Um corte apaga vários bairros
Uma obra de rua derrubou POPs que nem estavam perto do corte. É o sinal clássico de rede em linha.
Backbone · Provedores
Cada POP com dois caminhos de fibra por ruas diferentes, proteção que troca de lado sozinha e um teste de rompimento feito na entrega.
Projeto de anel óptico é o desenho que fecha os POPs do provedor numa volta de fibra, para que cada um chegue ao núcleo por dois caminhos independentes. É para o provedor cujo backbone ainda é uma linha, em que um corte de cabo apaga todos os bairros depois dele. O resultado é um rompimento que só muda o caminho do tráfego, com a troca configurada, testada e documentada.
É definir por onde passa a fibra que fecha a volta, quais POPs entram nela e quem decide pelo outro lado quando um trecho cai. A fibra sozinha não protege nada; a proteção vem do desenho e da configuração.
Num backbone em linha, o POP do fim da rua depende de todos os trechos anteriores. Fechar o anel dá a cada POP uma segunda saída, pelo sentido contrário da volta.
O projeto trata de três camadas ao mesmo tempo: a rota física dos cabos, a capacidade de cada trecho e o protocolo que faz a troca. Em redes maiores, o anel carrega serviços de MPLS e precisa convergir rápido o bastante para eles.
Quando a fibra livre acaba, canais de DWDM ou CWDM somam capacidade no mesmo anel sem lançar cabo. Um projeto de anel cobre quatro partes:
Os dois sentidos do anel precisam passar por ruas, postes e travessias diferentes. O projeto marca no mapa cada trecho onde os cabos se encontram e propõe o desvio.
ERPS, roteamento com BFD ou MPLS com proteção pré-calculada. A escolha depende dos equipamentos e do tempo de troca que os seus serviços aguentam.
Com um trecho rompido, todo o tráfego dá a volta pelo outro lado. Os trechos perto do núcleo precisam aguentar a rede inteira nessa hora.
Cada enlace tem a perda calculada com fibra, emendas e conectores. O transceptor é escolhido por esse número, não pela distância do catálogo.
Seis sinais mostram que o backbone precisa fechar o anel ou revisar o que já existe. Basta um deles para valer o levantamento.
Uma obra de rua derrubou POPs que nem estavam perto do corte. É o sinal clássico de rede em linha.
Os dois lados saem do núcleo pelo mesmo poste ou pela mesma ponte. Um único acidente corta a volta inteira.
O anel volta sozinho, mas leva tempo suficiente para derrubar sessões PPPoE e chamadas de voz.
Ligar o POP novo em ponta de linha repete o problema. É a hora de prever o segundo caminho.
Contrato com disponibilidade mínima exige caminho de reserva comprovado, não só promessa comercial.
Se o enlace mais perto do núcleo já está no limite, ele não aguenta o tráfego extra quando o anel abre.
São cinco etapas, e a proteção só vai para produção depois do teste de rompimento. Até a janela, nada muda na sua rede.
Mapa das fibras existentes, pares livres, POPs, equipamentos, tráfego de pico e histórico de rompimentos.
Prazo: [PREENCHER]
Trechos que faltam para fechar a volta, por rotas separadas, com a perda calculada de cada enlace.
Prazo: [PREENCHER]
Protocolo, porta bloqueada em operação normal, tempos de troca e capacidade de cada trecho com o anel aberto.
Prazo: [PREENCHER]
Um POP de cada vez entra no anel, com backup antes e plano de volta aprovado por você.
Duração da janela: [PREENCHER]
Cada trecho é desligado de propósito, o tempo de troca é medido e o relatório vai junto com o mapa.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre a rota, a proteção, a capacidade e o teste de cada trecho. Obra de fibra e compra de equipamento ficam fora e vão descritas na proposta.
O preço depende de quantos POPs entram no anel e de quanto falta para fechar a volta. O valor sai por escrito depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| POPs no anel | Cada POP é um trecho a calcular, configurar e testar | Anel de quatro POPs ou dois anéis de seis |
| Fibra que falta | Trechos novos pedem rota, vistoria e orçamento óptico | Fechar a volta por outro bairro |
| Mapa de fibras existente | Sem mapa, o levantamento começa em campo | Pares livres desconhecidos em cada caixa |
| Equipamentos | Switches sem ERPS mudam o protocolo e o tempo de troca | Anel com marcas diferentes em cada POP |
| Projeto ou projeto com implantação | A configuração em janela e o teste somam horas | Só o desenho ou o anel entregue funcionando |
Faixa de preço para um anel de até seis POPs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. A obra de fibra é orçada pela sua equipe ou empreiteira, com base na rota que o projeto entrega.
Confira os erros que fazem um anel falhar no primeiro corte, a escolha do protocolo e as normas aplicáveis. Use esta lista para avaliar qualquer projeto, inclusive o nosso.
Falhas que só aparecem no dia do rompimento. Pergunte ao fornecedor como cada uma foi evitada.
Fibras diferentes no mesmo cabo, poste ou travessia de ponte formam um grupo de risco compartilhado. Um caminhão que derruba o poste corta os dois sentidos.
Quanto mais POPs na volta, mais tráfego passa pelos trechos do núcleo quando ela abre. Anéis grandes costumam virar um anel principal com sub-anéis.
Anel configurado e nunca rompido de propósito é aposta. O teste em janela mostra se a troca funciona e quanto tempo leva.
Em operação normal, o anel em camada 2 bloqueia uma porta. Se ela fica no trecho errado, o tráfego faz a volta longa todo dia, sem ninguém notar.
A troca de caminho pode acontecer em camada 2, por roteamento ou por MPLS. Os tempos abaixo são típicos e variam com o equipamento [CONFIRMAR em teste].
| Protocolo | Tempo de troca típico | Quando faz sentido |
|---|---|---|
| RSTP | Um a alguns segundos | Anel pequeno, sem voz nem cliente com SLA |
| ERPS (ITU-T G.8032) | Abaixo de 50 ms [CONFIRMAR na norma] | Anel em camada 2 com switches compatíveis |
| OSPF ou IS-IS com BFD | Abaixo de 1 segundo | Backbone roteado entre POPs |
| MPLS com TI-LFA ou FRR | Abaixo de 50 ms | Núcleo MPLS com serviços para empresas |
Anel em camada 2 com switches que suportam a norma e VLANs de serviço passando pela volta.
Todos os switches do anel precisam falar a mesma versão. Misturar marcas pede teste antes.
POPs com roteador ou switch de camada 3, cada trecho como uma sub-rede própria.
Sem BFD, o roteamento espera o tempo do protocolo para perceber a queda, e isso pode passar de 30 segundos.
Referências públicas que um projeto de anel bem feito segue. Peça ao fornecedor que diga quais adotou.
Define o ERPS: o dono da porta bloqueada, os sub-anéis e as mensagens de troca [CONFIRMAR na norma].
Especifica a fibra monomodo usada em quase todo backbone. A versão D tem baixa perda na faixa de 1383 nm [CONFIRMAR na norma].
Descreve o BFD, que detecta a queda do enlace em milissegundos e avisa o roteamento [CONFIRMAR na norma].
Com estes dados em mãos, a proposta sai mais rápida e o levantamento fica mais curto.
Mesmo incompleto, ajuda a achar os pares livres e os trechos onde os cabos se encontram.
Modelo e versão de cada switch ou roteador, para saber quais protocolos de proteção estão disponíveis.
Onde a fibra mais rompe e quanto tempo levou o reparo. Esses trechos pedem atenção na rota nova.
Porque o anel sai testado com corte de verdade e documentado trecho a trecho. Seis compromissos valem para todo projeto de anel.
Cada trecho é desligado em janela e o tempo de troca vai medido no relatório.
Relatório de teste em toda entrega
Os pontos onde os dois lados se encontram ficam marcados, com proposta de desvio para cada um.
Mapa da rota entregue em KMZ
Se um POP não convergir como o previsto, a configuração anterior volta em minutos.
O plano de volta faz parte da proposta
Switch e transceptor são indicados pelo protocolo e pela perda do trecho, nunca por comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Quem desenha a rota acompanha a janela e o teste. Sem repasse no meio do caminho.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com backbone]
Experiência com anéis em camada 2, roteados e MPLS, em redes de tamanhos diferentes.
[PREENCHER: anéis projetados pela Táquion Tech]
O projeto e a configuração são remotos e atendem provedores de todo o Brasil. O acompanhamento em campo fica para o litoral de Santa Catarina.
Rota desenhada sobre o seu mapa de fibras, configuração por acesso seguro e teste de rompimento acompanhado à distância com a sua equipe no POP.
Vistoria da rota, acompanhamento da janela e do teste de rompimento no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os donos de provedor mais fazem antes de fechar o anel. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
Depende do número de POPs, da fibra que falta e de existir mapa das fibras atuais. A faixa para um anel de até seis POPs é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
O desenho leva [PREENCHER] quando já existe mapa de fibras. A obra do trecho que fecha a volta tem prazo próprio, que depende da empreiteira e da licença de postes.
Serve em anel pequeno e sem serviço sensível, mas a troca leva segundos. ERPS ou roteamento com BFD trocam bem mais rápido e não derrubam sessões.
Não deveriam. Uma obra, um poste derrubado ou um incêndio no mesmo trecho cortam os dois sentidos de uma vez e o anel deixa de proteger.
Não há número fixo: o limite vem da capacidade dos trechos do núcleo com o anel aberto. Acima de oito a dez POPs, é comum dividir em sub-anéis [CONFIRMAR critério adotado].
Não para o desenho e a configuração, que são remotos. No litoral de Santa Catarina, a Táquion Tech acompanha a janela no local; nas outras regiões, a sua equipe fica no POP com a gente na linha.
Sim, se o projeto prevê. Quando a fibra livre acaba, o projeto de DWDM ou o projeto de CWDM somam canais no mesmo anel.
Dá, mas o protocolo precisa ser comum a todos. Quando não é, o anel passa a ser roteado entre os POPs ou alguns equipamentos precisam de troca.
Com ERPS ou MPLS bem configurados, a troca leva menos de um segundo e a maioria dos clientes não nota. Com spanning tree comum, sessões PPPoE e chamadas podem cair.
O mapa ou KMZ das fibras, a lista de POPs com os equipamentos e o histórico de rompimentos. Se não houver mapa, o levantamento começa pelo desenho de rede em KMZ.
Três serviços que costumam vir antes ou depois do anel. Cada um resolve outra parte da resiliência do backbone.
Equipamentos, fontes e serviços que ainda derrubam a rede mesmo com o anel fechado.
Ver a análise de pontos únicos de falha
Capacidade de cada trecho calculada para o pico e para o anel aberto.
Ver o dimensionamento de capacidade do backbone
Equipe de campo para emendar a fibra rompida enquanto o anel segura o tráfego.
Ver o reparo de rompimento de fibraTrês guias técnicos sobre a proteção e o roteamento que fazem o anel funcionar.
Como o spanning tree escolhe a porta bloqueada e por que ele troca devagar.
Roteamento entre POPs com IS-IS, uma das bases do anel roteado.
Como calcular a perda de cada trecho antes de escolher o transceptor.
Orçamento
Conte quantos POPs você tem e se a fibra já fecha a volta. Um Especialista devolve a rota, o escopo e o valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp