Vai levantar torre nova
A altura, o tipo de torre e a área do terreno dependem dos enlaces que ela vai receber. Isso se decide antes da compra.
Rádio e wireless · Provedores
Altura, ocupação por antena, energia, baterias e aterramento de cada torre planejados para os próximos anos, antes de o primeiro lance subir.
Projeto de torres é decidir o que vai em cada torre do provedor: altura, posição das antenas, área exposta ao vento, energia, baterias, aterramento e caminho dos cabos. É para quem vai subir torre nova, ocupar torre de terceiros ou tem um topo lotado sem registro do que ainda cabe. O resultado é uma torre pronta para os enlaces e setores dos próximos anos, com os dados que o cálculo estrutural precisa [CONFIRMAR parceiro para cálculo estrutural].
É o planejamento de rádio, energia e proteção de uma torre, do pé ao topo. A estrutura em si, com cálculo e laudo, é assinada por profissional habilitado em estruturas [CONFIRMAR parceiro para cálculo estrutural].
A altura útil da torre sai dos enlaces de rádio que ela precisa fechar. O perfil de cada trecho diz a altura mínima de cada antena, e a soma dessas alturas, com folga para crescer, diz a altura da torre.
Os setores de FWA ocupam outra faixa da torre. Eles precisam cobrir o bairro sem mirar o horizonte, e a inclinação das antenas muda conforme a altura em que ficam presas.
Rádios de 60 GHz pesam pouco, mas pedem fixação rígida: um mastro que balança no vento tira o feixe estreito do alvo. O planejamento tem seis partes:
Cada antena ganha uma posição, uma direção e um dono. O desenho mostra também o espaço reservado para os próximos enlaces.
Peso e área de cada antena, suporte e cabo viram uma lista. É ela que o profissional de estruturas usa para dizer se a torre aguenta [CONFIRMAR parceiro para cálculo estrutural].
Consumo real dos rádios e switches, retificador e banco de baterias dimensionados para as horas que a torre precisa ficar no ar sem a rede elétrica.
Barra de terra, ligação de cabos e protetores de surto planejados para que um raio na região não queime meia torre de equipamento.
Esteira, fixação, curvatura e etiqueta em cada cabo. Torre com cabo solto vira torre em que ninguém sabe o que pode desligar.
Acesso, cerca, contrato do terreno e consultas à prefeitura e à Aeronáutica listados antes da obra [CONFIRMAR na norma].
Seis situações pedem o planejamento antes da próxima subida. Em todas, decidir depois de montar custa mais do que planejar antes.
A altura, o tipo de torre e a área do terreno dependem dos enlaces que ela vai receber. Isso se decide antes da compra.
As alturas boas estão tomadas e o próximo enlace não tem onde ficar. O levantamento mostra o que pode ser remanejado.
O dono da torre pede lista de antenas, peso e posição. Sem esses dados, o contrato de ocupação não anda.
Bateria que dura minutos, em vez de horas, derruba a região inteira na primeira queda de energia.
Rádios e fontes queimados no mesmo dia de tempestade apontam aterramento falho ou falta de proteção contra surtos.
Antenas sem dono, cabos sem etiqueta e rádios desligados ocupando espaço. A torre precisa de inventário antes de crescer.
São cinco etapas, e a estrutura só entra na quarta, com dados já organizados. Em torre existente, tudo começa pelo inventário do que está instalado.
Fotos por altura, medidas, antenas, cabos, quadro de energia e terreno registrados, com subida feita por equipe treinada [CONFIRMAR equipe de campo].
Prazo: [PREENCHER]
Posições das antenas atuais e das previstas, com direção, altura e espaço reservado para crescer.
Prazo: [PREENCHER]
Consumo somado, retificador, baterias, barra de terra e protetores de surto dimensionados para a torre.
Prazo: [PREENCHER]
Lista de cargas e áreas enviada ao profissional que faz o cálculo estrutural [CONFIRMAR parceiro para cálculo estrutural].
Prazo: depende do cálculo estrutural
Desenho da torre, lista de materiais e etiquetas de cabos, prontos para a equipe de montagem.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto cobre ocupação, energia, aterramento e organização da torre. A parte estrutural e a obra ficam de fora, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de torres e de serem novas ou já ocupadas. O valor exato sai por escrito, depois de ver fotos e medidas.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de torres | Cada torre tem levantamento, desenho e lista próprios | Uma torre nova ou cinco torres de uma rede antiga |
| Torre nova ou existente | Torre ocupada pede inventário detalhado e subida para medir | Torre de 12 anos com antenas sem identificação |
| Energia incluída | Retificador, baterias ou painel solar somam dimensionamento | Torre em morro sem rede elétrica estável |
| Autonomia desejada | Mais horas sem luz pedem banco maior e mais cálculo de carga | Oito horas de bateria para um POP rural |
| Visita ao local | Deslocamento e tempo em campo somam ao trabalho remoto | Levantamento em Itapema com subida até o topo |
Faixa de preço por torre: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O cálculo estrutural, os materiais e a montagem são cotados à parte, com quem executa cada um.
Antes de assinar, confira as normas que tocam a torre, os erros que aparecem no primeiro temporal e o tipo de estrutura que serve ao terreno. Esta seção serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Torre mexe com estrutura, raio, aviação e trabalho em altura. Peça ao fornecedor que diga quais regras seguiu.
Norma da ABNT sobre forças do vento em edificações, usada no cálculo estrutural da torre [CONFIRMAR na norma].
Trata da proteção contra descargas atmosféricas, base do aterramento e do para-raios do site [CONFIRMAR na norma].
Torres perto de aeródromos ou acima de certa altura podem precisar de análise do DECEA antes da obra [CONFIRMAR na norma].
A consulta depende da altura da torre e da distância até pistas e auxílios à navegação [CONFIRMAR na norma].
Pintura e luz de obstáculo podem ser exigidas conforme a altura e o local [CONFIRMAR na norma].
A NR-35 rege o trabalho em altura da equipe de montagem. A Lei 13.116/2015 e a prefeitura tratam da licença para instalar [CONFIRMAR na norma].
Quatro falhas que encurtam a vida da torre. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Cada antena soma área ao vento. Sem lista de cargas, a torre recebe equipamento até alguém notar inclinação ou parafuso solto.
A potência da fonte não é o consumo. O banco dimensionado pelo número errado dura metade ou custa o dobro.
Torre, quadro e rack com hastes próprias e sem ligação entre si criam diferença de tensão no raio, e a corrente passa pelo equipamento.
Torre montada na altura exata dos enlaces de hoje não recebe o próximo. Reservar espaço custa pouco na compra e muito depois.
O tipo de estrutura sai do terreno disponível, da altura e da carga prevista no topo.
| Tipo | Espaço no terreno | Carga no topo |
|---|---|---|
| Autoportante | Pequeno | Alta |
| Estaiada | Grande, por causa dos estais | Média |
| Mastro em prédio | Mínimo | Baixa |
Terreno pequeno e muitas antenas previstas, inclusive parábolas grandes de enlace.
Fundação e estrutura pesam no orçamento; o tamanho sai do cálculo estrutural [CONFIRMAR parceiro].
Área rural com terreno amplo e poucas antenas, onde altura importa mais que carga.
Estai frouxo ou âncora corroída compromete a torre; precisa de inspeção periódica.
Serve a setores urbanos e rádios de 60 GHz. Depende da laje, do condomínio e da altura do prédio vizinho.
Com estes dados em mãos, o projeto sai mais rápido e a proposta, mais precisa.
Exemplo: 300 W em 48 V puxam cerca de 6,25 A; oito horas pedem perto de 50 Ah úteis, antes do limite de descarga da bateria [CONFIRMAR critério adotado].
Uma foto a cada lance, mostrando antenas, cabos e suportes. Elas economizam uma subida no levantamento.
Pergunte quem assina o cálculo estrutural e se a lista de cargas vai junto. Quem não responde está deixando a estrutura sem dono.
Porque a torre sai com inventário, conta de energia e escopo estrutural separado por escrito. Seis compromissos que valem para todo projeto de torre.
Quem calcula o enlace é quem decide a altura da antena. A torre nasce do que ela precisa carregar.
[PREENCHER: anos de experiência com torres de provedor]
Cada antena com altura, direção e dono no desenho. O próximo técnico sabe o que pode mexer.
Desenho de ocupação entregue com cada projeto
Tipo de torre, bateria e antena vêm da conta, não de comissão de fabricante.
Nenhuma marca indicada por comissão
O que é planejamento e o que é cálculo estrutural fica separado, com quem assina cada parte.
Divisão de responsabilidades escrita na proposta
Consumo, autonomia e banco de baterias com a conta anexa. Você confere antes de comprar.
Conta de autonomia anexa ao projeto
Levantamento no local, com subida feita por equipe treinada para altura [CONFIRMAR equipe de campo].
[PREENCHER: torres projetadas]
O planejamento é remoto e atende provedores de todo o Brasil a partir de fotos e medidas. O levantamento no local fica para o litoral de Santa Catarina.
Fotos por altura, lista de equipamentos e conta de consumo bastam para o plano de ocupação e de energia. A sua equipe faz as medidas guiada por roteiro [CONFIRMAR].
Inventário da torre, medidas e conferência de aterramento no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que donos de provedor mais trazem antes de subir ou reformar uma torre. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Não. A Táquion Tech planeja ocupação, energia e aterramento e entrega a lista de cargas; o cálculo e o laudo estrutural ficam com profissional habilitado em estruturas [CONFIRMAR parceiro para cálculo estrutural].
Depende do modelo da torre, da altura e da área ao vento de cada antena. O inventário mostra o que já ocupa a estrutura, e o cálculo estrutural diz quanto ainda cabe.
Depende de quanto duram as quedas de energia na região e de quantos clientes a torre atende. O projeto parte do consumo real e da autonomia que você define, em horas.
Em geral, sim: prefeitura, dono do terreno e, conforme altura e local, a Aeronáutica [CONFIRMAR na norma]. O projeto lista as consultas que o seu caso pede antes da obra.
O valor muda com o número de torres, com a torre ser nova ou ocupada e com a energia entrar no escopo. A faixa por torre é [PREENCHER], e estrutura e materiais são cotados à parte.
Torre nova com enlaces definidos anda rápido; torre antiga sem inventário pede levantamento antes. O prazo típico é [PREENCHER], sem contar o cálculo estrutural.
Serve, e é comum. O dono da torre costuma exigir posição, peso e área de cada antena, que é exatamente o que o plano de ocupação entrega.
Entra o plano de aterramento e de proteção contra surtos dos equipamentos. O sistema completo do prédio ou do POP fica no aterramento de equipamentos.
O planejamento é remoto, a partir de fotos e medidas. O levantamento no local é feito no litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento].
A instalação depende de equipe com treinamento para altura [CONFIRMAR equipe de campo]. O alinhamento dos enlaces segue a meta de sinal do projeto de rádio ponto a ponto.
Três serviços que completam a torre por dentro e por fora. Cada um cuida de uma parte do site.
Retificadores, baterias e quadro de energia dimensionados para o POP ao pé da torre.
Ver o projeto de energia para POPs
Barra de terra, ligações e proteção dos equipamentos contra surtos e descargas.
Ver o aterramento de equipamentos
Perfil e margem de cada enlace, que definem a altura das antenas na torre.
Ver o projeto de rádio ponto a pontoTrês guias para manter a torre sob controle depois que ela sobe.
Como acompanhar tensão de bateria, temperatura e consumo de cada torre num painel só.
Como os dados de energia e de rádio avisam a falha antes de a torre cair.
Os prazos regulatórios que o provedor precisa acompanhar ao longo do ano.
Orçamento
Diga quantas torres a rede tem e o que pretende instalar. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp