A planilha virou sistema
Várias pessoas editam o mesmo arquivo, alguém apaga uma coluna e ninguém sabe qual versão vale.
Ferramentas internas · Provedores
Telas simples para as tarefas que hoje vivem em planilha, em grupo de mensagens ou na cabeça de uma pessoa, ligadas aos sistemas que o provedor já usa.
Desenvolvimento de ferramentas internas para provedores é criar pequenos sistemas sob medida para tarefas que nenhum ERP resolve direito: consulta de sinal para o suporte, checklist de ativação, viabilidade por endereço, controle de ONUs em estoque. É para o provedor em que uma planilha virou sistema crítico ou em que só uma pessoa sabe fazer a tarefa. O resultado é uma tela simples, com login por perfil, ligada aos sistemas que você já tem e entregue com código e documentação.
É construir a tela que a equipe abre para fazer uma tarefa específica, buscando os dados nos sistemas que já existem. Não substitui o ERP nem o sistema de gestão: preenche o espaço entre eles.
Uma ferramenta interna é um programa pequeno, quase sempre uma página web dentro da rede do provedor, feito para um grupo de pessoas e uma tarefa. Por trás da tela, ela usa a mesma automação de redes que consulta OLTs, concentradores e o ERP, só que com botões no lugar de comandos.
Quando a tarefa mexe em configuração, a ferramenta pode disparar um playbook de Ansible já testado, em vez de deixar o atendente digitar no equipamento. Cada pessoa vê só o que o perfil dela permite, e cada ação fica gravada com nome e horário.
Ferramentas internas também aparecem em projetos de migração de rede: uma tela que mostra quais clientes de cada lote voltaram, quais não voltaram e quem está cuidando de cada um. Os tipos mais pedidos são estes:
O atendente digita o nome ou o CPF e vê sinal da ONU, sessão, plano e últimas quedas na mesma tela, sem pedir acesso à OLT nem chamar o N2.
O técnico segue os passos no celular, registra potência e foto, e a ordem só fecha quando os campos obrigatórios estão preenchidos.
O vendedor informa o endereço e a ferramenta responde se há caixa com porta livre por perto, cruzando o mapa da rede com a ocupação das portas.
ONUs, roteadores e equipamentos de POP com número de série, local e cliente, para saber o que está instalado, guardado ou em conserto.
Seis sinais mostram que uma tarefa da equipe já pede ferramenta própria. Quanto mais deles aparecem juntos, mais cedo a ferramenta se paga.
Várias pessoas editam o mesmo arquivo, alguém apaga uma coluna e ninguém sabe qual versão vale.
A tarefa depende de quem conhece os comandos. Nas férias dela, o serviço espera ou sai errado.
Consulta de sinal ou de sessão vai para o N2 porque o atendente não tem acesso seguro aos equipamentos.
O técnico preenche a ordem no ERP, a planilha do estoque e o grupo da equipe. Um dos três fica diferente.
Para uma tarefa simples, todos recebem a senha de administrador da OLT, e ninguém sabe quem mudou o quê.
O fornecedor do sistema não prevê aquele processo, e a tarefa do seu provedor continua sendo feita à mão.
São cinco etapas, e quem vai usar a ferramenta participa de todas. O código só começa depois que você aprova o escopo da primeira versão.
Acompanhamos a tarefa como ela é feita hoje, medimos o tempo de cada passo e listamos de onde vêm os dados.
Prazo: [PREENCHER]
Documento curto com telas, perfis de acesso, integrações e o que fica para depois. Você aprova antes do código.
Prazo: depende da sua aprovação
Uma versão simples roda com dados reais para duas ou três pessoas da equipe, que apontam o que falta e o que sobra.
Prazo: [PREENCHER]
Login por perfil, registro de ações, testes, cópia de segurança e instalação no servidor que você escolher.
Prazo: [PREENCHER]
Código no seu repositório, manual de uso, manual de manutenção e treino de quem usa e de quem vai manter.
Prazo: [PREENCHER]
O desenvolvimento cobre a ferramenta inteira, do levantamento ao treino. Painéis, scripts sem tela e sistemas prontos têm página própria.
O preço depende de quantas telas a ferramenta tem e de quantos sistemas ela precisa consultar. O valor exato sai por escrito, depois da entrevista com a equipe.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Telas e funções | Cada tela tem campos, regras e testes próprios | Consulta de sinal tem uma tela; checklist de campo com fotos tem cinco |
| Integrações | Cada sistema tem API, limites e formato próprios | ERP com API documentada ou banco acessado direto |
| Perfis de acesso | Mais perfis pedem regras e testes de permissão | Suporte só consulta; o N2 também reinicia a ONU |
| Uso em campo | Tela de celular, foto e sinal fraco levam mais trabalho | Checklist preenchido pelo técnico no poste |
| Onde roda | Servidor próprio, nuvem ou sistema de gestão mudam a instalação | Máquina virtual no POP com acesso por VPN |
| Manutenção depois | Ajustes entram em acordo mensal ou por demanda | Nova versão do ERP que muda a API |
Faixa de preço para uma ferramenta de uma tarefa com duas integrações: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O custo de manter a ferramenta depois da entrega também vai na proposta, para não virar surpresa no ano seguinte.
Confira os erros que fazem a equipe abandonar a ferramenta, os caminhos além do código e os cuidados de segurança. Os pontos servem para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que fazem a ferramenta ser esquecida em poucos meses. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
A tela faz sentido para quem programou, não para o atendente. Em poucas semanas a equipe volta para a planilha.
Sem o código num repositório seu, cada ajuste depende de uma empresa só, no preço e no prazo dela. Peça a entrega do código escrita no contrato.
Ferramenta que guarda a senha de administrador da OLT em texto aberto troca um risco por outro. O acesso deve usar um usuário próprio, com permissão mínima.
Começar por um sistema de suporte, estoque, campo e vendas ao mesmo tempo atrasa a entrega. Uma tarefa bem resolvida vale mais que cinco pela metade.
Antes de pedir código, compare os três caminhos. Muitas vezes o ERP já tem a função e ninguém configurou.
| Caminho | Quando faz sentido | Risco principal |
|---|---|---|
| Função do sistema atual | Tarefa comum a todo provedor | Pagar módulo que ninguém usa |
| Sistema pronto | Inventário, mapa da rede, monitoramento | Adaptar o processo ao sistema |
| Ferramenta interna | Processo próprio ou ligação entre sistemas | Ficar sem quem mantenha o código |
O ERP ou o sistema de mapa já faz a tarefa e falta só configurar ou treinar a equipe.
Confira se a função existe na sua versão e no seu plano, não só no material de venda.
Inventário, documentação e mapa da rede, em que há produtos maduros, como o NetBox.
Sistema pronto ainda precisa de alguém que cadastre os dados e os mantenha em dia.
O processo é só seu, ou a tarefa precisa juntar dados de três sistemas numa tela.
Exigência fiscal e legal fica no sistema homologado; a ferramenta só consulta esses dados.
Critérios que separam uma ferramenta segura de uma porta aberta para a rede. Peça ao fornecedor que mostre cada um.
A ferramenta acessa OLTs e concentradores com um usuário próprio, que só executa os comandos daquela tarefa.
Cada consulta e cada alteração ficam gravadas com usuário, horário e equipamento, para responder quem fez o quê.
Nome, CPF e endereço aparecem só para quem precisa deles, com finalidade definida [CONFIRMAR na norma]. Veja a adequação da infraestrutura à LGPD.
A ferramenta fica atrás de VPN ou na rede interna. Acesso de fora só com motivo claro e autenticação forte.
Com estas respostas prontas, o escopo da primeira versão sai numa conversa.
Quem faz, quantas vezes por dia e quanto tempo leva hoje. É esse número que paga a ferramenta.
Nome e versão do ERP, do RADIUS, das OLTs e do mapa, e se cada um tem API liberada.
Quantas pessoas, em quais perfis e se usam computador, celular ou os dois.
Se alguém da equipe lê código ou se a manutenção será contratada depois da entrega.
Porque a ferramenta é feita por quem conhece a rede do provedor e fica com você no fim. Seis compromissos de todo desenvolvimento.
A equipe sabe o que é uma porta PON, uma sessão PPPoE e um perfil de plano. O pedido não se perde na tradução.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe em redes de provedor]
Duas ou três pessoas da sua equipe testam a primeira versão com dados reais antes de qualquer acabamento.
O teste com usuários é uma etapa da proposta
Desde o primeiro dia, o código fica num repositório seu, com o histórico de cada mudança.
Código e manual de manutenção entregues [CONFIRMAR termos de propriedade no contrato]
Usuários de serviço com permissão mínima e registro de ações já vêm no escopo, não como extra.
Registro de ações incluído em toda ferramenta
Se um sistema pronto ou uma função do seu ERP resolve, a recomendação é essa, e não o desenvolvimento.
Nenhum produto indicado por comissão
Entrevistas, testes e entrega são feitos à distância, no horário da sua equipe.
[PREENCHER: estados atendidos]
O desenvolvimento é remoto e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando vale acompanhar a equipe no dia a dia.
Entrevistas por vídeo, protótipo acessado pela VPN do provedor e treino gravado para quem entrar depois na equipe.
Para acompanhar a tarefa no balcão do suporte ou com o técnico em campo antes do escopo. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que donos e gerentes de provedor fazem antes de pedir uma ferramenta própria. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Ferramentas para tarefas da rede, do suporte, do campo e da venda: consulta de sinal e de sessão, checklist de ativação, viabilidade por endereço e controle de estoque de ONUs. O ponto em comum é juntar dados de sistemas diferentes numa tela simples.
Depende do número de telas, das integrações, dos perfis de acesso e de onde a ferramenta vai rodar. A faixa para uma tarefa com duas integrações é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da entrevista com a equipe.
Uma ferramenta de uma tarefa costuma ter protótipo em [PREENCHER] e versão de produção em [PREENCHER]. O prazo do seu caso vai escrito na proposta, junto com o que fica para a segunda versão.
Para tarefas comuns a todo provedor, como cobrança e nota fiscal, comprar. Para processos próprios ou para ligar sistemas que não conversam, a ferramenta interna costuma resolver com menos adaptação.
Sim, o código fica num repositório seu, com manual de uso e de manutenção [CONFIRMAR termos de propriedade no contrato]. Assim outra equipe consegue continuar o trabalho se for preciso.
Funciona com ERPs que oferecem API ou acesso ao banco de dados, como IXC, MK-Auth, SGP e Hubsoft. Quando a integração com o ERP é o centro do trabalho, ela é feita na integração com ERP de provedor.
É, quando a ferramenta usa um usuário próprio, com permissão só para os comandos da tarefa, e registra cada ação. O atendente nunca recebe a senha do equipamento.
A sua equipe, se tiver alguém que lê código, com o manual de manutenção. Ou a Táquion Tech, num acordo mensal ou por demanda, descrito na proposta.
A ferramenta interna tem tela e é usada por pessoas para fazer uma tarefa. O script roda sozinho, como na automação de rede, e o dashboard só mostra números para acompanhar.
Peça para ver como a empresa entende a sua rede, quem testa o protótipo e onde o código fica guardado. Desconfie de quem não pergunta sobre permissões de acesso aos equipamentos.
Três serviços que costumam aparecer junto com uma ferramenta própria. Cada um cobre uma parte do trabalho.
Scripts que coletam dados e integram sistemas sem precisar de tela.
Ver a automação com Python
Ligação entre o ERP e a rede, para cadastro e bloqueio sem retrabalho.
Ver a integração com ERP de provedor
Painéis com os números da rede para gestor, NOC e comercial.
Ver o desenvolvimento de dashboardsTrês guias que ajudam a decidir o que a ferramenta precisa guardar e automatizar.
Como guardar configurações em arquivos versionados, base de qualquer ferramenta.
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Orçamento
Conte qual tarefa hoje depende de planilha ou de uma pessoa só. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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