Link lota e ninguém sabe o alvo
Sem fluxos, achar o IP atacado vira tentativa e erro, com a cidade fora do ar enquanto isso.
Segurança e DDoS · Provedores
Saiba em um minuto qual IP está sob ataque, que tráfego enche cada link e para onde vão os seus assinantes, sem tocar no tráfego de ninguém.
Implantação de análise de fluxos com NetFlow é configurar os roteadores para exportar o resumo de cada conversa e montar o coletor que transforma esses dados em respostas. É para o provedor que vê o link lotar e não sabe qual IP é o alvo, ou que quer decidir IX.br e caches com números. O resultado é enxergar o que passa pela borda, sem mexer no tráfego dos assinantes.
É dar à rede um registro de quem fala com quem, por qual porta e quanto. O roteador manda os resumos; o coletor guarda, cruza e alerta.
O NetFlow nasceu na Cisco e virou nome genérico da exportação de fluxos. Um fluxo é o conjunto de pacotes com a mesma origem, destino, portas e protocolo; o roteador conta bytes e pacotes de cada um e envia ao coletor quando ele termina ou expira.
Num ataque DDoS, o gráfico da interface mostra só o link cheio. Os fluxos mostram que o alvo é um IP, que o tráfego vem da porta 123 e quais operadoras o trazem, e isso decide entre blackhole e filtro.
Os fluxos também mostram o que o firewall não vê: assinante infectado mandando tráfego para fora, servidor respondendo a varreduras e o peso de cada rede de destino. A implantação envolve quatro peças:
A v5 é antiga e só conhece IPv4; a v9 usa modelos e aceita IPv6 e MPLS. Ainda é a mais comum em Cisco e MikroTik.
Versão padronizada pela IETF, derivada da v9, com campos flexíveis. É o caminho usual em Juniper, Huawei e Nokia.
Copia um pacote a cada N e envia junto com contadores da interface. Pesa pouco na CPU e aparece muito em switches.
O servidor que recebe, guarda e mostra os dados. Pode ser de código aberto ou comercial, e roda dentro da sua rede.
Seis situações em que o gráfico de interface não responde a pergunta. Em todas, os fluxos respondem em minutos.
Sem fluxos, achar o IP atacado vira tentativa e erro, com a cidade fora do ar enquanto isso.
Todo sistema de mitigação automática começa pelos fluxos. Sem eles, não há o que analisar.
Saber quanto tráfego vai para cada rede mostra se a porta no ponto de troca ou o cache se pagam.
Outra rede reclama de tráfego saindo do seu bloco e você não sabe de onde vem. Os fluxos de saída mostram.
Os fluxos mostram que tráfego encheu o link e se ele poderia sair por outro caminho mais em conta.
Fluxo sem amostragem em tráfego alto sobe a CPU. A implantação ajusta a taxa em cada roteador.
São quatro etapas, e nenhuma interrompe o tráfego. A exportação é ligada em janela só por cuidado com a CPU.
Roteadores, suporte a NetFlow, IPFIX ou sFlow, volume de tráfego e onde o coletor vai rodar.
Prazo: [PREENCHER]
Instalação e dimensionamento de disco para o tempo de guarda combinado com você.
Prazo: [PREENCHER]
Um roteador por vez, com a CPU medida antes e depois e a taxa de amostragem anotada.
Duração da janela: [PREENCHER]
Painéis montados para as perguntas do seu provedor e treino da equipe em casos reais.
Prazo: [PREENCHER]
A implantação cobre a exportação, o coletor e os painéis. O que depende dos fluxos, mas é outro trabalho, tem página própria.
O preço depende de quantos roteadores exportam, do volume de tráfego e de quanto tempo os dados ficam guardados. O valor exato sai por escrito depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Roteadores que exportam | Cada um é configurado, medido e testado na janela | Dois roteadores de borda e um concentrador |
| Volume de tráfego | Mais tráfego pede coletor maior e amostragem mais estudada | Borda com 20 Gbps no pico |
| Tempo de guarda | Guardar detalhe por mais tempo exige mais disco e mais ajuste | Detalhe por 15 dias e resumo por 1 ano |
| Coletor escolhido | Código aberto pede mais montagem; comercial tem licença à parte | Coletor aberto com painéis no Grafana |
| Painéis sob medida | Perguntas específicas levam mais tempo de montagem | Tráfego por cidade e por cliente empresarial |
| Marcas misturadas | NetFlow, IPFIX e sFlow juntos pedem normalização no coletor | Borda MikroTik e agregação em switch com sFlow |
Faixa de preço para um provedor com dois roteadores de borda: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O servidor do coletor é seu e pode ser uma máquina virtual que você já tem.
Confira os erros que fazem os números saírem errados, a escolha entre as tecnologias e as normas que descrevem cada uma. Vale para avaliar qualquer implantação, inclusive a da Táquion Tech.
Cinco falhas que deixam o coletor bonito e inútil. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Fluxos só de entrada escondem assinante atacando para fora. A borda precisa exportar os dois sentidos, sem contar o mesmo tráfego duas vezes.
Se o coletor não sabe a taxa usada, os volumes saem divididos por mil. A taxa precisa vir no modelo exportado ou estar configurada no coletor.
Fluxo ativo que só é enviado depois de muitos minutos atrasa o alerta. Para detecção, o usual é 60 segundos ou menos [CONFIRMAR no manual do equipamento].
Coletor que guarda tudo em detalhe enche em dias. Detalhe curto e resumo longo cabem no mesmo disco.
Sem NTP, o horário dos fluxos não bate com os logs do CGNAT, e a investigação perde o fio.
Os três servem para detectar ataque e entender o tráfego. A escolha segue o que o equipamento faz bem, não uma disputa de qual é superior.
| Tecnologia | Como amostra | Peso na CPU |
|---|---|---|
| NetFlow v9 | Por fluxo, com amostragem opcional | Médio, cresce com o tráfego |
| IPFIX | Por fluxo, com campos flexíveis | Médio, parecido com a v9 |
| sFlow | Um pacote a cada N, sempre | Baixo, feito em hardware em muitos modelos |
Use o que o fabricante implementa em hardware, em geral IPFIX ou NetFlow v9.
sFlow, quando disponível, mostra o tráfego interno sem pesar no equipamento.
Um pacote em cada mil costuma bastar para enxergar ataques [CONFIRMAR com o tráfego real].
Entre um em 4 mil e um em 8 mil, sempre conferindo a CPU [CONFIRMAR com o tráfego real].
Documentos públicos que descrevem cada tecnologia e o cuidado com os dados.
Descreve o NetFlow versão 9, com exportação baseada em modelos [CONFIRMAR na norma].
Define o IPFIX, padrão aberto da IETF para exportar fluxos entre equipamentos de marcas diferentes [CONFIRMAR na norma].
Documenta o sFlow, com amostragem de pacotes e envio de contadores [CONFIRMAR na norma].
Fluxos ligam IPs a comportamento, então tempo de guarda e acesso precisam de regra [CONFIRMAR na norma]. Veja a adequação à LGPD.
Com estes itens, o coletor sai dimensionado na primeira proposta.
Modelo, versão e interfaces de borda de cada um, com acesso só de leitura.
Gráfico do último mês de cada link de trânsito e do IX.br.
Servidor ou máquina virtual disponível, com disco e rede até os roteadores.
Detectar ataques, planejar IX.br e caches, achar abuso ou tudo isso junto.
Porque os fluxos chegam certos, o roteador não sofre e os dados ficam com você. Seis compromissos de toda implantação.
Cada roteador tem a exportação ligada sozinho, com a CPU acompanhada durante a janela.
Medição de CPU no relatório de entrega
O coletor roda num servidor seu. Nenhum fluxo sai para um serviço de terceiros sem você decidir.
Coletor instalado em servidor do provedor
Ataque, IX.br, caches ou abuso, os painéis são montados para o que você precisa decidir.
Painéis definidos com você no levantamento
Coletor aberto ou comercial, a indicação segue o seu volume e o seu orçamento.
Nenhum coletor indicado por comissão
A equipe aprende a achar o alvo de um ataque e a origem de um abuso nos próprios painéis.
Treino incluído na entrega
Quem levanta os roteadores é quem configura a exportação e monta os painéis.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com análise de tráfego]
A implantação é remota e atende provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina, o Especialista também instala o coletor no POP quando você prefere servidor físico.
Exportação, coletor, painéis e treino por acesso remoto registrado, em janela combinada, de qualquer estado.
Instalação física do servidor do coletor no rack do POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas mais comuns antes de ligar a exportação de fluxos. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
É um protocolo que faz o roteador enviar um resumo de cada conversa de rede: quem falou com quem, por qual porta e quanto. Esses resumos mostram do que é feito o tráfego.
Pode pesar em tráfego alto sem amostragem. Com a taxa ajustada, o custo de CPU fica baixo, e por isso a exportação é ligada um roteador por vez.
Use o que o equipamento faz melhor. NetFlow e IPFIX resumem conversas; sFlow trabalha com amostras de pacotes. Para detectar DDoS, todos funcionam.
Depende do número de roteadores, do tráfego e do tempo de guarda. A faixa é [PREENCHER], e o servidor do coletor é seu.
O prazo típico é [PREENCHER] e depende do número de roteadores e de o servidor do coletor já estar pronto. A exportação em si é ligada em uma janela curta.
Pelo tempo que você decidir e o disco permitir, em geral dias de detalhe e meses de resumo. Se houver exigência legal no seu caso, confirme com o seu jurídico.
Sozinhos, não: mostram o IP público e a porta. Cruzados com os logs de CGNAT, chegam ao assinante.
Exporta, pelo Traffic Flow do RouterOS, nas versões 5 e 9 e em IPFIX. O guia de implantação de IPFIX mostra a configuração.
Os painéis e alertas mostram o ataque, mas não contêm. Para disparar blackhole ou FlowSpec, o próximo passo é a implantação de mitigação de DDoS.
Pergunte como a amostragem é escolhida, onde ficam os dados e que painéis você recebe. Desconfie de quem liga a exportação em todos os roteadores de uma vez.
Três serviços que usam os fluxos como ponto de partida. Cada um transforma os dados numa decisão.
Os fluxos ligados à contenção automática por blackhole, FlowSpec ou desvio.
Ver a implantação de mitigação de DDoS
Sessão com os route servers do ponto de troca, decidida com os números dos fluxos.
Ver a conexão ao IX.br
Painéis de rede que juntam fluxos, interfaces e alertas numa só tela.
Ver os painéis em GrafanaTrês guias com a configuração de cada tecnologia e o uso num ataque.
Como exportar IPFIX dos roteadores de borda, passo a passo.
Como usar sFlow em switches e roteadores que trabalham por amostra.
Como os fluxos mostram o alvo e o tipo de um ataque em andamento.
Orçamento
Mande a marca dos roteadores e para que você quer os fluxos. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp