Senha da OLT conhecida por todos
Técnicos, terceirizados e ex-funcionários usam o mesmo login. Não há como saber quem fez cada mudança.
Segurança e DDoS · Provedores
OLTs que só a sua equipe acessa, da rede certa e com usuário próprio, sem nenhuma mudança no tráfego dos assinantes.
Hardening de OLTs é fechar as entradas que as OLTs trazem abertas de fábrica: senha padrão, Telnet, página web sem cifra, SNMP com comunidade conhecida e gerência aceita de qualquer endereço. É para o provedor com OLTs acessadas por senha compartilhada ou alcançáveis pela rede dos clientes. O resultado é cada OLT com usuários individuais, gerência isolada e um padrão escrito para as próximas.
É endurecer a configuração de gerência da OLT para que só a sua equipe, a partir da rede certa, consiga entrar. O tráfego PON dos assinantes não muda.
Quem entra numa OLT controla milhares de clientes de uma vez: derruba portas PON, troca perfis, apaga ONUs ou usa o equipamento como ponte para o resto da rede. Tentativas de acesso costumam aparecer antes nos fluxos de NetFlow do roteador acima dela, como varreduras na porta 23.
Muitas OLTs respondem por SNMP com a comunidade public e aceitam Telnet desde a instalação. Além do risco de invasão, SNMP aberto para a internet serve de amplificador em ataque DDoS contra outras redes.
Na maioria dos provedores, a gerência da OLT é alcançável a partir da rede dos clientes, sem firewall no caminho e sem registro de quem entrou. O hardening trata quatro pontos:
Senha de fábrica trocada, um usuário por pessoa, níveis de permissão por função e autenticação central quando a OLT aceita.
Telnet e HTTP desligados, SSH e HTTPS ligados, e tudo o que não tem uso fora da configuração.
Acesso só pela VLAN ou rede de gerência, com ACL na própria OLT e no roteador que chega até ela.
SNMP v3 ou comunidade trocada e restrita, NTP configurado e logs enviados a um servidor central.
Seis sinais de que as OLTs estão mais abertas do que deveriam. Um só já justifica a revisão.
Técnicos, terceirizados e ex-funcionários usam o mesmo login. Não há como saber quem fez cada mudança.
Se a senha não mudou, ele ainda entra. Usuário individual permite tirar o acesso de uma pessoa só.
Gerência alcançável da internet recebe tentativas de login de robôs o dia inteiro.
Qualquer um que alcance a OLT lê a configuração, e às vezes consegue alterá-la.
Cada fabricante tem comandos e padrões próprios. Sem um padrão por modelo, a OLT nova nasce aberta.
Perfis trocados ou ONUs apagadas sem registro indicam acesso indevido e pedem investigação antes do fechamento.
São cinco etapas, e as OLTs só mudam na terceira. O padrão é testado numa OLT antes de ir para as demais.
Serviços ligados, usuários, comunidades SNMP e de onde cada OLT aceita gerência, com acesso só de leitura.
Prazo: [PREENCHER]
Configuração segura escrita para cada marca e modelo, com os sistemas que precisam continuar acessando.
Prazo: [PREENCHER]
Uma OLT por vez, com backup antes e SSH testado antes de desligar Telnet ou HTTP.
Duração da janela: [PREENCHER]
Acesso conferido da rede de gerência, da rede de clientes e da internet, além do monitoramento e do provisionamento.
Prazo: [PREENCHER]
Relatório de antes e depois e o padrão escrito para configurar OLTs novas.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço vai do levantamento ao padrão documentado, OLT por OLT. O que mexe nas ONUs ou no firmware tem página própria.
O preço depende principalmente do número de OLTs e de quantas marcas e modelos existem. OLTs do mesmo modelo aproveitam o mesmo padrão.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de OLTs | Cada uma é lida, alterada e testada na janela | Seis OLTs espalhadas em quatro POPs |
| Marcas e modelos | Cada modelo pede um padrão próprio, escrito e testado | Huawei e ZTE convivendo na mesma rede |
| Rede de gerência | Sem ela, isolar a OLT exige montar VLAN e rotas antes | Gerência hoje na mesma VLAN dos clientes |
| Autenticação central | TACACS+ ou RADIUS somam configuração e testes | Servidor de autenticação já usado nos roteadores |
| Sistemas integrados | ERP, ACS e monitoramento precisam continuar acessando | Provisionamento automático pelo ERP via SNMP |
Faixa de preço para um provedor com até cinco OLTs de uma marca: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se já houve acesso indevido, comece pela resposta a incidentes.
Confira os erros que cortam o provisionamento, a escolha da versão de SNMP e as boas práticas que o padrão deve seguir. Vale para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que fazem o hardening parar a operação. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
O nome padrão facilita tentativas de login. O correto é criar usuários por pessoa e desativar o de fábrica quando o modelo permite.
Em alguns modelos, a web é o único acesso configurado. SSH testado antes evita uma viagem até o POP.
O sistema de monitoramento para de ler a OLT se não for ajustado junto. Veja o monitoramento de OLTs.
ERP, ACS e scripts de ativação precisam estar na lista de origens antes da regra, ou nenhuma ONU nova sobe.
A versão do SNMP define se a senha trafega aberta. A tabela mostra o que muda em cada uma.
| Critério | SNMP v2c | SNMP v3 |
|---|---|---|
| Autenticação | Comunidade em texto aberto | Usuário e senha com hash |
| Cifra | Nenhuma | Opcional e recomendada |
| Suporte nas OLTs | Universal | Na maioria dos modelos atuais [CONFIRMAR por modelo] |
| Uso indicado | Só com ACL rígida | Padrão para gerência |
Troque a public por um valor longo e diferente em cada OLT.
Deixe só leitura e aceite consultas apenas do servidor de monitoramento.
Desligue sempre que nenhum sistema precisar dela. É a escrita que permite alterar a configuração à distância.
A lista de controles é igual em todas; os comandos e o que vem ligado de fábrica mudam.
Usuários locais por nível e ACL na interface de gerência [CONFIRMAR na documentação do fabricante].
Telnet desligado e SSH com chave forte.
Usuários com níveis de privilégio e restrição por ACL [CONFIRMAR na documentação do fabricante].
Comunidade padrão removida antes de ligar a v3.
Cada modelo recebe o padrão com os comandos dele, testado numa OLT antes das demais.
Referências que o padrão deve seguir. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Pede controle de acesso e cuidado com equipamentos da rede [CONFIRMAR na norma]. Veja a adequação ao R-Ciber.
O CERT.br recomenda não deixar SNMP respondendo para a internet, por causa da amplificação [CONFIRMAR na norma].
Técnico de campo provisiona ONU, não altera a configuração da OLT. Os níveis de usuário seguem a função de cada pessoa.
Porque as OLTs fecham sem cortar o provisionamento nem o acesso da sua equipe. Seis compromissos de todo hardening.
SSH e acesso de gerência testados antes de desligar qualquer serviço antigo.
Teste de acesso antes e depois de cada OLT
As mudanças ficam na gerência; o tráfego PON segue normal durante toda a janela.
Mudanças em janela combinada
OLT nova já nasce fechada, com o padrão escrito do seu modelo.
Padrão por modelo entregue no fim
Huawei, ZTE, Fiberhome, Datacom, Nokia, Intelbras e V-Solution, com a mesma lista de controles.
[PREENCHER: OLTs endurecidas por marca]
Se o modelo não aceita os controles mínimos, a recomendação vem do suporte do fabricante, não de comissão.
Nenhuma troca de equipamento indicada por comissão
Quem escreve o padrão é quem aplica e testa em cada OLT.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com OLTs]
O hardening parte da configuração de cada fabricante. Cada marca tem a sua página com os detalhes de implantação.
MA5600T e MA5800 com níveis de usuário e ACL de gerência por interface.
C300 e C600 com privilégios por usuário e SNMP restrito.
Gerência pelo sistema do fabricante ou por linha de comando, com acesso limitado.
DmOS com AAA, SSH e ACL de gerência na mesma lógica dos roteadores da marca.
Perfis de operador por função e gerência separada do tráfego dos clientes.
OLTs de entrada com senha de fábrica trocada e serviços web restritos.
O hardening é remoto e atende provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina, o Especialista também vai ao POP quando a OLT só aceita acesso pela porta de console.
Levantamento, aplicação do padrão e testes por acesso remoto registrado, em janela combinada.
Acesso por console no rack e acompanhamento da janela no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas mais comuns antes de fechar o acesso às OLTs. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
É desligar o que não é usado, trocar senhas e restringir a gerência, para que só a sua equipe, da rede certa, consiga entrar na OLT.
Pode, quando a gerência responde em IP público ou a partir da rede de clientes. A restrição à rede de gerência e a ACL na própria OLT fecham esse caminho.
Não deveria. As mudanças ficam na gerência, são feitas em janela e o acesso é testado antes de encerrar cada OLT.
Depende do número de OLTs e de marcas diferentes. A faixa é [PREENCHER], e OLTs do mesmo modelo aproveitam o mesmo padrão.
O prazo típico é [PREENCHER] e depende de quantas OLTs entram em cada janela. O padrão do primeiro modelo é o que leva mais tempo.
Continuam, porque entram na lista de origens antes da ACL e são testados depois de cada OLT. Se o ERP usa SNMP para provisionar, a escrita fica liberada só para ele.
Também precisam ser trocadas, porque a senha padrão é pública. A troca em massa de senhas de ONU cuida disso sem visitar cada cliente.
Só se a versão tiver falha conhecida ou não aceitar SSH e SNMP v3. Nesse caso, a atualização de firmware de OLT vem antes.
Pergunte se ela testa o provisionamento depois da mudança e se entrega um padrão escrito por modelo. Quem não pergunta pelo seu ERP antes vai cortá-lo.
Funciona. Cada modelo recebe o seu padrão, e a lista de controles é a mesma em todos.
Três serviços que completam a proteção da rede de acesso. Cada um fecha uma porta diferente.
Senha padrão das ONUs trocada em massa, sem visita ao cliente.
Ver a troca em massa de senhas de ONU
Rede separada só para administrar OLTs, roteadores e switches.
Ver a rede de gerência isolada
Roteadores com gerência restrita, serviços mínimos e CPU protegida.
Ver o hardening de roteadoresTrês guias sobre acesso, registro e gerência na rede de acesso.
Como uma senha padrão esquecida vira invasão, e o que fazer depois.
Como centralizar o login nas OLTs e roteadores com TACACS+.
Como gerenciar as CPEs dos assinantes sem deixar portas abertas.
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