Fazenda com máquinas sem sinal
Telemetria de tratores, colheitadeiras e pivôs falha porque o sinal de operadora não chega aos talhões.
Rádio e wireless · Provedores
Cobertura celular própria para fazenda, porto ou indústria, com chips seus e a comparação com Wi-Fi e 5G feita antes da compra.
Projeto de rede LTE privativa é o desenho de uma rede celular própria, com antenas, núcleo e chips do cliente, para cobrir áreas grandes onde Wi-Fi não alcança e a operadora não atende bem. É para o provedor que quer oferecer essa rede a fazendas, portos, mineradoras e indústrias da sua região, ou usá-la no próprio acesso rural. O resultado é a comparação entre tecnologias, o projeto de cobertura e a lista do que comprar, antes de qualquer gasto com equipamento.
É planejar uma rede 4G que só atende os dispositivos autorizados pelo dono da rede, na área dele. O projeto define onde ficam as antenas, onde roda o núcleo, qual faixa usar e como tudo se liga à rede do provedor.
A LTE é a mesma tecnologia do 4G das operadoras, rodando numa rede fechada. Uma antena cobre quilômetros em campo aberto e passa o dispositivo para a antena vizinha sem derrubar a conexão, o que Wi-Fi faz mal em áreas grandes.
Para o provedor, a rede privativa é um tipo de FWA com mobilidade: os mesmos chips servem para o sensor fixo, o trator em movimento e o tablet do supervisor.
Cada antena precisa de um enlace de rádio ou de fibra até o núcleo. O projeto tem quatro partes:
As estações rádio base (eNodeB) são posicionadas pelo relevo, pela faixa e pelo tipo de dispositivo. O mapa de cobertura mostra o sinal esperado em cada talhão, pátio ou galpão.
É o sistema que autentica os chips, entrega endereço e controla prioridade. Pode rodar num servidor no local, num POP do provedor ou em nuvem, e a escolha muda a dependência da internet.
Os chips são da própria rede e só funcionam nela. Cada dispositivo precisa suportar a faixa escolhida, e essa conferência vem antes de fechar o projeto.
Enlaces entre antenas e núcleo, VLANs, roteamento e prioridade para o tráfego crítico. Trechos curtos entre prédios podem usar rádio de 60 GHz.
Seis situações indicam que uma rede celular própria pode resolver melhor que Wi-Fi ou chip de operadora. Com duas ou mais, vale pedir a comparação.
Telemetria de tratores, colheitadeiras e pivôs falha porque o sinal de operadora não chega aos talhões.
Guindastes, caminhões e coletores se movem entre contêineres de metal que bloqueiam o Wi-Fi.
Área de vários quilômetros, rádios de voz antigos e sensores que precisam reportar de pontos afastados.
Dezenas de pontos de acesso e mesmo assim o coletor perde conexão ao passar de um corredor para outro.
O cliente exige que o tráfego dos sensores fique na rede dele, sem passar pela operadora pública.
O provedor quer atender sítios com CPE LTE porque o 5 GHz da região já está ocupado. Veja o acesso fixo sem fio.
São cinco etapas, e a comparação entre tecnologias vem antes de qualquer compra. Se o Wi-Fi ou o 5 GHz resolver, o projeto para na segunda.
Mapa da área, dispositivos, aplicações, quantos se movem e o que não pode cair.
Prazo: [PREENCHER]
LTE, 5G, Wi-Fi e rádio de acesso avaliados para o caso, com faixa, licença e dispositivos disponíveis.
Prazo: [PREENCHER]
Posição das antenas, simulação de sinal, local do núcleo, transporte e lista de equipamentos.
Prazo: [PREENCHER]
Documentação técnica para a autorização e conferência das propostas dos fabricantes.
Prazo: depende da Anatel e dos fabricantes
Instalação acompanhada, medição de sinal em campo e relatório comparando com o projeto.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre a escolha da tecnologia, a cobertura, o núcleo e a ligação com a rede do provedor. Equipamento, taxas e obra ficam de fora, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço do projeto depende da área, do número de antenas e de a licença entrar no escopo. Equipamentos e taxas são o maior gasto da rede e saem em orçamento separado.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Área a cobrir | Mais área pede mais antenas, simulação e enlaces | Fazenda de vários talhões espalhados |
| Relevo e obstáculos | Morros, galpões e pilhas de contêineres pedem mais simulação | Pátio portuário com metal em toda parte |
| Local do núcleo | Núcleo no local pede servidor e redundância próprios | Indústria que não aceita depender da nuvem |
| Apoio à licença | Documentação técnica para a autorização soma horas | Primeira rede privativa do provedor |
| Medição em campo | Visitas para medir sinal somam deslocamento | Área no litoral catarinense |
| Integração com a rede do provedor | Transporte e prioridade levam mais configuração | Clientes atendidos pelo backbone do provedor |
Faixa de preço do projeto para uma área com poucas antenas: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O custo de equipamento e de licença varia muito com a faixa e o fabricante, e só aparece depois da comparação.
Antes de assinar, compare as tecnologias, confira as regras de faixa e licença e veja os erros que deixam a rede sem uso. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
É a pergunta que decide se a rede vale a pena. A tabela resume os quatro caminhos para áreas grandes.
| Tecnologia | Cobertura por antena | Mobilidade | Oferta de dispositivos |
|---|---|---|---|
| LTE privativa | Quilômetros em campo aberto | Troca de antena sem queda | Ampla e madura |
| 5G privativa | Menor nas faixas altas | Troca de antena sem queda | Crescendo |
| Wi-Fi | Dezenas de metros | Instável entre pontos | Muito ampla |
| Rádio de acesso em 5 GHz | Quilômetros, ponto fixo | Não atende dispositivo móvel | Ampla |
Área grande, dispositivos em movimento, muitos sensores e exigência de dados dentro da área.
Um prédio só, poucos usuários parados ou aplicações que já funcionam com chip de operadora.
Se a aplicação precisa de latência muito baixa e estável, como controle remoto de máquinas. Veja o projeto de rede 5G privativa.
Regras da Anatel que mudam o custo e o prazo da rede. Confirme cada uma com quem cuida da outorga.
Rede celular de uso próprio costuma exigir autorização de serviço privado, como o SLP [CONFIRMAR na norma]. O provedor que opera para terceiros pode precisar de outra outorga [CONFIRMAR na norma].
A Anatel reservou faixas para uso em área restrita, como a de 3,7 a 3,8 GHz, e há uso de 450 MHz em área rural [CONFIRMAR na norma].
Cada antena pode ser uma estação com licenciamento e taxas próprias [CONFIRMAR na norma]. A conta entra no custo anual da rede.
Antenas, CPEs e módulos devem ter homologação da Anatel [CONFIRMAR na norma]. Veja a verificação de homologação.
Falhas que fazem a rede ficar pronta e sem uso. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Se os sensores e coletores do cliente não suportam a faixa, a rede sobe e ninguém conecta.
Se o link de internet cai, os chips param de autenticar. Núcleo local ou modo de sobrevivência evita isso.
Galpões, pilhas de contêineres e relevo criam sombras. Sem simulação, aparecem pontos cegos onde a operação mais precisa.
Estes dados encurtam a comparação e deixam o projeto mais preciso.
KMZ ou planta com limites, galpões, pátios e pontos onde já existe energia e rede.
Modelos de sensores, coletores, CPEs e veículos que vão se conectar, com quantidade.
Aplicações críticas, tempo de resposta exigido e o que acontece se a conexão parar.
Porque o projeto começa pela pergunta se a LTE é mesmo necessária, e a resposta pode ser não. Seis compromissos que valem para toda rede privativa.
Se Wi-Fi ou rádio de acesso resolvem, você fica sabendo antes de pagar por cobertura celular.
Comparação entregue como primeira etapa
A Táquion Tech não vende equipamento. A lista sai com especificação, e você cota com quem quiser.
Nenhuma marca indicada por comissão
Cada modelo do cliente é checado contra a faixa escolhida antes de fechar o desenho.
Lista de compatibilidade entregue no projeto
A cobertura real é medida em campo e comparada com o mapa simulado, ponto a ponto.
Relatório de medição entregue na conclusão
Transporte, VLANs e prioridade desenhados para a rede privativa rodar sobre o backbone que você já tem.
[PREENCHER: redes privativas projetadas]
Quem simula a cobertura é quem desenha o núcleo e o transporte, sem repasse entre equipes.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes celulares]
A comparação, a simulação e o desenho do núcleo são feitos à distância para provedores de todo o Brasil. A medição de sinal em campo com a equipe da Táquion Tech fica no litoral de Santa Catarina.
Simulação a partir de mapas e relevo, desenho do núcleo e do transporte, e apoio à compra por videoconferência.
Visita à área, escolha dos pontos de antena e medição de sinal depois da instalação. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que provedores fazem antes de oferecer rede celular privativa aos clientes. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Antenas LTE cobrem a área, um núcleo autentica os chips da própria rede e o tráfego segue para o sistema do cliente ou para a internet. Só dispositivos com chip autorizado conectam.
Vale em áreas grandes, com dispositivos em movimento ou dados que não podem sair do local. Para um escritório ou um prédio, o Wi-Fi costuma resolver por menos.
O projeto custa conforme a área, as antenas e o apoio à licença; a faixa é [PREENCHER]. Equipamentos e taxas da Anatel são orçados à parte e pesam mais que o projeto.
Em geral, sim: autorização para rede privada e licença das estações, conforme a faixa [CONFIRMAR na norma]. O projeto entrega a documentação técnica para o pedido.
Há faixas destinadas a redes de uso restrito, como 3,7 a 3,8 GHz, e uso de 450 MHz em área rural [CONFIRMAR na norma]. A faixa escolhida define alcance e quais dispositivos funcionam.
Pode operar a rede para o cliente, desde que a outorga e a faixa permitam [CONFIRMAR na norma]. O modelo do contrato é decisão comercial do provedor.
Funcionam os que suportam a faixa usada e aceitam o chip da rede privativa. Essa lista é conferida antes da compra das antenas.
A comparação e o projeto ficam prontos em [PREENCHER]. A autorização e a entrega dos equipamentos têm prazos próprios, que não dependem da Táquion Tech.
Num galpão pequeno, Wi-Fi. Em vários galpões com coletores em movimento entre eles, a LTE evita a perda de conexão na troca de ponto.
A comparação, a simulação e o núcleo são remotos para todo o Brasil. A medição de sinal com a equipe da Táquion Tech fica no litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento].
Três serviços que entram na comparação ou completam a rede privativa. Cada um cobre uma parte do projeto.
Rede 5G própria para aplicações que exigem latência muito baixa e estável.
Ver o projeto de rede 5G privativa
Setores e clientes de rádio dimensionados por capacidade, para o acesso fixo em áreas rurais.
Ver a implantação de acesso fixo sem fio
Cadastro e licenciamento das estações de rádio do provedor na Anatel.
Ver o apoio ao registro de estações na AnatelDois guias sobre o transporte que leva a rede privativa até o núcleo.
Como dar prioridade ao tráfego crítico quando o enlace enche.
Como levar a rede do cliente por dentro do backbone do provedor, separada das demais.
Orçamento
Diga qual área precisa de cobertura e o que vai se conectar nela. Um Especialista devolve a comparação, o escopo e o valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp