Robôs e veículos guiados
Veículos autônomos param quando a conexão oscila na troca de ponto de acesso, e a linha inteira espera.
Rádio e wireless · Provedores
5G próprio só onde a aplicação exige, com piloto medido antes de cobrir a operação inteira.
Projeto de rede 5G privativa é o planejamento de uma rede 5G de uso exclusivo, com rádios, núcleo e chips do cliente, para operações que precisam de latência baixa e estável ou de milhares de dispositivos numa área própria. É para o provedor que tem indústria, porto ou mineradora na carteira e quer saber se o 5G se paga frente à LTE e ao Wi-Fi. O resultado é um estudo de viabilidade, um piloto medido e o projeto da rede completa.
É desenhar uma rede 5G fechada, que só atende os dispositivos da operação, dentro da área do cliente. O projeto parte da aplicação que precisa do 5G e só depois escolhe faixa, antenas e núcleo.
O 5G traz três ganhos sobre a LTE: latência menor, mais dispositivos por área e a possibilidade de reservar capacidade para cada tipo de tráfego. Robôs móveis, veículos guiados e câmeras de inspeção são os usos que mais se beneficiam.
Cada célula 5G precisa de um enlace de rádio ou de fibra com capacidade e latência compatíveis até o núcleo. Um transporte lento anula o ganho do rádio.
Diferente de uma rede de FWA, que liga casas paradas, a rede privativa atende máquinas que se movem e trocam de célula o tempo todo. O projeto tem quatro partes:
No modo SA, o 5G tem núcleo próprio e entrega a latência baixa. O NSA se apoia numa rede LTE e é mais simples, mas não entrega todos os ganhos.
O núcleo (5GC) autentica os chips e separa o tráfego em fatias, com prioridade e capacidade próprias. Para latência baixa, ele costuma rodar dentro da área do cliente.
As faixas de 5G privativo operam em TDD, com tempo de envio e recebimento combinados. Vizinhos fora de sincronismo se interferem, e o projeto define essa configuração.
Câmeras, robôs e controladores precisam de módulos 5G SA na faixa escolhida. Rádios de 60 GHz podem levar o tráfego das células até o núcleo em trechos curtos.
Seis situações mostram que a operação pode exigir mais do que LTE ou Wi-Fi entregam. Se nenhuma delas é a sua, a rede LTE privativa provavelmente basta.
Veículos autônomos param quando a conexão oscila na troca de ponto de acesso, e a linha inteira espera.
Guindastes ou empilhadeiras operados à distância, onde cada atraso no comando vira risco de acidente.
Dezenas de câmeras enviando vídeo ao mesmo tempo pedem muita capacidade de subida, onde o Wi-Fi satura.
Uma planta com sensores em cada máquina precisa de uma rede que aguente esse volume sem disputa.
Controle, vídeo e dados administrativos precisam de capacidade reservada para cada um, sem um atrapalhar o outro.
A rede 4G atende, mas a próxima fase da automação exige latência que ela não entrega com folga.
São cinco etapas, e um piloto numa área pequena vem antes da rede inteira. Se o estudo mostrar que a LTE basta, o projeto muda de rumo na segunda etapa.
Quais máquinas, quanto de latência, de capacidade de subida e de disponibilidade cada aplicação exige.
Prazo: [PREENCHER]
Faixa, autorização, dispositivos disponíveis, local do núcleo e custo comparado com LTE e Wi-Fi.
Prazo: [PREENCHER]
Uma célula numa área da operação, com a aplicação real e as métricas que definem sucesso.
Prazo: [PREENCHER]
Latência, perda, troca de célula e capacidade medidas com carga real e comparadas com os requisitos.
Duração do piloto: [PREENCHER]
Cobertura, núcleo, transporte e lista de equipamentos para o resto da área, com base no piloto.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre viabilidade, piloto e desenho da rede completa. Equipamento, taxas e a operação diária ficam de fora, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço do projeto depende da área, das aplicações e de o piloto entrar no escopo. Equipamento 5G e licença pesam mais que o projeto e saem em orçamento separado.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Aplicações críticas | Cada uma tem requisitos e testes próprios | Robôs móveis e câmeras de inspeção |
| Área a cobrir | Mais área pede mais células e transporte | Planta com três galpões e pátio |
| Piloto incluído | Projeto, acompanhamento e medição do piloto somam horas | Uma célula testada por semanas |
| Local do núcleo | Núcleo dentro da área pede servidor e redundância | Indústria que exige latência mínima |
| Rede LTE existente | Integrar ou migrar a LTE leva mais desenho | Coletores 4G que continuam em uso |
Faixa de preço do estudo de viabilidade: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O piloto é orçado depois do estudo, quando a aplicação e a área de teste estão definidas.
Antes de assinar, confira se o 5G vale a pena no seu caso, quais números pedir e as regras de faixa e homologação. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
A escolha depende da aplicação, não da tecnologia mais nova. A tabela resume as três.
| Tecnologia | Latência típica | Oferta de dispositivos | Custo de implantação |
|---|---|---|---|
| 5G privativa (SA) | Baixa e estável [CONFIRMAR valores de referência] | Em crescimento | Alto |
| LTE privativa | Média | Ampla e madura | Médio |
| Wi-Fi 6 ou 7 | Baixa sem carga, variável com muitos usuários | Muito ampla | Baixo |
Máquinas em movimento com comando remoto, vídeo de subida em volume e tráfegos que precisam de fatias.
Só sensores que reportam a cada minuto, ou internet para pessoas. LTE ou Wi-Fi resolvem por menos.
Uma rede LTE bem desenhada pode receber células 5G depois, aproveitando torres e transporte.
Critérios técnicos que separam um projeto medido de uma promessa de catálogo.
Medida do dispositivo ao servidor da aplicação, com carga, e não só no rádio. É esse número que a máquina sente.
Câmeras enviam mais do que recebem. A configuração TDD precisa favorecer a subida quando a aplicação pede.
Pergunte quanto tempo o dispositivo fica sem conexão ao passar de uma célula para outra, medido no piloto.
Regras da Anatel que definem prazo e custo da rede. Confirme cada uma com quem cuida da outorga.
A Anatel destinou a faixa de 3,7 a 3,8 GHz a redes privativas em área restrita, e há estudos para outras [CONFIRMAR na norma].
A rede de uso próprio costuma exigir autorização como o SLP, e a operação para terceiros pode pedir outra outorga [CONFIRMAR na norma].
Células, CPEs e módulos usados no Brasil devem ter homologação da Anatel [CONFIRMAR na norma]. Veja a verificação de homologação de equipamentos.
Falhas que deixam a rede cara e subutilizada. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Cobrir a área inteira antes de testar a aplicação real descobre problemas tarde, com o dinheiro gasto.
Com o núcleo num datacenter distante, o atraso do transporte come a vantagem de latência do 5G.
Outra rede TDD na mesma faixa e fora de sincronismo derruba a capacidade das duas.
Porque a decisão sai de números medidos no piloto, não de folheto de fabricante. Seis compromissos que valem para todo projeto 5G.
A aplicação real roda numa célula de teste, com métricas combinadas antes de começar.
Métricas do piloto definidas por escrito na proposta
Se uma alternativa atende o requisito por menos, o estudo diz isso com os números.
Comparação incluída no estudo de viabilidade
A Táquion Tech não vende equipamento. A lista sai por especificação, para você cotar com quem quiser.
Nenhuma marca indicada por comissão
O relatório mostra latência, perda e troca de célula medidas com a aplicação rodando, não em vazio.
Relatório de medição entregue ao fim do piloto
Núcleo, transporte e fatias desenhados para conviver com o backbone e a LTE que já existem.
[PREENCHER: projetos de rede privativa conduzidos]
Quem define os requisitos é quem acompanha o piloto e desenha a rede final, sem repasse.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com redes celulares]
O estudo de viabilidade e o desenho da rede são feitos à distância para provedores de todo o Brasil. O acompanhamento do piloto em campo com a equipe da Táquion Tech fica no litoral de Santa Catarina.
Requisitos levantados em reunião, estudo de viabilidade, projeto do piloto e análise das medições à distância.
Visita à planta, escolha do local da célula de teste e medição durante o piloto. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que provedores e seus clientes industriais fazem antes de investir em 5G próprio. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Células 5G cobrem a área do cliente, um núcleo próprio autentica os chips e separa o tráfego em fatias. Só os dispositivos da operação conectam, e os dados podem ficar dentro da área.
Vale quando a aplicação precisa de latência baixa e estável, muita capacidade de subida ou fatias separadas. Para sensores simples e internet de pessoas, LTE ou Wi-Fi entregam o mesmo por menos.
O estudo de viabilidade custa [PREENCHER], e o piloto é orçado depois dele. Equipamento e licença são o maior gasto e saem em orçamento separado.
5G quando a latência ou as fatias são requisito da aplicação; LTE para o resto, com mais dispositivos à venda. Veja o projeto de rede LTE privativa.
A faixa de 3,7 a 3,8 GHz foi destinada a redes privativas em área restrita [CONFIRMAR na norma]. O estudo confirma a faixa e o caminho de autorização para o seu caso.
Em geral, sim, para o serviço privado e para as estações [CONFIRMAR na norma]. O projeto entrega a documentação técnica que o pedido exige.
Sim, e é o recomendado: uma célula numa área da operação, com a aplicação real. A rede completa só é projetada depois que o piloto bate as métricas.
O estudo e o projeto do piloto ficam prontos em [PREENCHER]. A autorização e a entrega do equipamento têm prazos que não dependem da Táquion Tech.
A própria empresa, o provedor que a atende ou um contrato gerenciado [CONFIRMAR oferta]. O projeto já define quem cuida do núcleo e dos chips.
O estudo e o desenho são remotos para todo o Brasil. O acompanhamento do piloto em campo com a equipe da Táquion Tech fica no litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento].
Três serviços que entram na comparação ou sustentam a rede 5G. Cada um cuida de uma parte do projeto.
Rede celular própria em 4G, com oferta ampla de dispositivos e custo menor.
Ver o projeto de rede LTE privativa
Transporte entre torres e POPs com capacidade e latência para as células chegarem ao núcleo.
Ver o projeto de backhaul
Conferência de homologação de rádios, CPEs e módulos antes da compra.
Ver a verificação de homologação de equipamentosDois guias sobre prioridade e transporte, que sustentam as fatias de rede do 5G.
Como separar e priorizar tráfegos quando a capacidade é disputada.
Como controlar o caminho do tráfego crítico pelo backbone até o núcleo.
Orçamento
Diga qual operação precisa de conexão e o que ela exige. Um Especialista devolve a avaliação, o escopo e o valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp