível e prova de desempenho para cada contrato.
É definir como os circuitos de empresas passam pelo backbone, como ficam separados entre si e como a banda de cada um é garantida. O cliente enxerga um cabo Ethernet entre as unidades; a rede faz o resto.
A rede metro ethernet usa o mesmo backbone de fibra do provedor, mas com regras próprias para o tráfego corporativo: limite de banda por circuito, prioridade e monitoramento ponta a ponta.
Em redes pequenas, VLANs dedicadas com QinQ resolvem. Quando os circuitos se multiplicam, um núcleo MPLS com VPLS ou EVPN separa melhor os clientes e evita que um loop num prédio derrube os vizinhos.
Clientes que pedem capacidade alta, como operadoras ou data centers, podem receber um canal DWDM só deles. O mercado classifica os serviços em quatro tipos:
Liga duas unidades como se fossem um cabo só. É o produto mais vendido: matriz e filial, ou o link dedicado de internet até o cliente.
Várias filiais na mesma rede, todas falando entre si. Pede cuidado com o número de endereços que cada cliente coloca na rede.
Uma sede fala com todas as lojas, mas as lojas não falam entre si. Comum em redes de varejo, franquias e prefeituras.
O provedor leva o circuito de outra operadora até o cliente final na sua cidade. Abre receita com quem não tem fibra no local.
Seis situações mostram que a rede precisa de um desenho próprio para empresas. Uma delas já justifica o projeto.
O comercial recebe pedidos de ligação entre filiais e não sabe como entregar sem improvisar VLAN.
Cada ativação é feita de um jeito, por um técnico diferente. Ninguém sabe ao certo o que passa por onde.
O contrato diz 200 Mbps garantidos, mas no horário de pico o FTTH divide o mesmo enlace sem prioridade.
Um switch mal ligado dentro de uma empresa espalhou broadcast pelo backbone e afetou outros clientes.
Uma operadora nacional quer usar a sua fibra para chegar ao cliente dela. Isso pede padrão de entrega.
Prefeitura ou grande empresa exige disponibilidade, latência e relatório mensal por circuito.
São cinco etapas, do mapa de clientes ao primeiro circuito ativado. A rede atual continua funcionando enquanto o desenho é feito.
Que serviços você quer vender, onde estão os clientes, quais POPs e equipamentos existem e quanta fibra sobra.
Prazo: [PREENCHER]
VLAN com QinQ, VPLS ou EVPN, decidida pelo número de circuitos previstos e pelos equipamentos disponíveis.
Prazo: [PREENCHER]
Cada tipo de circuito vira um modelo de configuração, com banda, prioridade, MTU e proteção definidas.
Prazo: [PREENCHER]
Núcleo e POPs configurados por etapas, com plano de volta e sem mexer no tráfego dos assinantes.
Duração da janela: [PREENCHER]
Ativação acompanhada, teste de desempenho registrado e passo a passo para a sua equipe repetir.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre a arquitetura, o catálogo de serviços e o procedimento de ativação. A fibra até o cliente e a parte comercial ficam fora.
O preço depende de quantos POPs entram na rede e de quantos tipos de serviço você vai vender. O valor sai por escrito depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de POPs | Cada POP recebe a configuração dos serviços e precisa ser testado | Rede com três POPs numa cidade ou dez numa região |
| Tipos de serviço | Cada tipo vira um modelo próprio de configuração | Só E-Line ou E-Line, E-LAN e E-Tree |
| Tecnologia | VPLS e EVPN pedem núcleo MPLS pronto ou desenhado junto | Migrar de VLAN para EVPN |
| Equipamentos | Marcas diferentes pedem modelos de configuração diferentes | Switches de duas marcas nos POPs |
| Projeto ou projeto com implantação | A configuração em janela e o primeiro circuito somam horas | Só o desenho ou a rede entregue com o primeiro cliente |
Faixa de preço para uma rede de até cinco POPs com dois tipos de serviço: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Os equipamentos são cotados com fornecedores, e você compra direto.
Confira os erros que fazem o primeiro cliente corporativo reclamar, a escolha da tecnologia e as normas do mercado. Esta seção serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Problemas que aparecem nos primeiros meses de venda para empresas. Pergunte como o projeto evita cada um.
O limite de banda segura o cliente, mas não garante que ele receba o contratado. Sem fila prioritária, o FTTH no pico come a banda dele.
QinQ e MPLS aumentam o tamanho do pacote. Um enlace com MTU de 1500 descarta os pacotes maiores, e o cliente vê só algumas páginas travando.
Num E-LAN, um cliente pode colocar milhares de endereços MAC na rede e lotar a tabela do switch. O limite por circuito evita isso.
Sem teste no dia da entrega, qualquer reclamação vira palavra contra palavra. O relatório de ativação é a sua defesa no SLA.
É a decisão que define até onde a rede cresce sem refazer tudo. O número de circuitos pesa mais que o número de POPs.
| Tecnologia | Escala | Isolamento entre clientes |
|---|---|---|
| VLAN com QinQ | Dezenas de circuitos | Bom, depende de proteção contra loop |
| VPLS sobre MPLS | Centenas de circuitos | Alto, cada cliente numa instância |
| EVPN sobre MPLS | Centenas a milhares | Alto, com endereços aprendidos por controle |
Poucos clientes corporativos, rede em camada 2 já estável e equipe acostumada com VLAN.
O limite de 4.094 VLANs e o domínio de broadcast compartilhado aparecem quando a venda cresce.
Muitos circuitos, POPs com dois caminhos ativos e plano de crescer no mercado corporativo.
Pede núcleo MPLS ou segment routing e equipamentos que suportem. Confira antes da compra.
Padrões que os clientes corporativos e as operadoras costumam exigir. Pergunte quais o projeto segue.
Define os tipos de serviço e os atributos de cada um, como banda garantida e banda em excesso [CONFIRMAR na norma].
Teste de ativação de serviço Ethernet: mede vazão, atraso, variação e perda por circuito antes da entrega [CONFIRMAR na norma].
Monitoram o circuito ponta a ponta e medem atraso e perda sem tráfego do cliente [CONFIRMAR na norma].
Porque a rede sai com catálogo de serviços e procedimento de ativação que a sua equipe repete sozinha. Seis compromissos valem para todo projeto metro ethernet.
Cada tipo de circuito tem modelo de configuração, banda e prioridade definidos antes da primeira venda.
Modelos entregues no fim do projeto
A primeira ativação é feita junto com a sua equipe, com teste de desempenho registrado.
Relatório de ativação do primeiro cliente
A configuração do núcleo muda por etapas, e cada etapa tem o caminho para desfazer.
O plano de volta faz parte da proposta
A tecnologia é escolhida pelo número de circuitos previsto, não pelo switch que dá mais comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Quem desenha a rede entende o que o cliente empresarial cobra no contrato e no SLA.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes metropolitanas]
Redes metropolitanas entregues para provedores que vendem para empresas e prefeituras.
[PREENCHER: redes metro ethernet projetadas]
O projeto e a configuração são remotos e atendem provedores de todo o Brasil. A visita ao POP e ao primeiro cliente fica para o litoral de Santa Catarina.
Desenho da rede, modelos de configuração e janelas de implantação acompanhadas à distância, em qualquer estado.
Visita aos POPs e acompanhamento da primeira ativação no cliente, com o equipamento de teste no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que mais chegam de provedores que querem vender para empresas. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
É uma rede Ethernet que cobre uma cidade ou região e transporta circuitos de vários clientes, separados entre si. Para o provedor, é a base para vender link dedicado e ligação entre filiais.
Depende do número de POPs, dos tipos de serviço e da tecnologia escolhida. A faixa para até cinco POPs é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
O desenho e o catálogo de serviços levam [PREENCHER]. Se o núcleo MPLS ainda não existe, o prazo cresce porque ele é desenhado junto.
Não para poucos clientes: VLAN com QinQ atende bem. MPLS com VPLS ou EVPN vale a pena quando os circuitos passam de algumas dezenas.
Com limite de banda na entrada, fila prioritária nos enlaces do caminho e capacidade folgada no backbone. O teste de ativação prova a banda no dia da entrega.
Pode, separada por VLAN, instância ou canal óptico. O projeto define a prioridade de cada tráfego para o FTTH não afetar o contrato corporativo.
Vale quando há demanda de empresas na cidade. Começar com E-Line padronizado custa pouco e evita refazer a rede quando os clientes se multiplicarem.
O catálogo de serviços é escrito na sintaxe dos equipamentos que você já tem, como MikroTik, Huawei, Cisco, Datacom ou Extreme [CONFIRMAR marcas atendidas]. Quando duas marcas convivem, cada uma recebe o seu modelo.
Tem, quando a rede tem caminho alternativo. Sem ele, o primeiro passo é o projeto de anel óptico.
Lista de POPs e equipamentos, mapa das fibras e os serviços que você quer vender. Pedidos reais de clientes ajudam a dimensionar a rede.
Três serviços que costumam vir junto com a rede metro ethernet. Cada um cobre uma parte da venda para empresas.
Produto, contrato e operação do link dedicado para vender a empresas.
Ver a implantação de serviço de link dedicado
Núcleo MPLS que sustenta VPLS e EVPN quando os circuitos crescem.
Ver o projeto de MPLS
Dois caminhos de fibra para cada POP, base para circuitos com SLA.
Ver o projeto de anel ópticoTrês guias técnicos sobre as tecnologias que entregam os circuitos.
Como empilhar VLANs para separar clientes corporativos na camada 2.
Circuitos multiponto sobre MPLS, com cada cliente na sua instância.
O que muda quando os endereços dos clientes passam a ser aprendidos por BGP.
Orçamento
Conte quantos POPs você tem e que serviços quer vender. Um Especialista devolve arquitetura, escopo e valor por escrito.
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