Login do roteador abre pela internet
Qualquer pessoa digita o IP no navegador ou no SSH e chega à tela de senha da borda ou da OLT.
Segurança e DDoS · Provedores
Roteadores, OLTs e servidores administrados por uma rede só da equipe, com entrada única protegida e um caminho de emergência que funciona até com o link lotado.
Implantação de rede de gerência isolada é separar o acesso administrativo aos equipamentos do provedor da rede dos assinantes e da internet, com uma entrada única protegida por VPN e segundo fator. É para o provedor que ainda acessa roteadores e OLTs pelo IP público, divide uma senha entre a equipe ou perde a gerência toda vez que um ataque lota o link. O resultado é uma tela de login que só a equipe alcança, com registro de quem entrou e um acesso reserva para os dias ruins.
É uma rede separada, usada só para administrar roteadores, OLTs, switches e servidores. Quem não está nela não consegue nem chegar à tela de login.
Em muitos provedores, a gerência responde no mesmo endereço que leva tráfego de assinantes. Durante um ataque DDoS, o link enche e a equipe perde o acesso justamente ao roteador onde precisa aplicar a contenção.
Na gerência isolada, o tráfego administrativo e o de monitoramento, como SNMP, syslog e a exportação de NetFlow, correm numa VLAN ou VRF própria. Um assinante curioso ou uma máquina infectada não enxerga esses endereços.
A entrada é um servidor de salto com VPN e segundo fator, protegido por firewall. De lá a equipe acessa os equipamentos, e cada equipamento só aceita conexão administrativa vinda desse servidor.
VLAN ou VRF de gerência em todos os POPs, no mesmo cabeamento. Resolve a maior parte dos casos sem comprar nada, só com configuração.
Servidor de salto com VPN, segundo fator e registro de sessão. Fornecedor e técnico novo ganham acesso ali, com prazo, e perdem num clique.
TACACS+ ou RADIUS para que cada pessoa entre com o próprio usuário em todos os equipamentos, com permissão por função e registro de comandos.
Servidor de console com link 4G ou rádio independente nos POPs principais. Funciona quando a rede de assinantes, a borda ou a fibra caem.
Seis sinais mostram que a gerência está ao alcance de quem não deveria. Um só já é motivo para separar a rede.
Qualquer pessoa digita o IP no navegador ou no SSH e chega à tela de senha da borda ou da OLT.
Senha igual em todos os equipamentos, trocada só quando alguém sai, e ninguém sabe quem fez cada mudança.
No pior momento, o link lotado impede o acesso ao roteador onde a contenção precisa ser aplicada.
Empresa de sistema ou de NOC com regra liberando o IP dela em todos os equipamentos, sem prazo.
Milhares de logins errados por dia vindos de fora mostram que robôs já acharam a sua gerência.
Equipamento travado obriga alguém a dirigir horas porque não há caminho de console remoto.
São cinco etapas, e nenhum equipamento é restrito antes de o acesso novo ser testado. Ninguém da equipe fica trancado para fora.
Inventário de equipamentos, como a equipe acessa hoje, fornecedores com acesso e o que cada POP tem de reserva.
Prazo: [PREENCHER]
Endereçamento da gerência, VLAN ou VRF por POP, servidor de entrada e caminho de emergência, aprovados por escrito.
Prazo: [PREENCHER]
VPN com segundo fator, servidor de salto e autenticação central montados e testados com a equipe.
Prazo: [PREENCHER]
Equipamento por equipamento, a gerência passa para a rede nova, o acesso é testado e só então o antigo é fechado.
Duração por POP: [PREENCHER]
Teste de fora confirmando que nada responde, diagrama, procedimento de acesso e de inclusão e saída de pessoas.
Prazo: [PREENCHER]
A implantação vai do desenho ao último equipamento restrito, com o caminho de emergência. O que fica de fora tem página própria.
O preço depende principalmente do número de equipamentos e de POPs. A maior parte do trabalho é configuração, e o valor exato sai por escrito depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de equipamentos | Cada um precisa ser migrado, restrito e testado | Trinta equipamentos ou duzentos |
| Número de POPs | Cada POP pede VLAN ou VRF e, às vezes, caminho de emergência próprio | Três POPs ou quinze |
| Mistura de marcas | Cada marca tem sintaxe própria para restringir a gerência | MikroTik na borda, Huawei nas OLTs, switches de outra marca |
| Autenticação central | Montar TACACS+ ou RADIUS do zero soma trabalho | Já existe RADIUS para os assinantes, ou não |
| Acesso de emergência | Console remoto por 4G ou rádio em cada POP principal | Só no POP da borda, ou em todos |
Faixa de preço para um provedor com até [PREENCHER] equipamentos e três POPs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Equipamentos de console e modems 4G são comprados por você, na marca que preferir.
Antes de assinar, confira os erros que trancam a equipe para fora ou deixam brechas, as opções de entrada e as boas práticas. Use os pontos abaixo com qualquer empresa de implantação de rede de gerência isolada.
Quatro falhas que aparecem em gerências montadas às pressas. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Aplicar a restrição sem testar o caminho novo deixa a equipe sem acesso ao equipamento. A ordem é testar, registrar e só depois fechar.
Se a VPN aceita só senha, quem rouba a senha de um técnico entra na rede toda. O segundo fator é o centro da proteção.
Com a gerência no mesmo link dos assinantes, um ataque ou uma fibra rompida corta o acesso. Ao menos o POP da borda precisa de outro caminho.
Autenticação central sem desativar o admin de fábrica deixa uma porta aberta. Fica só um usuário local de emergência, com senha guardada em cofre.
A escolha da entrada define a segurança e o conforto da equipe. Estas são as três opções mais comuns.
| Opção | Segurança | Registro de uso |
|---|---|---|
| VPN direta para a gerência | Boa com segundo fator | Conexão registrada, comandos não |
| VPN com servidor de salto | Alta | Sessão e comandos registrados |
| Acesso pelo IP público com lista | Baixa | Espalhado nos equipamentos |
Equipe com mais de duas pessoas ou fornecedores com acesso. Concentra registro e permissão num só lugar.
O servidor vira peça crítica; precisa de backup e de um segundo caminho de emergência.
Equipe pequena, poucos equipamentos e autenticação central já registrando os comandos.
Cada notebook com a VPN vira porta de entrada; segundo fator e revisão de usuários são obrigatórios.
Referências públicas que a implantação deve seguir. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Descreve o protocolo de autenticação, autorização e registro de comandos usado em equipamentos de rede [CONFIRMAR na norma].
Trata da proteção do plano de controle do roteador, com filtros que só aceitam gerência de origens conhecidas [CONFIRMAR na norma].
Guias públicos por fabricante com a configuração segura de acesso administrativo, como SSH em vez de telnet e SNMPv3 [CONFIRMAR na norma].
Pede controle de acesso aos equipamentos e registros de quem os administra nas prestadoras alcançadas [CONFIRMAR na norma].
Porque a migração é feita equipamento por equipamento, com teste antes de fechar e plano de volta. Seis compromissos que valem para toda implantação.
Borda, OLTs, concentradores e switches de marcas diferentes migrados por quem conhece cada um.
[PREENCHER: anos de experiência com redes de provedor]
Cada equipamento só é restrito depois de a equipe acessar pelo caminho novo e confirmar.
Teste registrado antes de cada restrição
Se algo der errado no POP, o caminho para desfazer está no papel antes da janela.
O plano de volta faz parte da proposta
Console, modem e servidor são indicados pela necessidade do POP, e você compra onde quiser.
Nenhuma marca indicada por comissão
Diagrama, endereçamento e o passo a passo para incluir e remover pessoas entregues à sua equipe.
Entregue no fim de toda implantação
A maior parte da migração é remota; a visita fica para instalar console e caminho de emergência.
[PREENCHER: estados atendidos]
A implantação é feita por acesso remoto para provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando o POP precisa de console ou link de emergência instalado.
Desenho, servidor de entrada e migração dos equipamentos por acesso remoto seguro, em janelas combinadas.
Para instalar servidor de console, modem 4G ou rádio de emergência e acompanhar a migração no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de separar a gerência. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
É uma rede separada, usada só para administrar os equipamentos, com entrada única protegida por VPN e segundo fator. Quem não está nela não chega à tela de login.
Porque senha forte não protege contra falha no próprio sistema do equipamento, e robôs testam logins o dia todo. Veja os sinais de provedor invadido.
Normalmente, não. VLANs ou VRFs separam a gerência no mesmo cabeamento; caminho físico separado só para o acesso de emergência.
Não deveria. Cada equipamento só é restrito depois de o acesso pela rede nova ser testado, e há plano de volta para cada POP.
O preço da implantação de rede de gerência isolada muda com o número de equipamentos, de POPs e de marcas. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
Depende do número de POPs e das janelas disponíveis. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta.
O fornecedor entra pelo mesmo servidor de entrada, com usuário próprio, prazo e registro de sessão. Quando o contrato acaba, o acesso é removido num lugar só.
Funciona se houver acesso de emergência por outro caminho, como 4G ou rádio. Com ele, a equipe aplica a contenção mesmo com o link lotado; veja a mitigação de DDoS.
Funciona. A lógica é a mesma em todas as marcas; o que muda é o comando para restringir a gerência e ligar a autenticação central.
Lista de equipamentos por POP, como a equipe acessa hoje e quais fornecedores têm acesso. Um usuário só de leitura basta para o levantamento.
Três serviços que se apoiam na gerência separada. Cada um fecha outra parte do acesso aos equipamentos.
Serviços desnecessários desligados e acesso restrito em cada roteador da rede.
Ver o hardening de roteadores
OLTs com usuários individuais, perfis por função e acesso só pela gerência.
Ver o hardening de OLTs
Registros de acesso de todos os equipamentos num lugar só, com alertas para o que foge do normal.
Ver a implantação de SIEMTrês guias para entender as peças da gerência isolada.
Como montar a autenticação central e registrar os comandos de cada pessoa.
Por onde os invasores costumam entrar e o que fazer nas primeiras horas.
O que trocar quando alguém com acesso a tudo deixa a equipe.
Orçamento
Diga como a equipe acessa hoje e quantos POPs você tem. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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